Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Israel intercepta mísseis lançados pelo Irão
- Organização de ativistas diz que 657 pessoas morreram em ataques israelitas no Irão
- Abbas Araghchi sugere que negociações nucleares dos EUA serviram para encobrir ataques de Israel
- Pelo menos 44 pessoas mortas em ataques israelitas em Gaza
- 33 pessoas feridas em ataque iraniano em Haifa
- Israel volta a atacar o Irão. Alvos são "locais de lançamento de mísseis"
- Trump diz que "o Irão não quer falar com a Europa"
- Trump: "Só em breve é que vamos perceber eventuais desfechos"
- Ministros europeus recomendam que o Irão mantenha negociações "sem esperar que os ataques israelitas cessem"
- O que se passou até agora
- Abbas Araghchi diz que "capacidades de defesa do Irão não são negociáveis"
- Putin diz que apoia o Irão "na luta por interesses legítimos"
- Sismo de 5.1 registado no Irão
- Mariana Mortágua diz que Governo deve "vedar o espaço aéreo a aeronaves envolvidas na agressão ilegal do Irão”
- Sobe para 44 o número de feridos após ataque iraniano em Israel
- Chefe da diplomacia da UE diz que conversas com Irão devem continuar
- UE entende que Israel não respeita os direitos humanos em Gaza
- Polícia israelita bloqueia entrada de 19 ativistas que queriam participar em "marcha por Gaza"
- Europeu detido no Irão por espionagem
- Israel diz que matou chefe financeiro do Hamas
- Israel deve estar preparado para "campanha prolongada"
- Sobe para 19 o número de feridos em ataque iraniano em Haifa
- Colapso dos sistemas de água deixa Gaza em seca, alerta UNICEF
- Diretor da AIEA diz que níveis de radioatividade no exterior de central iraniana permanecem inalterados
- Israel atinge infraestruturas militares no sudoeste do Irão
- Reino Unido e Suíça fecham embaixadas em Teerão
- Irão volta a atacar Israel com mísseis
- O que se passou até agora
- Hamas admite libertar reféns se Israel parar guerra
- Irão estará disponível para discutir limitações ao enriquecimento de urânio
- Centenas de milhares em protesto nas ruas de Teerão contra Israel e EUA
- Exército israelita está a atacar infraestruturas militares no Irão
- Ministro da Defesa de Israel dá instruções ao exército para intensificar ataques a "alvos do regime" iraniano
- Irão descarta negociações enquanto ataques israelitas continuarem
- Sobe para sete o número de feridos em ataque com míssil iraniano no sul de Israel
- "Se houver terror, não haverá Hezbollah". Ministro israelita avisa grupo para se manter afastado do conflito com Irão
- Exército israelita diz ter bombardeado lançadores de mísseis iranianos e matado comandante
- Ministro iraniano encontra-se com homólogos europeus em Genebra
- Míssil iraniano atinge sul de Israel e faz cinco feridos
Histórico de atualizações
-
O que se passou até agora
- O conflito entre Israel e o Irão intensificou-se significativamente com ataques mútuos de mísseis. As Forças de Defesa de Israel atacaram infraestruturas militares no Irão, enquanto o Irão retaliou lançando mísseis que atingiram a cidade israelita de Haifa, resultando em múltiplos feridos, incluindo casos graves.
- O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que o programa de mísseis balísticos do Irão não é negociável, e as discussões com homólogos europeus centrar-se-ão apenas em questões nucleares e regionais. O Irão declarou não estar pronto para negociações enquanto os ataques israelitas continuarem, acusando ainda os Estados Unidos de serem parceiros nos crimes contra o Irão.
- Os líderes internacionais têm expressado preocupações sobre o conflito. O Presidente dos EUA, Donald Trump, indicou estar em constante contacto com o Irão, mas afirmou que não acredita na eficácia das negociações europeias. O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, alertou para as potenciais consequências do conflito, que poderá desencadear uma vaga de migração e escalada de tensões na região.
- A situação humanitária na região está a deteriorar-se seriamente. Na Faixa de Gaza, a UNICEF destacou uma crise de água potável devido ao colapso dos sistemas de água, alertando para o risco de desnutrição em crianças. Além disso, várias organizações europeias exigem a suspensão do acordo de cooperação entre a União Europeia e Israel, devido a alegadas violações dos direitos humanos por parte de Israel em Gaza.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 5.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]
-
Bom dia.
Encerramos por aqui este livelog.
Poderá continuar a acompanhar os acontecimentos em torno do conflito no Médio Oriente neste outro artigo em direto.
-
Israel intercepta mísseis lançados pelo Irão
As sirenes de aviso voltaram a fazer-se ouvir esta noite em Israel, mas os cidadãos já receberam autorização para saírem dos abrigos. Um novo ataque do Irão foi intercetado pelas antiaéreas israelita, sendo que se chegaram a ouvir explosões em Telavive e Haifa.
Segundo os serviços de emergência, citados pelo Times of Israel, não há relato de feridos.
-
Organização de ativistas diz que 657 pessoas morreram em ataques israelitas no Irão
A Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA), sediada nos EUA, afirmou esta sexta-feira que 657 pessoas morreram e pelo menos 2 mil ficaram feridas como consequência de ataques israelitas no Irão, citando reportagens da imprensa e suas próprias fontes, diz o Le Monde.
A organização, fundada no Irão em 2005, alega que pelo menos 263 civis, incluindo mais de 20 crianças, 164 militares e outras 230 pessoas de status desconhecido, foram mortos em todo o país desde o início da ofensiva israelita a 13 de junho.
O último número oficial de mortos das autoridades iranianas, datado de 15 de junho, aponta para pelo menos 224 mortes, incluindo comandantes militares, cientistas nucleares e civis.
-
Abbas Araghchi sugere que negociações nucleares dos EUA serviram para encobrir ataques de Israel
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano sugeriu, em declarações à NBC News, citado pelo Haaretz, que os EUA usaram as negociações sobre o programa nuclear para encobrir os preparativos de Israel para atacar o Irão.
“Talvez tinham este plano em mente e só precisavam das negociações para o encobrir”, disse Abbas Araghchi. “Não sabemos mais como confiar neles. O que fizeram, de facto, foi uma traição à diplomacia”, disse o representante do Irão que considera que cabe a Trump “mostrar a determinação para negociar uma solução”.
-
Ministro dos Negócios Estrangeiros israelita diz que ataques ao Irão atrasaram desenvolvimento de arma nuclear em "dois ou três anos"
O ministro dos Negócios Estrangeiros israelita afirmou em entrevista ao jornal alemão Bild que os ataques ao Irão da última semana atrasaram o potencial de Teerão em desenvolver armas nucleares em “pelo menos dois ou três anos”, cita o Times of Israel.
Gideon Sa’ar disse ainda que a ofensiva israelita produziu resultados “muito significativos”. “Já atrasamos em pelo menos dois ou três anos a possibilidade do Irão ter uma bomba nuclear”.
-
Pelo menos 44 pessoas mortas em ataques israelitas em Gaza
Pelo menos 44 pessoas morreram em ataques israelitas em Gaza esta sexta-feira, avança a Reuters, citando fontes locais.Pelo menos 25 terão morrido pela ação de militares israelitas enquanto esperavam por camiões com ajuda humanitária. As IDF alegam que dispararam tiros de aviso contra grupos de pessoas suspeitas que se aproximavam.Fontes médicas de Gaza dizem ainda que pelo menos 19 pessoas foram mortas em ataques dentro do enclave palestiniano, incluindo 12 pessoas que morreram num ataque a uma casa em Deir Al-Balah, na zona central da Faixa de Gaza. -
China considera que ataques israelitas a centros nucleares no Irão abrem "precedente perigoso"
Em declarações na reunião do Conselho de Segurança da ONU, Fu Cong, o porta-voz da China, afirmou que é preciso um “cessar-fogo o mais rápido possível” entre Israel e o Irão para evitar que a situação escale. Cong considera ainda que os ataques israelitas a centros nucleares no Irão abrem “um precedente perigoso que pode ter consequências catastróficas”, cita a Al Jazeera. O representante chinês diz ainda que o tema nuclear deve ser tratado com “diálogo e negociação”.
-
33 pessoas feridas em ataque iraniano em Haifa
33 pessoas terão ficado feridas depois de um ataque iraniano a Haifa, no norte de Israel, de acordo com fontes dos hospitais locais ouvidas pela CNN. No hospital de Rambam uma pessoa está internada com gravidade e outras duas estão em condições moderadas, enquanto 16 com ferimentos ligeiros já foram atendidas. Já no Bnai Zion Medical Center, em Haifa, 14 pessoas em condições leves foram admitidas esta sexta-feira em decorrência do ataque.
-
Israel volta a atacar o Irão. Alvos são "locais de lançamento de mísseis"
As IDF voltaram a atacar o Irão esta noite, avança a Al Jazeera. As forças militares de Israel dizem que usaram 15 aviões e mais de 30 armas na nova onda de ataques à região oeste do país. De acordo com os militares israelitas, os alvos foram “locais de lançamento de mísseis”.
Desde a manhã desta sexta-feira, de acordo com o Times of Israel, as IDF já abateram 15 drones iranianos.
-
Irão estará a usar vídeos falsos, IA e a limitar acesso à internet dentro do país
De acordo com a BBC, o Irão estará a manipular e dificultar o acesso da população a informações sobre a guerra. Um vídeo emitido na televisão estatal que alegava ser de um ataque iraniano em território israelita será, diz a BBC, de um míssil israelita a atingir o Irão. Além disso, o órgão de imprensa britânico diz que o canal iraniano terá emitido vídeos gerados por inteligência artificial.
O acesso à internet no Irão também estará restrito devido a alegados ataques cibernéticos. Diante desta situação, os iranianos estarão a recorrer aos canais de Telegram.
-
Trump diz que "o Irão não quer falar com a Europa"
Em reação à reunião desta tarde entre os ministros dos Negócios Estrangeiros alemão, francês, britânico e iraniano, o Presidente norte-americano disse aos jornalistas, citado pela BBC, que o Irão “não quer falar com a Europa”.
“Temos falado com o Irão e veremos o que acontece”, disse Trump, afirmando que não acredita que a reunião em Genebra vá ajudar. “O Irão não quer falar com a Europa, o Irão quer falar connosco. A Europa não será capaz de ajudar nesta”.
-
Trump: "Só em breve é que vamos perceber eventuais desfechos"
O Presidente norte-americano afirmou, esta sexta-feira, que está convicto de que o Irão poderá desenvolver, efetivamente, uma arma nuclear — o que, para o líder da Casa Branca, não pode acontecer — até porque o Irão tem outras energias, como o petróleo, suficientes para se sustentar.
Em declarações aos jornalistas, Trump disse que “há indicações de que o Irão tem material nuclear de enriquecimento perigoso”, contrariando os Serviços de Inteligência norte-americanos (que dizem que não há evidências de que o Irão esteja a construir uma arma nuclear).
Trump referiu, também, que tem estado em constante contacto com o Irão e que “só em breve é que vamos perceber eventuais desfechos”. “É muito difícil que a guerra pare neste momento, vamos ver o que acontece”, disse.
O Presidente da Casa Branca falou, ainda, da boa relação que o país tem com a China e sublinhou que Xi Jinping não se deve envolver neste conflito.
-
Sismo no Irão não terá feito danos ou vítimas
Um sismo de magnitude 5,2 foi hoje registado no Irão, na região central de Semnan, sem relatos de danos ou vítimas até ao momento. O tremor ocorreu por volta das 21:30 locais (19:00 de Lisboa) e foi sentido nas cidades de Qom e Teerão, informou a Press TV.
O Irão é altamente sísmico e regista tremores com regularidade.Os sismos mais graves até à data ocorreram em dezembro de 2003 e junho de 1990, quando morreram 31.000 e 37.000 pessoas, respectivamente. Em novembro de 2017, um sismo de magnitude 7,3 provocou 620 mortos e mais de 12 mil feridos na província de Kermanshah, no noroeste do país.
-
Mais de 100 ONG europeias querem suspensão do acordo de cooperação UE-Israel
Mais de cem organizações europeias exigem a suspensão do acordo de associação entre a União Europeia (UE) e Israel devido ao “reiterado incumprimento” por este Estado da “obrigação de respeitar os direitos humanos e os princípios democráticos”.
Em declaração conjunta, 114 organizações sindicais, de direitos humanos e humanitárias, entre as quais o português Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) querem que esta seja a decisão a tomar pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE, que se vão reunir na segunda-feira.
Em particular, as organizações, entre as quais a Amnistia Internacional, a Human Rights Watch, a Federação Internacional dos Direitos Humanos e a Pax Christi International, pretendem que a revisão em curso do cumprimento por parte de Israel do artigo 2.º do Acordo de Associação seja “exaustiva, abrangente e credível”.
Este artigo, acentuam, estabelece que o respeito pelos direitos humanos e pelos princípios democráticos constitui um “elemento essencial” do acordo.
-
Ministros europeus recomendam que o Irão mantenha negociações "sem esperar que os ataques israelitas cessem"
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, França e Reino Unido e o chefe da diplomacia europeia também prestaram declarações à imprensa após o encontro com Abbas Araghchi em Gebebra. De acordo com o Le Monde, os líderes europeus e o Irão concordam em continuar as discussões e não limitar o tema ao programa nuclear do país. Os homólogos francês, alemão e britânico também terão incentivado Teerão a manter as discussões com os EUA sobre o programa nuclear, disse David Lammy.
“Consideramos que não há uma solução militar definitiva para o problema nuclear iraniano”, afirmou também o Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, afirmando que os europeus pediram para que o Irão negoceie “sem esperar que os ataques israelitas cessem”. Segundo o ministro francês, seria “ilusório e perigoso” impor uma mudança de regime no Irão a partir de fora.
-
O que se passou até agora
- O conflito entre Israel e o Irão intensificou-se com ataques mútuos de mísseis. Israel bombardeou infraestruturas militares no Irão, enquanto este último disparou mísseis que atingiram a cidade de Haifa e a região de Be’er Sheva, provocando múltiplos feridos. A cidade de Haifa foi alvo de um ataque com mísseis que resultou em 44 feridos, incluindo três em estado grave, além de uma vítima que sofreu um ataque cardíaco fatal ao ouvir as sirenes de alerta.
- O Irão manifestou disponibilidade para discutir limitações ao seu programa de enriquecimento de urânio, excluindo um cenário de enriquecimento zero. Esta posição foi discutida num encontro em Genebra entre o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão e os seus homólogos europeus.
- A situação humanitária na região está a deteriorar-se, com a Faixa de Gaza a enfrentar uma crise devido ao bloqueio israelita. A UNICEF alertou para a seca em Gaza, assinalando a escassez de água potável e o aumento de casos de desnutrição em crianças. Também foi mencionado um aumento significativo no número de crianças internadas por desnutrição.
- A resposta política e diplomática ao conflito tem sido intensa, com várias nações a fecharem as suas embaixadas em Teerão devido à instabilidade. Além disso, a UE, por meio da sua chefe de diplomacia, expressou preocupações sobre potenciais violações dos direitos humanos por Israel em Gaza, descrevendo algumas ações como “castigo coletivo”, acusando Israel de usar a fome como arma de guerra.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 5.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]
-
Abbas Araghchi diz que "capacidades de defesa do Irão não são negociáveis"
Em declarações aos jornalistas depois da reunião em Genebra com os homólogos alemão, briânico e francês, o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão disse que o Irão “está pronto para considerar a diplomacia novamente assim que a agressão acabar”, cita a BBC.
“O agressor é responsável pelos crimes hediondos que cometeu”, disse ainda Abbas Araghchi, que afirma que o programa nuclear do Irão é pacífico e os ataques às infraestruturas nucleares violam a lei internacional. “O Irão vai continuar a exercer o direito legítimo de autodefesa”. “Deixo completamente claro que as capacidades de defesa do Irão não são negociáveis”.
-
Putin diz que apoia o Irão "na luta por interesses legítimos"
Durante uma intervenção no fórum económico de São Petesburgo esta sexta-feira, Putin reafirmou o seu apoio ao Irão frente ao conflito com Israel.
“Construímos uma certa relação de amizade com o Irão. Em primeiro lugar, neste contexto, sempre cumprimos as nossas obrigações. O mesmo está a acontecer no caminho russo-iraniano. Apoiamos o Irão na sua luta por interesses legítimos, incluindo a luta pelos seus interesses relacionados ao programa nuclear pacífico. Sempre mantivemos esta posição. A nossa posição principal neste caso e neste conflito não mudou”, afirmou o Presidente russo, citado pela agência TASS.
-
Sismo de 5.1 registado no Irão
Um sismo de magnitude 5.1 na escala de Richter foi registado em Semnan, no Irão, segundo o Centro Geológico dos Estados Unidos da América.