Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até ao momento?

    • Donald Trump está a considerar seriamente a realização de um ataque militar ao Irão, com a possibilidade de uma “guerra total” ser desencadeada em breve. Esta decisão surge no âmbito do aumento da tensão entre os dois países, que tem como pano de fundo a contínua pressão sobre o programa nuclear iraniano.
    • Há relatos de que Israel está a preparar-se para um eventual ataque dos Estados Unidos ao Irão, com o aumento do seu nível de alerta e a intensificação dos preparativos militares.
    • O Irão tem estado a reforçar as suas instalações militares e nucleares em antecipação a possíveis ataques, fortificando locais sensíveis e mobilizando forças de segurança. Estas ações indicam que Teerão está consciente da iminente ameaça militar e está a tomar medidas para mitigar os potenciais danos.
    • Num contexto geopolítico tenso, a Rússia está a colaborar com o Irão em exercícios navais conjuntos, perto do Estreito de Ormuz, o que pode ser interpretado como um sinal de solidariedade entre os países, face às ameaças externas lideradas pelos Estados Unidos.

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  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Venezuela e Estados Unidos concordam em combater em conjunto o tráfico de droga

  • EUA preparam-se para atacar o Irão? "Não é só uma ameaça"

    Bruno Cardoso Reis afirma que norte-americanos estão a criar condições para atacar o Irão e que ataque é uma possibilidade realista. Rússia mostra “falta de vergonha” ao alertar para riscos nucleares.

    EUA preparam-se para atacar o Irão? “Não é só uma ameaça”

  • Médio Oriente. Esquerda insta Governo a defender autonomia das instituições internacionais

    Vários políticos de esquerda condenaram hoje a “campanha de pressão internacional” contra Francesca Albanese, relatora especial da ONU para os Territórios Palestinianos, e instaram o Governo português a assumir uma “postura inequívoca” em defesa da autonomia das instituições internacionais.

    Numa carta aberta, deputados, eurodeputados ou ex-deputados e ex-ministros de partidos como PS, Bloco de Esquerda (BE), Livre ou PAN, ou da Coligação Democrática Unitária (CDU), destacaram que a “integridade dos mecanismos de proteção de direitos humanos das Nações Unidas enfrenta um momento de especial vulnerabilidade”, apontando para a “recente campanha de pressão internacional” sobre Francesca Albanese.

    “A realidade dos factos, corroborada por organizações independentes como a Amnistia Internacional, demonstra que as afirmações da Relatora visavam o sistema que viabiliza a continuação de violações do Direito Internacional e não qualquer povo ou Estado em particular”, sublinharam.

  • Ataque dos EUA ao Irão pode acontecer a partir de sábado, avança CBS. Trump ainda não tomou decisão final

    A CBS News está a avançar que as Forças Armadas norte-americanas estarão prontas para atacar o Irão a partir de sábado, dia 21 de fevereiro. Isso não significa, contudo, que o Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, decida atacar território iraniano este fim de semana.

    De acordo com a CBS News, existe uma maior probabilidade de o Irão ser atacado mais além deste fim de semana.

    Em todo o caso, o líder norte-americano ainda não tomou uma decisão final sobre se vai atacar ou não o Irão.

    A conversa entre conselheiros de Segurança Nacional na Situation Room, que teve lugar na quarta-feira e que também já tinha sido avançada pela Reuters, foram descritas como fluídas.

    A Casa Branca está a ponderar os riscos que uma escalada pode acarretar para a região, assim como as consequências políticas e militares dos ataques ao Irão.

    Preparado para qualquer das hipóteses, o Pentágono vai começar a retirar militares do Médio Oriente, temendo uma eventual ação militar do Irão.

  • Força militar máxima dos EUA para atacar o Irão alcançada em meados de março. Trump espera por respostas de Teerão

    Os Estados Unidos vão alcançar a força militar máxima para atacar o Irão em meados de março, avança a agência de notícias Reuters, que obteve a informação de um dos presentes na reunião do Conselho de Segurança dos Estados Unidos da América (EUA).

    Na Situation Room, os conselheiros de Segurança Nacional debateram hoje uma eventual operação militar no Irão. Não é claro se chegaram a alguma conclusão e nem é líquido que uma eventual operação militar avance antes de meados de março.

    Durante essas discussões, foi abordado o documento escrito que o governo iraniano se propôs a submeter aos Estados Unidos para resolver o impasse, na sequência das negociações em Genebra esta terça-feira.

    “Estamos à espera disso dos iranianos”, disse a fonte que falou com a Reuters, que realçou que Donald Trump já “ordenou um reforço militar na região, incluindo um segundo porta-aviões”.

  • Marco Rubio viaja até Israel no fim de fevereiro para discutir Irão com Netanyahu

    Marco Rubio, o secretário de Estado norte-americano, deverá viajar para Israel a 28 de fevereiro. A informação é avançada pela agência Reuters, que cita um oficial norte-americano.

    De acordo com estas informações, Rubio deverá encontrar-se com Benjamin Netanyahu para discutir a situação do Irão.

  • Marinha está a monitorizar navio russo ao largo da Nazaré que navega há três dias pela costa portuguesa

    A Marinha está a monitorizar e acompanhar o navio de pavilhão da Federação Russa SPARTA IV que desde domingo navega “de sul para norte” ao longo da costa portuguesa, estando atualmente ao largo da Nazaré, distrito de Leiria.

    Em resposta a questões enviadas pela agência Lusa, a Marinha portuguesa adiantou que “se encontra a monitorizar e acompanhar, com uma unidade naval, o navio mercante de pavilhão da Federação Russa SPARTA IV, desde a sua entrada em águas nacionais (Zona Económica Exclusiva), no passado dia 15 de fevereiro pelas 20h00”.

    “O navio navega de sul para norte ao longo da costa portuguesa, mantendo-se neste momento ao largo da Nazaré, fora dos corredores de tráfego marítimo, em zonas com profundidades superiores a 3.000 metros”, acrescenta o ramo.

    De acordo com a Armada, este acompanhamento vai continuar “até que o navio abandone as águas de jurisdição nacional”.

  • Trump avisa Londres para “não ceder” base militar nas ilhas Chagos

    O Presidente norte-americano mudou novamente de posição ao avisar hoje o Reino Unido para “não ceder” uma base militar estratégica no oceano Índico, argumentando que será fundamental se os Estados Unidos atacarem o Irão.

    “Não cedam Diego García!”, escreveu Donald Trump, em letras maiúsculas, na sua rede social Truth Social, horas depois de o Departamento de Estado norte-americano ter reiterado o apoio ao acordo britânico destinado a restituir as ilhas Chagos à Ilha Maurícia e ao arrendamento do terreno dessa base.

    Na terça-feira, o Departamento de Estado indicou que ia iniciar na próxima semana conversações com a Maurícia sobre a base conjunta EUA-Reino Unido de Diego García, de elevada importância estratégica.

    A decisão tomada por Londres de devolver as Chagos à Maurícia irritou inicialmente Trump, que acabou por dizer, no início deste mês, compreender “tal acordo”, ao mesmo tempo que defendia a presença militar dos EUA na zona, que considerou sensível.

    Mas na publicação de hoje, Donald Trump afirmou que o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, “não deverá, em caso algum, perder o controlo de Diego García ao assinar um contrato de arrendamento de 100 anos que é, no mínimo, precário”.

    “Esse território não deve ser retirado do Reino Unido e, se isso acontecer, será um ataque ao nosso grande aliado”, acrescentou.

  • Israel está a preparar-se para receber luz verde dos EUA para lançar ataque ao sistema de mísseis balísticos iranianos

    A agência estatal israelita KAN avançou esta noite que Israel está a preparar-se para receber luz verde dos Estados Unidos da América (EUA) para lançar um ataque contra o sistema de mísseis balísticos iraniano.

    Não é claro, ainda assim, quando é que esse ataque pode acontecer. E também não é claro quando é que Israel vai receber luz verde dos Estados Unidos.

  • Estados Unidos preparam-se para retirar todas as tropas na Síria

    Os Estados Unidos estão a preparar-se para retirar todos os cerca de mil militares que permanecem em território sírio, avança hoje Wall Street Journal.

    Neste momento, segundo o jornal, já ficou completa a retirada das tropas de Al-Tanf, um posto estratégico na fronteira entre a Síria, a Jordânia e o Iraque. Ao mesmo tempo, saíram as tropas da base de Al-Shaddadi, no nordeste de território sírio.

    Nos próximos dois meses, as tropas norte-americanas deverão sair de outras bases militares sírias. A retirada não tem a ver com a escalada da tensão no Irão, garantem fontes da administração norte-americana ao Wall Street Journal.

    A administração Trump considera que, neste momento, a presença militar norte-americana não é mais necessária, por causa da dissolução das Forças Democráticas Sírias, um grupo curdo que foi o principal parceiro norte-americano no combate ao Daesh.

  • Zelensky anuncia que vai aplicar novas sanções a Lukashenko e promete investigar "esquemas" do Presidente bielorrusso

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje que vai impor mais sanções ao homólogo da Bielorrússia, Alexander Lukashenko. “Estamos a responder ao claro envolvimento da Bielorrússia na guerra da Rússia contra a Ucrânia”, afirmou.

    Num discurso diário, o líder ucraniano acusou Alexander Lukashenko de estar “acostumado a trocar a soberania do seu país e a sacrificar os interesses da Bielorrússia” em favor dos russos. “A Rússia até trouxe a guerra total à Ucrânia, usando parcialmente território bielorrusso — e isso é um facto.”

    O Presidente da Ucrânia criticou Alexander Lukashenko por o homólogo bielorrusso “ter evitado tomar ações pessoais, diretas e duras” contra à Rússia. “Mas desde o último outono, a Ucrânia tem documentado” que a Bielorrússia apoia “ataques de drones russos”. “Graças a isso, a Rússia tem atacado as regiões norte — de Kiev a Volyn”, acusou.

    “Infelizmente, Lukashenko também continuou a alinhar-se com Putin o jogo perigoso geopolítico com [os mísseis] Oreshnik, que representam uma ameaça para toda a Europa. A Bielorrúsia continua a ser usada como base para componentes, equipamentos e hardware para as forças armadas russas”, denunciou Volodymyr Zelensky.

    Na mesma linha, o Presidente ucraniano deu ordens para que se fizesse uma “avaliação criteriosa” de todos os “esquemas de Lukashenko e dos seus cúmplices”: “Vamos continuar a combatê-los ainda mais concretamente. E vamos trabalhar com parceiros na região e na Europa”.

    Para Volodymyr Zelensky, a Bielorrússia — “o país e o povo” — não pode ficar “perdida para a Europa”. “Mas este indivíduo, que põe a Bielorrússia ao serviço da Rússia, deve definitivamente perder-se.”

  • Casa Branca avisa Cuba e exige "mudanças dramáticas" ao país: "O regime está a cair e o país a colapsar"

    A porta-voz da presidência norte-americana, Karoline Leavitt, exigiu ao regime cubano que faça “mudanças dramáticas”.

    “O regime está a cair, o país está a colapsar. Acreditamos que seja do seu melhor interesse realizar mudanças dramáticas muito em breve e veremos o que decidem fazer”, explicou a porta-voz da Casa Branca.

    Karoline Leavitt destacou que os Estados Unidos querem ver “democracias a florescer e a prosperar” no Hemisfério Ocidental. Ainda assim, a porta-voz não deu detalhes sobre nenhuma “ação” concreta dos Estados Unidos para quis isso aconteça em Cuba.

  • EUA vs Irão. Conflito iminente

    Será “uma operação muito mais complexa” do que a do ano passado, levada a cabo pelos EUA, explica Orlando Samões. “Esperemos que seja apenas um ataque cirúrgico”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    EUA vs Irão. Conflito iminente

  • Porta-voz da Casa Branca diz que houve "progresso significativo" nas negociações em Genebra e anuncia nova ronda

    No briefing aos jornalistas, a porta-voz da Casa Branca referiu que o Presidente norte-americano, Donald Trump, considera a guerra da Ucrânia contra a Rússia “injusta” e está empenhado em terminar com o conflito.

    Em relação à ronda de negociações trilaterais que teve lugar em Genebra, a porta-voz da Casa Branca admite que houve “progressos significativos” em Genebra. Ficou acordado que cada uma das delegações “atualizasse” as respetivas lideranças de um eventual “acordo de paz”.

    Karoline Leavitt anunciou ainda que haverá mais uma ronda de negociações, mas sempre detalhar quando nem onde é que vai ocorrer.

  • EUA impõe sanções a 18 dirigentes iranianos responsáveis pelo apagão informático durante os protestos

    O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou hoje que impôs sanções a 18 dirigentes iranianos responsáveis pelo apagão informático durante os protestos que aconteceram entre o final de dezembro de 2025 e o início de janeiro de 2026.

    Os Estados Unidos impuseram restrições de vistos contra 18 dirigentes iranianos que pertencem ao governo e também são líderes da indústria das telecomunicações.

    “A restrições de vistos vai atingir indivíduos que são cúmplices, ou se acredita que sejam cúmplices, de sérias violações de Direitos Humanos, especialmente não inabilitando o direito dos iranianos à liberdade de expressão e à liberdade de reunião”, lê-se numa nota enviada às redações pelo Departamento de Estado.

  • Porta-voz da Casa Branca admite que "há muitas razões para atacar Irão" e aconselha regime iraniano "a fazer um acordo"

    A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, admitiu hoje que “há muitos argumentos e razões” para os Estados Unidos da América (EUA) atacarem o Irão.

    Questionada sobre o sucesso da operação militar no Irão em junho de 2025, a porta-voz realçou que foi “bastante bem-sucedida” e “obliterou as capacidades nucleares” iranianas.

    Karoline Leavitt realçou também que a “diplomacia é a primeira escolha” do Presidente Trump e aconselhou o Irão a “fazer um acordo”.

    Quanto a Donald Trump, “está a falar com muitas pessoas — com pessoas do Conselho de Segurança Nacional — e é um assunto que leva a sério”. “Ele está a sempre a pensar nos melhores dos interesses dos Estados Unidos, dos militares e do povo norte-americano”, explicou a porta-voz da Casa Branca.

  • Irão emite aviso internacional de lançamento de rockets e fecha parte do espaço aéreo esta madrugada

    O Irão emitiu o avisou internacional NOTAMA0605/26, em que alerta que haverá lançamentos de rockets esta madrugada entre as 03h30 e as 13h30 (entre as 00h00 e as 10h00, hora em Lisboa).

    Na sequência deste aviso, o regime iraniano decidiu encerrar parte do espaço aéreo desde o sul do Irão até ao centro do país, numa área que inclui o Estreito de Ormuz.

  • Putin reúne-se com ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba no Kremlin e declara "ser contra" as sanções dos EUA

    O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, está hoje reunido com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla.

    Citado pela agência de notícias RIA, Vladimir Putin declarou ser “contra” as sanções aplicadas pelos Estados Unidos contra Cuba. “Não aceitamos nada disso”, frisou.

    “A posição do Ministério dos Negócios Estrangeiros é aberta, clara e inequívoca”, enfatizou Vladimir Putin.

    Sobre as relações entre Havana e Moscovo, Vladimir Putin considera que estão a seguir uma “trajetória positiva”: “Estou confiante de que haverá oportunidade para discutir todas as questões em detalhe”.

  • Presidente do Irão: "Não temos medo do martírio. Ficaríamos orgulhosos em tornarmo-nos mártires"

    O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, disse hoje que “não tem medo do martírio”. “Ficaríamos orgulhosos em tornarmo-nos mártires”, destacou o chefe de Estado num discurso a economistas esta quarta-feira durante a escalada de tensão com os Estados Unidos.

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