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Este é o som da Comissão de Inquérito das manhãs 360. Hoje, é nosso convidado António Bagão Félix. Bom dia, bem-vindo.
Bom dia.
Tive que escrever aqui o E no fim de Félix, senão dizia Félix. Já sei que não gosta. Félix.
Nem imagina a quantidade de discussões que há com várias pessoas.
Nas redações.
Félix? Não, eu disse: "António Bagão Félix diz que o nome dele é Félix." É o meu argumento à autoridade.
E o meu também, porque eu também lhe perguntei uma vez. Como é que te diz?
E já agora, no meu caso, uso Capião.
Pois. Bem-vindo. Obrigada por ter aceitado o nosso convite. São cinco perguntas, cada resposta certa vale cinco pontos. Se pedir a nossa ajuda e acertar, recebe dois pontos.
Desculpe, se pedir...?
A nossa ajuda, damos-lhe três hipóteses e se acertar recebe dois.
Porque aí já tem uma ajudinha.
Aí já tem uma ajuda.
Já tem rodinhas de bicicleta.
Vamos lá. Sabemos que é um apaixonado por botânica, por isso esta é só pra aquecer. Vai ser fácil. Qual foi a vencedora do concurso Árvore do Ano 2025 em Portugal?
2025?
Sim. Portanto, a atual detentora do título. Diz?
Sobreiro, não é?
Não. Quer uma ajuda?
Espera, eu faço parte do júri.
Fez parte do júri. Mas são tantas, não é?
25, 24, 23.
Foi a última.
Diga?
A última.
Se pedir uma ajuda, se calhar, chega lá.
Uma oliveira? Não. Não sei.
Vamos à ajuda?
Sim.
A Figueira dos Amores.
Sim, na Quinta das Lágrimas. Mas olha, eu posso já agora replicar e fazer-lhes uma pergunta.
Ai, ai.
Oi.
Quando entram aqui no observador, há duas plantas.
Pronto, já nos vem perguntas.
Pela qual passam todos os dias.
Não faço a mínima ideia.
Pois, exatamente, mas passam lá todos os dias.
É verdade. Reparo agora que estás lá.
Reparei, claro, eu reparo sempre. É Psidapsus, quando se está a subir, e depois junto à recepção é a Zamia.
Eu sabia.
Os dois não sabiam.
Olha, pra nós.
Pronto.
Fez parte do júri, concordou com a escolha da Figueira dos Amores?
Concordei. Bem, atenção, o júri seleciona apenas as 10 que depois são submetidas à votação popular.
Sim.
Este ano já fizemos, fizemos na semana passada, curiosamente, eram cerca de 45 árvores e já escolhemos as 10 que vão ser sujeitas a escrutínio popular.
Falamos em escolhas, concordou também com a opção do seu partido de apoiar Marques Mendes na corrida à Belém?
Primeiro, eu não tenho partido.
Sim, sabemos da sua ligação.
Nunca tive militância partidária, não sou mesmo.
Sim, mas o coração não pende mais pro CDS? O seu coração não pende mais para o CDS?
Não, eu voto no CDS.
Pronto, é isso.
Que é diferente de ser membro.
E agora vai respeitar a indicação de voto dos militantes do CDS?
O voto é secreto. Eu acho que o CDS tinha poucas alternativas. Não tendo a hipótese Paulo Portas, dificilmente, e estando numa coligação integrada com o PSD, que apoia Marques Mendes, acho que era muito difícil ter uma alternativa. E portanto, digamos, é um resultado natural do contexto em que atualmente vive o CDS.
Acha que estamos bem servidos de candidatos ou até temos candidatos a mais?
Temos candidatos a mais e acho que não estamos bem servidos de candidatos.
Epa! Essa que é a pior, a última.
Pois. É uma opinião.
Claro, a sua.
Vale o que não é nada.
Está pouco motivado para estas eleições.
Sim. Acho que é uma questão que não se coloca apenas em relação aos candidatos a presidente da República, coloca-se em relação aos políticos que estão na gestão da coisa pública. E também não se coloca só em Portugal, coloca-se, infelizmente, na maior parte do mundo. Há, de facto, uma depreciação, diria quase, infelizmente natural, da qualidade daqueles que de algum modo são depois sufragados e responsabilizados pelas eleições populares. Nesse sentido, estas eleições presidenciais, do meu entender, eu gostaria que houvesse um candidato mais impressivo, que soubesse exercer bem as funções de Presidente da República, mas que nem fosse um agitador, nem fosse um excelente gestor do status quo.
E a escolha que os eleitores vão fazer vai ser um pouco entre um perfil e o outro, desses que está aí a descrever.
Sim. Mas repare bem, eu não tenho visto muitos debates. Aliás, estive fora, no estrangeiro e, portanto, até por essa razão não vi. Mas o pouco que vi, nós vamos eleger um presidente da República, não vamos eleger um chefe do governo. E parece que estamos a eleger o chefe do governo. Eu quero lá saber o que o presidente da República pensa sobre determinados assuntos. Eu quero ver é como ele se posiciona perante situações que, em abstrato, ou mesmo depois, mais tarde, podem concretizar, de exercício das funções presidenciais, que são relativamente escassas, mas que, sendo escassas, são essas que têm que ser escrutinadas e discutidas. Se o candidato A acha que o SNS deve ter mais relação com o sistema social e privado, ou menos. Quantas vezes eu acho que o presidente da República, em tese, deve promulgar muitas leis com as quais não está de acordo, mas está no exercício da sua função presidencial. Não tem que concordar com as políticas dos outros órgãos de soberania.
Se não era chefe de governo.
Como?
Se não era chefe de governo.
Se não era chefe de governo. E é isso. Acho que é um pouco cansativo. Aliás, até se poderia colocar a questão, que não coloco, mas pessoas de grande relevo têm colocado, se para as funções constitucionais do Presidente da República valerá a pena o esforço de uma eleição geral, universal.
Essa questão começa a ser colocada.
Eu não tenho opinião, até porque não sou especializado nisso, não tenho opinião absolutamente segura, mas tenho a opinião de que tenho a dúvida. O que já não é mau.
É ótimo. António Bagão Félix, vamos à segunda pergunta. Aliás, porque estava aqui a falar em cansaço. É uma citação, vamos pedir quem é o autor desta frase recente: "Já estamos todos um bocadinho cansados de greves por razões políticas."
Sim.
Quem terá dito isto?
Quem é que agora disse isso?
Sim.
Há pouco tempo.
Foi o primeiro-ministro Luís Montenegro. Disse uma coisa parecida, pelo menos.
Deve ter dito, sim. Peço ajuda. Vamos colocar outras hipóteses. Terá sido Luís Montenegro ou Nuno Melo ou Maria do Rosário Palma Ramalho?
Nuno Melo.
Foi a ministra.
Foi a ministra. É que sabe o que é.
Como dizia há pouco, esteve fora também.
Estive fora 15 dias.
Isto é muito recente.
O que aliás até foi saudável, em alguns aspectos. Mas faço aqui uma confissão. A pessoa envelhece e a certa altura começa a selecionar. Eu seleciono muito o que leio. Para que eu estou a ler uma coisa que no dia seguinte está completamente descartável? Isto é, eu não alimento a cultura do descarte na leitura e na audição da vida social, política, económica, etc.
Está mais seletivo.
Estou mais seletivo.
Olhe, nós estamos a assistir-
Como dizia o Miguel Torga: "Ficamos velhos e na boca o gosto de ser mudos." Por acaso aqui estou a falar.
Mas estamos a assistir a um momento que até conhece bem nas funções políticas que exerceu, que é enfrentar uma greve geral.
Sim, eu tive uma.
Que há de acontecer. Teve uma.
Só a da CGTP.
Pois. Esta é uma questão.
Aliás, não deixa de ser curioso. A CGTP tem uma característica que eu acho interessantíssima e que na altura, em 12 de dezembro de 2002, quando foi a greve geral, eu era então ministro do Trabalho, eu disse premonitoriamente que ainda ia ver a CGTP, e o Partido Comunista também, na trincheira na defesa deste Código do Trabalho. E é o que tem vindo a suceder. Ou seja, a CGTP faz greve geral para defender uma lei para a qual também fez greve geral. E assim sucessivamente para trás. Aí eu concordo com a afirmação da ministra. E é pena, porque este projeto de alteração de alguns artigos do Código do Trabalho suscita discussão, de facto. Deve ser uma discussão que não tenha aprioristicamente nada já definido. A CGTP, do meu ponto de vista, ganharia também com isso e ganharíamos todos.
Mas o processo negocial tem corrido como devia? E pergunto não só da parte das centrais sindicais, mas também por parte do governo. Sobre essas matérias, há de facto muitos pontos.
Está se a referir à forma como está a decorrer a negociação ou a discussão, ou ao conteúdo das normas mesmo?
Já aqui disse que há normas que mereciam outro tipo de discussão.
Eu acho que tem havido algumas falhas severas até no modo como o governo apresentou estas alterações. Desde logo, deixando enquistar a discussão das alterações à lei. Por exemplo, o subsídio de amamentação.
A licença de amamentação.
Exatamente, a licença, peça desculpa. E correspondente subsidiação, de algum modo. Eu até dizia à minha mulher em casa, na altura em que isso aconteceu, eu disse: "Mas será que só há este ponto que se vai alterar da legislação laboral?" Ou seja, a ministra deixou-se enredar por uma questão, que é uma questão menor no conjunto-
Global daquilo que está em causa, claro.
Exatamente. É uma questão menor e é uma questão que até, justa ou injustamente, isso não importa aqui, mas pode ser interpretada por alguns como uma certa tentativa de alguma despersonalização ou desumanização da legislação laboral. É uma espécie de apresentação do pacote guiada por essa norma, que é uma norma, aliás, desnecessária. O Estado, se alguém não cumpre a lei que está prevista, deve fiscalizar, deve prevenir o seu abuso, e deve fiscalizá-la e não deve modificar uma coisa que, aliás, depois a senhora ministra creio que chegou a dizer que praticamente os dados reais de aplicação a partir dos dois anos nessa licença de amamentação eram praticamente nulos. Portanto, era uma norma que eu chamo de conjunto vazio.
Muito bem, vamos à terceira pergunta. Bagão Félix, vamos falar de um tema que também já fez parte do seu extenso currículo. E a pergunta é: quem foi o governador do Banco de Portugal que levou o país até ao euro? À moeda única, não é o Euro de futebol.
Então lá tem que ser.
Ao euro.
Que fez aquela segunda metade da década de 90, no fundo.
Exatamente.
Agora está na ponta da língua.
Eu sei quem foi. Aliás, fomos colegas no governo, ele era secretário de Estado da Indústria.
Exatamente. E do Comércio Externo, se não me engano.
E Comércio Externo, exatamente. Agora, é o problema de ser velho.
Partilham o mesmo nome próprio.
Eu sei. António Sousa.
É António de Sousa.
Já te basta uma pequena.
É o Banco de Portugal.
Vi que estava aí.
A memória das pessoas mais velhas, na minha opinião, não diminui. O que tem é uma velocidade de processamento mais baixa.
Apura-se.
Enquanto a Carla lembrou-se disso no segundo seguinte, a minha neta mais nova de 9 anos lembrar-se-ia num nanosegundo.
Senhor.
E eu preciso de cinco segundos, ou 10 ou 15.
Claro.
Porque o sistema também já tem muita informação lá dentro.
Já tem muita informação.
Acontece o mesmo com os computadores.
E aliás, uma pessoa mais velha utiliza o sistema em gestão de estoques, o FIFO.
O LIFO.
First in, first out.
O FIFO, exatamente.
Não o LIFO, last in, first out.
Acorda-se mais aquilo que aconteceu nas últimas horas do que o que aconteceu nos últimos anos.
Não, ao contrário. Last in, as últimas coisas a entrar são as primeiras a sair. Eu vejo isso no estudo da botânica. Como sabe, eu estudo botânica há mais de 50 anos e, por exemplo, a questão dos nomes científicos das plantas, como esta cidámus. Cidámus eu sei porque eu fixei há 50 anos. Mas se hoje estudo uma planta, e é verdade, estudo hoje uma planta ou uma árvore dedicadamente, vejo muita bibliografia e estudo com muito gosto, e no dia seguinte tenho dificuldades em me lembrar do nome científico da espécie.
Claro. Mas vamos aqui ao Banco de Portugal. Conhece bem, claro, foi vice-governador há muitos anos.
30 anos.
Acha que o Banco de Portugal está bem entregue agora a Álvaro Santos Pereira?
Eu não conheço muito bem Álvaro Santos Pereira, é um reputado economista. Vamos lá ver. O Banco de Portugal de agora não é o Banco de Portugal de há 30 anos.
Claro, perdeu funções.
É um banco total muito esvaziado de funções. Grande parte da supervisão prudencial, sobretudo nas grandes instituições, está sediada no Banco Central Europeu. Política monetária também. O Banco de Portugal, e aqueles que nos estão a escutar não levem a mal que eu diga isto, transformou-se num excelente gabinete de estudos, para fazer previsões, para fazer análises, estudos, etc.
Também é importante.
Que é importantíssimo. E nesse sentido, o atual governador creio que é uma pessoa apetrechada para poder dinamizar esse produto que o Banco de Portugal pode dar aos agentes económicos.
Acompanhou aquela polêmica sobre Mário Centeno, é reconduzido, não é reconduzido para um segundo mandato. Tem opinião sobre isso?
É uma prerrogativa de qualquer governo, é poder não dar azo a um segundo mandato.
Que é um pouquinho a prática da praxe. Quase todos os governadores cumpriram o segundo mandato.
Sim, tirando António Sousa só cumpriu um mandato.
Só.
Exatamente. Mas tenho de respeitar isso, como respeitaria se ele continuasse. Olhe, não sei.
Não tem opinião formada.
Não tenho opinião.
Deixada a sua honra.
É ótimo pessoas que não têm opinião sobre tudo. Ainda pá. Vamos agora a um assunto que não lhe interessa nada. O filme O Leão da Estrela, que conta a história de duas famílias rivais que vão ver um Porto x Sporting. Como a pergunta é sobre um filme de 1947, talvez se lembre. Quem é que foi o realizador desse filme?
O realizador do Leão da Estrela.
Do Leão da Estrela, do primeiro.
Foi o António, não, Telmo. Como é que se chama?
Não.
Eu sei.
Não foi nenhum desses senhores.
Dê-me o primeiro nome que eu digo-lhe.
Artur.
Ah, pois, Artur.
Com TH. Pensava que era o António Lopes Ribeiro.
António Lopes Ribeiro.
Não.
Ok, falhei.
É o Artur, só faltou o apelido.
Eu sei, não chego lá agora.
Seria António Lopes Ribeiro, Cotinelli Telmo.
Não, Cotinelli Telmo, não.
Não. Artur Duarte?
Artur Duarte.
Foi Artur Duarte. Tem experiência aqui em muitos campos, onde é que há as maiores lutas e rivalidades? É no campo político ou no campo de futebol?
Em ambos, mas de maneira diferente. No campo de futebol, junta-se a rivalidade sadia com a rivalidade doentia, porque para muitas pessoas o futebol é mais do que razão, é sobretudo emoção. Apesar de tudo, na rivalidade política, há o controle de que pelo menos seja considerado razoável que a razão predomina sobre a emoção. Mas o futebol é, como dizia um treinador italiano, Arrigo Sacchi, agora lembrei-me do nome dele, dizia que o futebol é a coisa mais importante de todas as coisas menos importantes. E portanto, tem esse lastro e esse âmbito, que é um caldo de cultura racional, emocional, instantânea. E como a diferença é que no futebol és cortinado todos os dias ou todos os fins de semana, com agentes diversos, árbitros, jogadores, dirigentes, isso faz um caldo de cultura que é uma coisa. Eu próprio, quando vejo jogo de futebol, sou diferente de quando não estou vendo jogo de futebol.
Transfiguras.
Exatamente. Já menos, mas ainda transfiguro.
Muito bem, vamos à última questão. A questão é: em que ano se estreou o filme "Tráfico", de João Botelho?
Em que ano? Lembro-me a parte em que eu fui ator nesse filme.
Exatamente.
Foi num domingo em que o Benfica ganhou 2 x 1 ao Belenenses, então na primeira divisão, no Estádio da Luz. E que eu não pude ir ver.
Na estreia desse filme.
Não na estreia.
Nas gravações?
Estava mesmo no platô, a gravação.
Nas gravações. Eu fiz o papel de crítico de arte de segunda classe. Foi em 1997 ou 1998.
1998. Certíssimo. Foi um dos atores, já o disse, crítico de arte. O filme, no fundo, retratava uma certa decadência de valores, uma certa intolerância, de alguma maneira. Acha que hoje estamos pior do que aqueles tempos que o filme retratava?
Sim, estamos pior. Porque o relativismo dos valores, as pequenas e médias éticas que se vendem no mercado moral, a fronteira bastante diluída entre a verdade e a mentira, que aliás, é uma das características mais graves do ponto de vista ético, do ponto de vista civilizacional mesmo, a que estamos assistindo e que vai, na minha opinião, piorar. Hoje, todos nós, eu pelo menos, creio que é normal, desconfiar. Recebo no WhatsApp, um amigo manda uma coisa. Aquilo que dantes era o meu princípio de vida, que era o princípio da confiança, agora é o princípio ao contrário, de desconfiança. Essa imagem que me mandas não corresponde à realidade.
"É seguro abrir este link?"
Exatamente. E muitas pessoas, até no campo político, jogam, às vezes magistralmente, do ponto de vista das suas ideias, jogam no limbo entre a verdade e a mentira. Uma espécie de ameba silenciosa, onde se fazem as maiores perversidades éticas, que são desresponsabilizadoras. Estão a transformar, permita-me esta expressão, estas realidades novas, a revolução digital, a inteligência artificial, tudo isso é ótimo, mas ao mesmo tempo transforma a ética numa pedra-pomes, com muitos buraquinhos e pouca densidade. Porque já não conta a honradez, a decência, a estética da ética. Já não contam, porque as pessoas não são avaliadas por isso. E até são secundarizadas por isso. Que ainda é mais grave. E nesse sentido, nós assistimos hoje em dia, mais do que valores, o que conta são opiniões. Quer dizer, é o primado do subjetivismo. Além de ser o primado do atualismo, o que conta é o dia de hoje. O presentismo e o seu descarte no dia seguinte, e o subjetivismo, estão a transformar a ideia da ética em plasticina, se quisermos. Plasticina moral.
António Bagão Félix, foi um gosto tê-lo connosco na "Comissão de Inquérito". Sai daqui com 14 pontos.
Achei que pudesse ter mais. 14 pontos, numa escala de?
O máximo seria 25.
Eu julgava que era 20.
Mas assim já não vai ao aral, como dizemos. Já está muito bem.
Não está mal.
Obrigada pela simpatia. Um bom dia para si. O gosto foi nosso.