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Está em andamento mais uma jornada da Liga dos Campeões. Hoje joga o Benfica, no Estádio da Luz, frente ao Nápoles. Ontem jogou o Sporting frente ao Bayern de Munique, derrota por 3x1 na Alemanha. Sexta jornada da Liga dos Campeões. É tema em destaque nesta edição de "O Campeão É". Eu sou o Miguel Cordeiro, vou estar à conversa com o Bruno Roseiro, com o Augusto Inácio, Gabriel Alves e o Pedro Henriques. Vamos começar primeiro pelo jogo que já foi jogado, este Bayern de Munique e Sporting. Bruno Roseiro, uma boa exibição do Sporting, principalmente na primeira parte, a segurar bem este Bayern, a chegar ao gol primeiro, mas depois o jogo só terminou aos 90 minutos e o pulmão dos alemães e a qualidade dos alemães veio ao de cima, principalmente nos minutos finais.
Sim, eu diria que é o resultado e o jogo expectável, mas com um filme completamente diferente daquele que nós tínhamos falado ontem. Ou seja, eu diria que o Sporting consegue fazer o mais difícil, que é suster o ímpeto ofensivo do Bayern. Muitas vezes aquela pressão alta que praticamente não dá para respirar. Conseguiu até ter algumas saídas, numa delas quase deu um autogolo também do Tá. À exceção do Suárez, as nossas oportunidades do Sporting acabaram por ser de defesas do Bayern a desviar pra sua própria baliza. Mas ainda assim, o Sporting conseguiu chegar ao intervalo sem sofrer. O Bayern tem três, quatro oportunidades, mas quando nós vemos o jogo da Bundesliga, e se calhar conseguem 15 minutos, e neste caso conseguiu em toda uma primeira parte, consegue vantagem e depois de conseguir o mais complicado, acaba por soçobrar naquilo que parecia o mais fácil ou menos difícil. Ou seja, alguns erros próprios a valerem gols do Bayern, nomeadamente na bola parada. O 2x1, depois daquela bola numa eventual falta, que é falta sobre Luiz Suárez, que acaba por quebrar animicamente a equipe do Sporting, uma derrota por 3x1. Nunca é bom perder, não acredito em vitórias morais. Acho que, apesar de tudo, o Sporting sai vivo de Munique, com uma parte boa e uma parte má. Uma parte boa é: parece-me que o Rui Borges está cada vez mais completo em termos de treinador de grande. Ou seja, a maneira como preparou o jogo ontem foi, mais uma vez, uma vitória pessoal. E isso já tinha acontecido, por exemplo, com o Brugge, onde ele soube ler bem aquilo que era os pontos fortes e os pontos fracos do Brugge para ganhar. Ontem voltou a acontecer isso. Um ponto que deixa muito a pensar, e é um dado estatístico: o último remate enquadrado que o Sporting fez foi o gol do Pedro Gonçalves na Luz aos 12 minutos. E entretanto, já houve todo esse resto do jogo com o Benfica e o jogo com o Bayern. Portanto, diria que isto poderá ser algo positivo, mas se nos próximos jogos vier a versão do Sporting dominador, mais ofensivo e sobretudo capaz de enquadrar remates.
Augusto Inácio, de fato, o Sporting tem este dado estatístico. Desde sexta-feira, por volta das 20h30, que não remata à baliza e já teve um jogo quase completo com o Benfica e outro com o Bayern, sem remates à baliza. Mas a verdade é que do jogo com o Bayern fica uma boa exibição. Não há propriamente remates à baliza, mas há remates, sim. E há também estes lances em que os defesas do Bayern acabam por desviar a bola pra zona de baliza e provocam perigo, o Sporting chega com esse perigo à área adversária. Que notas é que tiras deste encontro em Munique? Bem, não estamos aqui a ouvir em condições o Augusto Inácio. Vamos tentar melhorar esta ligação com o Augusto Inácio. Falávamos sobre esta capacidade ofensiva do Sporting neste encontro. Augusto, não sei se já te conseguimos agora ouvir em melhores condições. Bem, vamos tentar ouvir aqui outro membro do nosso painel sobre este encontro entre o Bayern de Munique e o Sporting. Já voltamos à conversa com o Augusto Inácio. Gabriel Alves, deste jogo, é de fato um encontro do Sporting frente a um poderoso Bayern de Munique, uma das melhores equipes da Europa a nível de história e a nível também do que está a fazer nesta edição da Liga dos Campeões, está entre as melhores. Achas que fica uma boa imagem da equipe de Alvalade?
No Arena. De acordo. Sobretudo, não vou adiantar muito mais, aquilo que o Bruno disse, está tudo correto. Eu só dou aqui uma nota. A grande diferença, pra mim, é esta: é aquilo que é a competitividade, aquilo que é a alta competição na Alemanha e aquilo que é a alta competição futebol em Portugal. E depois, quando se chega a estes jogos, a estes patamares, obviamente que as coisas tornam-se muito mais complicadas, porque a verdade é que se perde intensidade. Há uma perda acentuada de intensidade à medida que o tempo avança. E obviamente que isso tem a ver muito Tem a ver muito com aquilo que é, sem margem para dúvidas, a intensidade que é colocada nas provas nacionais, naquilo que são os campeonatos ao nível do país. Daí a grande diferença, independentemente dos valores, dos jogadores, da dimensão dos clubistas, dos talentos, obviamente. Mas enquanto equipe, o Sporting portou-se bem. Depois foi o resto.
Augusto Inácio, agora sim, já em condições, as tuas notas sobre esta prestação de Onina em Munique.
Boa tarde a todos. Este jogo do Bayern de Munique nada teve a ver com o jogo do Benfica no Estádio da Luz. Aí o Sporting teve 25 minutos em grande e depois desapareceu completamente do jogo e praticamente não fez nenhum remate à baliza, principalmente na segunda parte, à baliza do Benfica. Este jogo de ontem tinha um cariz diferente, competições diferentes, um close do futebol europeu, que é o Bayern de Munique, um Sporting que o Rui Borges não podia contar com alguns jogadores, mas arranjou uma maneira e uma forma de tentar ludibriar este poderoso adversário. O que é certo é que o Sporting teve um excelente comportamento e deixa-me dizer que houve dois jogadores que encheram o campo, foi o Leonardo Carrel e o João Simões, um menino de 17 anos e outro de 18. E repara que a idade aqui não conta, o que conta é realmente a classe e o valor que os jogadores têm, e eles encheram o campo. Mas diria que o Sporting até poderia ter sonhado com mais alguma coisa. Já conseguiu travar o Bayern de Munique na primeira parte e em que o Bayern de Munique estava a ter alguma dificuldade e Rui Silva quando foi chamado a intervir, correspondeu sempre bem. O Sporting entra na segunda parte bem e marcou um golo com o Alison diferente daquele que foi na primeira parte, não existiu. Esteve muito mal o Alison em termos de ter a bola no pé, tentou taticamente cumprir com aquilo que o Rui Borges queria. Na segunda parte soltou-se um bocadinho mais, o Sporting faz um a zero e depois, claro, são as bolas paradas, aqueles pequenos pormenores, se há bloqueios, se não há bloqueios. O que é certo é que tem que estar, com bloqueios ou sem bloqueios, alguém no segundo poste e não estava lá ninguém. E o que é certo é que o Gnabry fez o um a um e depois a partir daí foi aquele segundo gol que toda a gente já falou. Isso é com o Pedro Henriques, que acho que também foi falta sobre o Suárez e dá o segundo gol, em que o Rui Silva poderia ter feito também um pouquinho melhor. E depois o terceiro gol, outra vez, de uma bola parada. Enfim, o Sporting perde, costuma-se dizer cai de pé, mas acima de tudo o Sporting teve uma personalidade muito grande, muito forte, e em que o Rui Borges, na minha opinião e a minha nota de destaque, é a grande figura do jogo, porque conseguiu construir dentro daquilo que tinha, uma equipa solidária e uma equipa que bateu o pé ao Bayern de Munique, que demonstrou que é uma grande equipa, mas que o Sporting demonstrou também que não é nenhum papão o Bayern de Munique.
Pedro Henriques, o Sporting acaba por fragilizar aqui em lances de bola parada, mas há também essa situação do lance do segundo gol, que depois acabou por gerar grande confusão também no centro do relvado.
Eu acho claramente que o Leonardo Carrel, o menino de 17 anos, foi claramente o melhor jogador em campo, mas a figura foi outro menino também bastante jovem, que é o João Simões, que realmente esteve num patamar elevado e deixa aqui algumas questões. Eu sei que a gestão do plantel tem que ser feita, mas por que, por exemplo, na Luz não foi o João Simões, que está em muito melhor forma que o Morita, a aparecer e a ocupar aquela posição? Por que não é usado mais vezes se essa forma, sempre que é chamado, normalmente aparece? Depois, também de realçar aqui outros aspectos, eu acho que o Sporting demonstrou, e o Rui Borges falou nisso, na questão da maturidade, que foi demonstrada num patamar internacional. Acho que o Sporting, nesse aspecto, mesmo com as diferenças de competição nacional, que depois, como disse o Gabriel Alves, muito bem se reflete nesses jogos internacionais, mas já demonstra aqui uma grande maturidade também nesses jogos internacionais. Depois, o problema das bolas paradas. Independentemente de faltas ou não faltas, as bolas paradas são um problema para o Sporting e tem sido. E ontem foram três gols em situações de bolas paradas. De realçar aquilo que o Vicente Company acaba por dizer do Sporting, porque podia não o fazer, que foi um jogo muito bom da parte do Sporting e frisou que os alemães tiveram muito respeito pelos leões. Eu acho que isso é importante. E últimas duas notas, aquilo que os próprios jogadores do Sporting sentiram, isso é importante para qualquer clube. Estamos a falar do Sporting, podemos falar depois do Porto ou do Benfica, quando for a ocasião, porque eu acho que é importante essas sensações que os jogadores têm. Quando o Fransérgio diz que está orgulhoso, quando o Ricardo Mangas diz que jogamos como uma grande equipa da Europa, ou quando também o João Simões fala na disputa olhos nos olhos e fizemos um jogo como irmãos. Eu acho que isso revela muito daquilo que se passa, daquilo que é o interior em termos de balneário. Finalmente, a questão da arbitragem. Para mim, há dois erros grandes no jogo, que cronologicamente acabam por ter impacto diferente. Obviamente que toda mundo fala, e bem, porque realmente há falta sobre o Luis Suárez, agarra, puxa. Portanto, é lance de árbitro, é lance de VAR, mas também ao 1082, há pênalti a favor sobre o Staniszek, a maneira como o defesa, penso que o Vagenides, vai contra o jogador alemão, é mesmo para apontar pênalti. De resto, o jogador ficou a pedir pênalti. Mas depois, na questão dos bloqueios, é só para realçar o seguinte: os bloqueios não são permitidos no futebol. Realmente, naquele gol ao segundo poste, há dois jogadores do Sporting que estão a ser, vamos dizer assim, bloqueados, mas para que as faltas sejam marcadas ou pelo menos para que o VAR possa olhar para isso como faltas, é preciso que os jogadores que estão a ser bloqueados não façam aquilo que o Maxi Russo, por exemplo, fez, que é agarrar no adversário. A partir do momento que um jogador agarra no outro, aliás, quando dois jogadores estão a se agarrar mutuamente, as indicações são muito claras. Não se vai marcar falta para um e falta para o outro. Não interessa quem agarra com mais força ou com menos força, é jogadores que usam os braços uns dos outros é para deixar seguir os lances. E é essa a questão. Basicamente isso. Mas foi um jogo em que, pelo menos o Sporting, claramente, que era aquilo que toda mundo falava e eu via nos programas, o Sporting tinha que sair vivo. E nesse aspecto, o Sporting saiu claramente vivo do jogo.
Muito bem.
Deixa-me só acrescentar, só para fechar este capítulo do Sporting em relação ao Suárez, que mais uma vez mostra que é um avançado com muita qualidade
Muito bom para estes jogos, mas continua a falhar na finalização. Não é nem primeira, nem segunda, nem terceira que ele tem bolas de golo, neste caso, nem consegue enquadrar na baliza e acaba depois por poder ter alguma influência no resultado. Isto é aquilo que anda a faltar ao Suárez, muito mais eficácia na hora do arremate.
Hoje joga o Benfica às 20h com o Nápoles, no Estádio da Luz. O Benfica tem três pontos em cinco jornadas, o Nápoles tem sete pontos em cinco jornadas. Uma das vitórias do Nápoles é frente ao Sporting, em Itália. O Nápoles tem duas vitórias, tem sete pontos. Bruno Rosário, isto é um tudo ou nada para o Benfica, não só na Champions, mas também no planeamento do que pode vir ainda para o resto desta época.
Sim, até porque nós já falámos sobre isso em janeiro. Que ninguém pense que o Benfica encontrou petróleo e vai haver muito dinheiro para reforços. Aliás, basta recordar o preço de Sudakov e Richard Hughes para perceber que um jogador que venha para ser titular do Benfica não é propriamente um jogador barato. Em relação a esta antecâmara, dizer duas coisas. Em relação à conferência de José Mourinho, por um lado, e a parte negativa, faz muita confusão que a mesma pessoa que elogiou tanto o plantel de Bruno Lage, quando a única diferença era Akturkoglu, seja agora alguém que diz que o plantel tem muitas limitações porque não tem Lukebakio. Eu percebo que o tenha, mas das duas, uma: ou o plantel tinha limitações em agosto quando jogou com o Fenerbahçe, ou agora também tem soluções para responder além do Lukebakio, e eu percebo a falta que o Lukebakio faz pelas suas características, apesar de ser um jogador que não define tão bem como o Benfica precisava. A parte positiva é olhar cada vez mais para aquilo que é a formação do Benfica e sobretudo para estes novos campeões mundiais sub-17 que estão agora a aparecer. José Neto já está convocado, muitos outros provavelmente vão começar a trabalhar com a equipa A, mas é preciso sempre perceber uma coisa, e Roger Schmidt teve essa capacidade em relação a João Neves. Quando se lança um jogador, é preciso haver o enquadramento e o contexto devidos, necessários e corretos para eles começarem a crescer. Não é simplesmente lançar por lançar, porque foram campeões do mundo ou porque estão em formação. É preciso encontrar esse contexto. Roger Schmidt encontrou em relação a João Neves, porque ganhou uma mais-valia que o tornou também campeão e cresceu com a equipa. Nesta altura, tenho algumas dúvidas que seja o melhor timing para lançar estes jovens. Por quê? Podem responder e podem ter soluções em campo, mas depois também podem ser contaminados, digamos assim, pelos problemas coletivos que o Benfica ainda tem. Portanto, ficam só essas notas. Em relação ao jogo, o Benfica ou ganha, ou ganha, caso contrário, o cenário da Liga dos Campeões começa a ficar muito complicado.
Pedro Henriques, neste cenário de ganha ou ganha, quem é que são os titulares?
Sim, e só reforçar aqui uma coisa que eu acho que é importante, que as declarações do Mourinho vêm reforçar aquela máxima do verdadeiro tuga, que diz: "A galinha da vizinha é sempre melhor do que a minha." Só que não. Esta questão dos galináceos é complicada. Vamos lá embora. Vamos então à equipa do Benfica, que no meu ponto de vista não vai arriscar sob o ponto de vista de estreias a titulares. Não quer dizer que, por exemplo, jogadores como o José Neto hoje até não possam vir a ter minutos. Pelo menos foi essa a ideia que o próprio Mourinho deu a entender naquilo que é o futuro próximo de alguns desses campeões. Trubin, Tadić, António Silva, Otamendi, Dalot, Rios, Bah, Neves, Gyöcshers, Leandro Barreiro, Sudakov e Pavlídis, ou seja, aquilo que tem sido quase o habitual do Benfica nos últimos jogos.
Muito bem. Vamos às notas de campeão. Gabriel Alves começa desse lado.
Olha, eu dou aqui duas notas. Uma nota de sorriso, porque não sabemos se este Benfica-Nápoles é um Benfica-Nápoles ou um Mourinho-Conte. Eu estou a ler aquilo que está a passar na imprensa internacional, onde Conte tem quatro vitórias, Mourinho tem duas, um empate. Não se amam, mas respeitam-se, que é importante. De resto, quanto ao resultado e quanto ao jogo, temos o Mourinho Hollywood, com muita conversa e pouco jogo nesta equipa. O Bruno Rosário já tocou aí nalgumas das situações e temos um Conte que é altamente respeitado no futebol italiano e continua a ser no futebol internacional. Quero deixar só uma nota pro mercado que vai mudar. Atenção aos grandes portugueses. O caso de Arrá, a ação legal contra a FIFA, vão dar mais liberdade aos clubistas para rescindirem. Portanto, pode, em caso do modelo tradicional, pôr em causa o modelo tradicional existente. E o que está em causa é o artigo 17.2 do regulamento de transferências da FIFA. Temos que estar muito atentos a isto, porque este artigo dificulta, obstrui, impede a livre circulação dos jogadores e isso vai contra aquilo que é a concorrência entre os clubes, restringe a concorrência entre os clubes, viola os valores fundamentais do espaço europeu. É o que está neste momento em causa em tribunal.
Augusto Inácio.
Olha, nota 20 pro Benfica, para o jogo de hoje, que consiga ganhar e consiga alimentar a esperança de se apurar ainda. Queria também dar uma nota 18 ao Leonardo Carlos e ao João Simões. Mas ao Leonardo Carlos, porque nos três últimos jogos da Champions, é o jogador mais novo de sempre a marcar em três jogos seguidos na Champions. Marcou ao Bruges, marcou ao Arsenal e marcou ao Sporting. Está ali um grande talento pro futuro e nós vamos verificar isso, se Deus quiser, com os nossos olhinhos. E também nota 18 para o Rui Borges. Acho que esteve muito bem o treinador do Sporting, armou bem a equipa. O Sporting deu o que tinha a dar, mas o treinador teve um dedo muito grande naquilo que foi a construção da equipa e a união que a equipa teve dentro de campo.
Bruno Rosário.
Uma nota 20 para a formação portuguesa, ou seja, esta equipa do Benfica da Youth League com vários campeões mundiais sub-17, seja para o João Simões, que este ano entrou também na faculdade, portanto, junta essa parte desportiva também com a parte da universidade. Tudo muito à luz de uma frase que o João Neves diz hoje numa entrevista à UEFA, que é: "Eu sempre segui o conselho do meu pai, o mais difícil não é chegar ao topo, o mais difícil é manter-me no topo." E aquilo que nós vemos é cada vez mais jovens jogadores portugueses, não só a chegarem ao topo, mas a terem a humildade e a capacidade de se manterem no topo e por aí penso que teremos o nosso futuro assegurado.
Pedro Henriques, para fechar.
Sim, a minha nota também era para aquilo que foi conseguido ontem pelo Sporting. Não é normal darmos notas positivas quando uma equipa perde, mas percebe-se o enquadramento e, portanto, uma nota 12, pelo menos por terem saído vivos, mas com esse destaque claro pro João Simões, até por acaso tinha aqui também esta questão, até porque ele foi interrogado na conferência de imprensa, a questão de como é que ele concilia ser jogador profissional e neste patamar da Liga dos Campeões, por exemplo, e depois ser aluno universitário. Acho que este é um bom exemplo a seguir naquilo que é não descuidar daquilo que é a sua formação também intelectual. E obviamente para o Benfica, que é o clube português que hoje vai entrar em campo, que sejam felizes e consigam aquilo que são os intentos, não só para o Benfica, mas também para o futebol português. Amanhã estaremos cá a falar do Porto e do Braga.
Está feita esta edição de "E o Campeão É". Logo, há relato do Benfica-Nápoles.