Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou estar disposto a dialogar com todos, incluindo o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, levantando questões sobre a legitimidade dos signatários em eventuais acordos de paz. Esta declaração surge num contexto de intensificação do conflito, com ataques russos devastadores a Kiev que resultaram na morte de 28 pessoas e ferimentos em mais de 140.
    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiu com Putin sobre potenciais mediações em conflitos internacionais, tendo destacado a importância de resolver o conflito na Ucrânia. Apesar das tentativas de mediação para outras regiões, Trump reiterou a prioridade da resolução da guerra no leste europeu, expressando otimismo quanto ao seu desfecho futuro.
    • A União Europeia anunciou um plano para banir todas as importações de combustíveis fósseis da Rússia até 2027, independentemente do desfecho da guerra na Ucrânia. Esta decisão visa reduzir a dependência energética e pressionar economicamente a Rússia, intensificando as sanções já em vigor devido à agressão contínua contra a Ucrânia.
    • A Ucrânia afirmou ter executado uma operação bem-sucedida que resultou na morte de Mykhailo Hrytsai, um colaborador de destaque das autoridades de ocupação russas em Berdiansk, Zaporíjia. Esta operação dirigida pela inteligência ucraniana (HUR) visou um indivíduo acusado de tortura de prisioneiros de guerra e repressão da população local.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 5.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]

  • Terminamos aqui este liveblog. Continuaremos a acompanhar a guerra na Ucrânia num outro liveblog que agora abrimos.

    “O nosso povo está a regressar a casa do cativeiro russo”, diz Zelensky depois de regresso de prisioneiros

    Obrigada por ter estado connosco.

  • Putin diz que está "pronto" para se "encontrar com todos, incluindo Zelensky"

    Vladimir Putin, Presidente da Rússia, disse esta quarta-feira que estava “pronto para se encontrar com todos, incluindo o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.

    O líder falava numa conferência de imprensa citada pela RIA Novosti, levantando ainda questões sobre quem teria legitimidade para “assinar os documentos” de um eventual acordo.

  • Ucrânia matou alto colaborador das autoridades de ocupação russas indiciado por tortura de prisioneiros

    A Ucrânia diz ter eliminado Mykhailo Hrytsai, um alto colaborador das autoridades de ocupação russas em Berdiansk, Zaporíjia, durante uma operação direcionada, coordenada pela inteligência militar da Ucrânia (HUR).

    A informação foi revelada pelo The Kyiv Independent esta quarta-feira, que descreve o homem como autor de ações de repressão contra a população ucraniana local e responsável pelo estabelecimento de câmaras de tortura para prisioneiros de guerra.

    O colaborador foi morto a tiros na cidade usando uma pistola com silenciador, revelou a mesma fonte ao jornal ucraniano.

  • Putin ofereceu-se para mediar a guerra no Médio Oriente. Trump pede-lhe para resolver o conflito na Ucrânia primeiro

    O Presidente dos Estados Unidos revelou que falou, esta terça-feira, ao telefone com o seu homólogo russo, Vladimir Putin.

    Em declarações na Casa Branca, Trump afirmou que Putin se ofereceu para ser mediador no conflito entre Israel e o Irão. No entanto, o norte-americano sugeriu que o Presidente russo resolvesse primeiro a guerra na Ucrânia.

    “Falei [com Putin] ontem e ele ofereceu-se para ajudar a mediar”, relatou Trump, acrescentando: “Eu disse: Faça-me um favor, vamos mediar a Rússia primeiro, pode preocupar-se com isto [o Médio Oriente] mais tarde”.

    O Presidente norte-americano demonstrou, ainda, otimismo quanto ao futuro do conflito no leste europeu: “A guerra na Ucrânia também vai se resolver”.

  • Rússia interceptou e destruiu cinco drones ucranianos em 50 minutos, informa o Ministério da Defesa

    Cinco drones ucranianos foram interceptados e destruídos por sistemas de defesa aérea russos na tarde desta quarta-feira, informou o Ministério da Defesa da Rússia, citado pela Ria Novosti.

    De acordo com o comunicado divulgado, a ação ocorreu entre 14h25 e 15h15 (hora de Moscovo). Os drones foram abatidos em três regiões russas: dois na região de Kaluga, dois em Oriol e um na região de Kursk.

  • União Europeia anuncia plano que proíbe importações de combustíveis fósseis da Rússia até 2027, mesmo que haja acordo de paz

    A Comissão Europeia anunciou esta quarta-feira um plano para proibir gradualmente todas as importações de combustíveis fósseis da Rússia — incluindo o gás natural e o gás natural liquefeito (GNL) — até o final de 2027, independentemente do desfecho da guerra na Ucrânia, avança o The Guardian.

    De acordo com o comissário europeu para a Energia e Habitação, Dan Jørgensen, a medida é uma resposta à utilização do fornecimento de energia como arma política por parte de Moscovo.

    “A Rússia chantageou os estados-membros da União Europeia. Portanto, não é um parceiro comercial confiável”, afirmou, acrescentando que “isto também significa que, independentemente de haver paz ou não – o que todos esperamos que haja, é claro – esta proibição permanecerá em vigor”.

    epa11959117 Dan Jorgensen, European Commissioner for Energy and Housing, speaks during a debate on 'Accelerating the phase-out of Russian gas and other Russian energy commodities in the EU' at the European Parliament in Strasbourg, France, 12 March 2025. The EU Parliament's session runs from 10 to 13 March 2025.  EPA/RONALD WITTEK

    A Hungria, a Eslováquia e a Áustria estão contra esta medida. No entanto, a Comissão Europeia acredita que estes países não têm apoio suficiente para impedir que o plano se torne numa nova lei do bloco comunitário.

  • Diplomatas ucranianos questionam participação de Zelensky na cimeira da NATO

    Alguns diplomatas ucranianos manifestaram dúvidas sobre a presença de Volodymyr Zelensky na cimeira da NATO, marcada para o final de junho em Haia, nos Países Baixos.

    De acordo com o The Guardian, os diplomatas ficaram desapontados com a saída antecipada de Donald Trump da cimeira do G7 no Canadá — sem que o Presidente ucraniano tivesse a oportunidade de se encontrar com o homólogo norte-americano.

    Face à incerteza da presença de Trump na cimeira da NATO, alguns responsáveis admitem que talvez Zelensky deva reconsiderar a sua presença. “A Ucrânia é constantemente vítima dos acontecimentos e da curta capacidade de atenção de Trump”, afirmou uma fonte citada pelo jornal britânico.

  • Sumy. Rússia atinge posição das forças ucranianas na região

    O exército da Rússia atingiu, esta quarta-feira, a posição das tropas ucranianas com um complexo de um sistema móvel de mísseis balísticos de curto alcance Iskander, na região de Sumy.

    A informação foi avançada pela agência estatal russa TASS, que cita o Ministério da Defesa do país.

  • Sobe para 28 o número de mortos no ataque "massivo" a Kiev

    O número de mortos na sequência do ataque “massivo” a Kiev subiu para 28, avança o Serviço de Emergência da Ucrânia, citado pelo Ukrainska Pravda, registando-se também 140 feridos.

    De acordo com a mesma fonte, foram recuperados, esta quarta-feira, os corpos de 12 vítimas mortais — que estavam nos escombros de um prédio residencial na capital ucraniana.

  • Russia exige à Ucrânia destruição das armas ocidentais. Kiev diz que é "desrespeito" pelo esforços dos EUA

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia diz que a exigência russa de desmantelamento e destruição das armas ocidentais na posse de Kiev é um desrespeito pelos esforços de paz feitos pelos EUA.

    “Moscovo mostra total desrespeito pelos esforços dos Estados Unidos para acabar com a guerra”, escreve Heorhii Tykhyi, porta voz do MNE ucraniano, na rede social X, acrescentando que os “oficiais russos fazem exigências absurdas quase todos os dias”.

    Recorde-se que, na segunda-feira, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Alexander Grushko, disse que a Ucrânia deveria desmantelar e destruir todas as armas fornecidas pelo Ocidente que ainda mantém na sua posse. Segundo o responsável, essas armas são um perigo não só para a Rússia mas também para a Europa.

  • Cinco feridos em ataque com mísseis a uma cidade da região de Donetsk

    Pelo menos cinco pessoas ficaram feridas na sequência de um ataque com mísseis levado cabo pela Rússia contra a cidade de Sviatohirsk, no norte da região de Donetsk, escreve o Ukrainska Pravda, citando a Procuradoria Distrital de Donetsk.

    Os feridos têm idades compreendidas entre os 51 e os 66 anos.

    Vários mísseis S-300 atingiram uma área residencial desta cidade, cerca de 50 quilómetros a norte de Sloviansk, e também vários carros.

  • "Temos de fazer mais pela Ucrânia, para nossa própria segurança", diz alta representante para a política externa da UE

    A Ucrânia é a “primeira linha de defesa” da Europa contra a Rússia, e por isso é obrigação da União Europeia “fazer mais” pela Ucrânia, para sua própria segurança, disse esta quarta-feira a alta representante para a política externa e de segurança da UE, Kaja Kallas.

    “A União Europeia está a fazer a sua parte, não apenas porque a Ucrânia é a nossa primeira linha de defesa. Temos de fazer mais pela Ucrânia, também pela nossa própria segurança“, disse a responsável, citada pela agência de notícias ucraniana Ukrinform, durante uma sessão no Parlamento Europeu, em Estrasburgo.

    “Sabemos que a Rússia responde à força e nada mais. É por isso que acabámos de propor o 18º pacote de sanções para aumentar a pressão. Todas as sanções enfraquecem a capacidade da Rússia de lutar nesta guerra. Não nos enganemos. Graças às sanções da UE, a Rússia perdeu dezenas de biliões de euros em receitas de petróleo. As sanções funcionam”, disse Kallas, acrescentando que “quanto mais forte a Ucrânia estiver no campo de batalha hoje, mais fortes estará à mesa de negociação, quando a Rússia finalmente estiver pronta para conversar”.

  • Número de mortos nos ataques russos a Kiev sobe para 23

    O número de mortos nos ataques lançados na terça-feira pelo exército russo contra a capital ucraniana, Kiev, subiu de 10 para 23, segundo as autoridades ucranianas.

    As autoridades indicaram hoje que vários corpos foram recuperados nas últimas horas de um edifício atingido por um míssil no distrito de Solomiansky.

    “O número de mortos no edifício de nove andares em Solomiansky subiu para 18 pessoas”, informou o Serviço de Emergência do Estado numa mensagem na sua conta na rede social Telegram, especificando que até ao momento foram confirmadas 23 mortes e 134 feridos na cidade devido aos ataques.

  • Rússia ataca cidade de Zaporíjia e causa destruição

    As forças russas lançaram 13 drones sob a cidade de Zaporíjia, causando incêndios numa infraestrutura industrial e em vários armazéns, escreve o Ukrainska Pravda, citando o chefe da Administração Militar da região de Zaporíjia, Ivan Fedorov.

    Vários carros ficaram também totalmente destruídos.

  • Enviado de Trump vai à Bielorrússia para se encontrar com Lukashenko

    O enviado especial dos EUA para a Ucrânia, Keith Kellogg, vai à Bielorrúsia nas próximas semanas para se encontrar com o presidente Alexander Lukashenko, noticia a Reuters citando quatro fontes da administração norte-americana familiarizadas com o assunto.

    A concretizar-se, será a visita de mais alto nível de um membro da administração dos EUA à Bielorrússia nos últimos anos.

    A agenda precisa da reunião não é clara, embora Kellogg, em privado, tenha abordado a viagem como um passo que poderia ajudar a iniciar as negociações de paz destinadas a colocar um fim à guerra da Rússia contra a Ucrânia.

  • Ucrânia abateu metade dos drones lançados esta noite pela Rússia

    A Ucrânia conseguiu abater cerca de metade dos drones lançados esta noite pela Rússia. As defesas aéreas neutralizaram 30 dos 58 drones, avança a agência de notícias Ukrinform, citando a Força Aérea ucraniana.

    Outros 18 drones foram desviados por meios de guerra eletrónica.

    Ainda assim, foram registados impactos de drones em nove locais.

  • Três feridos em ataque com drones a uma ambulância Kherson

    Um ataque russo com recurso a drones à cidade de Kherson fez pelo menos três feridos, avança o jornal Ukrainska Pravda, citando a Administração Militar de Kherson.

    Os drones atingiram uma ambulância, onde seguia um civil e dois trabalhadores de saúde.

    As forças russas atacam frequentemente a cidade de Kherson, capital da região com o mesmo nome que está ocupada parcialmente pela Rússia.

  • EUA opuseram-se a declaração forte sobre a Ucrânia no G7, revela Governo canadiano

    A administração norte-americana liderada por Donald Trump opôs-se a uma declaração forte na cimeira do G7 sobre a Ucrânia, que condenasse a Rússia, defendendo que pretendem preservar a sua capacidade de negociação, revelou hoje fonte do Governo canadiano.

    Não haverá “nenhuma declaração separada” sobre a Ucrânia, “porque os norte-americanos queriam diluí-la”, acrescentou à agência France-Presse (AFP) fonte do Governo anfitrião da cimeira dos líderes do G7, que teve hoje o último dia com a presença do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

    Os outros seis membros do G7, o grupo dos sete países mais industrializados do mundo, concordaram com uma “linguagem forte”, mas uma declaração conjunta exigiria a aprovação dos EUA.

    “Considerando que os norte-americanos estão a agir como intermediários neste momento, tentando negociar um acordo com a Rússia em relação à guerra na Ucrânia”, não concordaram, explicou a fonte do Governo canadiano.

    “Assim, optámos por usar o que estava na declaração que deveria ser divulgada e incluir toda a linguagem forte sobre a Ucrânia na declaração do presidente do G7, o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney”, acrescentou a mesma fonte.

  • Presidente ucraniano abandona Canadá mais cedo e volta para Kiev

    O presidente da Ucrânia abandonou a Cimeira do G7, no Canadá, mais cedo do que o previsto inicialmente, de modo a regressar à Ucrânia, avançou a estação canadiana CBC, citando fontes da delegação ucraniana.

    A decisão de Volodymyr Zelensky estará relacionada com dois fatores: por um lado, o ataque russo a Kiev na madrugada de terça-feira que provocou a morte a mais de 20 pessoas; e, por outro lado, com o facto de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter abandonado a Cimeira do G7 também mais cedo do que o previsto por causa do conflito em curso entre Israel e o Irão.

    Para além disso, a administração norte-americana opôs-se a uma declaração forte na cimeira do G7 sobre a Ucrânia, que condenasse a Rússia, defendendo que pretendem preservar a sua capacidade de negociação, revelou fonte do Governo canadiano.

    Zelensky cancelou mesmo uma conferência de imprensa que estava planeada para Calgary.

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