Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Rubio discute Gaza e Irão com diplomatas britânico e francês
- Jornalistas exigem acesso a Gaza para uma cobertura independente
- Sirenes soam em Israel após houthis lançarem rocket
- Canadá entrega ajuda humanitária à Faixa de Gaza e acusa Israel de violar o direito internacional
- Autoridade Palestiniana pede à comunidade internacional para intervir após anúncio de que Israel vai ocupar Faixa de Gaza
- “Estamos à beira da derrota”. Antigos altos funcionários de Israel denunciam “mentira israelita” e pedem cessar-fogo imediato
- O que se passou até agora
- Lançadas para Gaza 120 paletes de alimentos de vários países
- Ataques israelitas em Gaza fizeram 74 mortos esta segunda-feira
- Israel "vai ocupar a Faixa de Gaza", dizem fontes do governo de Netanyahu
- Israel aprova plano para duplicar população junto de Gaza
- Cidades e estados dos EUA que boicotem empresas israelitas não vão receber fundos federais para desastres naturais
- Reino Unido diz que Hamas não pode ter "direito de veto" sobre reconhecimento britânico da Palestina
- Putin e Netanyahu falaram ao telefone
- "Derrotar o inimigo", "libertar os reféns" e acabar com "ameaça" em Gaza: os três objetivos de Netanyahu para Gaza
- Netanyahu vai reunir o gabinete de segurança para discutir o conflito em Gaza
- Austrália vai dar mais 13 milhões de dólares em ajuda humanitária a Gaza
- Cruz Vermelha Internacional "chocada" com "vídeos angustiantes" dos reféns israelitas
- 94 pessoas foram mortas nas últimas 24 horas na Faixa de Gaza, diz ministério do enclave
- Alemanha está a ponderar receber crianças de Gaza para tratamentos médicos
- Forças lideradas por curdos falam em ataque em Aleppo ligado ao governo provisório de Damasco
- Ministério dos Negócios Estrangeiros da Palestina apela a implementação de cessar-fogo e a uma visita internacional a Gaza
- Ministério dos Negócios Estrangeiros de Espanha condena imagens "inaceitáveis" de reféns divulgadas pelo Hamas
- Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico chama repugnante o uso de vídeos de reféns para propaganda
- Chanceler alemão disse estar "chocado" com vídeos de Eyvatar David e Rom Braslavski
- Antigos chefes militares e da espionagem israelitas apelam ao fim da guerra em Gaza
- Cinco pessoas morreram à fome em Gaza nas últimas 24 horas, diz ministério da Saúde
- Imagens aéreas inéditas mostram destruição na Faixa de Gaza
- Trump exige que Israel alimente palestinianos. "Não queremos que as pessoas passem fome"
- Dois mortos junto a centro de distribuição de ajuda no sul da Faixa de Gaza
- Trump recusa genocídio em Gaza e lembra "coisas horríveis" durante ataque do Hamas
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- Antigos altos funcionários de Israel, incluindo ex-chefes da Mossad, Shin Bet e Forças Armadas, denunciaram a continuação do conflito em Gaza como sendo motivada por interesses políticos e não por necessidades militares. Eles alegam que a guerra prolongada está a levar Israel à beira da derrota e apelaram a um cessar-fogo imediato. As críticas incluem acusações de que o governo israelita vendeu uma “mentira” ao público sobre a guerra.
- O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, expressou intenções claras de ocupar toda a Faixa de Gaza como uma medida para eliminar a ameaça do Hamas e libertar os reféns. Este plano gerou forte apelo à intervenção da comunidade internacional por parte da Autoridade Palestiniana, que vê a ocupação como uma potencial violação dos direitos internacionais.
- O governo canadiano, entre outros países, está a realizar lançamentos aéreos de ajuda humanitária sobre Gaza, com um total de 120 paletes de alimentos enviados recentemente. Sob pressão internacional, Israel retomou também o envio de ajuda alimentar por via aérea, em resposta a acusações de genocídio e uso da fome como arma de guerra.
- Donald Trump, Presidente dos EUA, recusou caracterizar o conflito em Gaza como genocídio, descrevendo-o como uma guerra em resposta a um ataque do Hamas. Ao mesmo tempo, Trump instou Israel a fornecer alimentos à população de Gaza, sublinhando que os EUA já contribuíram significativamente para a compra de comida.
[Um jovem polícia é surpreendido ao terceiro dia de trabalho: a embaixada da Turquia está sob ataque terrorista. E a primeira vítima é ele. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o terceiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui e o segundo aqui]
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Bom dia, este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter acompanhado.
Continue a par dos acontecimentos no Médio Oriente neste novo liveblog.
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Rubio discute Gaza e Irão com diplomatas britânico e francês
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, falou esta segunda-feira com o secretário dos Negócios Estrangeiros britânico, David Lammy, e com o ministro da Europa e dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noël Barrot, escreve o Haaretz.
Na conversa com Lammy, Rubio discutiu a situação humanitária em Gaza e os esforços para alcançar um cessar-fogo, destacando a necessidade de levar os reféns para casa. Já com Barrot, o norte-americano discutiu também a situação, reafirmando o compromisso de garantir que o Irão nunca desenvolverá uma arma nuclear.
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Jornalistas exigem acesso a Gaza para uma cobertura independente
Jornalistas e apoiantes da liberdade de imprensa de todo o mundo, incluindo de Portugal, lançaram uma petição para exigir a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza, defendendo o “direito universal à reportagem independente” em zonas de conflito.
A petição exige a “autorização imediata das autoridades israelitas e do Hamas para permitir a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza para reportar de forma independente”.
Caso as parte beligerantes não acedam ao apelo, estes jornalistas afirmam “o seu apoio aos colegas profissionais dos meios de comunicação social que, por quaisquer meios legítimos, de forma independente, coletiva ou em coordenação com atores humanitários ou da sociedade civil, optem por entrar em Gaza sem o consentimento das partes envolvidas”.
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Sirenes soam em Israel após houthis lançarem rocket
As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmaram, na noite desta segunda-feira, que as sirenes soaram em várias zonas de Israel após um rocket ter sido lançado pelos houthis do Iémen, relata o Haaretz.
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Canadá entrega ajuda humanitária à Faixa de Gaza e acusa Israel de violar o direito internacional
O governo canadiano anunciou, esta segunda-feira, que realizou um lançamento aéreo de 9,8 toneladas de ajuda humanitária sobre Gaza, escreve a agência Reuters.
Ottawa acusou, ainda, Telavive de impor restrições que dificultam o trabalho das agências humanitárias, considerando que essa restrição constitui uma violação do direito internacional.
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Autoridade Palestiniana pede à comunidade internacional para intervir após anúncio de que Israel vai ocupar Faixa de Gaza
Depois do anúncio de que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pretende ocupar toda a Faixa de Gaza (como o Observador deu conta neste mesmo liveblog), a Autoridade Palestiniana apelou à comunidade internacional para intervir “urgentemente”.
Denunciando a atividade militar israelita, a Autoridade Palestiniana pediu para os países que condenam os ataques de Israel intervirem “urgentemente para impedir a implementação [do plano de Netanyahu para Gaza], seja como uma forma de pressão, balões de ensaio para avaliar as reações internacionais ou para avaliar se são realmente sérios”.
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“Estamos à beira da derrota”. Antigos altos funcionários de Israel denunciam “mentira israelita” e pedem cessar-fogo imediato
Um grupo de antigos altos funcionários da segurança israelita divulgaram um vídeo conjunto a exigir o fim imediato da guerra na Faixa de Gaza, alertando que Israel já acumulou mais derrotas do que vitórias e que o conflito se prolonga por motivos políticos e não por decisões estratégicas militares.
O grupo inclui 19 antigos chefes da Mossad, da Agência de Segurança Interna (Shin Bet), das Forças Armadas e do corpo diplomático. Entre eles destacam-se Ehud Barak, Moshe Ya’alon, Dan Halutz, Yoram Cohen e Tamir Pardo.
????Israeli Security Chiefs Through the Decades “End the war and bring the hostages home!” ????????????????
This is an extraordinary call, unlike anything we've seen in Israel. Almost everyone who was once at the wheel of a major security organization:
Nadav Argaman, Shin Bet Director
Tamir… pic.twitter.com/JCCgMD6XHj— UnXeptable (@UnxeptableD) August 3, 2025
No vídeo, uma voz-off introduz os intervenientes sublinhando que “cada um destes homens participou nas reuniões de gabinete, esteve nos círculos mais restritos, nas decisões mais sensíveis e delicadas” e que, em conjunto, acumulam “mais de mil anos de experiência em segurança nacional e diplomacia”. Os ex-responsáveis defendem que a guerra poderia ter terminado há muito tempo e exigem um cessar-fogo permanente, acompanhado de um acordo abrangente para a libertação de todos os 50 reféns ainda na posse do Hamas.
“O nosso dever é levantar-nos e dizer o que temos a dizer”, afirmou Ami Ayalon, antigo diretor da Shin Bet. “Esta guerra começou como uma guerra justa, defensiva. Mas, depois de alcançarmos todos os objetivos militares, deixou de ser justa e está a conduzir Israel à perda da sua segurança e identidade”.
Amos Malka, ex-chefe da inteligência militar, considera que o país “já passou, há mais de um ano, do ponto em que podia ter terminado a guerra com um resultado operacional satisfatório”. Já Nadav Argaman, outro antigo diretor da Shin Bet, acrescenta: “Agora estamos sobretudo a compensar perdas”.
Tamir Pardo, antigo diretor do Mossad, vai mais longe: “Estamos à beira da derrota. O que o mundo vê hoje é criação nossa. Vendemos uma mentira ao público israelita e o mundo já percebeu que não corresponde à realidade”.
O apelo final do grupo é dirigido aos atuais responsáveis de segurança para que “tenham a coragem de se erguer perante o primeiro-ministro e o gabinete e digam claramente o que pensam sobre esta guerra e a sua futilidade”.
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O que se passou até agora
- Fontes do governo israelita revelam que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu tomou a decisão de ocupar a Faixa de Gaza. Este plano é parte de um esforço maior para derrotar o Hamas, libertar os reféns e garantir que Gaza deixe de ser uma ameaça para Israel.
- Sob pressão internacional, o exército israelita anunciou que retomou o envio de ajuda alimentar por via aérea para Gaza, devido ao cerco contínuo que impede a entrada de camiões da ONU e ONG’s. As entregas incluem 120 paletes de alimentos de vários países, numa tentativa de mitigar as acusações internacionais de genocídio e uso da fome como arma de guerra.
- O Presidente dos EUA, Donald Trump, recusou a caracterização como “genocídio” do conflito em Gaza, descrevendo-o como uma guerra em resposta a um ataque do Hamas. No entanto, Trump exigiu que Israel forneça ajuda alimentar aos habitantes de Gaza, afirmando que os EUA já contribuíram significativamente para a compra de alimentos.
- O governo de Israel aprovou um plano para duplicar a população das comunidades no oeste do deserto do Negev, próximas da Faixa de Gaza. Este projeto visa desenvolver infraestruturas locais, incluindo zonas industriais e uma aldeia paralímpica, e faz parte de um esforço para criar uma “zona perimetral” ao redor de Gaza.
[Um jovem polícia é surpreendido ao terceiro dia de trabalho: a embaixada da Turquia está sob ataque terrorista. E a primeira vítima é ele. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. É narrada pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Ouça o terceiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E ouça o primeiro episódio aqui e o segundo aqui]
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Lançadas para Gaza 120 paletes de alimentos de vários países
O Exército israelita afirmou esta segunda-feira que cerca de 120 paletes de alimentos de Israel, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Egito, Alemanha, Bélgica e, pela primeira vez, Canadá, foram lançadas nas últimas horas por via aérea sobre Gaza.
As declarações do Exército israelita surgem no contexto da catástrofe humanitária em curso na Faixa de Gaza, devastada por quase dois anos de ofensiva de Israel e em resposta às acusações da comunidade internacional de genocídio da população palestiniana e de uso da fome como arma de guerra.
“Nas últimas horas, seis países, entre os quais o Canadá, que hoje se juntou às operações de lançamento aéreo pela primeira vez, lançaram do ar 120 volumes de ajuda alimentar para os habitantes da Faixa de Gaza”, refere o comunicado militar.
Israel retomou a 26 de julho o envio de ajuda por via aérea para Gaza, sob a pressão da comunidade internacional, por entre acusações de grandes organizações de que está a “matar à fome” os habitantes daquele território palestiniano, devido às restrições que continua a impor à entrada de camiões da ONU e de organizações não-governamentais (ONG) com ajuda humanitária.
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Ataques israelitas em Gaza fizeram 74 mortos esta segunda-feira
Desde o amanhecer, morreram na Faixa de Gaza 71 palestinianos, vítimas de ataques israelitas, avança a Al Jazeera, que cita o Ministério da Saúde do enclave.
O número de mortos inclui 34 pessoas que procuravam ajuda humanitária.
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Israel "vai ocupar a Faixa de Gaza", dizem fontes do governo de Netanyahu
Fontes do governo de Israel afirmaram, esta segunda-feira, que Netanyahu já decidiu que irá ocupar a Faixa de Gaza, relata o canal israelita N12.
“A decisão foi tomada: Israel vai ocupar a Faixa de Gaza”, disseram as fontes, sublinhando que “o Hamas não libertará mais reféns sem uma rendição total e nós não nos renderemos. Se não agirmos agora, os reféns morrerão de fome e Gaza permanecerá sob o controlo do Hamas”.
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Israel aprova plano para duplicar população junto de Gaza
O Governo israelita aprovou hoje um plano para o desenvolvimento das comunidades no oeste do deserto do Negev que, segundo o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, visa duplicar a população das localidades junto da Faixa de Gaza.
“Vamos abrir e acolher Ofakim, Netivot, Meerhavim, Eshkol, Sahar Negev e Sdot Negev. Pretendemos desenvolver zonas industriais, promover centros de inovação e investigação e também estabelecer a primeira aldeia paralímpica deste tipo em Israel para atletas com deficiência”, declarou o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, durante a reunião do executivo que aprovou a medida, de acordo com um comunicado do seu gabinete.
Smotrich afirmou, por sua vez, que o projeto tem “o potencial de duplicar a população nestas zonas do país” e permitir a criação daquilo a que chama a “zona perimetral” da Faixa de Gaza.
O que se entende por “zona perimetral” é toda a área que rodeia a Faixa de Gaza até cerca de sete quilómetros da linha divisória entre Israel e o enclave palestiniano, que inclui numerosos kibutz (comunidades agrárias) e a cidade de Sderot, com cerca de 30 mil habitantes.
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Cidades e estados dos EUA que boicotem empresas israelitas não vão receber fundos federais para desastres naturais
As cidades e os estados que boicotem empresas israelitas não vão receber fundos federais do governo norte-americano para desastres naturais, noticiou a Reuters, depois de analisar os requisitos para a obtenção de fundos federais do Departamento de Segurança Nacional, que supervisiona a Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla inglesa)
Segundo as regras definidas para 2025 e publicadas em abril, um dos requisitos para aceder a fundos do governo dos EUA é que não se corte as “relações comerciais” ou se limite “de outra forma as relações comerciais especificamente com empresas israelitas ou com empresas que fazem negócios em ou com Israel ou autorizadas, licenciadas ou organizadas ao abrigo das leis de Israel para fazer negócios”.
Segundo a Reuters, que consultou 11 notificações de garantia de subsídios, este requisito aplica-se a “pelo menos 1,6 mil milhões de euros” nos quais os estados e as cidades “dependem para cobrir equipamentos de busca e salvamento, salários de gestores de emergências e sistemas de energia de reserva, entre outras despesas”.
Um porta-voz para o Departamento federal consultado pela agência indicou que irão aplicar “todas as leis e políticas anti-discriminação, incluindo as relacionadas ao movimento BDS, que se baseia expressamente no antissemitismo”.
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Procuradora-geral de Israel foi demitida pelo Governo
A procuradora-geral de Israel, Gali Baharav-Miara, foi demitida pelo Governo israelita esta segunda-feira, informou o Haaretz.
A moção foi votada na reunião do executivo esta segunda-feira e marca mais um passo na luta entre o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o ramo judicial israelita, depois do caso do Qatargate.
Esta decisão do governo tem agora de ser aprovada pelo Supremo Tribunal israelita, que o Haaretz diz ser provável que rejeite.
Numa carta enviada ao Governo à decisão, Baharav-Miara chamou “profundamente preocupante”.
“Especialmente porque demitir o procurador-geral e nomear um substituto poderia influenciar o julgamento criminal do primeiro-ministro e as investigações em andamento envolvendo outros ministros e associados”, sublinhou, referindo-se ao processo aberto.
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Ataques pessoais, ameaças de 3ª Guerra Mundial, retórica inflamada. Como Medvedev passou de "reformista" a provocador-mor da Rússia?
O ex-presidente russo era visto, durante o seu mandato, como um líder reformista. Mas desde há 3 anos que tem adotado uma retórica infamada contra o Ocidente. Trump não ignorou a última ameaça.
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Reino Unido diz que Hamas não pode ter "direito de veto" sobre reconhecimento britânico da Palestina
O Reino Unido disse que o Hamas não podia ter nenhum “direito de veto” no reconhecimento do Estado da Palestina, admitindo dar esse passo mesmo sem a libertação dos reféns israelitas pelo movimento.
“Fomos muito claros ao afirmar que o Hamas não pode ter qualquer papel nos futuros governos de Gaza”, garantiu ainda o porta-voz, citado pelo The Guardian, apelando ao desarmamento.
“Fomos igualmente claros ao afirmar que o Hamas não representa o povo palestiniano e que é direito inalienável do povo palestiniano ser reconhecido de acordo com as linhas e os passos que estabelecemos anteriormente”, acrescentou.
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Putin e Netanyahu falaram ao telefone
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, falaram ao telefone esta segunda-feira, informou o Kremlin em comunicado.
Até agora, não há pormenores sobre os assuntos abordados na conversa entre os líderes.
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"Derrotar o inimigo", "libertar os reféns" e acabar com "ameaça" em Gaza: os três objetivos de Netanyahu para Gaza
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, definiu numa reunião do governo, citada pelo Haaretz, os três principais objetivos para as Forças de Defesa de Israel (IDF) para a guerra na Faixa de Gaza.
“Derrotar o inimigo, libertar os reféns e garantir que Gaza não represente mais uma ameaça para Israel”, disse Netanyahu, que pretende convocar o gabinete de segurança para transmitir estes objetivos aos militares.
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Netanyahu vai reunir o gabinete de segurança para discutir o conflito em Gaza
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que vai reunir o gabinete de segurança ainda esta semana para discutir como é que as Forças Armadas de Israel devem proceder no enclave.
Segundo a Aljazeera, Netanyahu disse que o conflito vai continuar até que todos os objetivos do governo israelita tenham sido cumpridos. “Temos de continuar juntos e lutar juntos para alcançar todos os nossos objetivos de guerra: a derrota do inimigo, a libertação dos nossos reféns e a garantia de que Gaza não voltará a ser uma ameaça para Israel”, declarou o primeiro-ministro.
Apesar destas declarações, a Aljazeera diz também que têm surgido avisos, inclusive de ex-políticos israelitas, de que os objetivos colocados pelo governo de Israel são “irrealistas”.