Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que nas próximas duas semanas determinará se haverá paz na Ucrânia. Caso contrário, planeia adotar uma abordagem diferente para o conflito, embora não tenha especificado quais seriam essas alternativas.
    • Os Presidentes da Rússia e da Ucrânia, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, expressaram interesse em se encontrar, mas ainda não há data definida para a reunião. Zelensky acusa a Rússia de tentar impedir o encontro e sugere que, se Moscovo não mostrar vontade de alcançar a paz, os aliados da Ucrânia devem aplicar sanções adicionais.
    • Durante uma conferência com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, Zelensky destacou a importância da cooperação com a Aliança Atlântica. Rutte garantiu o envolvimento da NATO e dos Estados Unidos em fornecer uma “segunda camada” de garantias de segurança para assegurar que a Ucrânia não seja alvo de futuras agressões.
    • O valor total da ajuda da União Europeia à Ucrânia já ultrapassa 168 mil milhões de euros, de acordo com Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. Von der Leyen sublinha que a solidariedade da UE com a Ucrânia visa não só a recuperação do país, mas também garantir o seu futuro como nação soberana e democrática.

    [Governo decide que é preciso invadir a embaixada para pôr fim ao sequestro. É chamada uma nova força de elite: o Grupo de Operações Especiais. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. Ouça no site do Observador o quinto episódiodeste podcastplus narrado pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Também o pode escutar na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]

  • Justiça polaca acusa ex-ministro da Defesa de revelar planos contra a Rússia

    O Ministério Público de Varsóvia acusou hoje o ex-ministro da Defesa Mariusz Blaszczak e outros altos elementos da segurança nacional de revelação de segredos do Estado, após a divulgação em 2023 de um plano contra um eventual ataque russo.

    De acordo com o Ministério Público, Blaszczak, que era ministro do Governo anterior, liderado pelos ultraconservadores e nacionalistas da Lei e Justiça (PiS), divulgou os documentos durante a campanha eleitoral para as legislativas, realizadas em outubro de 2023, excedendo a sua autoridade e com a intenção de benefícios próprios e do partido.

    Ao fazê-lo, “prejudicou gravemente” os interesses da Polónia, segundo o Ministério Público.

    O documento em causa referia-se a um plano de defesa, concebido durante o mandato dos liberais pró-europeus da Plataforma Cívica (PO), liderada pelo atual primeiro-ministro, Donald Tusk, e que estavam no poder antes da chegada do PiS, em 2015.

    Nas legislativas em 2023, marcada por uma tensa campanha eleitoral e em plena invasão russa da vizinha Ucrânia, uma coligação promovida por Tusk desalojou o PiS do Governo.

    A Procuradoria de Varsóvia alega que, na campanha, Blaszczak utilizou o plano para atacar o PO, argumentando que este pretendia defender a Polónia apenas a partir da linha marcada pelo rio Vístula, cedendo a metade oriental do país a eventuais invasores russos sem luta.

    O ex-ministro afirmou hoje na rede X que a acusação é um “ato de vingança” do atual chefe do Governo e que “desclassificaria novamente os documentos sem hesitar para revelar as verdadeiras intenções da equipa de Tusk”.

    Além de Blaszczak, entre os acusados encontra-se Slawomir Cenckiewicz, nomeado este mês para a direção dos serviços de informações polacos (ABW) pelo Presidente polaco Karol Nawrocki, apoiado pelo PiS, e outros elementos ligados à segurança do país.

    O novo chefe da espionagem interna defendeu-se no X, comentando que as acusações são “falsas e completamente infundadas” e a investigação está repleta de irregularidades.

    “Esta é a vingança daqueles que passaram anos a construir amizade com a Rússia e a envolver instituições estatais nas suas relações com a Rússia, incluindo o FSB [serviço de informações russos]. Eu era e sou inocente! Nunca infringi a lei!”, argumentou.

  • "Verei de quem é a culpa". Trump abre a possibilidade de não fazer nada no caso de Putin não aceitar encontro com Zelensky

    Questionado por uma jornalista se há a “possibilidade que não faça nada” se Vladimir Putin não concordar com uma reunião com Zelensky, o Presidente dos Estados Unidos da América abriu mesmo essa possibilidade, dizendo que iriam ver “de quem é a culpa”.

    “Se houver razões para isso, entendê-las-ei”, acrescentou, sublinhando que sabe “exatamente” o que está a fazer.

    “Veremos se eles terão um encontro… Eu disse-lhes para se encontrarem”, disse ainda, referenciando os líderes russo e ucraniano.

    Como já tinha sido referido antes, para o Presidente dos EUA, as próximas duas semanas serão decisivas para a tomada de decisão.

    “Vai ser uma decisão muito importante”, afirmou, abrindo a possibilidade de “sanções massivas ou tarifas massivas” ou mesmo não fazer nada.

  • Trump "não está feliz" com empresa americana atingida pela Rússia na Ucrânia

    Questionado sobre a empresa norte-americana atingida na Ucrânia por um ataque russo, o Presidente dos Estados Unidos disse que não estava “feliz” com a situação”.

    “Não estou satisfeito com nada relacionado com esta guerra”, sublinhou, apontando para que “nas próximas duas semanas” se irá “descobrir para que lado irá”.

    “E é melhor eu ficar muito feliz”, sublinhou.

  • Trump diz que Putin "pode ir" ao Mundial de 2026 nos EUA e mostra foto enviada pelo russo do encontro entre ambos

    Num encontro com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, na Casa Branca para anunciar a data do sorteio do Mundial de 2026, Donald Trump admitiu que o homólogo russo, Vladimir Putin, pode vir ao evento, sediado nos Estados Unidos, no México e no Canadá.

    Enquanto Infantino falava da abertura que o país terá durante o evento do próximo ano, Trump abriu uma gaveta da sua secretária e tirou uma foto do encontro com Putin no Alasca, que o norte-americano diz ter sido enviado pelo líder russo.

    O Presidente dos EUA primeiro afirmou que “acreditava” que Vladimir Putin iria ao Mundial, antes de ressalvar depois que “pode não vir, depende do que acontecer”.

    “Ele tem sido muito respeitoso com o nosso país, mas não tão respeitoso com os outros”, admitiu o líder norte-americano, que disse ainda que ia “assinar” a foto.

    “Temos muitas coisas a acontecer nas próximas semanas”, acrescentou Trump.

  • Valor total de apoio da UE à Ucrânia atinge os 168,9 mil milhões de euros

    O valor total da ajuda da União Europeia ultrapassa agora os 168 mil milhões de euros, anunciou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen na rede social X.

    Von der Leyen referenciou o novo total depois de mais quatro mil milhões de euros terem sido entregues esta sexta-feira “para apoiar a Ucrânia”.

    “A solidariedade da UE com a Ucrânia é inabalável”, acrescentou a presidente da Comissão, sublinhando que este é o “compromisso” europeu “não só com a recuperação da Ucrânia, mas também com o seu futuro como país soberano e democrático”.

  • Ucranianos em Portugal celebram independência cansados mas sem cedências à Rússia

    Os ucranianos em Portugal concentram-se no domingo em Lisboa e várias cidades para celebrar a independência do país, num momento em que, segundo o líder da comunidade, estão cansados da guerra mas indisponíveis para ceder à Rússia.

    Sob o lema “Apoie a Ucrânia, lute como um ucraniano”, estão previstas concentrações em Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Viseu, Fátima e Funchal, alusivas à data da separação formal da antiga União Soviética, em 24 de agosto de 1991, e que voltam a ser marcadas pela guerra iniciada há mais de três anos pela vizinha Rússia.

    “Apesar de esta guerra durar mais do que nós pensávamos inicialmente, os portugueses continuam a ajudar e a apoiar a Ucrânia”, assinala à agência Lusa o presidente da Associação dos Ucranianos em Portugal, Pavlo Sadokha, referindo que um dos objetivos das concentrações é justamente “agradecer a Portugal, à sociedade, ao Governo e aos políticos”.

    Ao mesmo tempo, a comunidade ucraniana, que reúne cerca de cem mil residentes, dos quais mais de metade são refugiados, celebra a independência em plena aceleração das negociações para uma saída do conflito, promovidas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, mas as perspetivas são incertas.

    Da intensa atividade na última semana, que se iniciou com uma cimeira entre Donald Trump e o homólogo russo, Vladimir Putin, no Alasca, seguida de reuniões na Casa Branca com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e os principais líderes europeus, Pavlo Sadokha conclui que a paz só poderá chegar pela força.

    As conversações demonstraram “mais uma vez que Putin não quer terminar esta guerra e que, infelizmente, a via diplomática, não funciona”, lamenta o Presidente da Associação, para quem que o líder do Kremlin não desistiu de ocupar a Ucrânia e desalojar as autoridades de Kiev.

    “Por isso, vamos outra vez este ano pedir a Portugal e ao Governo português que continue a apoiar a Ucrânia”, indicou o presidente da associação e uma forma de o fazer é aplicar mais sanções a Moscovo.

  • Trump diz que preferia não estar presente num eventual encontro entre Putin e Zelensky, porque são como "o azeite e o vinagre"

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira que “preferia não estar” num possível encontro entre os seus homólogos russo e ucraniano, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, comparando a relação entre os dois líderes ao “azeite e vinagre”.

    “Vamos ver se Putin e Zelensky vão trabalhar juntos. Sabem, isto é como azeite e vinagre. Eles não se dão muito bem, por razões óbvias”. disse o líder norte-americano, acrescentando: “E depois vamos ver se terei ou não de estar lá. Preferia não estar”.

  • O que está a acontecer na guerra na Ucrânia

    • Os Presidentes da Rússia e da Ucrânia, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, respetivamente, manifestaram interesse em se encontrar, mas ainda não há uma data definida para o encontro. Entretanto, Zelensky acusa a Rússia de estar a fazer todos os esforços para impedir a reunião e defende que, caso Moscovo não mostre vontade de alcançar a paz, os aliados da Ucrânia deveriam aplicar novas sanções contra a Rússia.
    • Após um encontro com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, o Presidente ucraniano destacou a cooperação com a aliança e reiterou a importância de garantir segurança para a Ucrânia e para a Europa. Mark Rutte garantiu que tanto a NATO quanto os EUA estarão envolvidos em proporcionar uma “segunda camada” de garantias de segurança ao país, enfatizando a importância de uma colaboração robusta para assegurar que a Ucrânia nunca seja alvo de agressão no futuro.
    • Donald Trump, Presidente dos EUA, afirmou em entrevista que saberá nas próximas duas semanas se haverá paz na Ucrânia e, caso contrário, adotará uma abordagem diferente. No entanto, não especificou quais poderiam ser essas abordagens alternativas no conflito.
    • A Roménia ofereceu à NATO as suas bases militares, incluindo para caças F-35, como uma contribuição para a segurança duradoura na Ucrânia. Este gesto é um sinal do compromisso do país, que não enviará tropas, mas permitirá que as forças aliadas usem suas instalações para patrulhas aéreas e exercícios militares conjuntos.

  • "Rússia faz de tudo para impedir que a reunião [com Putin] aconteça", diz Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que “os russos estão a fazer tudo o que podem para impedir que a reunião [com Vladimir Putin] aconteça”.

    Durante a conferência de imprensa após o encontro com Mark Rutte, secretário-geral da NATO, o líder ucraniano sublinhou ainda que “ao contrário da Rússia, a Ucrânia não tem medo de qualquer encontro de líderes”.

    Zelensky acrescentou que, caso Moscovo não demonstre vontade de alcançar a paz, os aliados da Ucrânia deverão aplicar novas sanções contra a Rússia.

  • Após encontro com Rutte, Zelensky destaca cooperação com a NATO para aumentar garantias de segurança e acabar definitivamente com a guerra

    Através da rede social X, Volodymyr Zelensky destacou a visita de Mark Rutte à Ucrânia e referiu que foram discutidos “os próximos passos conjuntos que podem proporcionar à Ucrânia e a toda a Europa maior segurança e aproximar o fim real da guerra”.

    O Presidente ucraniano acrescentou que estas medidas incluem diplomacia, garantias de segurança e fornecimento de armamento ao exército ucraniano.

    “Estamos a trabalhar para angariar mais fundos e apreciamos imenso o apoio do secretário-geral da NATO, Mark Rutte. Obrigado pela disponibilidade em ajudar”, escreveu Zelensky.

  • Mark Rutte garante que NATO e EUA estão envolvidos nas garantias de segurança para a Ucrânia

    O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, garantiu, esta sexta-feira, que a aliança militar e os Estados Unidos estarão envolvidos nas garantias de segurança à Ucrânia, que descreveu como uma “segunda camada”, depois daquela que considera ser prioritária: as Forças Armadas Ucranianas.

    As declarações foram feitas durante uma conferência de imprensa conjunta com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que sugeriu que as garantias de segurança deveriam ser estruturadas de forma semelhante ao Artigo 5.º da NATO, segundo o qual um ataque a um Estado-membro é considerado um ataque a todos os países da aliança.

    Mark Rutte sublinhou, ainda, que “é crucial que trabalhemos juntos para que estas garantias alcancem um nível que assegure que a Ucrânia nunca mais seja alvo de agressão”.

  • Putin disponível para encontro com Zelensky, mas ainda sem data definida

    O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, afirmou, esta sexta-feira, que Vladimir Putin está disposto a encontrar-se com o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, quando houver uma agenda definida, relata a Sky News.

    No entanto, o governante sublinha que, até ao momento, não está prevista qualquer reunião.

    Nas mesmas declarações, Lavrov disse que o Kremlin concordou em ser flexível num conjunto de pontos levantados por Donald Trump durante a reunião com Putin no Alasca, no dia 15 de agosto.

    Os dois Presidentes não se encontram pessoalmente desde 2019.

  • Geórgia devolve 65 cidadãos ucranianos deportados pela Rússia

    A Geórgia vai devolver 65 cidadãos ucranianos deportados pela Rússia em dois voos charter do aeroporto de Tbilisi até à Moldávia, anunciou o vice-ministro do Interior georgiano, Alexander Darajvelidze, citado pela Sky News.

    Os ucranianos passaram dois meses e meio numa passagem fronteiriça depois de as autoridades georgianas lhes terem negado a entrada por razões de segurança.

  • Eslováquia e Hungria fazem queixa à Comissão Europeia após ataque ucraniano ao gasoduto de Druzhba

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros da Eslováquia, Juraj Blanár, e da Hungria, Péter Szijjártó, apresentaram uma queixa à Comissão Europeia devido ao recente ataque ao gasoduto Druzhba, que interrompeu o fornecimento de petróleo russo para os dois países.

    Num comunicado conjunto, citado pelo Ukrainska Pravda, os ministros explicaram que a infraestrutura do gasoduto foi danificada pela terceira vez em nove dias e enviaram uma carta à chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, e ao Comissário Europeu para a Energia, Dan Jørgensen, a solicitar que “a Comissão garanta de imediato o cumprimento dos compromissos relativos à segurança energética dos Estados-membros da União Europeia”.

    O governante eslovaco lembrou, ainda, que, numa declaração de 27 de janeiro de 2025, a Comissão Europeia tinha afirmado que a integridade das infraestruturas energéticas críticas dos Estados-membros é uma questão de segurança de todo o bloco comunitário e pediu aos países terceiros que respeitassem esta infraestrutura.

    Blanár e Szijjártó classificaram as ações ucranianas como uma séria ameaça à segurança energética da Eslováquia e da Hungria, considerando-as “absolutamente inaceitáveis”.

    Apesar das queixas de Budapeste e de Bratislava, a Comissão Europeia afirmou que o ataque ucraniano ao gasoduto Druzhba não terá impacto no fornecimento de petróleo para a Hungria e a Eslováquia.

  • Ucrânia diz ter atingido base aérea na Crimeia

    A Marinha ucraniana anunciou, esta sexta-feira, ter atacado uma base de drones russos no aeródromo militar de Chersonese, perto de Sebastopol, na Crimeia.

    Através de um comunicado publicado no Telegram, as forças ucranianas afirmaram que o ataque destruiu três drones Mohajer-6 e dois drones Forpost, utilizados pela Rússia para vigilância sobre o Mar Negro.

  • "Um exército ucraniano forte e capaz é a segurança mais confiável" para a Ucrânia, diz Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou esta sexta-feira o 1.276.º dia da guerra contra a Rússia, destacando a resistência do país e o heroísmo das Forças Armadas da Ucrânia.

    Zelensky sublinhou, na rede social X, que um “exército ucraniano forte e capaz é a segurança mais confiável” para o povo ucraniano, não esquecendo que as garantias de segurança dos aliados internacionais, como os Estados Unidos e os países da Europa, também são fundamentais.

    O líder ucraniano reiterou, ainda, que os objetivos da Ucrânia são justos: “proteger vidas, defender a independência e defender uma paz digna”.

  • Roménia oferece bases militares à NATO como garantia de segurança para a Ucrânia

    O primeiro-ministro romeno, Ilie Bolojan, afirmou que o país está disponível para ceder bases militares à NATO, incluindo para caças F-35, como contributo para a paz duradoura na Ucrânia, relata o Ukrainska Pravda.

    Bolojan sublinhou que a Roménia não irá enviar tropas para a Ucrânia, mas que, como membro da NATO, as suas bases podem ser utilizadas por forças aliadas, incluindo dos Estados Unidos. Atualmente, estas bases já acolhem patrulhas aéreas e exercícios militares conjuntos.

  • Macron, Merz e Tusk preparam visita à Moldávia para reforçar apoio à "segurança, soberania e caminho europeu"

    Os líderes francês, alemão e polaco — Emmanuel Macron, Friedrich Merz e Donald Tusk — vão visitar Chisinau na quarta-feira, 27 de agosto, para apoiar a Moldávia, que acusa a Rússia de tentativas de desestabilização, anunciou a presidência francesa citada pelo Le Monde.

    A visita à capital da Moldávia ocorre a convite da Presidente pró-europeia Maia Sandu, por ocasião do 34.º aniversário da independência do país e tem como objetivo reafirmar o “pleno apoio à segurança, à soberania e ao caminho europeu da Moldávia”.

    No final de julho, Maia Sandu acusou a Rússia de conduzir uma operação complexa e coordenada de interferência “sem precedentes” nas próximas eleições legislativas de setembro. Segundo a Presidente, Moscovo pretende “controlar” a Moldávia “a partir do outono” através de mecanismos de compra de votos e financiamento com criptomoedas, prevendo-se cerca de 100 milhões de euros para esse fim.

    Rússia rejeita acusações de planear interferir nas eleições legislativas da Moldávia

    Maia Sandu também acusou as duas principais forças da oposição de tentarem aproveitar este plano para impedir que o seu partido obtenha maioria no parlamento.

  • Forças russas reivindicam a captura de três aldeias em Donetsk

    O Ministério da Defesa russo reivindicou, esta sexta-feira, através do Telegram, a captura de três aldeias — Katerynivka, Volodymyrivka e Rusyn Yar — na região de Donetsk.

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