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Ontem o dia ficou claramente marcado pela candidatura de João Cotrim de Figueiredo e é por aí que vamos começar. Pedro Jorge Castro, bom dia. Estás a acompanhar a candidatura e a caravana de Cotrim de Figueiredo, que parecia estar num ótimo momento, também ajudado pela sondagem diária da CNN, mas ontem viveu um dia terrível. Começando pelo caso Ventura, Cotrim Figueiredo foi claro nas suas primeiras declarações ou quis acenar aos eleitores do CHEGA e depois foi obrigado a recuar?
Bom dia. Não foi nada claro. De facto, ele próprio reconheceu isso mais tarde. Aconteceu aquela coisa que já lhe vimos acontecer algumas vezes, que é fazerem a ele estas perguntas: Salazar ou Cunhal, 25 de novembro ou, aliás, 25 de dezembro ou 25 de abril, e ele ficar a hesitar sem saber muito bem para que lado atira. Eu creio que na cabeça dele estaria a ideia de não hostilizar o eleitorado do CHEGA e de querer dar um sinal em relação a isso, mas acabou por o fazer de uma forma que teve consequências desastrosas em termos políticos, como se viu logo a seguir, tendo sido aproveitado por todos os adversários e depois obrigou ele próprio a vir dar explicações. A pergunta que lhe foi colocada era com base no desafio que tinha sido lançado por André Ventura. André Ventura tinha dito no fim de semana que iria votar em qualquer candidato contra António José Seguro e desafiava os outros candidatos a dizer o mesmo caso não passassem à segunda volta. A premissa era essa, da não passagem à segunda volta, e ele deu aquela resposta de não excluir ninguém. Ora, ele já tinha dito no passado, numa entrevista aos Pés, que excluiria Ventura e, além disso, tem todo um percurso político feito em paralelo com o líder do CHEGA. Começaram ao mesmo tempo como deputados únicos e este percurso foi feito de linhas vermelhas, essencialmente. Foi feito de grande combate político e não podia não causar alguma estranheza ver agora João Cotrim de Figueiredo a abrir a porta. Ele ao dizer que não excluía nenhum candidato, inclui, obviamente, que não exclui André Ventura. Ele depois veio dizer que também não excluía Manuel João Vieira, o que é um bocadinho absurdo, não estaria em causa, e que também não excluía a hipótese de não votar em ninguém, porque isso, aliás, até é uma contradição interessante. Ele tem feito parte desta campanha a dizer que os partidos não são donos dos votos e que os candidatos também não são donos dos votos e, na verdade, não é líquida a transposição do eleitorado de um candidato para o outro só porque o candidato diz ou recomenda: "Agora votem todos ali ou acolá." Não, depois cada eleitor é que tomará essa decisão. Sim, diz.
João Cotrim de Figueiredo, de facto, não excluiu nenhum candidato, mas também disse que nos últimos dias viu um André Ventura diferente, mais moderado, e uma declaração dessas vinda do antigo líder da Iniciativa Liberal tem um peso, até por aquilo que disseste, porque eles têm tido um trajeto mais ou menos paralelo e marcado também por uma nítida separação de águas e muitas vezes até com a Iniciativa Liberal a acusar o PSD de se aproximar demasiado do CHEGA.
Entramos aqui numa questão semântica, que a candidatura ficou muito incomodada com isso, que é uma coisa é não excluir nenhum candidato e outra coisa é admitir votar em André Ventura. Mas na verdade, estamos aqui mesmo a falar de palavras, é um passinho muito curto. Se não exclui nenhum candidato, se a pergunta é feita sobre André Ventura, se ele dá uma resposta ainda por cima a qualificar uma mudança de comportamento de André Ventura, que é uma coisa também um bocadinho inusitada. Como é que uma postura eventualmente mais moderada de André Ventura nos últimos três ou quatro dias pode ser comparável com todo o comportamento ao longo de anos, ou como é que isso pode servir para tirar eleições? Ora bem, o problema aqui é que João Cotrim de Figueiredo já é o campeão do eleitorado jovem, terá a convicção de que conseguiu desviar alguns desses eleitores de André Ventura, gaba-se disso até, de estar a conseguir captar esse eleitorado e conseguir falar com esse eleitorado, daí este crescimento nas redes sociais. Empenhou-se mesmo para conseguir falar com esses eleitores, mas obviamente as coisas estão muito em aberto, está muito renhido para decidir quem é que passa à segunda volta e provavelmente terá sentido que ele tem feito o argumento dele contra Ventura, nem sequer é desqualificá-lo neste momento. O argumento dele contra Ventura tem sido pragmático. Não há nenhuma sondagem que dê André Ventura a ganhar à segunda volta. Para que votar nele na primeira volta se isso é automaticamente eleger o outro candidato que for contra ele? Não vale a pena votar nele. A lógica tem sido esta, nem sequer tem sido em termos de argumentos políticos, de substância sobre as condições que ele terá ou não terá para o exercício do cargo. É uma coisa muito mais pragmática, o que tem depois esta consequência, que é para pedir o voto a este eleitorado do CHEGA, ele tem dificuldade em hostilizar esses eleitores. Mas uma coisa é isso, outra coisa é ele não teria necessidade de cair nesta rasteira, no fundo, nesta armadilha que foi lançada por André Ventura e estar a dizer já o que é que iria fazer na segunda volta ou estar a abrir a porta a isso, até porque essa resposta complicaria, naquele momento, as hipóteses de João Cotrim de Figueiredo numa segunda volta, porque se então a maior parte do eleitorado rejeita André Ventura, esta colagem faria muito provavelmente com que ele perdesse uma parte do centrão e mesmo até uma parte das suas bases. Se calhar não vamos ter pessoas da Iniciativa Liberal a dizer em voz alta que acham isto mal, mas então as pessoas de um partido que passam uma vida inteira a combater o outro não se sentem bem ver de repente o seu candidato a mudar de posição desta forma. Chamar a atenção que quando João Cotrim de Figueiredo dá esta resposta, nós não sabíamos, nós jornalistas, mas ele já sabia que havia a história da mensagem a acusá-lo de assédio. Ele tomou conhecimento dessa mensagem No domingo à noite, quando essa mensagem foi partilhada no Instagram apenas para amigos chegados. Mas terá havido um número suficiente de pessoas em comum com conhecimento dessa mensagem que terá avisado a candidatura. A candidatura soube que a mensagem tinha voltado a surgir. Nós, no Observador, sabemos que este caso já era do conhecimento de algumas pessoas dentro da Iniciativa Liberal há cerca de dois anos e que voltou agora. Aparecendo agora esta mensagem, obviamente, a dúvida seguinte dentro da comitiva do candidato é que consequências é que isto ia ter.
E essa é a pergunta que todos fazemos: que consequências é que poderá ter para a candidatura de João Cotrim de Figueiredo e que resposta é que o candidato poderá dar agora nos próximos dias, visto que também estamos na reta final da campanha?
Sim, mas deixem-me só dizer isto: é curioso. Ontem, depois ao longo do dia, houve três ações de campanha. Na primeira e na segunda, foram todas à volta do caso Ventura. Ele chegou atrasado à terceira, percebemos depois, porque esteve a gravar um vídeo a dizer que se explicou mal, que não quer André Ventura como presidente da República, a tentar fazer controle de estragos. Os semblantes carregados, obviamente, entre toda a comitiva. Eu, com franqueza, achava que era por causa desta história dos efeitos já muito complicados desta posição sobre a segunda volta e sobre não excluir votarem em André Ventura. Mas, na verdade, eles já sabiam que estava iminente, a qualquer momento, a possibilidade de rebentar a outra história. A meio da terceira ação de campanha do dia, aqui na Ubi Medical, na Covilhã, espalhou-se esta mensagem, tornou-se viral. Começaram todos os jornalistas a recebê-la por WhatsApp, depois começaram a vê-la nas redes sociais e a candidatura percebeu que algum jornalista iria fazer alguma pergunta sobre isto quando ele saísse desta visita para o estado de gravações. Ele continuou a visita, continuou a fazer perguntas interessado. Ninguém estava à volta, ao contrário do que é costume, estão sempre aqueles microfones a ver se há ali uma tirada política qualquer ou alguma graça para pôr no meio de uma reportagem. Ninguém estava à volta, toda a gente percebeu que aquilo não iria ter qualquer espaço. Fez a visita para consumo interno. Quando acabou a visita, reuniu-se com o seu assessor uns 12 minutos, de forma reservada, para preparar a resposta, subiu para se pôr frente aos microfones. Trazia um pequeno papel dobrado em quatro, tinha algumas poucas palavras impercetíveis, como suja, por exemplo. Ele falou de política suja. Falso. Ele disse que era absolutamente falso. Ele gosta de tomar notas enquanto prepara aquilo que vai dizer e foi aquilo que lhe terá saído. E fez esta intervenção a negar estas acusações e a dizer que iria processar por difamação a autora da mensagem e que não iria desistir, que levaria a campanha até o fim.
E vamos ver quais serão os desenvolvimentos desse caso em particular. E quanto à agenda para hoje, Pedro Jorge Castro?
A agenda teve uma mudança. Começaria hoje com uma ida a um mercado. Ele fez duas idas a mercados no fim de semana, que correram razoavelmente bem. Foi muito procurado por pessoas que confirmaram aquela tese dele próprio de que estava com o momentum da campanha. Agora estamos todos a dizer momentum à boleia disto. Correu-lhe bastante bem. Hoje não vai haver esta ida a um mercado por condições meteorológicas. De facto, está a chover aqui em Viseu, onde nos encontramos e portanto foi alterado para uma ida a um terreno que ele conhece bem também, que são uns lares. Vai visitar um lar daqui a pouco, às 9h30. É um terreno, apesar de tudo, menos imprevisível. Ou seja, no mercado ninguém consegue prever o que é que pode acontecer, o que é que as pessoas lhe podem ir dizer de repente. Há muitas situações imprevistas e isso poderia ser muito arriscado. Num lar, apesar de tudo, é tudo mais controlado. As pessoas interagem menos, não têm tanta capacidade, provavelmente nem sabem das notícias. Ele vai estar hoje a falar com muita gente, com muitos idosos que não sabem o que está aqui em causa, não sabem o contexto específico em que ele está.
E é provável que não seja abordado sobre esses temas. Pedro Jorge Castro com a campanha de Cotrim de Figueiredo. A acompanhar a caravana de André Ventura está o repórter Miguel Cordeiro. Bom dia, Miguel. O candidato apoiado pelo Chega está hoje em Braga.
Bom dia. Sim, está em Braga, está no Minho, na cidade dos arcebispos, que vai ter daqui a pouco, às 11h30, uma arruada que vai começar no Arco da Porta Nova.
E ontem André Ventura, Miguel, esteve em Vila Real, em Mirandela. E se na primeira semana falámos de uma campanha em que o candidato do Chega atacou menos os adversários do que é habitual, aliás, o que até já foi reconhecido por outros candidatos e em que procurou não estragar o cenário apontado pelas sondagens. Agora, depois das palavras de Cotrim sobre os hipotéticos cenários na segunda volta, Ventura está a reforçar essa estratégia?
Sim, podemos dizer que sim. André Ventura está nessa estratégia em que parece que não quer sequer correr o risco de manchar a camisa de nódoas. O candidato na semana passada tentou atacar o mínimo possível, como dizias. Vai dizendo isso mesmo nas ações de campanha, diz que não quer fazer uma campanha a atacar os adversários, diz que os portugueses já sabem perfeitamente o que ele acha sobre os restantes concorrentes e vice-versa. E colado a isto, Ventura tem dito que quer falar dos problemas dos portugueses e utiliza quase sempre a saúde como exemplo máximo do que quer falar na campanha. Ontem, isto aconteceu mais uma vez. Podemos dizer que Ventura escolheu não atacar, até porque O que Cotrim fez para a comitiva do Chega tem sido visto quase como uma assistência para gol, podemos dizer assim. E Ventura, neste caso, para marcar, tem apenas de não estragar o passe. Por esta razão, em parte, Ventura reagiu primeiro com naturalidade ao que disse Cotrim Figueiredo, mas ainda assim, na linha com o que tem feito, nessa importância de segurar principalmente o eleitorado do Chega, Ventura reforçou também que Cotrim está alinhado com o PS e o PSD e que, na verdade, até se aproxima de um bloco de esquerda em várias políticas. Falou da Iniciativa Liberal como um bloco de esquerda de fato e gravata.
Estão bem vestidos. Ele tem repetido essa ideia.
Exatamente. Sobre isto ele depois não disse muito mais, até porque Ventura sabe que esse problema de semântica, como dizia há pouco o Pedro Jorge Castro, criado por Cotrim, e as palavras do candidato da IL sobre a moderação de Ventura jogam sempre a favor desta candidatura apoiada pelo Chega. Só explicar que depois à tarde, em Mirandela, Ventura chegou à arruada e aconteceu uma coisa que ainda não tinha acontecido nesta campanha. Normalmente, quando chega uma arruada, qualquer ação de campanha, Ventura fala à chegada. Isso já tinha acontecido de manhã, não falou à chegada, mas prometeu que iria falar à saída, e assim foi. Em Mirandela, não falou à chegada, não falou à saída, apenas pequenas respostas durante a arruada, que é sempre difícil no meio da confusão da multidão. Ontem estavam cerca de 250 pessoas nessa arruada em Mirandela, foi a mais concorrida até agora. E depois discursou, não mencionou este caso, falou de problemas do país. Disse até que queria ser o mecânico de Portugal, reparar o país e mantê-lo a andar. Aceitou ser o presidente do povo quando começou esse cântico. E veremos se hoje isto se mantém também na campanha de Ventura e na campanha do candidato apoiado pelo Chega.
E para além da arruada prevista para Braga, o que há mais hoje na agenda do candidato apoiado pelo Chega?
Há depois, à tarde, às 17h, um comício em Guimarães, que vai acontecer junto ao Castelo de Guimarães.
Muito bem, passamos agora para a campanha de Marques Mendes, que está a ser acompanhada pelo Miguel Viterbo Dias. Miguel, bom dia. Marques Mendes também não fugiu à questão do dia de ontem, o tema Cotrim, mas não reagiu da mesma forma aos dois temas mais discutidos.
Sim, embora o dia de campanha de ontem de Luís Marques Mendes tenha sido de ir aproveitando os erros e os problemas que iam acontecendo na caravana de João Cotrim Figueiredo. Seguindo aquela velha máxima de quando vês um adversário cometer um erro, não te metas à frente. E isso sentiu-se desde logo. O dia de Marques Mendes começou com uma visita a um mercado em Paredes que tinha pouca gente, mas teve uma recepção muito positiva, ouviu muitas palavras de incentivo. Mesmo pessoas que criticaram o SNS e a saúde, como tem sido habitual, acabaram por lhe dizer que iriam votar em Marques Mendes. E no fim da visita ao mercado, caiu essa prenda de João Cotrim Figueiredo sobre a não exclusão de um voto em André Ventura na segunda volta. Foi curioso porque nessa visita estava muito presente a estrutura do PSD, estava o secretário já Hugo Soares, estavam figuras um pouco mais senatoriais como Luís Campos Ferreira e também Sebastião Bugalho. E foi curioso porque antes de falar aos jornalistas, Luís Marques Mendes esteve a falar com todos eles. Hugo Soares, Sebastião Bugalho, Luís Campos Ferreira estiveram à volta do candidato a dar-lhe conta dessas declarações de João Cotrim Figueiredo e a preparar o contra-ataque que surgiu minutos depois.
E como é que foi esse contra-ataque?
Logo aí, Marques Mendes aproveitou um pouco para colar João Cotrim Figueiredo ao Chega, mas depois concretizou mais no comício ao fim do dia com aquela frase de que votar em João Cotrim Figueiredo é entregar o país aos cartazes do Chega, aos tais cartazes que deram polêmica no arranque desta campanha e que, no caso do que se refere à etnia cigana, foram até condenados pelo tribunal para serem retirados das ruas. Houve essa colagem que foi feita num dia muito discreto por parte de Marques Mendes, mas em que se sentiu um entusiasmo, quase que numa lógica de que nós aqui que somos mais experientes, sabíamos que em algum momento João Cotrim Figueiredo ia cometer um erro, e esse erro aconteceu ontem. Há também uma expectativa hoje porque vão surgir duas sondagens, uma da Universidade Católica e outra da Intercampus, com método de recolha diferente da Tracking Poll.
Miguel, era isso que te queria perguntar, se para além desse erro de Cotrim de Figueiredo, se a expectativa em relação às sondagens, de alguma forma mais minuciosas, poderá ter influenciado também a postura e até o ânimo de Marques Mendes.
Sim, há muito esse depositar de expectativas nesses dois estudos de opinião, porque a Tracking Poll tem sido desvalorizada pela candidatura. Duarte Marques, que é o diretor de campanha, já se referiu até a esse instrumento quando António Costa teve maioria absoluta e esta Tracking Poll apontava para um empate técnico com Rui Rio, e depois Costa acabou por ganhar com larga distância. Há aqui uma expectativa nestas sondagens que têm uma amostra maior e também uma estratificação maior das pessoas que são entrevistadas. O que é certo é que as sondagens que vão sair hoje não vão refletir este erro que aconteceu ontem, porque o trabalho de campo já estava feito. Ainda assim, há essa expectativa e há um entusiasmo diferente na caravana com estes erros cometidos por João Cotrim Figueiredo, porque se acredita que cada vez que Cotrim Figueiredo comete um erro, são votos que voltam a Luís Marques Mendes, sobretudo aqueles que fugiram da base eleitoral da AD e que poderão regressar a Luís Marques Mendes. Houve esse ânimo, esse entusiasmo na caravana, numa altura em que a campanha também vai começar a intensificar-se. Nós temos passado os últimos dias muito na região Norte. É sabido que o PSD tem aqui também uma base grande de apoio popular, daquelas pessoas que votam PSD toda a vida, pessoas também mais calorosas e tem passado estes últimos dias mais na região Norte para tentar que a rua também vá contrariando aquilo que são os números das sondagens. Mas o que é certo é que o ânimo mudou totalmente a partir do momento em que João Cotrim Figueiredo falou nesse eventual apoio a André Ventura na segunda volta destas eleições.
E Miguel, para onde é que andará hoje a campanha de Marques Mendes?
Hoje vão me perdoar, mas há trocadilhos que têm mesmo que ser feitos. Luís Marques Mendes vai a Fátima, há sempre aquela curiosidade sobre se irá pedir ou não ajuda divina para chegar a uma eventual segunda volta. Vai passar por Fátima, depois por Leiria para um jantar com empresários, o que pode também ajudar a pescar o olho a pessoas que estejam indecisas com Cotrim Figueiredo, um homem mais ligado também ao mundo empresarial, e termina depois em Ancião. Marques Mendes tem terminado os dias com comícios em salas relativamente pequenas, em cidades, em terras também não muito populosas, hoje em Ancião, para depois amanhã voltar a subir também novamente para a região Norte do país.
Miguel Viterbo Dias, Miguel Cordeiro, Pedro Jorge Castro a acompanharem aqui as caravanas dos candidatos nas presidenciais. Hoje haverá a divulgação desses estudos de opinião, alguma expectativa para saber se confirmam aquilo que tem sido divulgado pela Tracking Poll da CNN. Muito obrigado pelo vosso trabalho. Um bom dia. O Direto à Campanha está de regresso amanhã.