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Começa agora mais uma comissão de inquérito das manhãs 360. Hoje é nosso convidado o escritor, cronista e editor Manuel S. Fonseca, da Guerra & Paz, responsável pelo lançamento do "Sudocrime" do Observador. Olá, Manuel, bem-vindo.
Olá, bom dia.
Obrigada por teres aceitado outra vez o nosso convite.
Com muito prazer.
Já estiveste cá há um ano, em agosto do ano passado.
Não fazia a mínima ideia, mas o tempo passa depressa.
Mas estás igual.
Não perdi mais cabelo. O cabelo que tinha a perder, está perdido.
Já não volta esse. Manuel, fizeste 19 pontos na altura. Hoje é para os 25?
Não, eu espero chumbar hoje.
Vamos lá. Toda gente acha que o sudoku é uma tradição milenar do Japão, mas não é verdade. A versão moderna do jogo foi inventada em que país? A versão moderna.
A versão moderna do jogo.
O jogo foi publicado pela primeira vez em 1979, com o nome Number Place.
Eu ia apostar que foi a Inglaterra, mas não sei se me enganei. Devo ter errado.
É sim, um pouquinho mais pro lado.
Para os Estados Unidos.
Estados Unidos. Manuel, como é que se explica o sucesso de livros como o "Nosso Sudocrime"? As pessoas procuram esse tipo de livros para esquecer um pouquinho os problemas do dia a dia? É para exercitar a cabeça?
Julgo que as pessoas, primeiro, gostam de microficções, de pequeninas histórias, coisas que em cinco minutos possam ser resolvidas. E, em segundo lugar, há na cabeça de toda gente a ideia de que todos são bons detetives. Essa ideia é uma ideia fundamental. Ser um bom detetive, descobrir, ter dedução lógica, conseguir isolar os suspeitos, ir ao local do crime, determinar as pistas. Não há ninguém que não tenha esse sonho.
De desvendar aquele mistério, descobrir o criminoso.
Como o Humphrey Bogart nos velhos filmes de Hollywood, ser um grande detetive. Eu acho que o segredo do "Sudocrime" passa por aí. E depois há essa ideia de a pessoa conseguir evitar ficar isolada. Sobretudo, esse é um ponto importante e decisivo: ficar isolada com a vítima. Isso é que nunca. Ficar isolado com a vítima é necessariamente o criminoso. Portanto, tem de se furtar a essa situação. O "Sudocrime" é um projeto em que nós estamos com muito prazer. Nós, a Guerra & Paz, estamos com o Observador. Foi um desafio que nos foi lançado. E eu acho que o projeto traz duas componentes que, a meu ver, podem ser diferenciadoras naquilo que já existe no mercado, porque existem outros projetos e outras ideias no mercado que exploram mais ou menos o mesmo conceito. Este diferencia-se porque, ponto um: é essencialmente português, portanto, os crimes são locais, as coisas passam-se em cenários que nos são mais familiares. Essa é a primeira coisa. E a segunda, o que distingue o projeto é o fato de uma entidade como o Observador, que está na comunicação social e, portanto, tem rádio e tem a sua plataforma de revista que funciona, se associar a uma editora. E essa combinatória explora um dos elementos que tradicionalmente era muito importante, que era o jogo estar sempre online também. Ou seja, essa possibilidade de microficções também poder ocorrer online. E isso é um aspecto muito importante e diferenciador. Os livros chegaram nesta sexta-feira às livrarias. Hoje, espero que haja multidões a correr e que seja, de facto, um grande sucesso, porque o projeto é de entretenimento.
Que dá para toda a família, não é uma coisa individual. Dá para estarmos todos juntos a tentar.
Sobretudo pra minha filha, acho que era ótimo. Eu dispenso os cinco minutos de microficção, mas sim, para quem gosta de microficção e se interessa, é de facto essa dedução lógica de chegar ao criminoso, na linha do sudoku, na linha dos clue, já há tradições. Há muitas tradições nesse sentido.
A minha filha de 13 anos está viciada neste livro.
E jogamos todos lá em casa, ao mesmo tempo.
Mas, Manuel, ainda falando aqui com o editor. De repente, nós consumidores que entramos numa livraria, chegamos em certas alturas e vemos os escaparates quase todos cheios do mesmo tipo de livros. Neste caso, foi isso que aconteceu há umas semanas, um mês ou dois, talvez.
Há vários meses.
Há vários meses já, talvez. Isso significa que há um sucesso editorial muito grande com estes livros.
À volta da ideia do puzzle, a ideia da microficção e do puzzle. Esta é, de facto, uma situação que marcou muito o mercado editorial há cerca de um ano a esta parte. Primeiro com a vaga dos bundle, depois com a vaga do Wordoku e agora, esperamos nós, com a do Sudoku. Isso significou Praticamente, aquilo que é o crescimento do mercado deve-se a este tipo de livros. Sejamos muito claros, o mercado cresce este ano, nos primeiros oito meses do ano, em relação a 2025, 3,50, acho que não chega a 3,50, mas por umas décimas. E esse crescimento vem exatamente do impacto que estes livros tiveram. Todos os anos acontece um bocadinho isto. Há o mercado editorial, há um fenômeno que mexe e altera aquilo que é a consolidação do mercado nos gêneros mais clássicos a que estamos habituados, o grande romance, o Bruno Vieira Amaral todos os grandes autores.
Os adolescentes, por exemplo. O caso dos adolescentes.
Exatamente. Há essas componentes que vêm alterar o mercado e dar-lhe essa renovação que muitas vezes o mercado também precisa.
Muito bem, vamos à segunda questão?
Sim, por favor. Cinco pontos.
Cinco pontos, rapidinho. Manuel Alegre Fonseca, como se chama o festival de humor que vai ter Jerry Seinfeld como cabeça de cartaz em Lisboa?
Eu vou confessar, eu já ouvi a polêmica, já sei da polêmica toda e tudo isso, mas não sei como é que se chama.
Queres aqui três opções para escolheres uma?
Quero três opções, exatamente.
Então será: Humor à Primeira Vista, Rir é o Melhor Remédio ou Comédia à la Carte.
É Comédia à la Carte.
É daqueles que depois ouvimos e pensamos: "Ah, claro."
Depois eu me lembrai. Mas a polêmica obnubilou, digamos assim, o nome.
Claro. A polêmica conhece certamente, uma série de artistas que decidiram cancelar a sua própria participação. Estamos aqui a falar na área dos cancelamentos, politização, se quisermos, deste tipo de fenômenos. A literatura parece estar um bocadinho à margem destas tendências ou não? Ou é uma impressão minha?
Não, a literatura foi inundada também por esses problemas. Já agora, se me permitem, faço um pouco de publicidade a um livro que vamos editar numa coleção da Guerra e Paz que já leva quatro anos, que se chama "Os Livros Não Se Renem", é uma coleção de não ficção, cujos temas andam muito à volta das questões de cancelamento, grande parte da coleção. E eu acabo de publicar um livro que se chama "Sexo, Ciência e Censura", de dois autores franceses, Peggy Sastre e Leonardo Orlando, e o livro é exatamente sobre os cancelamentos até no campo científico. Eles são dois cientistas que se dedicam às questões biológicas, à questão genética, e foram cancelados em universidades porque não há gêneros. A biologia não pode existir, é excluída das universidades pelos grandes defensores das teorias de gênero. Para dar só exemplo, este é um livro que eu vou publicar agora e com muita vontade. Da mesma forma que, por exemplo, acabei de publicar um livro que se chama "Escravos na ONU" do autor português, José Pimentel Teixeira, que esteve há pouco tempo até aqui também no Observador, a discutir a questão dos escravos na ONU, também a resolução da ONU. Ou seja, quer a ficção, quer a não ficção, na literatura estão muito marcadas hoje em dia pelas grandes discussões identitárias e discussões de gênero. Há aí uma batalha grande a ser travada e é necessário protagonistas que façam a defesa de alguns pontos daquilo que eu julgo ser a visão científica.
Sim, mas há uma discussão e um confronto de ideias e livros com perspectivas diferentes sobre esses temas ou aquilo que vemos é logo tentativas de cancelamento, para não lhes chamar censura, tentativas de cancelamento e impedir que esse debate se produza?
Eu acho que a crispação é tão grande que não há propriamente um debate como talvez tenha havido noutros momentos da história humana recente. A crispação é tão grande que na maior parte dos casos, até agora, pelo menos, aquilo a que assistíamos era mesmo um processo de cancelamento muito forte. É essa a sensação que eu tenho. De modo que os dois campos estavam afastados e em luta, mas não em diálogo.
Não há capacidade de estabelecer pontes.
Começam hoje em dia a aparecer livros e perspectivas em que há uma moderação. Por um lado, o chamado movimento woke está relativamente fatigado e há uma fadiga dos temas e também uma percepção de isolamento e de beco sem saída para aquelas teorias. Elas não servem para construir um modelo social, na verdade. E nessa base, talvez agora, pela primeira vez, exista algum campo de moderação e de possível discussão.
E um verdadeiro espaço de diálogo.
Exatamente.
Manuel Alegre Fonseca, sete pontos até o momento. Vamos à terceira pergunta: qual o valor recebido pelo vencedor do prestigiado prêmio Goncourt? E não estamos a falar das vendas. Do prêmio, do cheque.
Do cheque. Também não me faço a mínima ideia do Goncourt. Palpita-me que seja razoável e que ande pelos 50 mil euros.
Então vamos lá. Cem mil euros, 10 mil euros ou 10 euros?
10 mil euros.
Está certo, por eu visto. Tu estás aqui, está certo.
Está certo. São €10. O cheque é de €10.
Ah, €10 o cheque.
É o do Goncourt.
Eu não sabia que era um prémio tão simbólico e tão de prestígio.
É verdade.
Eu prometi que íamos ficar chocados.
Não, já vais conseguir.
É como vir aqui, Manuel.
Pelos €10 vale a pena. Estava a dizer, foram variadíssimos.
Os €10 são simbólicos, pois na verdade, o Goncourt significa um aumento das vendas.
Claro.
Prestígio.
Vendas em França, estamos a falar de valores de 400 mil, 500 mil exemplares, às vezes até superior a isso, e até de livros, creio que a "Guerra e Paz" também já publicou. Manuel da Fonseca, agora houve esta polêmica em relação ao prêmio Goncourt, em que foi retirado um romance que estava entre os candidatos por suspeita de uso de inteligência artificial. Como editor, como é que lidas com estes novos tempos da inteligência artificial? Em primeiro lugar, se a usas também para as tuas funções.
Eu ia começar pelo autor. O livro cujo título é "Se não fosse isto, morria".
"C'était ça ou mourir".
"Ou era isto ou morrer".
Ou morrer. De um autor haitiano.
Eu não conhecia o livro e não sei porque, apanhei uma referência, fui ler e a primeira coisa que eu quis foi comprar o livro, porque achei o livro extraordinário quando li, inocente e sem saber. Portanto, a primeira coisa que quero dizer, eu li esse livro, ou li uma parte desse livro, o suficiente para à meia-noite mandar um e-mail a dizer: "Ainda está esse livro? Gostaria de o comprar." Portanto, eu fiquei seduzido por esse livro. E ficar seduzido por um livro é uma coisa positiva e boa. Se um livro provoca sedução, entusiasmo e interesse num leitor, eu estou a contar de uma forma genuína esta situação. Li e fiquei encantado com as primeiras páginas, com o ritmo, com a narrativa, a situação, que é num bairro haitiano de tiroteios e de conflitos e de um professor que se salva sem saber como. Achei a história magnífica, interessante e o ritmo bom. Se é ou não é IA, alguma coisa é certa.
É bom.
É bom o livro.
Manuel, e nesse sentido, enquanto leitor, desculpa a expressão, mas estás nas tintas se é IA ou se é uma mão humana.
Se um leitor tem um êxtase estético com uma obra, seja ela de onde vier e lhe provoca o êxtase estético, esse êxtase estético é indesmentível. E é uma emoção humana tão boa como a de ler T.S. Eliot. Eu não tenho nenhuma dúvida quanto a essa parte. Essa é uma parte. Depois, não há certezas. Agora, há uma certeza, e isso é que complica a vida do autor. O autor plagiou. Não nessa obra, mas em obras anteriores. Tem duas obras anteriores e o êxito dele com esta obra, esta obra teve um grande sucesso. Foi terrível, porque abriu as coisas todas, destapou as coisas do passado. Isso é que foi terrível para o autor. E aí, sim, é um plágio, mas é um plágio chapado. Ou seja, estamos a falar de um primeiro capítulo roubado a outro autor e um artigo roubado a um filipino que tinha escrito num blog daqueles distantes, que a gente não sabe quais são. Portanto, atenção a quem escreve dos blogs, atenção a isso.
Mas isso já é diferente, o plágio e a inteligência artificial.
O plágio é reprovável, porque é o roubo de uma propriedade intelectual que não lhe pertence. Agora, em relação à inteligência artificial, eu vejo a inteligência artificial como uma ferramenta extremamente útil hoje em dia. Noutro dia, no Book 2.0, tivemos presente cá um dos grandes CEOs da Penguin, que veio cá e disse uma coisa que do meu ponto de vista é uma coisa essencial que tem a ver com o livro. O livro resistiu a tudo. O livro foi capaz de vencer todas as intromissões tecnológicas, inovações, mudanças. Foi anunciada 20 vezes a sua morte e não morreu. Está aí por um princípio fundamental: nunca lutar contra as tecnologias. O livro não tem que lutar contra a IA, não precisa de lutar contra a IA. Só há uma coisa que é preciso que a IA faça: é que pague direitos.
Isso é importante.
Só mais outra pergunta. Vamos em frente, Manuel da Fonseca. Sete pontos, vamos para mais cinco. Como editor, lidas seguramente todos os dias com o valor dos livros. Qual foi o manuscrito mais caro de sempre, comprado em leilão por Bill Gates nos anos 90, por cerca de 30 milhões de dólares?
Eu agora tenho andado a escrever umas coisas sobre Marilyn Monroe, e imensas coisas da Marilyn, cartas e tudo isso, têm sido leiloadas. Eu gostava de ir ao leilão, por acaso. Não faço a mínima ideia. Mas se é Bill Gates, a tentação é apontar para milhões.
Sim, foram 30 milhões de dólares.
30 milhões de dólares.
Sabes qual foi o manuscrito? Vou dar três hipóteses: o caderno de notas e desenhos de Leonardo da Vinci, o manuscrito original dos "Lusíadas", uma partitura original de Mozart.
A tentação era os "Lusíadas", mas talvez ia ser Leonardo da Vinci.
Exatamente. Manuel, numa época em que o consumo de informação é rápido, falávamos ainda agora da inteligência artificial, como é que se consegue prender alguém a um livro? Ainda há pouco falavas ter ficado em êxtase. Existe uma fórmula?
Eu acho que a fórmula é a mesma de sempre. Acho que a tecnologia do livro roça a perfeição Primeiro, a adaptação da lombada e das páginas à mão que segura, a proximidade e a facilidade de proximidade ao olhar é um conforto que beneficia imenso o livro. O segredo tem a ver com a genialidade humana, com a escrita, com a capacidade e o talento, a inspiração, aquilo que emocionalmente um ser humano que gosta e quer transmitir ao outro. É pura emoção. É tinta, são letras, mas o que está, na verdade, ali consagrado é pura emoção. A meu ver, essa pura emoção, essa comunicação. E depois é uma coisa preciosa. Não está ali a outra pessoa a soprar, a outra pessoa está ausente e a emoção já vem só e isolada. Há certamente outra expressão melhor do que essa, mas chega de uma forma íntima, de uma total intimidade ao consumidor. E esse ponto é que é o ponto central, acho eu, do segredo da leitura. Essa pura emoção é que transformou o livro, o romance, a poesia naquilo que são talvez as melhores experiências humanas que nós podemos ter.
Então vamos para a última pergunta?
Vamos, sim.
Vamos a isso. Para mais cinco pontos. Quantas edições já teve a Feira do Livro de Lisboa?
Muitas.
Devia saber, porque estou na apel e tudo isso. São 90. 90, 90, 93.
Mais meia dúzia.
Não, mais meia meia dúzia.
Estamos a chegar quase às 100, é verdade. 98.
Menos um bocadinho agora. Menos dois.
96.
96, exatamente.
Eu sabia que estávamos na casa dos 90.
Só isso.
Já era qualquer coisa, meio ponto.
Exatamente. Manuel, os livros em papel ainda vão sobreviver ou os formatos digitais também vieram para ficar?
Não, acho que os livros em papel estão em alta. Em papel.
Sério?
Estão em alta. No mundo, neste momento, o consumo está entre os 20% e 80. Os 80% são o consumo do livro em papel. O papel, mais uma vez, pareceu ameaçado pelo digital, veio os e-books, todas as formas de leitores e tudo isso. É um bom complemento. E hoje veio uma coisa maravilhosa, que é o audiobook, pode-se ouvir a voz de grandes atores que estão a fazer essas leituras, mas aquilo que é o centro da atividade editorial no mundo, não é só em Portugal, é o papel. Continua a ser o papel.
Continua a ter muito peso em face ao digital.
Continua a ter um peso essencial e mais, renovou com as novas gerações. As novas gerações, neste momento, pessoas de 15 anos até aos 35, miúdos, portanto, para mim, têm uma atração por novos gêneros. Podem não estar a ler a melhor literatura no sentido clássico que o Bruno e eu eventualmente possamos gostar. Mas a verdade é que estão a ler. Estão a ler dark romance, estão a ler romantasy.
E em papel.
E em papel. E mais, compram três vezes o mesmo livro, porque compram com edges, que é a pintura dos lados do livro, dos lados do miolo, feita com uma pintura de certa maneira, com depois uma segunda edição numa caixa, que não tem nada de especial, mas que é a caixa onde vem também a edição não sei o quê. Portanto, são capazes de comprar três vezes o mesmo livro porque querem ter como memória e recordação aquele papel, aquele elemento fundamental que é ter um objeto na sua mão. Não apenas um exemplo, mas um objeto na sua mão.
Que bom.
Que bom saber disso, é mesmo verdade ou não é? É fantástico.
É outra das razões que faz crescer o mercado. Em 23 vendeu em Portugal 250 milhões de livros, em 2025 vendem mais 50 milhões, 380. Acho que estou a fazer bem as contas, mas é isso. São mais 50 milhões de 2023 para 2025. Os números podem não ser exatamente.
Estamos a falar do número de livros vendidos.
De exemplares de livros vendidos. Exatamente, foi isto que foi vendido em Portugal.
Que bom ter um otimista.
É mesmo.
E alguém que está por dentro.
Exatamente. Nem toda gente tem o mesmo otimismo, mas sim, eu sou um desesperado otimista.
Manuel, eu sei que não fizeste 25, fizeste 11 pontos.
Que maravilha.
A terceira serão os 26. Obrigada por teres vindo.
Obrigado eu.
É sempre um gosto. Obrigada, Manuel.