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Está no ar o Conferência de Imprensa da Rádio Observador, o espaço onde passamos em revista os destaques de imprensa nacional e internacional. Eu sou o Carlos Pedro, a edição de hoje é da jornalista Teresa Freire. Bom dia, Teresa.

Bom dia, Carlos.

Vamos começar no jornal Público, com destaque para os exames nacionais. O ministro da Educação fala de erros residuais, mas milhares de alunos viram as notas a serem recalculadas.

Desde que as notas saíram, que foram detectados erros nas escolhas múltiplas da prova de Física e Química, o Educa e o Júri Nacional de Exames informaram que seriam enviadas às escolas novas pautas, depois de se ter verificado um problema relativo à leitura automática do item 7.1 da versão dois da prova. Havia casos em que a opção correta, a C do item, foi assinalada pelos alunos, mas foram-lhes atribuídos zero pontos e outros em que a opção D, que era errada, surgia como correta. Mas entretanto, também a prova de Geografia A revelou problemas que conduziram à revisão de notas, também por causa de um problema na classificação dos itens 1.3 e 4.3 da versão dois. O Educa revelou que o número não mencionado de alunos teria as notas dessa prova revistas.

E passamos para o Diário de Notícias. O Estado recorre à DECO para colmatar a falta de meios na resposta do apoio à renda.

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana alarga a partir de hoje os canais de atendimentos através dos 80 balcões da Associação DECO no país, perante o aumento do número de reclamações. A DECO vai prestar atendimento gratuito, pede uma maior eficiência e alerta que os tempos de resposta do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana podem comprometer a sobrevivência das famílias.

No Jornal de Notícias, destaque para o Fisco, que tem 10 mil milhões de euros em dívidas que não consegue cobrar.

O valor atingiu um novo recorde no final do ano passado. A Autoridade Tributária e Aduaneira tinha, na altura, mais de 10 mil milhões que não conseguia cobrar aos contribuintes. A lista de devedores estratégicos inclui 20 mil cidadãos e empresas. A maioria está ligada a negócios de cariz regional, de média dimensão, ligados a setores como a indústria, o ouro e as finanças.

Vamos fechar a imprensa nacional no Negócios. A Brisa reclama mais de 1,1 mil milhões de euros ao Estado.

Valor no âmbito do processo de renegociação do contrato de concessão que está em curso. A concessionária tem estado a negociar com o Estado compensações em matérias como a ligação rodoviária ao novo Aeroporto de Lisboa, a inclusão na classe um de SUVs e de veículos elétricos e as isenções de portagens na A2 e na A6. No entanto, o Ministério das Finanças alerta que existem temas em negociações que ainda não são suscetíveis de quantificação, pelo que o valor ao nível de contingências pode aumentar posteriormente.

Vamos para o Reino Unido, com o The Guardian a dar destaque ao discurso do novo primeiro-ministro.

Andy Burnham afirmou que a chegada ao poder vai trazer de volta a esperança ao Reino Unido. Quer que o governo faça melhor para concretizar as mudanças necessárias. O The Guardian fala da promessa do primeiro-ministro, que quer reparar os danos a longo prazo causados ao país durante a era de Margaret Thatcher. Burnham quer fazer as mudanças mais profundas dos últimos 40 anos. O jornal fala também da nomeação surpresa de John Healey para o cargo de Ministro das Finanças. Burnham optou por afastar vários aliados do antigo chefe de governo, Keir Starmer, incluindo o vice-primeiro-ministro e ministro da Justiça, o ex-ministro da Economia e o ex-ministro da Habitação.

Os destaques da imprensa nacional e internacional de hoje com a jornalista Teresa Freire. O Conferência de Imprensa regressa amanhã.