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E o campeão é Nadal.
A realidade é que han sido unos años difíciles, estos dos últimos especialmente. Creo que no he sido capaz de jugar sin limitaciones. Es una decisión que evidentemente es difícil, que me ha llevado tiempo tomarla, pero en esta vida todo tiene un principio y un final, y creo que es el momento adecuado para poner punto y final a lo que ha sido una carrera larga y mucho más exitosa de lo que jamás me hubiera podido imaginar.
Rafael Nadal, 38 anos, ganhou 22 Grand Slams, 14 Roland Garros, 14 em Paris. Coloca um ponto final na carreira, anuncia que vai colocar esse ponto final depois da Taça Davis. Noventa e dois títulos, 22 Grand Slams, como já referi, 36 Masters, uma medalha olímpica, cinco Taças Davis. É um eterno do desporto, um eterno do ténis, neste caso. Hoje vamos começar por falar de Nadal. Os comentários são de Gabriel Alves, Augusto Inácio, João Castro e Pedro Henriques. Eu sou o Miguel Cordeiro. Gabriel Alves, parece que estamos em semana de despedidas. Já tivemos Iniesta o início desta semana, agora Nadal. Estamos a falar de um gigante, um dos maiores do ténis a nível mundial.
Grandes desportistas do país vizinho, de Espanha. Tudo nesta vida tem um princípio e tem um fim. A equipa que me envolveu não são trabalhadores, são amigos. A família, muito importante, a mulher, a mãe, o pai. Os adeptos, aqueles, os fãs. Fez um agradecimento fantástico, mas acima de tudo, eu cito: "Agradeço aos meus rivais". Fantástico, Nadal. Independentemente de tudo aquilo que ele nos presenteou ao longo de uma carreira que é fantástica, começou em 2002, há que ter também toda esta perceção do perfil de homem, de pessoa, de desportista, de caráter, que dá ao mundo, não só nos courts de ténis, mas também quando se apresenta e conversa. É de facto o Nadal um campeão, uma marca importante do desporto, rendimento desportivo, um exemplo, referência do desporto e juventude mundiais. Eu quero aqui compará-lo, enfim, cada um no seu habitat, mas é em Espanha que tem, de facto, além de Iniesta, que já falámos hoje, não esquecer o outro que também saiu há cerca de um ano, que eu conheço bem, com quem falei, a quem entrevistei, com quem convivi, que é um tal de basquetebolista Pau Gasol. São grandes figuras que são um exemplo e que nos fazem movimentar nisto do desporto e esquecer aquela indústria que anda para lá. O homem é sempre mais importante e Nadal deu essa referência.
Augusto Inácio, muito tempo número um, chegou a estar 209 semanas no número um do ranking ATP, o ranking para todos estes tenistas. Olhando para a carreira de Nadal, é de facto uma carreira de um desportista de elite.
Bom dia a todos. Deixem-me dar nota 20 ao Gabriel Alves pela forma como descreveu o Rafael Nadal. Eu também não o conheço muito bem, só o conheço das entrevistas, dos courts e das conquistas dele, mas o Gabriel Alves conhece mais profundamente do que eu. E traçou aqui, que eu acho que também é importante, para além da grande figura que foi como tenista, aquilo que é como homem. E como homem, realmente, quando ele diz, e esta é marcante que até arrepia: "Agradeço aos meus rivais". Ou seja, os rivais obrigaram-no a ir até ao limite, obrigaram-no a dar sempre o seu melhor. E vê ali a rivalidade, não como uma coisa que seja nefasta, mas uma coisa que lhe ajudou a ele ser cada vez melhor. Isso é demonstrativo realmente do caráter e do homem que ele é. Por isso, Espanha perde um tenista de grande classe, mas eu diria que todos os países e o desporto de todos os países perde uma grande referência também. Não é só o tenista, é o desportista que está ali, e esse foi um grande exemplo ao mundo.
João Castro, Nadal foi até onde conseguiu estes últimos tempos, muito carregados por lesões, e a dificultar também a participação em torneios e em jogos importantes, mas para trás, e tirando essas lesões, claro, fica uma carreira notável do tenista espanhol.
Boa tarde. Era uma referência pra mim. Eu acho que é um dos melhores de sempre, mas é o melhor de sempre na terra batida. Isso não há a menor dúvida que é o melhor de sempre terra batida, pelo que conquistou, sobretudo em Roland Garros. É realmente incrível jogar em terra batida. Apareceu muito novo e ali sem mangas, com aquelas camisolas caveadas no ténis, com a sua irreverência. Obviamente, já temos aqui uma dupla que era o Federer versus Nadal, que eram jogos inacreditáveis.
Sim.
E que respeitavam muito e são amigos, rivais dentro do court e depois fora, muito amigos. Mas lá está, o ténis vai perdendo essas referências. Já tive a oportunidade de ver grandes tenistas. Ainda temos o Djokovic a jogar, mas é verdade, também me lembro quando perdemos o Andre Agassi, o Pete Sampras, o próprio Boris Becker, John McEnroe. Portanto, acho que vai-se perdendo, mas são lendas que realmente figuram no wall of fame do ténis e o Nadal merece, porque em termos de terra batida, de escolher assim o melhor de sempre é muito difícil. Mas o melhor de sempre terra batida, claramente é o Nadal, que além do grande desportista, é mesmo uma grande pessoa.
Pedro Henriques, já falamos aqui desta questão do desportivismo e da importância das mensagens que deixa neste momento de despedida, mas é um pouco o espelho de Nadal neste momento de saída, de terminar a carreira, de anunciar o fim da carreira. Estas mensagens para adeptos, para família e claro, para os rivais.
Bom dia. Sim, olha, quem faz desporto, e sobretudo ao mais alto nível, como costumo dizer, passa por várias fases que são comparáveis com as fases da águia, do falcão, etc. Ele entrou naquela fase que eu também passei, que a gente passa, que é a fase do condor. Condor aqui, condor ali, condor acolá. Portanto, a gente brinca um pouquinho com isso, mas é aquele momento em que tu, no teu microciclo semanal, já não treinas para a competição. Tu recuperas da última, da contratura, e tentas estar o melhor possível, não só pelo aspecto técnico-tático, entendimento e mobilidade, mas sobretudo para ver se já consegues correr, saltar, pular, o que tenha que fazer. Essa fase é o momento em que nós temos que ter a consciência perfeitamente bem marcada de que está na hora de sair. E saber sair é muito importante. Depois, queria parafrasear aqui alguém que ganhou um Globo de Ouro agora, foi o Cândido Costa, que também foi desportista, e que disse uma coisa que é muito importante. Agora, claro que ele está num patamar e o dinheiro que ganhou permitia estar no El Dorado e na reforma até o final da vida, mas o mais importante é nós termos esta consciência que nós podemos sempre nos reorganizar, reestruturar, renascer. E com a experiência que o Nadal adquiriu e tem de tudo aquilo que a gente sabe ao mais alto nível, agora está na altura de ele agarrar exatamente nesse know-how e pô-lo ao serviço. Acho que era muito relevante e importante também do ténis, daquilo que ele pode ter como exemplo, como referência, como ajuda, federação, o que quer que seja. Terceiro aspecto, relembrar que os nossos irmãos nestas coisas não brincam em serviço. O Gabriel Alves agora falou em três grandes nomes. Eles realmente são muito apreensão do desporto e sobretudo daquilo que foi o pós-jogos Olímpicos de Barcelona. Quarto e último aspecto, que é relevante e importante. Muitas vezes nós temos entrevistas e vemos a malta na televisão e o adepto: "Então agora diga lá o Benfica, o Sporting e o Porto". E eles, em vez de falar muitas vezes do seu clube, dizem coisas que eu não posso dizer aqui, do rival, que é isto, que é aquilo, com palavrões, e estão sempre a ofender. Se o adversário perder, melhor. E se estiver na bancarrota, ainda melhor. E se os presidentes forem todos presos, melhor. E é exatamente ao contrário, e o Nadal mostrou isso claramente. Quem anda ao mais alto nível, quem percebe realmente isto, quem não é adepto de bancada e quem andou lá dentro, ou mesmo que nunca tenha andado lá dentro, perceba o fenómeno desportivo, nós percebemos que seremos sempre mais fortes, seja individualmente, seja coletivamente, quanto mais forte for a concorrência, for o adversário, e aquilo que nós devemos fazer, nós na tropa, e há um livro que é "A Arte da Guerra", que fala muito sobre isso, é o mais relevante e importante não é desprezar o inimigo, isto em termos militares, é sobretudo respeitá-lo e compreendê-lo. E aqui, passando para o desporto, é perceber quem é o adversário, como é que é o adversário, sobretudo respeitá-lo e estudá-lo e aprender com as coisas boas que eles têm, porque nós cresceremos mais quanto mais forte for o adversário. E o Nadal deixou essa mensagem, que eu acho que é extremamente importante para quem nos estiver a ouvir, para quem faz desporto e mesmo para quem não faz desporto e é adepto, perceber que isto para já não é guerra, é desporto, que há adversários e nós devemos respeitar todos, inclusivamente, e sobretudo os adversários, que é com eles que nós aprendemos e crescemos.
E certamente voltaremos a falar de Nadal no preciso momento da despedida, agora despedida anunciada para o final da Taça Davis. Rafa Nadal é um eterno do desporto, eterno do ténis, melhor de sempre na terra batida, como disse aqui o João Castro. Vamos olhar um pouco para futebol nos minutos que nos restam e vamos olhar um pouco para a presidência do Rui Costa. Não porque esteja propriamente em cima da mesa nesta altura essa discussão, mas porque se assinalam três anos dessa presidência esta semana. Estamos em paragem de seleções, é quase a silly season do desporto, mas importa também estes dias para fazer este tipo de balanços. Gabriel Alves, estamos em três anos de mudança no Benfica, depois de muitos anos de Luís Filipe Vieira. Agora Rui Costa segue já há três anos na liderança do Benfica. Que balanço podemos fazer nesta fase, que é uma fase em que as coisas já não estão tão a quente como estavam há um mês, ainda com Roger Schmidt e com essa saída e com todas as críticas. Que balanço podemos fazer nesta fase mais estável, podemos dizer assim, do Benfica? Que balanço podemos fazer da liderança do Rui Costa ao longo destes três anos?
Chamas-lhe fase mais estável? Banho-maria. Porque Rui Costa não tem a unidade do corpo. Ninguém tem unidade quando lidera, preside uma empresa, um organismo, politicamente, etc. Mas Rui Costa, ao fim de três anos, tem mais a apontar-se-lhe do que a favor dele. Esta é que é a verdade. Déficit do Benfica em termos financeiros, má condução daquilo que é o futebol, inclusivamente com um treinador que é mol, a principal da SAD, porque o Benfica é empresa e o rendimento desportivo do futebol é que é o fator locomotiva dessa empresa, não funcionou, tanto que o Benfica tem estado aquém. Ganhou um campeonato e depois disso nada mais, antes pelo contrário, só controvérsia. Portanto, Rui Costa, acima de tudo, mais que os três anos, na minha opinião, vive do seu nome enquanto maestro, enquanto lenda do futebol, enquanto lenda benfiquista.
Augusto Inácio, ao fim de três anos temos um balanço positivo, um balanço negativo, um equilíbrio entre estes dois aspectos? O que podes dizer destes três anos de presidência do Rui Costa?
Muita coisa se passou ao longo destes três anos. Um primeiro ano em que o Benfica foi campeão, parecia que era um mar de rosas e estava toda a gente a remar para o mesmo lado. Um segundo ano em que aquilo foi um descalabro e começou a haver algumas demissões e o Benfica não é campeão e Roger Schmidt foi contestado E este terceiro ano que começa com uma grande contestação, até porque a maioria da direção do Rui Costa não está a favor da continuidade, a maioria estava contra a permanência. Rui Costa manteve o treinador e agora teve que dar mão à palmatória, teve que o despedir e teve que contratar o Bruno Lage. Eu diria que os presidentes também flutuam um bocadinho consoante os resultados do futebol, mas independentemente de tudo isso, é realmente enorme, uma catrafada de gente a querer se ir embora, de gente que não está de acordo com aquilo que se está a passar, de gente que não se revê naquele projeto. A presidente da Assembleia Geral também saiu. Ou seja, não consegue congregar uma união benfiquista em torno daquilo que poderia ser um projeto desportivo, já se percebeu que não existe, e eu diria que cada vez está mais frágil o nome de Rui Costa como presidente, porque no primeiro ano tudo parecia que as coisas iam fluir de uma forma completamente diferente. Vê-se que é um Benfica dividido, que não está unido, nem com o resultado agora positivo que está a acontecer.
João Castro, vês da mesma forma? O Rui Costa, no Benfica, tem dificuldade em agregar a massa adepta, massa de sócios, em torno desta presidência?
Eu acho que aqui Rui Costa perdeu uma oportunidade histórica de fazer algo diferente, algo mais corajoso, que era acabar com o vieirismo. E não fez isso no primeiro ano, quando assumiu, tinha ali realmente essa hipótese. Correu bem porque a escolha do treinador correu bem, correu bem porque o Enzo Fernandes e mais alguns jogadores contratados deram ali um grande balão de oxigénio e fizeram uma primeira volta incrível. Fez uma grande venda com o Enzo Fernandes, é verdade. Depois foram perdendo pontos e quase que não eram campeões, mas foram campeões. Mas depois veio a crise, pela política errática de contratações, muitas contratações falhadas, um ano para esquecer e, claro, sobe a contestação. E portanto, Rui Costa, além da questão financeira, pelas más contratações, excesso de vendas e compras, e com os maus resultados, Rui Costa também teve aqui uma oportunidade de ter coragem para despedir o treinador no final da época e teve que agora emendar realmente neste início. E portanto, aqui há duas coisas: infelizmente, muitas vezes o golo, se entra ou não a bola, é essencial para os presidentes. E portanto, há aqui uma questão muito pertinente que é: se o Bruno Lage fizer uma boa campanha, Rui Costa ainda poderá salvar-se aqui de mais contestação e acabar até bem a época. Se realmente o Bruno Lage não conseguir, vou aproveitar o Pedro Henriques, vai ser um condor.
Pedro Henriques, esta questão da bola entrar ou não é sempre importante também para estes momentos da democracia desportiva, podemos dizer assim. Rui Costa tem nesta época uma época decisiva para poder aspirar continuar na liderança do clube?
Sim, todas as épocas são decisivas, esta talvez pelo contexto se torne mais decisiva. Eu acho é que, e aqui o João também já abordou, aliás, todos vocês já abordaram, aquilo que é essencial eu resumiria em três pontos. Eu acho que o Rui Costa começa mal. E começa mal porque ainda não tinha ganho eleições e foi tornado, entre aspas, presidente e leva a família e vai para o Estádio da Luz. Começou logo mal, não percebeu que aquele não era o momento para fazer aquela assunção de candidatura. E depois continua mal quando ganha e não percebe, se calhar porque os ratos espalham, que ele tinha que fazer um corte com tudo o que estava para trás. E com tudo significava todas as pessoas que vinham atrás, inclusive ele também vinha atrás. Mas pronto, já que ele era o candidato a presidente e ganhou com esmagadora maioria, ele tinha que cortar com todos, porque era fundamental fazer isso. E ele aos poucos tem vindo a fazer, uns porque são embora, outros porque ele tem vindo a cortar e portanto continua mal. E depois continua mal, obviamente, em várias coisas que eu acho que acima de tudo as pessoas têm que ser bem aconselhadas e estar rodeadas de pessoas que são bem aconselhadas. Dar entrevistas fofinhas para o próprio canal, isso não faz nenhum sentido, porque nem para os próprios adeptos faz sentido. Parece aqui o senhor primeiro-ministro, basicamente, que diz mal da comunicação social e em seguida vai dar uma entrevista a uma amiga. Essas coisas não fazem sentido nenhum. E hoje as pessoas que leem, que observam, que ouvem, que falam e que percebem, já não conseguem interpretar, já não são enganadas com isso. E portanto, eu acho que o Rui Costa neste momento tem realmente um processo decisivo que é esta época, sabendo que a bola que entrar ou não entrar, por isso é que me dizia muito bem o Gabriel Alves, não está resolvido, não está mais calmo, está em banho-maria, fruto desta alteração que foi uma mudança de treinador, o Bruno Lage a ganhar e jogadores como o Arthur Cabral realmente são reforços e isto parece que está a correr bem, mas no final da época vai uma vez mais ser cobrado. Se calhar, se ganhar umas taças, tudo ok, mas a grande cobrança que é feita aos clubes neste momento e aos presidentes é a questão do título. Por isso eu acho que se tivesse que fazer um balanço entre o positivo e o negativo, eu diria não é que é negativo, é claramente negativo. Vamos ver o que é que reserva o futuro, mas não prevejo boas escolhas para as eleições do ano que vem.
Vamos às nossas notas de campeão. Prevejo aqui muitos 20, muitas notas máximas para Nadal. Augusto Inácio, comece desse lado.
É isso mesmo. Nota 20 para o Nadal, claramente, por tudo o que já falámos aqui, por tudo que ele representa e ainda representa, mesmo fora dos cortes. Deixa-me dar também uma nota 16, 17 para o Rúben Dias e para o Vitinha, que estão nomeados para a Bola de Ouro. Eu sei que eles não vão ganhar a Bola de Ouro, mas estão lá nomeados e é muito bom para eles. E queria também dar aqui uma nota 18 para a entrevista do João Neves. Cada vez gosto mais desse menino. Continua com os pés bem assentes no chão, com a sua humildade conquistou o PSG, que não é fácil. Se ficasse no Benfica, estava feliz e também ia dar o máximo. Enfim, é um rapaz que está a crescer como jogador, como está a crescer como homem e isso vai fazer dele realmente um grande jogador e uma grande pessoa no futuro.
Gabriel Alves.
Olha, Rafael Nadal Parera. Recordes, 63 títulos no terreno, na terra, 90 outdoors, torneios únicos, 14 em Paris, 99 vezes quartas de final dos Masters, maior número de temporadas consecutivas com pelo menos um título de 2004 a 2022, 30 troféus conquistados sem perder, 1307 partidas ATP desde a primeira, em 2002. Rafa Nadal, 20.
João Castro.
Olha, nota 20 para o Nadal, por tudo que já disseram. E nota negativa aqui para as eleições da Federação Portuguesa de Atletismo. 28 associações já mandaram uma carta aberta para o presidente da Mesa da Assembleia Geral, que não deixou a candidatura do Domingos Castro proferir ao seguir, devido a documentos que disseram que estavam em atraso. As associações não acham que isso foi correto e, portanto, há aqui um grande protesto. Presidente da Mesa da Assembleia Geral, que também é candidato às eleições, portanto, a vetar uma lista, sendo ele também candidato. Portanto, há uma grande confusão na Federação Portuguesa de Atletismo. Espero que se entendam, mas para já a nota negativa por toda esta confusão.
Pedro Henriques.
Olha, para terminar, dizer o seguinte: dar 20 ao Nadal é a mesma coisa que dar 20 a um aluno qualquer. E os alunos normais, esses sim, têm nota de 0 a 20. O Nadal, neste momento, e com esta retirada e com aquilo que ele representa, honoris causa. Portanto, eu hoje, honoris causa para o Nadal.
Muito bem, honoris causa para Rafa Nadal no momento da despedida. Saímos com uma frase também dita por Cristiano Ronaldo há pouco no Instagram, em reação ao adeus de Nadal: "Que carreira incrível, uma honra". Estamos de regresso amanhã.