Histórico de atualizações
  • Bom dia, continuámos a seguir a guerra na Ucrânia neste outro artigo em direto.

    Rússia ataca infraestruturas de energia em Kiev, Zaporíjia e Dnipro: uma criança de sete anos morreu e 20 pessoas ficaram feridas

    Obrigada por nos acompanhar, até já!

  • O que se passou até agora

    • Donald Trump, durante uma conferência de imprensa com o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb, sugeriu a possibilidade de expulsar a Espanha da NATO, acusando o país de não cumprir o requisito de 5% de gastos com a Defesa. Este posicionamento sublinha a determinação da administração Trump em defender os membros que cumprem os requisitos da aliança militar.
    • O Presidente dos EUA afirmou acreditar que será possível alcançar um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia, declarando que o conflito terminará com a intervenção dos Estados Unidos. Numa conferência de imprensa, Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, mencionou que se Trump conseguir obter um cessar-fogo, a Ucrânia nomeá-lo-á para o prémio Nobel da Paz.
    • O Parlamento Europeu aprovou uma resolução que exige uma resposta unida contra a “guerra híbrida” e as violações do espaço aéreo pela Rússia. A resolução inclui a possibilidade de abater ameaças aéreas, enfatizando a necessidade de ações coordenadas e proporcionadas contra qualquer tentativa de violação da soberania dos Estados-Membros da União Europeia.
    • Putin assumiu a responsabilidade pelo trágico incidente em dezembro do ano passado, quando o voo 8243 da Azerbaijani Airlines foi derrubado por detritos da explosão de dois mísseis da defesa aérea russa, resultando na morte de 38 pessoas. O Presidente russo admitiu a falha técnica no sistema russo e prometeu apoio total à investigação, além de possíveis indemnizações às famílias das vítimas.

    [Há um novo candidato a Belém. Soares fica em choque com o anúncio do amigo que considera irmão. Freitas elege Zenha como principal adversário. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador sobre as Presidenciais de 1986. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir o primeiro episódio aqui.]

  • "Talvez devêssemos expulsá-los da NATO". Trump critica Espanha por não cumprir 5% de gastos com Defesa

    Donald Trump sugeriu esta quinta-feira que Espanha seja expulsa da aliança militar da NATO por não ter cumprido o requisito de 5% de gastos com a Defesa exigido pelo Presidente dos EUA.

    Num encontro na Casa Branca com o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb, o Presidente dos EUA disse, citado pela New York Times, que a sua administração defenderia a Finlândia se a nação europeia fosse atacada pela Rússia, notando que o país é membro da aliança da NATO.

    Foi nessa linha que depois criticou Espanha. “Tivemos um retardatário, que foi a Espanha”, disse Trump aos jornalistas na Sala Oval. “Eles não têm desculpa para não o fazer, mas não faz mal. Talvez devêssemos expulsá-los da NATO, francamente”.

  • Putin admite que dois mísseis russos derrubaram voo da Azerbaijani Airlines em dezembro do ano passado

    O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que a queda do voo 8243 da Azerbaijani Airlines no Cazaquistão em dezembro do ano passado que matou 38 pessoas foi provocada pelos detritos da explosão de dois mísseis da defesa aérea russa, que rebentaram junto à aeronave.

    Num encontro com o Presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, Putin disse que a explosão ocorreu após “uma falha técnica” no sistema russo após um “drone ucraniano” ter sido supostamente avistado, noticiou a RIA Novosti.

    Porém, explicou, “os dois projéteis lançados não atingiram diretamente a aeronave”, mas explodiram a “cerca de dez metros” deles. Assim, explicou, não foi propriamente a explosão a causar a queda mas sim, os “detritos” dos mísseis.

    “É precisamente por isso que o piloto acreditou que eles tinham atingido um bando de pássaros”, referiu ainda o líder.

    Segundo Putin, o piloto do Embraer da companhia aérea recebeu uma proposta para aterrar na cidade russa de Makhachkala, perto do destino final: a cidade chechena de Grozny. Porém, sublinhou, o piloto “decidiu regressar ao seu aeroporto de base”.

    O Presidente russo aproveitou o encontro presencial com o líder azeri para pedir, novamente, desculpas pelo incidente, algo que já tinha feito no ano passado. Putin prometeu ainda que iria dar todo o apoio à investigação sobre a queda, admitindo até indemnizar as famílias das vítimas.

    “Tudo o que for necessário em casos tão trágicos será feito pelo lado russo em termos de compensação”, sublinhou.

  • Marcelo destaca discussão na Estónia sobre “recentes atuações” da Rússia no Leste da Europa

    O Presidente da República, que chegou hoje a Tallin para participar numa reunião do Grupo de Arraiolos, destacou entre os pontos em agenda a discussão sobre as “recentes atuações” da Rússia, “uma preocupação constante” na Europa de Leste e báltica.

    “O núcleo duro da discussão é, obviamente, a Europa de Leste, a Europa báltica, é o equilíbrio na Europa, e a preocupação com recentes atuações da Federação Russa que parecem ser uma espécie de medição de pulso à Europa, uma medição de pulso aos países da União Europeia (UE) e aos países da NATO”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações aos jornalistas pouco após aterrar na capital da Estónia.

    Marcelo Rebelo de Sousa destacou que, neste país báltico, que acolhe a XX reunião do Grupo de Arraiolos — fórum informal de chefes de Estado da UE sem poderes executivos -, “sente-se a medição do pulso, porque os drones, seja intencional, não seja intencional, aconteça de uma certa forma ou de outra, onde eles têm aparecido é na Europa de Leste e na Europa báltica”.

    “Isso aqui é uma preocupação constante e, por isso, nós dizemos aqui o que dissemos na Ucrânia: uma vez que também houve drones aqui na Estónia, as fronteiras da Estónia são fronteiras de Portugal”, declarou.

  • Parlamento Europeu aprova resolução apelando ao endurecimento da resposta a "violações do espaço aéreo", incluindo abater "ameaças"

    O Parlamento Europeu aprovou, esta quinta-feira, uma resolução a exigir uma resposta unida contra a “guerra híbrida” e as violações do espaço aéreo pela Rússia.

    Os eurodeputados condenaram as “ações imprudentes e provocatórias” da Rússia e encorajaram os estados membros a que tomem “ações coordenadas, unidas e proporcionadas contra todas as violações do seu espaço aéreo”. Entre as medidas, o parlamento explicita diretamente que se inclui “o abate de ameaças aéreas”.

    Na resolução, o Parlamento salientou ainda “que a UE deve mostrar determinação e sinalizar que qualquer tentativa por parte de um país terceiro de violar a soberania dos Estados-Membros será imediatamente alvo de retaliação”.

  • Kremlin diz que "diálogo" entre Rússia e EUA está "num impasse"

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que as conversações entre a Rússia e a EUA sofreram “um impasse” desde a última reunião sobre a Ucrânia, sediada em Istambul, noticiou a TASS.

    “De facto, o diálogo como continuação das conversações de Istambul está consideravelmente paralisado”, afirmou Peskov, que tinha dito também que Kiev não tinha dado qualquer feedback sobre os documentos partilhados na reunião.

  • Carro de funcionários municipais atingido por drone russo na região de Kherson. Condutor morreu e três ficaram feridos

    Um carro de funcionários municipais foi atacado por um drone no distrito de Korabelny, na região ucraniana de Kherson, informou o governador Alexander Prokudin no Telegram.

    Segundo o responsável, o caso deu-se “por volta das 14h30” na hora local, 12h30 em Lisboa. Segundo o governador, a vítima mortal era o condutor do carro, que acabou por morrer no local.

    “Outros três colegas seus, com idades entre 44, 49 e 48 anos, sofreram contusões, ferimentos por estilhaços e traumatismos cranianos”, disse.

    “Todos os feridos foram levados para o hospital em estado grave. Neste momento, os médicos continuam a lutar pelas suas vidas”, escreveu ainda o governador.

  • Medvedev agradece à Coreia do Norte pelo "apoio inabalável" na guerra da Ucrânia

    O ex-Presidente e atual líder do partido do governo Rússia Unida, Dmitry Medvedev, agradeceu à Coreia do Norte pelo apoio que têm demonstrado à Rússia na guerra da Ucrânia, noticiou a RIA Novosti.

    “A verdadeira natureza das relações entre pessoas e entre países é revelada em tempos de provação. Isso se aplica plenamente à aliança entre nossos países. Somos gratos à República Popular Democrática da Coreia por seu apoio inabalável à operação militar especial”, disse Medvedev, de visita ao país pelo 80.º aniversário do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte.

  • Se Trump conseguir um cessar-fogo no país, a Ucrânia nomeá-lo-á para o Nobel da Paz, disse Zelensky

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que, se Donald Trump conseguir obter um cessar-fogo entre Kiev e Moscovo, a Ucrânia iria nomeá-lo para o prémio Nobel da Paz.

    “Se Trump der ao mundo e, acima de tudo, ao povo ucraniano a oportunidade de um cessar-fogo, então sim, ele deve ser nomeado para o prémio Nobel da Paz”, disse Zelensky numa conferência de imprensa citada pela Reuters.

  • Zelensky saúda acordo sobre Gaza e espera o mesmo para a Ucrânia

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, saudou hoje o acordo para pôr fim à guerra em Gaza e manifestou esperança de que um compromisso semelhante possa ser alcançado para a Ucrânia.

    “É importante que a perspetiva de estabelecer uma paz duradoura no Médio Oriente esteja mais próxima de se concretizar”, escreveu Zelensky nas redes sociais, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

    Para o líder ucraniano, cujo país enfrenta uma guerra iniciada há quase três anos pela Rússia, a perspetiva de paz no Médio Oriente “é importante não apenas para a região, mas para todo o mundo”.

    “Está a avançar-se num acordo que pode beneficiar todos. Se a violência e a guerra cessarem numa parte do mundo, a segurança global aumenta para todos”, afirmou.

  • NATO pondera resposta armada contra "guerra híbrida" da Rússia, avança o Financial Times

    A NATO está a ponderar aumentar de tom na sua resposta às provocações da Rússia, avançou o jornal britânico Financial Times, citando quatro fontes próximas dentro da aliança atlântica.

    Segundo as fontes, um grupo de vários países aliados está a discutir “armar drones de vigilância” que patrulham a fronteira com a Rússia, assim como permitir que as forças da NATO abatam aeronaves russas.

    Se estas propostas não obtiverem apoio, lê-se, os países equacionam realizar exercícios militares junto à fronteira, especialmente em zonas mais remotas.

    “Há discussões ativas sobre essas questões, sobre como responder melhor e de forma mais eficiente à Rússia”, indicou um diplomata que falou ao jornal, ressalvando porém que estas conversações estão numa “fase inicial”.

  • Procuradoria-Geral da Finlândia recorre de decisão judicial que descarta acusações de corte de cabos no Báltico

    A procuradoria-geral da Finlândia recorreu da decisão judicial que deixava cair o processo contra três membros do navio Eagle S, alegadamente parte da “frota fantasma” russa, por suspeitas de corte de cabos no Mar Báltico.

    A decisão foi proferida pelo tribunal distrital de Helsínquia na semana passada, alegando que a justiça finlandesa não tinha jurisdição sobre o caso, que se passou em águas internacionais no dia 25 de dezembro do ano passado.

    De acordo com a televisão pública Yle, o caso será agora analisado pelo Tribunal de Recurso da capital finlandesa.

  • Enviado da UE disse que a aplicação de novas sanções dos EUA à Rússia ainda é "grande incógnita"

    O enviado da UE para a negociação de sanções, David O’Sullivan, disse à Reuters que a aplicação de novas sanções pelos Estados Unidos à Rússia era uma “grande incógnita”, já que ainda não é claro se Washington apoiará novas penalizações a empresas ligadas.

    Segundo o enviado, “há sinais” de que Trump “está a perder a paciência com o presidente Putin”. “Mas se isso o levará a concluir que os Estados Unidos devem impor sanções adicionais à Rússia é uma questão em aberto”, acrescentou.

  • Ucrânia ataca infraestrutura energética da Rússia

    A notícia merece muito destaque nos jornais ucranianos esta quinta-feira. E na próxima semana a primeira-ministra da Ucrânia vai aos Estados Unidos discutir mais sanções contra a Rússia.

    Ouça aqui a Guerra Traduzida

    Ucrânia ataca infraestrutura energética da Rússia

  • Quantos soldados russos já desertaram do exército?

    Neste episódio, destaque para uma reportagem do jornal independente Meduza sobre deserções no Exército da Rússia. E estará para breve uma nova reunião entre Putin e Trum? O Kremlin diz que não.

    Ouça aqui a Guerra Traduzida

    Quantos soldados russos já desertaram do exército?

  • Em encontro com Starmer, Modi diz que Índia apoia "todos os esforços para a paz através do diálogo", incluindo na Ucrânia

    O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, num encontro com o homólogo britânico, Keir Starmer, na cidade indiana de Mumbai, afirmou que o seu país “apoia todos os esforços para a paz através do diálogo e da diplomacia”, incluindo na obtenção de um acordo para o fim da guerra na Ucrânia.

    O assunto da guerra na Ucrânia foi um dos pontos discutidos entre ambos na reunião, garantiu ainda Modi numa conferência de imprensa.

  • Rússia ataca região de Odessa e atinge porto e infraestruturas energéticas. Há cinco feridos

    As forças russas atacaram a região costeira de Odessa, no sudoeste da Ucrânia, tendo atingido “instalações portuárias, infraestrutura de energia e instalações de armazenamento de combustível que dão suporte às Forças Armadas Ucranianas”, segundo um comunicado das tropas de Moscovo citado pela agência russa Interfax.

    Segundo o governador da região, Oleh Kiper, cinco pessoas ficaram feridas como resultado do ataque e mais de 30 mil utilizadores ficaram sem eletricidade. Vários edifícios incendiaram-se, afirmou ainda no Telegram, incluindo armazenamentos de óleo vegetal e pellets para lareiras no porto da cidade.

  • Sanções contra maior energética da Sérvia entraram em vigor esta quinta-feira. Capital da empresa é maioritariamente russo

    A Indústria Petrolífera da Sérvia, considerada a maior empresa energética do país, foi alvo de sanções em janeiro pelos EUA pelo facto da maioria do seu capital ser de propriedade russa. Depois de vários meses de adiamentos, essas penalizações entraram em vigor esta quinta-feira, noticiou a AFP.

    Apesar da implementação, a NIS, num comunicado citado pela agência, disse que “ainda não tinha obtido uma prorrogação da licença especial do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos” e garantiu estar “a trabalhar para superar esta situação”.

    Com estas sanções, sublinhou a empresa, os pagamentos de cartões estrangeiros vão “parar de funcionar” nas estações de serviço, que diz estarem “estão totalmente abastecidas com todos os tipos de produtos petrolíferos”. Sobre as suas reservas de petróleo, a NIS disse serem “suficientes” para serem processadas “neste momento”.

  • Coreia do Norte demonstra apoio total à Rússia na guerra na Ucrânia. Moscovo diz que "nunca esquecerão" ajuda norte-coreana em Kursk

    A Coreia do Norte alinhou as suas posições sobre a guerra na Ucrânia com Moscovo, numa declaração conjunta assinada pelos partidos no poder em ambos os países.

    Na declaração, a Coreia do Norte demonstrou apoio total ao exército russo, segundo a Reuters. Já Moscovo afirmou que “os russos nunca esquecerão os feitos dos soldados e oficiais do Exército Popular Coreano, que demonstraram coragem e heroísmo excepcionais durante as batalhas contra os invasores”, informou a RIA Novosti.

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