Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Seguimos na Guerra Traduzida com os destaques da imprensa russa e com a jornalista Diana Rosa. Voltamos às eleições da Geórgia. O Kremlin diz que não tem intenção de interferir nos assuntos do país.
Garantia deixada por Dmitry Peskov, citado pela agência TASS. O porta-voz do Kremlin assegura que a Rússia não interfere nos assuntos internos da Geórgia, nega quaisquer acusações de compra de votos ou outro tipo de ações similares. Lança várias críticas ao Ocidente. Diz que foram as forças europeias que tentaram influenciar o resultado da votação. Peskov afirma que essa operação foi levada a cabo às claras, com direito a declarações públicas, embora não diga de quem. No entanto, frisa que a Rússia não quer saber dos resultados dos atos eleitorais estrangeiros.
A Rússia continua a fazer avanços no terreno. Hoje reivindicou a ocupação de Tsukurino, no Donetsk.
Só faltam 12 km para Pokrovsk, um dos grandes objetivos russos. Em apenas uma semana, Moscovo afirmou ter conquistado seis localidades no leste da Ucrânia, pelo que o Ministério Russo da Defesa saúda os soldados por continuarem a "exterminar o que resta de militares ucranianos na região de Kursk". Nas últimas 24 horas, os militares russos do norte da Ucrânia dizem ainda que destruíram 350 combatentes das Forças Armadas Ucranianas, sete veículos blindados, sete peças de artilharia na área fronteiriça de Kursk, enquanto três militares das Forças Armadas, diz a Rússia, tiveram a sorte de se render. No entanto, há ainda pontos do terreno que são difíceis, diz a Rússia, que acusa as tropas ucranianas de se esconderem atrás de civis e colocarem postos de tiro entre edifícios residenciais. Uma notícia do Komsomolskaya Pravda.
Na imprensa independente, aparece uma notícia a dar conta de que um grupo de ex-soldados norte-coreanos procura desincentivar os militares que vão reforçar as forças russas na Ucrânia.
É um grupo de quase 200 ex-soldados norte-coreanos, vivem actualmente na Coreia do Sul, querem apelar aos antigos colegas do regime de Pyongyang para que não avancem com esta missão. Este grupo de antigos soldados é formado por desertores, cumpre pelo menos sete anos de experiência militar e pretende aproveitar o conhecimento interno que tem acerca precisamente das forças da Coreia do Norte para demover os soldados norte-coreanos. Um dos membros do grupo sublinha que todos são veteranos militares que compreendem a cultura e o estado psicológico de quem luta pela Coreia do Norte melhor do que ninguém. Resta saber o que fará o regime de Pyongyang e até a própria Rússia com eventuais desertores.
Seguimos com a notícia do Izvestia. Os Estados Unidos da América reconheceram a inevitabilidade de a Ucrânia ter de ceder território na sequência do conflito com a Rússia.
É o título precisamente deste artigo. No texto pode ler-se que numa solução diplomática para a guerra, Kiev terá de ceder a Moscovo os territórios ocupados pela Rússia. Foi a afirmação de um antigo membro do Ministério Norte-Americano dos Negócios Estrangeiros, o que na verdade não representa propriamente a administração Biden, como o título do artigo quer dar a entender. Numa entrevista à revista The American Conservative, Peter Van Buren diz que a Rússia não tem motivos para deixar o campo de batalha de mãos vazias e a Ucrânia terá, sem dúvida, de ceder terras. O ex-diplomata acredita que a liderança ucraniana provavelmente vai apresentar uma justificação inteligente para apresentar esta concessão à população. Van Buren diz ainda que esta é uma realidade cada vez mais próxima, caso Donald Trump vença as presidenciais norte-americanas marcadas para o próximo domingo.
Guerra Traduzida está de regresso amanhã.