Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental: mais de 3.700 operacionais em 45 incêndios

    O ponto de situação dos incêndios em Portugal pelas 01h35:

    • 3.708 operacionais estão no terreno a combater 45 incêndios em todo o território do continente português;
    • Mais de 1.200 meios terrestres estão envolvidos no combate aos fogos;

    Há dez incêndios classificados pela Proteção Civil como ocorrências significativas: Tabuaço, Arganil, Lousã, Vila Real, Trancoso (onde decorrem dois incêndios diferentes), Sátão, Vinhais, Cinfães e Portalegre.

    O fogo que mobiliza mais meios é o que está a lavrar em Piódão, Arganil: estão no terreno 830 operacionais, com o apoio de 288 veículos terrestres.

    [Um homem desobedece às ordens dos terroristas e da polícia e entra sozinho na embaixada. Momentos depois, ouve-se uma enorme explosão. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto a embaixada turca em Lisboa e uma execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o quarto episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui e o terceiro aqui]

  • Bom dia, este liveblog fica por aqui. Pode acompanhar toda a atualidade sobre a situação dos incêndios em Portugal continental esta sexta-feira aqui.

    Seis grandes incêndios na região centro combatidos por mais de 3.500 operacionais

  • Morador de aldeia da Lousã soltou veados para fugirem ao fogo

    Um residente numa das aldeias da serra da Lousã ameaçadas pelo incêndio florestal que lavra desde o início da tarde, soltou seis veados que habitualmente acolhe, para fugirem ao fogo, contou o próprio.

    Valter Martins e a mulher são os únicos habitantes do aglomerado de aldeias de Silveira de Cima e de Baixo, na encosta da Serra da Lousã onde deflagrou o incêndio em povoamento florestal e onde possui os animais, num terreno da povoação.

    “Tenho veados, há vários veados que perdem os pais e eu tenho condições na casa para os sustentar, já tenho lá sete. Mas andam em liberdade, e hoje fiz tudo o que foi possível para os enxotar, até pedras mandei, para fugirem [do fogo] para cima, para a zona das eólicas”, contou à agência Lusa Valter Martins.

    Um dos animais, no entanto, não quis abandonar o cuidador: “Há um, que é mais pequenino, que anda aqui comigo na carrinha, anda a passear comigo, é uma aventura”, disse. O morador retirou ainda os porcos que possui para um curral na localidade de Serpins, adjacente à sede do município da Lousã, bem como alguns cães.

    No terreno das Silveiras, onde está desde 2012, o casal está a morar num abrigo improvisado — construído com recurso a uma galera de um camião — até terminar as obras na casa principal, de onde hoje também retirou diversos haveres, com receio que pudessem ser consumidos pelo incêndio.

    “Aquilo é como um contentor isotérmico, não são paredes de pedra. Tive de tirar tudo de lá, frigorifico, fogão, televisão, veio tudo para a rua e carreguei cá para baixo [para a Lousã] para casa de um amigo”, explicou. “Tirei o que pude, só ficaram as madeiras da mobília”, adiantou.

  • Inês Sousa Real lamenta que Festa do Pontal não tenha sido adiada. "Era o mínimo de respeito que se exigia"

    Inês Sousa Real criticou Luís Montenegro por ter dito que o país está “em guerra” com os incêndios.

    “Esquece-se é que numa guerra o líder está na linha da frente e acompanha os palcos de operação. Não vai para a Festa do Pontal de reentre política, que deveria ter sido adiada. Era o mínimo de respeito que se exigia”, disse a porta-voz do PAN.

  • Três frentes ativas no fogo que lavra em Portalegre e Castelo de Vide

    O incêndio que lavra hoje nos concelhos de Portalegre e de Castelo de Vide tem “três frentes ativas”, com os esforços dos operacionais a centrarem-se na defesa de habitações, pessoas e animais, revelou fonte da Proteção Civil.

    Contactado pela agência Lusa, o comandante Paulo Santos, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), explicou que, por volta das 21:30, o incêndio tinha “três frentes ativas”.

    “Uma delas está a progredir junto à variante de Castelo de Vide, uma outra vai na direção de Póvoa e Meadas e aconteceu também uma forte reativação na retaguarda do incêndio”, ou seja, na área em que o foco eclodiu, na Tapada do Loureiro, no concelho de Portalegre, precisou.

    Este último fator, continuou o comandante, “fez com que todo o perímetro [do sinistro] ficasse ativo e o trabalho dos bombeiros tem sido defender as habitações naquilo que é possível”.

  • ULS Viseu Dão-Lafões alarga horários de unidades de saúde até domingo

    A Unidade Local de Saúde (ULS) Viseu Dão-Lafões decidiu, em articulação com os municípios, alargar o horário das unidades de saúde de Sátão e Aguiar da Beira, indicou num comunicado enviado à agência Lusa.

    “Face à situação provocada pelos incêndios que atingem a região Dão-Lafões, e no sentido de garantir a melhor resposta à comunidade, a ULSVSL, em estreita articulação com os municípios e respetivas equipas de saúde locais”, justificou.

    A administração hospitalar decidiu ainda, que “excecionalmente, nestes dois concelhos, o acesso aos centros de saúde não depende de contacto prévio com a linha SNS24”

  • Ministério da Defesa disponibiliza três pelotões de rescaldo para combate às chamas

    O comandante nacional da Proteção Civil Mário Silvestre disse que foi pedido às Forças Armadas um reforço de meios militares no terreno, sobretudo para situações de consolidação e rescaldos de incêndios, permitindo com isso libertar operacionais para o combate às chamas, para além de terem sido pedidas mais máquinas de rastos.

    Minutos depois de ter terminado o ‘briefing’ da Proteção Civil esta noite, o Ministério da Defesa anunciou, em comunicado, a disponibilização pelo Exército de três pelotões de rescaldo, num total de 60 militares que integram os cerca de 300 que este ramo militar tem diariamente no terreno.

  • Ficam em liberdade homens apanhados em flagrante a atear incêndio em Vinhais

    Vão aguardar julgamento em liberdade os dois homens detidos por atearem fogo em Vinhais, depois de presentes a primeiro interrogatório, hoje.

    De acordo com a GNR de Bragança, os homens, de 42 e 61 anos, ficaram com Termo de Identidade e Residência, depois de presentes, esta tarde, a primeiro interrogatório, no Tribunal Judicial de Bragança.

    Os suspeitos tinham sido apanhados em flagrante, ontem, a atearem um incêndio com um isqueiro na localidade de Quirás, concelho de Vinhais. Acabaram detidos pela GNR e o isqueiro foi apreendido.

    O fogo chegou a ter três frentes ativas, tendo sido combatido por 95 operacionais, apoiados por um meio aéreo. Foi dado como dominado por volta da meia-noite.

  • Apoio europeu poderá ser ativado se Marrocos não prolongar cedência dos Canadair

    O comandante nacional da Proteção Civil disse hoje que o mecanismo europeu de proteção civil poderá ser ativado caso Portugal não consiga prolongar a permanência dos dois aviões Canadair de Marrocos.

    “Daquilo que for o resultado das nossas diligências junto do Reino de Marrocos, iremos avaliar a necessidade, ou não, da ativação do mecanismo europeu de proteção civil relativamente à mobilização de meios aéreos. Iremos avaliar, mas, em princípio, se Marrocos continuar a manter essa disponibilidade, não iremos fazer essa ativação, uma vez que, inclusivamente, já temos os outros dois Canadair operacionais”, disse o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil, Mário Silvestre.

    O responsável, que falava aos jornalistas no ‘briefing’ diário de balanço do combate aos fogos florestais, garantiu que quatro Canadair são suficientes para o combate aos fogos. “Nós, com quatro Canadair e com os restantes meios aéreos, teremos, por certo, os recursos necessários para fazer face ao problema que temos”, disse.

  • Autarca de Sernancelhe diz que concelho está “a ser atacado” por dois incêndios distintos

    O presidente da Câmara Municipal de Sernancelhe disse hoje à Lusa que o concelho está “a ser atacado” por dois incêndios distintos, tendo decretado emergência municipal e adaptado um pavilhão para apoiar população.

    “Apesar dos quatro dias de esforços que fizemos, não foi possível segurar os incêndios e eles entraram e colocaram em risco muitas freguesias e populações e dividiu o concelho em duas partes, o que dificultou o combate”, disse Carlos Santos, pelas 20h00.

    Assim, pelo lado de Sátão, também no distrito de Viseu, “o incêndio entrou em Sernancelhe e, neste momento, já chegou a Moimenta da Beira”, concelho vizinho, também do distrito, esclareceu. “E o outro, que veio de Trancoso [distrito da Guarda] passou por Sernancelhe, onde continua a lavrar e andou até ao concelho de Penedono”, no distrito de Viseu, adiantou o autarca.

    Carlos Santos admitiu que pediu ao comando nacional um “reforço de meios, quer terrestres, quer aéreos, mesmo compreendendo que não é só Sernancelhe que está a arder, mas que fosse articulado para minimizar os enormes prejuízos”.

    “Já são de grande monta, de milhões de euros. Para além da agricultura e da indústria, há também habitação, embora não tenha indicação que sejam de primeira, as que arderam serão de segunda habitação. Falta-me confirmar”, reconheceu.

    Pelas, 21h15, combatiam este incêndio 647 operacionais apoiados por 210 veículos, segundo a página oficial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

    People wtach the fire and clouds of smoke during a forest fire in Granja do Paiva, Sernancelhe, Viseu, Portugal, 14 August 2025. The fire that started early Wednesday morning in Satao, in the district of Viseu, spread to the districts of Sernancelhe (Viseu) and Aguiar da Beira (Guarda) and, in the late afternoon, was still raging with no possibility of direct combat, according to the commander on the ground. PEDRO SARMENTO COSTA/LUSA PEDRO SARMENTO COSTA/LUSA

  • Exército já mobilizou mais de 3.200 militares para combater incêndios

    O Exército português já mobilizou mais de 3.200 militares para o combate aos incêndios no país, mantendo 35 patrulhas diárias em ações de vigilância e deteção de fogos, anunciou hoje este ramo das Forças Armadas.

    “Desde o início da época de fogos, o Exército mobilizou 3.269 militares, 1.413 viaturas, tendo percorrido 254.150 quilómetros, num total de 8.605 horas de missão, em 16 distritos”, pode ler-se num comunicado.

    Estes meios de combate aos incêndios vão ser reforçados com três pelotões de rescaldo e vigilância, aumentando o dispositivo diário, em 60 militares, destacou o Exército. Diariamente, este ramo das Forças Armadas tem 35 patrulhas permanentes e cerca de 300 militares no terreno, detalhou.

  • "Estivemos toda a tarde a avisar sobre esta merda". Autarca de Oliveira do Hospital diz que fogo está a "ficar descontrolado"

    O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital disse à SIC esta noite que o fogo que lavra o município está a “ficar descontrolado”.

    “Isto era aquilo que temíamos e [para o qual] tínhamos estado toda a tarde a avisar. Acho que há algo que está a falhar para chegarmos a este ponto”, disse José Francisco Tavares Rolo.

    “Nós estamos toda a tarde a avisar sobre esta merda e isto está a acontecer”, disse visivelmente frustrado.

  • Bombeiro ferido no incêndio de Sátão está “consciente e orientado”

    O bombeiro que ficou hoje ferido no combate às chamas em Sátão está “consciente e orientado”, de acordo com fonte da Unidade Local de Saúde Viseu Dão-Lafões.

    Às 21h00, a ULS indicou à Lusa que o bombeiro ia fazer exames, estando “ao cuidado da equipa do serviço de urgência”.

    Este bombeiro tinha ficado ferido hoje na sequência da queda de ramos de árvores, quando combatia o incêndio de Sátão, de acordo com o comandante de Vila Nova de Paiva, corporação à qual a vítima pertence.

  • Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental: mais de 3.640 operacionais em 52 incêndios

    O ponto de situação dos incêndios em Portugal pelas 20h25:

    • 3.646 operacionais estão no terreno a combater 52 incêndios em todo o território do continente português;
    • Mais de 1.200 meios terrestres e seis meios aéreos estão envolvidos no combate aos fogos;

    Há nove incêndios classificados pela Proteção Civil como ocorrências significativas: Tabuaço, Arganil, Lousã, Vila Real, Trancoso, Sátão, Vinhais, Cinfães e Portalegre.

    O fogo que mobiliza mais meios é o que está a lavrar em Vila Boa, Sátão: estão no terreno 616 operacionais, com o apoio de 200 veículos terrestres e dois meios aéreos.

  • Mortágua critica discurso punitivo do Governo e exige "mudança radical" do ordenamento florestal

    Mariana Mortágua criticou, numa publicação nas redes sociais, os “discursos sobre consequências e responsabilidades” que se repetem todos os anos, a par com os incêndios.

    “Toda a gente sabe que há responsabilidade humana nalguns fogos, que deve ser julgada e punida. Mas ficar por essa constatação é um favor aos interesses económicos, ao negacionismo climático e à negligência governamental que, ano após ano, deixam o país arder”, explica a coordenadora nacional do Bloco de Esquerda.

    “Portugal precisa de mudar radicalmente o ordenamento florestal. É tempo de trocar o eucalipto por espécies autóctones, que previnem o fogo e protegem as populações”, propõe a deputada.

  • Autarca de Sátão diz que em Águas Boas “foi uma calamidade”

    O presidente da Câmara Municipal de Sátão, Alexandre Vaz, disse hoje à agência Lusa que na localidade de Águas Boas “foi uma calamidade” e agora teme que as chamas atravessem a Estrada Nacional 229 (EN229).

    “Em Águas Boas ainda há incêndio, já melhorou, mas entrou na povoação e arderam alguns barracões e muitos quintais. Foi uma calamidade. Parece que não ardeu nenhuma casa, mas barracões e quintais foram”, disse cerca das 19h00 Alexandre Vaz.

    O autarca adiantou que em Águas Boas estão “muitos carros, seis, a evitar que [o fogo] volte a piorar”, mas “lá a situação é mesmo muito, muito complicada”.

    Acrescentou que entre Carrasqueira e a praia do Trabulo e a Senhora dos Caminhos “está um pouco melhor e [o incêndio] está a avançar com mais calma”.

  • Fogo em Pampilhosa da Serra desce para o rio Ceira e não há aldeias em perigo

    O presidente da Câmara de Pampilhosa da Serra disse que o fogo que lavra no concelho não está a ameaçar aldeias, mas a frente mantém-se constante e tem estado a descer em direção ao rio Ceira.

    “Diria que a informação se mantém idêntica à da hora de almoço. Temos encostas muito grandes, com grandes declives e a frente de fogo mantém-se constante e tem estado a descer em direção ao rio Ceira”, afirmou Jorge Custódio à agência Lusa, pelas 19h15.

    Segundo o autarca de Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, àquela hora não estavam aldeias em perigo.

  • Bombeiro de Vila Nova de Paiva ferido no fogo de Sátão

    Um bombeiro ficou hoje ferido na sequência da queda de ramos de árvores, quando combatia o incêndio de Sátão, disse à agência Lusa o comandante de Vila Nova de Paiva, corporação a que pertence.

    “Ainda não tenho a confirmação se se trata de ferimentos ligeiros ou graves. Sei que ele está a caminho do hospital de Viseu. Ainda não tenho grandes pormenores, mas sei que teve a ver com a queda de ramos de árvores”, adiantou pelas 19h15 Pedro Rochinha.

    O alerta para este incêndio foi dado pela 01h03 de quarta-feira, em Vila Boa, Ferreira de Aves, no concelho de Sátão, distrito de Viseu, e, no mesmo dia, chegou aos municípios de Sernancelhe, também no distrito de Viseu, e ao de Aguiar da Beira, distrito da Guarda.

    Pelas, 19h25, combatiam este incêndio 609 operacionais, apoiados por 196 veículos e oito meios aéreos, segundo a página oficial da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)

  • Duas frentes em vertentes da Serra da Lousã com evolução “complicada”

    O incêndio na serra da Lousã, distrito de Coimbra, evoluía hoje à tarde “com duas frentes” e obrigou à retirada preventiva de 53 pessoas de várias aldeias, numa situação descrita como “complicada” pelo presidente do município.

    “Temos duas frentes, uma mais no sentido ascendente e outra mais descendente”, disse o presidente da Câmara Municipal da Lousã, Luís Antunes, acrescentando que as chamas lavram numa vertente junto à aldeia de Cerdeira e “depois numa vertente virada mais a sul”.

    “Fizemos evacuações preventivas da aldeia do Candal, Cerdeira, Silveira, e agora em aldeias na vertente mais a sul”, explicou Luís Antunes, antes da comunicação por telemóvel voltar a cair.

    Segundo informação da Câmara Municipal da Lousã divulgada na rede social Facebook, “preventivamente e em articulação com as autoridades, foram evacuadas as aldeias do Talasnal, Casal Novo, Chiqueiro, Catarredor e Vaqueirinho”.

    “A EN236 e a Estrada de Cacilhas / Hortas (acesso às aldeias) encontram-se encerradas à circulação automóvel”, lê-se ainda na nota.

    De acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o incêndio em curso em povoamento florestal em Candal, na União de Freguesias de Lousã e Vilarinho, pelas 19h30, mobilizava 305 operacionais, 86 meios terrestres e cinco meios aéreos.

  • Américo Aguiar diz que "não é momento de emitir juízos" sobre incêndios

    O Bispo Américo Aguiar disse hoje que “não é o momento de emitir juízos” sobre a situação dos incêndios em Portugal, numa mensagem de apoio aos bombeiros portugueses que publicou nas redes sociais. O Bispo de Setúbal, que também é Capelão Nacional da Liga dos Bombeiros, agradeceu aos operacionais no terreno que “colocam as suas vidas ao dispor e serviço de todos”.

    “Obrigado a todos, todos, todos às bombeiras e aos bombeiros, as associações humanitárias, aos corpos de bombeiros, aos voluntários, aos sapadores, à proteção civil, as forças armadas, as juntas de freguesias e às câmaras municipais”, disse Américo Aguiar.

    O Bispo afirmou também que reza “por todos e cada um”, nomeadamente “nas aldeias recônditas e todos aqueles territórios onde se vê o sofrimento e a aflição de todos aqueles que pedem para ser socorridos”. Américo Aguiar considera que, por agora, “não é o momento de achar, não é o momento de emitir juízos, de criar painéis e criar discussões sobre quem sabe mais e quem é mais especialista seja em sei lá o quê.”

    Por outro lado, “é o momento de todos juntos combatermos o inimigo, o inimigo é os incêndios”, acrescentou. “Depois da época de incêndios, então, sim. Vamos avaliar com as autoridades e com o Estado os responsáveis. Os técnicos vão avaliar e tomar decisões em relação ao que correu mal”, concluiu.

1 de 4