Momentos-chave
- Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental: mais de 1.292 operacionais em 40 incêndios
- Autarca de Terras de Bouro “completamente a favor” do aumento das penas
- Reforçados meios para fogo na serra do Alvão em Ribeira de Pena
- Suspeitos de atear fogos em Cinfães, Felgueiras e Maia ficaram em prisão preventiva
- Reativação do incêndio em Figueira de Castelo Rodrigo mobiliza mais meios para combate
- Incêndio em Ribeira de Pena tem quatro frentes. Comandante antecipa "combate difícil devido à falta de acessos"
- Ministro da Agricultura diz que Governo está pronto para pagar. "Há proprietários que ainda não conseguiram contabilizar todos os prejuízos"
- Castro Almeida diz que "é preciso agir rapidamente" para apoiar agricultores com prejuízos e promete apoio "muito expedito"
- Uma centena de bombeiros e seis meios aéreos combatem fogo em Alvadia
- Novo incêndio em Alvadia, Ribeira de Pena, deflagrou às 07h00 da manhã. Seis helicópteros combatem fogo
- Calor. Aviso vermelho em Vila Real e Bragança estendido até segunda-feira
- Cerca de 90 do interior Norte e Centro em risco máximo de incêndio
- Castro Almeida e José Manuel Fernandes visitam áreas ardidas em Ponte da Barca e Terras de Bouro
Histórico de atualizações
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Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental: mais de 1.292 operacionais em 40 incêndios
O ponto de situação dos incêndios em Portugal pelas 00h40:
- 1.292 operacionais estão no terreno a combater 40 incêndios em todo o território do continente português;
- 397 meios terrestres estão envolvidos no combate aos fogos;
Há quatro incêndios classificados pela Proteção Civil como ocorrências significativas: Ribeira de Pena, Vila Real, Bragança, Moimenta da Beira e Figueira de Castelo Rodrigo.
O fogo que mobiliza mais meios é o que está a lavrar em Alvite, Moimenta da Beira: estão no terreno 306 operacionais, com o apoio de 91 veículos terrestres.
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Quando o incêndio chegou a Vale Frechoso, os sinos soaram e foi preciso refúgio: “A aldeia coube toda na igreja"
Sem eletricidade e com comunicações a falharem, dezenas de habitantes de Vale Frechoso refugiaram-se na igreja. Muitos rezaram orações na paróquia que tem como padroeiro um santo que morreu queimado.
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A rádio que ficou em silêncio devido aos incêndios: "Podem calar a voz", mas "não a vontade"
Depois de 41 anos, a rádio Riba-Távora foi consumida pelas chamas nos incêndios em Moimenta da Beira, em Viseu. O fundador reforça que não vai baixar os braços e não vai deixar a rádio morrer.
A rádio que ficou em silêncio devido aos incêndios: “Podem calar a voz”, mas “não a vontade”
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Quando o incêndio chegou a Vale Frechoso, os sinos soaram e foi preciso refúgio: “A aldeia coube toda na igreja"
Sem eletricidade e com comunicações a falharem, dezenas de habitantes de Vale Frechoso refugiaram-se na igreja. Muitos rezaram orações na paróquia que tem como padroeiro um santo que morreu queimado.
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"Olá, bombeiros". Criança de seis anos corre para abraçar bombeiros que combatiam incêndio em Porto de Vacas
“Gesto de solidariedade” de Marquinhos, um menino de seis anos que correu para abraçar os bombeiros que estavam a 20 metros da sua casa, em Porto de Vacas, está a ser partilhado nas redes sociais.
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Copernicus lança aplicação sobre stress térmico acessível ao público
A app oferece de forma “rápida e intuitiva” ao público a consulta de “mapas, gráficos e décadas de dados para monitorizar o stress por calor e frio a nível global e como este está a mudar”.
Copernicus lança aplicação sobre stress térmico acessível ao público
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Fechamos aqui este artigo em direto dedicado à cobertura dos incêndios florestais em Portugal. Pode continuar a seguir as atualizações sobre o tema ao longo deste sábado nesta nova ligação.
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Incêndios. Ministro promete pagamento de apoios "a partir de setembro"
“Técnicos já estão no terreno” a fazer levantamentos, garante Castro Almeida, que explica como a ajuda vai ser prestada às vítimas dos fogos. “Não queremos que as pessoas tenham de ir a Lisboa”.
Ouça aqui o Explicador
Incêndios. Ministro promete pagamento de apoios “a partir de setembro”
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Proteção Civil da Madeira alerta para perigo de incêndios devido a tempo quente
O Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira (SRPM) alertou hoje para os perigos das condições atmosféricas adversas previstas para o arquipélago, com manutenção de tempo quente e vento forte até domingo, que podem potenciar eventuais incêndios rurais.
A informação do SRPCM tem por base as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) que, além do tempo quente, apontam para “vento de leste/nordeste, por vezes forte nas terras altas e extremos leste e oeste da Ilha da Madeira com rajadas até 70 quilómetros por hora”.
“O perigo de incêndio rural estará muito elevado a extremo em especial nas regiões montanhosas e vertente sul da ilha da Madeira”, lê-se na nota da Proteção Civil.
A Proteção Civil alerta também que, em função das previsões meteorológicas, poderão ocorrer incêndios florestais, “num quadro que poderá dificultar as ações de supressão”.
Por outro lado, acrescenta, poderá existir um “aumento da sensação de calor” e haverá o risco de desidratação e stresse térmico.
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Proteção Civil registou 59 ocorrências e eleva nível de prontidão a partir de domingo
Proteção Civil registou hoje 59 ocorrências de incêndios rurais, mobilizando 1.679 operacionais, mas prepara-se para elevar para o nível máximo de prontidão operacional entre domingo e terça-feira, devido à prevista “complexidade significativa” das condições meteorológicas.
O comandante nacional de emergência e proteção civil, Mário Silvestre, informou que, entre as 00:00 e as 17:00 de hoje, no território continental, foram registadas “59 ocorrências, 13 das quais em período noturno”, que “estão a empenhar 1.679 operacionais, 443 meios terrestres e houve 96 missões realizadas com meios aéreos”.
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Fogo na serra do Alvão com duas frentes a arder com intensidade
O incêndio que lavra na serra do Alvão, Ribeira de Pena, tinha pelas 19:30 duas frentes ativas a arder com intensidade em zona de mato, estando os meios a ser reposicionados no terreno devido à rotação dos ventos.
O segundo comandante sub-regional do Alto Tâmega e Barroso, Bruno Sarmento, disse à agência Lusa que o incêndio lavra agora zona de mato, garantindo que as aldeias de Favais e de Lamas estão “fora de perigo”.
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Autarca de Terras de Bouro “completamente a favor” do aumento das penas
O presidente da Câmara de Terras de Bouro, município do distrito de Braga e integrante do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), assumiu hoje ser “completamente a favor” do agravamento das penas para incendiários, medida já admitida pelo Governo.
“Em relação às penas, é lógico que sou completamente a favor. Não pode passar impune que este prejuízo de âmbito natural, ambiental e também porque Portugal não é um país rico, que agora qualquer cidadão possa criar este prejuízo ao país e não ter uma pena condizente com esse prejuízo. Sou completamente a favor do aumento das penas”, defendeu Manuel Tibo.
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Mais de 1.800 hectares de área ardida no concelho de Terras de Bouro
O presidente da Câmara de Terras de Bouro, distrito de Braga, disse hoje que arderam mais de 1.800 hectares no concelho, acrescentando que na próxima semana inicia-se uma avaliação técnica para estabilização de encostas e linhas de água.
“Na próxima semana vai haver aqui um grupo de trabalho associado também com o ICNF [Instituto de Conservação da Natureza e Florestas], para que se possam criar as condições de avaliação técnica, porque isto precisa da avaliação técnica para poder estabilizar as linhas de água, as terras, a segurança das populações e das habitações”, explicou o autarca à agência Lusa e à RTP.
Manuel Tibo pediu celeridade e efetividade na resolução desta situação, mostrando-se confiante que “as entidades e a administração central” estejam presentes no território e, dessa forma, “ir ao encontro da resolução destes problemas”.
“Só o facto de os ministros estarem no território [PNPG] é já um sinal de proximidade para poderem ajudar as populações e os municípios, e eu confio no Governo de Portugal”, afirmou o presidente do município.
Quanto a Terras de Bouro, só neste concelho, “arderam mais de 1.800 hectares”, segundo o autarca local, lembrando o “trabalho de proteção civil enorme” que permitiu travar o incêndio e “preservar as populações”.
“Que era a nossa principal função. E, depois, também proteger a área da Parque Nacional [da Peneda-Gerês]. Ardeu, efetivamente. [Mas] Não ardeu aquele património, a reserva mundial, a Mata da Albergaria, porque houve um trabalho de toda a proteção civil”, frisou Manuel Tibo.
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Fogo aproximou-se da aldeia de Lamas em Ribeira de Pena
O incêndio que hoje lavra em Ribeira de Pena aproximou-se da aldeia de Lamas, onde os mais idosos foram aconselhados a ficar em casa e os mais novos pegaram em giestas e mangueiras para ajudar a apagar as chamas.
O presidente da Câmara de Ribeira de Pena, João Noronha, que falava à agência Lusa em Lamas, na serra do Alvão, disse que o fogo anda à volta da aldeia, conforme o vento vai soprando nas diferentes direções, e queima mato muito rasteiro.
O autarca acrescentou que as pessoas mais idosas e vulneráveis foram aconselhadas a ficar dentro das suas casas, com janelas e portas fechadas. Na aldeia, acrescentou, estão posicionadas viaturas da Câmara Municipal de prevenção para a necessidade de retirar habitantes.
Perante o aproximar das chamas, populares pegaram em giestas, baldes e mangueiras para o combate, tendo sido reforçados os meios posicionados nesta localidade. “O vento está o suficiente para que o incêndio seja alimentado”, referiu João Noronha, apontando que o fumo está a dificultar a atuação dos meios aéreos.
Segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 17h55 estavam mobilizados para este incêndio 227 operacionais, 79 viaturas e oito meios aéreos.
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Sapadores Florestais do Alto Minho com novos equipamentos de 42 mil euros
Os municípios do Alto Minho, em articulação com a Comunidade Intermunicipal (CIM), vão dotar as 27 equipas de Sapadores Florestais do território com novos equipamentos, num investimento superior a 42 mil euros cofinanciado por fundos europeus, foi hoje divulgado.
Em comunicado, a CIM do Alto Minho diz estarem em causa equipamentos “destinados à monitorização, planeamento, coordenação, avaliação e análise de riscos relacionados com incêndios rurais”.
“Estes equipamentos são fundamentais para a defesa da floresta do Alto Minho, contribuindo para aumentar a eficácia e a eficiência das operações, reduzir o número de reacendimentos e recolher informação útil de apoio à decisão”, justifica a CIM.
De acordo com a CIM, “os ‘kits’ incluem ‘tablets’ todo-o-terreno para recolha e gestão de informação no terreno, câmaras radiotérmicas para deteção de pontos quentes, estações meteorológicas para monitorização local das condições atmosféricas e dispositivos portáteis GPS, essenciais para a medição precisa das áreas ardidas”.
A CIM indica ainda que “a entrega será formalizada através da assinatura de protocolos entre a CIM Alto Minho, os municípios e as instituições de sapadores florestais, transferindo a título definitivo os direitos de propriedade sobre os equipamentos”.
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Governo garante estabilização urgente para evitar derrocadas na Peneda-Gerês
A Agência Portuguesa do Ambiente e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) vão “avançar já” com uma “estabilização de emergência” do território queimado na Peneda-Gerês, para evitar derrocadas e contaminação da água, revelou hoje o Governo.
“É urgentíssimo porque, vindo as chuvas, podemos ter derrocadas e a contaminação da água. Com as chuvas, as linhas de água são atingidas e teremos problemas na captação”, alertou o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, em declarações aos jornalistas durante uma visita a vários pontos afetados pelo incêndio que começou a 26 de julho e que foi dominado a 03 de agosto no Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), no concelho de Ponte da Barca, distrito de Viana do Castelo.
No caso da Peneda-Gerês, o governante disse estarem em causa “dois rios – o rio Homem e o rio Lima – onde há abastecimento de água para consumo humano”.
“Em Touvedo [Ponte da Barca], por exemplo, a água serve mais de 200 mil pessoas. No rio Homem, o concelho de Vila Verde [distrito de Braga] tem uma captação de água”, observou.
O apoio “resulta de avisos comunitários” e o pagamento previsto é de “100% desse trabalho”, acrescentou.
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Reforçados meios para fogo na serra do Alvão em Ribeira de Pena
Os meios de combate ao incêndio que lavra na serra do Alvão, em Alvadia, Ribeira de Pena, foram reforçados para os 211 operacionais e nove meios aéreos, segundo a Proteção Civil.
Fonte do comando sub-regional do Alto Tâmega disse à agência Lusa que, pelas 15h30, o fogo consumia mato e tinha três frentes, duas a arder com muita intensidade e uma terceira que estava a ceder aos meios.
O incêndio lavra numa zona de mato e de encosta íngreme e de difíceis acessos e, por isso, o combate faz-se essencialmente através dos meios aéreos. Segundo a fonte, já no terreno à espera de terem condições para atuar estão duas máquinas de rastos, sendo esperado o reforço de mais duas.
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Suspeitos de atear fogos em Cinfães, Felgueiras e Maia ficaram em prisão preventiva
Os alegados incendiários de Felgueiras, Cinfães e da Maia, detidos pela Polícia Judiciária (PJ) nos últimos dois dias, ficaram em prisão preventiva após serem ouvidos pelas autoridades judiciárias, disse hoje fonte policial à Lusa. Em causa estão três suspeitos de atear incêndios florestais em Cinfães (distrito de Viseu) e em Felgueiras e na Maia (distrito do Porto), detidos entre quarta e quinta-feira.
Em Cinfães, um homem de 25 anos foi detido por suspeita de, pelo menos, um crime de incêndio florestal no concelho, segundo a PJ. “A ignição foi provocada com recurso a chama direta e, atendendo ao índice de perigo máximo de incêndio florestal naquela área, teve uma rápida progressão, criando perigo numa área florestal significativa, bem como para vários edificados, essencialmente residências existentes na orla e interior da mancha florestal”, indicou a PJ. “A investigação apurou que a motivação para a prática do crime assentou num quadro de vingança, na sequência de uma altercação que o suspeito, residente na área, teve no dia anterior com um vizinho”, adiantou.
Já na Maia, em causa está um homem de 48 anos que foi detido por suspeita da autoria de, pelo menos, um crime de incêndio florestal ocorrido no final de julho em Moreira. A PJ esclarece que a ignição foi provocada “com recurso a chama direta a alguns papéis para potenciar o desenvolvimento, e teve uma rápida progressão, considerando o índice de perigo elevado de incêndio florestal naquela área”. “Esteve em perigo uma mancha florestal significativa, bem como várias instalações industriais existentes na orla e interior da referida mancha”, sublinha a PJ.
Em Felgueiras, foi detido um homem de 49 anos por suspeita de ter ateado pelo menos dois incêndios florestais no domingo, em Macieira da Lixa e Caramos. De acordo com a PJ, as ignições foram provocadas com recurso a chama direta e tiveram uma rápida progressão, tendo sido consumidos cerca de 1,5 hectares da mancha florestal, composta por eucaliptos e arbustos.
Os dois focos de incêndio em causa criaram ainda perigo para uma mancha florestal “muito significativa”, bem como para vários edificados, essencialmente residências existentes na orla da dessa área.
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Reativação do incêndio em Figueira de Castelo Rodrigo mobiliza mais meios para combate
O incêndio que lavra em Almofala, na Figueira de Castelo Rodrigo, Serra da Estrela, teve uma reativação, pelas 13h10, que levou à “necessidade de incremento de meios terrestres e aéreos”, informou ao Observador fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil das Beiras e Serra da Estrela.
Estão agora no terreno 81 bombeiros, apoiados por 19 meios terrestres e três meios aéreos.
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Incêndio em Ribeira de Pena tem quatro frentes. Comandante antecipa "combate difícil devido à falta de acessos"
O incêndio que lavra em zona de mato da serra do Alvão, em Alvadia, tem quatro frentes que ardem “com alguma intensidade”, disse hoje o comandante dos bombeiros de Ribeira de Pena.
António Martins referiu à agência Lusa que esta manhã houve três ignições diferentes entre Favais e Alvadia, na zona norte da serra do Alvão, no concelho de Ribeira de Pena, distrito de Vila Real.
O incêndio que causa mais preocupações deflagrou pelas 07h30 e, segundo o comandante, repartiu-se em quatro frentes, destacando como dificuldades os acessos.
“A cabeça do incêndio está sem qualquer tipo de acessos, terá que ser combatido com meios aéreos”, referiu.
“Vai ser um combate difícil devido à falta de acessos a viaturas pesadas, vamos contar muito com o apoio aéreo no combate a este incêndio”, reforçou António Martins.