Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O governo israelita, liderado por Benjamin Netanyahu, aprovou um plano para ocupar a cidade de Gaza, o que gerou uma forte reações negativas da comunidade internacional. Entre os objetivos do plano estão o desarmamento do Hamas, o regresso dos reféns, a desmilitarização da Faixa de Gaza, e o estabelecimento de uma administração civil alternativa não ligada ao Hamas ou à Autoridade Palestiniana.
    • Numerosos países e organizações internacionais condenaram o plano de Israel. António Costa, presidente do Conselho Europeu, e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, salientaram que a ação viola acordos internacionais e apelaram a Israel para reconsiderar a sua decisão. Outros países, como Canadá, França, China e Alemanha, também expressaram a sua desaprovação, com a Alemanha inclusive a suspender a exportação de armas para Israel.
    • O plano de Israel tem gerado preocupação entre famílias de reféns e cidadãos israelitas. O Fórum das Famílias dos Reféns manifestou-se contra a decisão, afirmando que esta condena os reféns à morte. Além disso, uma sondagem revelou que enquanto a maioria dos israelitas deseja o fim da guerra, cerca de 30% apoiam a ocupação da Faixa de Gaza, mesmo que isso possa comprometer a segurança dos reféns.
    • A ONU expressou preocupação com a escalada das hostilidades e o alto-comissário para os Direitos Humanos, Volker Turk, pediu a suspensão imediata do plano israelita, sublinhando que este contraria diretrizes internacionais e o direito à autodeterminação dos palestinianos. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, também condenou a decisão e apelou a um cessar-fogo imediato, reafirmando a importância de uma solução de dois Estados para garantir a paz e segurança na região.

    [Um jovem polícia é surpreendido ao terceiro dia de trabalho: a embaixada da Turquia está sob ataque terrorista. E a primeira vítima é ele. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o terceiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui e o segundo aqui]

  • Encerramos aqui o acompanhamento desta sexta-feira do conflito entre Israel e o Hamas e da situação no Médio Oriente. Pode seguir os últimos desenvolvimentos ao longo de sábado nesta nova ligação.

    Obrigado por nos acompanhar.

  • Familiares de reféns protestam em frente à casa do ministro da Defesa israelita

    Vários familiares de reféns reuniram-se hoje em frente à casa do ministro da Defesa israelita, Israel Katz, para protestar contra a decisão de Telavive de expandir a ofensiva e assumir o controlo da cidade de Gaza.

    “O governo pensa que ainda há tempo, nós não vamos ficar de braços cruzados. Vamos agir, e somos um povo inteiro”, disse Ohad Ben Ami, que foi libertado durante o cessar-fogo entre Israel e o Hamas no início deste ano, depois de ter passado 491 dias como refém na Faixa de Gaza, em declarações partilhadas pelo Fórum das Famílias dos Reféns e Desaparecidos, que representa a maioria dos familiares dos sequestrados.

    Já Einav Zangauker, mãe do refém israelita Matan Zangauker, que continua retido no enclave palestiniano, afirmou que todo o país quer ver os soldados regressar a casa e os reféns (vivos e mortos) libertados.

    “Para que o Estado de Israel possa garantir a segurança dos seus cidadãos, temos de pôr fim a esta injustiça que foi cometida contra os nossos entes queridos durante 22 meses”, disse.

  • Canadá condena planos de Netanyahu para Gaza

    O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, criticou o plano proposto por Israel de ocupar totalmente a Faixa de Gaza, afirmando que a decisão colocaria em risco a vida dos reféns mantidos por grupos militares, nomeadamente o Hamas.

    Na mensagem publicada na rede social X, Carney afirmou que a estratégia de Netanyahu para Gaza é “errada” e que Israel está a violar o direito internacional. Apelou, também, a uma abordagem mais cautelosa para proteger os civis e garantir a libertação segura dos reféns.

    “O Canadá apela a todas as partes para que negociem um cessar-fogo imediato de boa-fé”, disse Carney, apoiando “uma solução de dois Estados que garanta paz e segurança para israelitas e palestinianos”.

  • Conselho de Segurança da ONU reunido de urgência no sábado para debater Gaza

    O Conselho de Segurança da ONU vai realizar uma reunião de urgência no sábado, no seguimento dos planos israelitas de ocupação da principal cidade da Faixa de Gaza, informaram hoje fontes diplomáticas à agência noticiosa France-Presse (AFP).

    O pedido da reunião foi apresentado por vários dos 15 países que integram o Conselho de Segurança, em seu nome e da Palestina, segundo o representante da Autoridade Palestiniana nas Nações Unidas, Riyad Mansour, quando questionado pelos jornalistas.

  • França "condena veementemente" o plano israelita de ocupação de Gaza

    O ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, afirmou, esta sexta-feira, que França condena o plano de Benjamin Netanyahu de ocupar totalmente a Faixa de Gaza.

    “França condena veementemente o plano do governo israelita que visa preparar a ocupação total de Gaza. Tal operação agravaria uma situação já catastrófica, sem permitir a libertação dos reféns do Hamas, o seu desarmamento e a sua rendição”, escreveu o ministro na rede social X.

  • Guterres condena decisão de Israel de controlar Gaza e pede cessar-fogo imediato

    O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, expressou a sua preocupação relativamente à decisão de Netanyahu de ocupar totalmente a Faixa de Gaza.

    De acordo com a mensagem publicada na rede social X, esta é uma “nova escalada [que] resultará em mais deslocações forçadas, mortes e destruição maciça, agravando o sofrimento inimaginável da população palestiniana em Gaza”.

    O secretário-geral da ONU reitera, ainda, o “apelo urgente por um cessar-fogo permanente, acesso humanitário irrestrito a Gaza e pela libertação imediata e incondicional de todos os reféns”.

    “Não haverá solução sustentável para este conflito sem o fim desta ocupação ilegal e a obtenção de uma solução viável de dois Estados. Gaza é e deve permanecer parte integrante de um Estado Palestino”, concluiu.

  • Representante da Palestina na ONU pede reunião de emergência do Conselho de Segurança após aprovação do "plano louco" de Israel

    O representante da Palestina na ONU, Riyad Mansour, pediu a realização de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas depois da aprovação (pelo gabinete de segurança israelita) do plano de Netanyahu para ocupar a Faixa de Gaza.

    De acordo com o Le Monde, Mansour descreveu o anúncio desta operação como um “plano louco, irresponsável, perigoso e cruel“.

    “O nosso objetivo é impedir Israel de se envolver nesta escalada extremamente perigosa”, disse o representante palestiniano, acrescentando que “todos nós nos devemos unir para pôr fim a esta loucura e permitir que a paz prevaleça sobre a guerra e o sofrimento contínuo”.

  • Netanyahu reage à decisão de Berlim de suspender a exportação de armas a Israel: "Alemanha está a premiar o terrorismo do Hamas"

    Após Berlim ter suspendido a exportação de armas que Israel poderia usar em Gaza, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, falou com o chanceler alemão, Friedrich Merz, e expressou a sua desilusão com a decisão alemã.

    Na rede social X, Netanyahu afirmou que “a Alemanha está a premiar o terrorismo do Hamas com o embargo de armas a Israel”.

    O líder do governo israelita disse, ainda, que o objetivo de Telavive não é tomar Gaza, mas sim “libertar Gaza do Hamas e permitir que um governo pacífico seja estabelecido lá”.

  • NOVA FCSH apela às autoridades para que jovem inscrito em mestrado que está preso em Gaza consiga visto de estudante

    A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade NOVA de Lisboa manifestou, esta sexta-feira, a sua preocupação com Tarek al-Farra, um jovem palestiniano residente em Gaza e inscrito num mestrado na FCSH que está impedido de sair do enclave palestiniano.

    No comunicado enviado às redações, a instituição diz que o jovem aguarda a emissão do visto de estudante (um requisito indispensável para poder sair de Gaza) e que “a NOVA FCSH tem feito todos os esforços para apoiar Tarek, mas a ausência de mecanismos eficazes que garantam a saída segura de estudantes em zonas de conflito impede a concretização do direito fundamental à educação e à segurança”.

    “Estamos perante uma situação inaceitável do ponto de vista humano e moral. Atualmente, Tarek vive em Gaza com a sua família, privado de condições básicas de segurança e sobrevivência e sujeito a restrições extremas impostas pelo bloqueio”, pode ler-se na nota.

    A FCSH apela, assim, “às autoridades portuguesas e israelitas para que atuem com urgência, garantindo a emissão rápida do visto de estudante e a implementação de mecanismos humanitários que permitam a saída de estudantes e investigadores de zonas de guerra, honrando os compromissos éticos e institucionais assumidos pelas universidades”.

    Estudantes solidários com palestiniano inscrito na NOVA que não consegue visto

  • IDF vão implementar plano de ocupação de Gaza "da melhor maneira possível", diz chefe do exército

    Depois de o gabinete de segurança israelita ter aprovado o plano apresentado por Benjamin Netanyahu para “assumir o controlo” de Gaza, o chefe das forças armadas de Israel, Eyal Zamir, afirmou que o exército o irá implementar “da melhor maneira possível”, relata o Times of Israel.

    “Continuaremos a assumir a responsabilidade nacional que incumbe ao exército israelita e aos seus comandantes”, sublinhou Zamir.

  • Médio Oriente. Ocupação de Gaza é uma "faca de dois gumes"

    Pedro Nascimento reflete que o maior problema é Hamas ter voz para fazer exigências. Considera que a ONU não tem autoridade para ditar soluções, porque “negligenciaram” Israel.

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    Médio Oriente. Ocupação de Gaza é uma “faca de dois gumes”

  • "IDF já estão preparadas" para ocupar Gaza, diz Katz após receber autorização para avançar com plano

    O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, garantiu esta sexta-feira que as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla inglesa) “já estão preparadas para executar plenamente as decisões” de ocupar totalmente a Faixa de Gaza.

    Numa mensagem na rede social X, Katz afirmou que foi “autorizado, juntamente com o primeiro-ministro, a aprovar os planos do exército para implementar as decisões do gabinete”.

    “Israel está determinado em alcançar os objetivos da guerra: derrotar completamente o Hamas e criar as condições para a libertação de todos os reféns”, sublinhou Katz, acrescentando que “os países que nos condenam e ameaçam com sanções não nos deterão. Já se foram os dias em que os judeus não se defendiam”.

  • Ataques israelitas em Gaza fizeram 72 mortos e 314 feridos nas últimas 24 horas

    Nas últimas 24 horas morreram na Faixa de Gaza 72 palestinianos, vítimas de ataques israelitas, avança a Al Jazeera, que cita o Ministério da Saúde do enclave.

    De acordo com o ministério, há, ainda, registo de 314 feridos na sequência dos ataques das tropas de Israel.

  • JD Vance: "Não temos planos para reconhecer um Estado palestiniano"

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou esta sexta-feira que a Casa Branca mantém dois objetivos relativos ao conflito entre o Hamas e Israel: “erradicar do Hamas” e “resolver a crise humanitária em Gaza”.

    “É óbvio que o Reino Unido vai tomar a sua decisão, mas não temos planos para reconhecer um Estado palestiniano. Não sei o que significa realmente reconhecer um Estado palestiniano, dada a falta de um governo funcional”, disse JD Vance, que esteve reunido com David Lammy, ministro britânico dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, em Kent.

    Vance garante que os Estados Unidos querem “fazer com que o Hamas não possa voltar a atacar civis israelitas inocentes”, o que significa que “isso tem de passar pela erradicação do Hamas“. Em segundo lugar, o vice-presidente norte-americano quer resolver a crise humanitária em Gaza: “Obviamente não é um problema fácil de resolver, senão já teria sido resolvido. Penso que podemos ter algumas divergências sobre a forma exata de atingir esse objetivo, e falaremos sobre isso hoje”.

    “O mundo está num estado de tensão incrível”, sublinhou Vance, acrescentando que “existe muita coisa que o Reino Unido e os Estados Unidos podem fazer para trazer mais paz e mais estabilidade ao mundo”.

  • O que se passou até agora

    • O governo israelita, liderado por Benjamin Netanyahu, aprovou um plano militar para ocupar a cidade de Gaza, provocando fortes reações internacionais e advertências sobre as consequências dessa decisão. O plano visa desarmar o Hamas, garantir o retorno dos reféns vivos ou mortos e estabelecer uma administração civil alternativa na zona, não relacionada nem com o Hamas nem com a Autoridade Palestiniana.
    • António Costa, presidente do Conselho Europeu, apelou a Israel para reconsiderar a sua decisão, mencionando que esta ação viola acordos com a União Europeia e compromete princípios de direito internacional. A União Europeia, assim como várias nações, manifestou preocupações semelhantes, enfatizando a necessidade de uma solução baseada em dois Estados para garantir a estabilidade na região.
    • Reações globais incluem posicionamentos de países como os Países Baixos, Dinamarca, Jordânia, Arábia Saudita e China, que expressaram desaprovação ao plano israelita. Países como Alemanha e os Países Baixos tomaram medidas adicionais, como a suspensão das suas exportações de armas para Israel, devido às implicações humanitárias e riscos associados ao plano.
    • O Hamas declarou estar disposto a negociar um cessar-fogo e um acordo de troca de prisioneiros, mas criticou a decisão de Israel como uma “aventura criminosa”. A Autoridade Nacional Palestiniana também condenou fortemente o plano, alertando para a deslocação forçada de centenas de milhares de palestinianos e definindo a medida como um “crime absoluto”.

    [Um jovem polícia é surpreendido ao terceiro dia de trabalho: a embaixada da Turquia está sob ataque terrorista. E a primeira vítima é ele. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o terceiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui e o segundo aqui]

  • António Costa pede a Israel que reconsidere a decisão de ocupar Gaza, uma vez que plano "viola o acordo com a UE"

    O presidente do Conselho Europeu, António Costa, apelou a Israel para que reconsidere a decisão de ocupar totalmente a Faixa de Gaza, na medida em que isso “não só viola o acordo com a UE, como também mina os princípios fundamentais do direito internacional e os valores universais”.

    “Tal decisão deve ter consequências para as relações UE-Israel, a serem avaliadas pelo Conselho [Europeu]”, informou Costa.

    Numa mensagem publicada esta sexta-feira na rede social X, o antigo primeiro-ministro de Portugal afirmou, também, que a União Europeia tem mantido uma “posição consistente”, uma vez que “condena o ataque, exige a libertação incondicional de todos os reféns, reconhece o direito de Israel à legítima defesa em conformidade com o direito internacional e humanitário e reafirma a solução de dois Estados como o único caminho político para a estabilidade na região”.

    António Costa sublinhou, ainda, que “a solução de dois Estados continua a ser a única solução sustentável e de longo prazo para a paz e para a segurança em Israel e na região”.

  • Hamas está pronto para um "acordo global" de libertação de prisioneiros em Gaza

    O Hamas afirmou, esta sexta-feira, que está disponível, através dos mediadores do Egipto e do Qatar, para tornar o cessar-fogo em Gaza “num sucesso”.

    Numa declaração publicada no Telegram e citada pela Al Jazeera, o grupo palestiniano afirmou estar “pronto para um acordo global para libertar todos os prisioneiros da ocupação em troca do fim da guerra e da retirada das suas forças”.

    “Avisamos a ocupação que ocupar a cidade de Gaza é uma aventura que lhe custará caro e não será fácil”, acrescentou o Hamas, alertando que “os planos e as ilusões de Netanyahu irão fracassar”.

  • Países Baixos suspendem exportação de peças militares para Israel

    O Governo dos Países Baixos revogou três licenças que tinha concedido para a exportação de peças de navios militares para Israel devido ao “risco de utilização final não intencional” em bombardeamentos israelitas de Gaza, foi hoje anunciado.

    De acordo com o ministro dos Negócios Estrangeiros neerlanddês, Caspar Veldkamp, a decisão de revogar as licenças, que descreveu como “uma medida pontual”, deveu-se ao “agravamento da situação na Faixa de Gaza” e ao “risco de utilização final não intencional”.

    O ministério concedeu oito licenças de exportação para equipamento militar destinado a Israel desde 07 de outubro de 2023, dia e que o grupo islamita palestiniano Hamas atacou território israelita, dando início à guerra em curso.

    Além das três licenças agora revogadas, foram também retiradas as licenças para peças do sistema antiaéreo israelita ‘Iron Dome’, adiantou o ministro neerlandês, em declarações à estação de televisão local Nos, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

  • Dinamarca, Jordânia e Arábia Saudita posicionam-se contra a ocupação de Gaza

    A Dinamarca, a Jordânia e a Arábia Saudita também se posicionaram contra a decisão tomada hoje pelo governo de Benjamin Netanyahu de ocupar a cidade de Gaza.

    A agência Reuters cita o Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita, que diz que “condena categoricamente a persistência das autoridades israelitas de ocupação em cometer crimes de fome, práticas brutais e limpeza étnica contra o povo irmão da Palestina”.

    Por sua vez, a Corte Haxemita da Jordânia reafirmou na rede social X a “total rejeição” do Rei Abdullah II do plano israelita de expandir o controlo sobre a faixa de Gaza.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês disse hoje ao canal TV2 que a a decisão do governo de Israel está “errada” e “deve ser anulada imediatamente”.

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