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Tempo para falar de desporto na Rádio Observador. É a edição de hoje de "E o Campeão É". Nos comentários, temos Pedro Henriques, Gabriel Alves e também Luís Pinto Coelho. Já vamos falar do Euro 2024, dos jogos de ontem, dos jogos de hoje, das classificações, dos destaques e dos nossos palpites. Mas antes, futebol nacional e declarações de André Villas-Boas. Luís Pinto Coelho, bom dia. Pepe não continua no Futebol Clube do Porto. É uma boa decisão?
Olá, bom dia. Sim, parece-me que sim. Acho que a idade começa a pesar, as lesões também. E há aqui um fator importante, que é a massa salarial. Percebe-se que há uma tentativa de baixar custos e ir para a perda dos jogadores mais bem pagos do plantel. E olhando para os jogos que possa vir a jogar e o custo que teria, eu acho que para ficar teria que baixar significativamente o salário, e possivelmente ele também não está disposto a isso. Poderá ainda jogar se calhar mais um ou dois anos, possivelmente na Arábia Saudita, até pode ir fazer companhia a Ronaldo. Acredito que Ronaldo faça essa força para ele ir ser companheiro de equipa. Ainda terá ali se calhar mais dois aninhos para amealhar mais alguns milhões, mas acho que faz sentido. Há uma mudança de ciclo e o Porto também não pode ter um central que constantemente está impedido de jogar por questões físicas. São quase 42 anos, por isso acho que faz sentido, neste momento, partir para a busca de um outro central e reformular o plantel nessa base.
Gabriel Alves, o que te parece esta decisão de Villas-Boas e de Pepe deixar o Futebol Clube do Porto, não jogar mais pelos azuis e brancos?
Acho que há um acordo. É uma plataforma de acordo entre a entidade patronal e o trabalhador, entre o jogador e o clube, entre a sociedade anônima, que é o Futebol Clube do Porto, a empresa, explicada aqui pelo Luís de uma forma parece-me clara. É um fim de ciclo em que Pepe procura outros ares e em que o Futebol Clube do Porto se rejuvenesce em relação àquilo que é o futuro. Eu quero só dar aqui uma nota muito rápida em rodapé. O Real Madrid, que é o Real Madrid, neste momento tem uma equipa de sub-25. Aposta naquilo e em tudo o que é as suas aquisições, aposta naquilo que é, sem sombra de dúvida, o futuro e vai enquadrando com alguns jogadores mais velhos. Mas eu estava a olhar aqui, tem 3, 6, 7, 9, 10, 11 jogadores, todos eles abaixo dos 25 anos. Valverde é o topo, 25 anos, depois é 24, 20, 22, 23, 24+, 25, Mbappé também que veio e o Endrick com 18. Portanto, é normal os clubes fazerem isso. Nada afeta aquilo que é o coração de Pepe pelo Futebol Clube do Porto e o coração daquilo que é o mundo do Futebol Clube do Porto por Pepe.
Pedro Henriques, apesar desta questão da idade, Pepe não deixa de ser o capitão.
Sim, bom dia. Mas eu acho que para além do que foi dito, e está tudo correto, o Luís fez aqui um raio-X perfeito dos vários fatores que podem levar a que realmente haja este momento de separação. E acho que o facto de o Pepe poder ainda fazer mais um ano ou dois, com algumas limitações que já tem, poder ir, por exemplo, pra Arábia, se calhar ganhar dinheiro que eventualmente no Futebol Clube do Porto não iria ganhar, deduzo eu, também faz todo sentido. Mas acho que há aqui um fator que, no meu ponto de vista, é o mais importante de todos, ou é tão importante ou pelo menos se calhar até o mais condicionante de toda esta alteração, toda esta mudança. É que o Pepe é a extensão do Sérgio Conceição dentro de campo. E neste momento, ao contrário do que já fez o Benfica, o André Villas-Boas, e por isso o Benfica está a viver os problemas que está a viver, o André Villas-Boas percebeu, e percebeu logo isso no dia a seguir a tomar posse, como presidente assado, que até bloqueou a entrada de determinadas pessoas lá dentro, percebeu que é preciso fazer uma ruptura completa e total com o passado. E isso passa, neste momento, pela partida e passa neste momento, e claramente, por outros que são os jogadores, que são a extensão do Sérgio Conceição e daquilo que é o Pinto da Costa. E nós sabemos que o Pepe encarna exatamente essa mesma extensão. Como se calhar, teremos novidades em breve relativamente àquilo que vai ser um casamento que eu acho muito difícil de acontecer, que é o Francisco Conceição com o atual Futebol Clube do Porto, por causa do treinador atual. E por isso, percebo claramente todos esses fatores que são determinantes, mas eu acho que este é mesmo o mais determinante. O Pepe nunca iria continuar depois do episódio, a maneira como o Sérgio Conceição sai, o fim de ciclo, o próprio Vítor Bruno que aparece no contexto. Independentemente de quem tem razão, do que foi dito, acho que esse é um dos fatores determinantes. E há dois jogadores que eu não conseguiria ver a dar continuidade no plantel Vítor Bruno. Um deles é o Pepe, e parece que vai já sair, e o outro é o Francisco Conceição, que acho que vai ser um casamento muito difícil pelas razões todas que nós compreendemos, quer por parte do Vítor Bruno, por muito profissional que seja, quer por parte do Francisco Conceição, por muito profissional que seja. Há aqui um fator de natureza quase familiar, afetiva, etc., que iria ser muito complicado para dar continuidade a isto.
É a decisão de Villas-Boas. Pepe está de saída do Futebol Clube do Porto. Vamos aos jogos do Europeu. Jogos de ontem: Polônia 1, Países Baixos 2. Eslovênia 1, Dinamarca 1. Sérvia 0, Inglaterra 1. Gabriel Alves, destaques do dia de ontem. De facto, vimos a Holanda conseguir uma recuperação. Tivemos esse primeiro empate na Eslovênia-Dinamarca e com Eriksen a voltar em grande e a Inglaterra a vencer, mas a sofrer bastante frente à Sérvia.
É verdade, nós estamos a ver uma Inglaterra muito cinzenta, mas também tivemos, podemos dizê-lo, da Sérvia, eu quase que lhe chamo um bando. E depois de ler as declarações de Tadić, o capitão. Mas que é isto? "Eu sou o líder, o capitão desta equipa, falei com o treinador, sou o melhor jogador da equipa. Eu deveria ter jogado os 90 minutos. Teria sido diferente se estivesse no relvado desde o início". Líder? Ele disse líder? Ele deve ser chefe de bando, com certeza. Pelo amor de Deus! Isto quer dizer o seguinte: houve muito jogo de makeup. A Inglaterra marca o golo por aquele jogador que é nove, é 10. Não. Eu começaria a duvidar. É quatro, é 10, é oito, é seis e também faz nove, morde. Mas a Inglaterra esteve muito aquém daquilo que era a expectativa. Há um jogador que eu não sei se ainda está lá no City, em Manchester, porque ele não sei se chegou ainda à Alemanha para jogar. Acho que tem a Inglaterra muito que trabalhar para ser uma equipa muito mais efetiva. De facto, a equipa entrou a Sérvia em 5-4-1, adormecida, depois do intervalo acordou, voltou ao seu 4-2-3-1, tira um ponta de lança, que é de facto um bom jogador, eu penso que antes do tempo. Vlahović ainda provoca em Pickford uma defesa que é de facto a defesa da noite, mas acho que foi pouco. Foi um jogo de muito pouco. Quanto à Holanda, Polónia. Atenção, Polónia sem Lewandowski e cuidado com isto da questão dos favoritos. Atenção aos favoritos. A verdade é que a Polónia fez um jogo dentro daquilo que é o seu condicionalismo, dos jogadores que tem, fez um bom jogo de futebol e não deu a hipótese que a Holanda jurasse sumo por ali fora. Quanto ao jogo que pôs frente a frente a Dinamarca e a Eslovénia. Uma alegria ver Eriksen, depois daqueles 1100 dias, daquilo, o susto que provocou ao mundo em direto da Parken em Copenhaga, no Euro 2020, regressou nesta estreia e marcou um gol. Só vê-lo com aqueles braços abertos ao mundo, fantástico. Mas eu deixo aqui uma palavra para a Eslovénia e volto a falar na questão dos favoritos. Tenham mais atenção. A Eslovénia portou-se muito bem e apresentou ali um jogador que tem 1,91m. É assim um rapaz alto, muito alto, parece desengonçado, mas que é um excelente jogador, que é de facto o futebolista, um ponta de lança esguio, é isso, é verdade, que se chama Šeško. Tome nota.
Bela exibição, também. Pedro Henriques, as suas notas dos jogos de ontem. Pedro Henriques? Bem, não estamos a conseguir escutar o Pedro Henriques.
Sim, estás me a ouvir.
Agora, sim.
Estava fora de jogo. Estava impedido.
Exatamente. Bem, em relação às minhas notas do Euro e de forma rápida, em primeiro lugar, pedir às pessoas que nos ouvem para continuar a ir espreitando as páginas aqui do Observador e, sobretudo, do Totoeuro. Portanto, fazerem também as suas apostas, que acho que é importante, que é muito interessante. Relativamente às apostas que nós também vamos fazendo e que vamos dando a conhecer aos nossos ouvintes, relembrar o seguinte: o João Pinto neste momento está em primeiro lugar, é verdade, mas estamos no início de um campeonato e em todos os inícios dos campeonatos, nós sabemos que as equipas secundárias que lutam para não descer, normalmente aparecem lá à frente. Neste momento, está à frente, mas é momentâneo, é aquela equipa surpresa, depois vai lutar para não descer, basicamente.
Não espera-se para resposta. Não demora a resposta, vais ver.
Não, o João Pinto não está aqui em direto.
Mas ele vai-te dar. Espera aí.
Mas de qualquer maneira é para avisar as pessoas que é só momentâneo.
É tipo no primeiro ou no segundo andar ou no terceiro, que é o posto dele, que anda por aí.
Depois, relativamente aos jogos. De alguma maneira, aquilo que é os Países Baixos, a Inglaterra e nós também pensámos a Dinamarca, que poderiam, em termos de tendência, ganhar, mais ou menos isso foi acontecendo, mas com grau de dificuldade. A Dinamarca, neste caso, até empatou, porque é expectável que seleções teoricamente menores façam das suas forças fraquezas. Nos primeiros jogos, jogos normalmente, se calhar o início até tem sido assim, são um bocadinho mais amarrados, um bocadinho mais defensivos. É aquele jogo que claro, toda a gente quer ganhar, mas sobretudo ninguém quer perder, porque sabem que é determinante, embora haja tempo de recuperar, é determinante para aquilo que é o grupo em si e por isso não me surpreendeu. Há algum demérito da Inglaterra ou dos Países Baixos na maneira como abordaram o jogo. Estamos sempre à espera de mais, sobretudo da Inglaterra, mas também há muito mérito, no meu ponto de vista, da Polónia e da Sérvia. Realço aquilo que também foi dito aqui pelo Gabriel Alves, sobretudo em relação à Sérvia, nas declarações no pós. Comigo, jogadores destes nunca mais calçavam, nem que isso me custasse também o meu lugar, nem que isso custasse, inclusive-
A falta Tadić.
Exatamente. Um jogo que, ou uma seleção que ficasse mais enfraquecida pela qualidade de um jogador, mas também não me surpreende, vindo de quem vem, sobretudo de pessoas que têm determinado tipo de perfil, determinado tipo de característica, determinados tipos de países. Portanto, é mesmo assim. De qualquer maneira, foi uma jornada interessante, em que eu, de todos estes três jogos, realçaria o aspeto Inglaterra, que é dada em maior parte das casas de apostas como o número um candidato, o que até me surpreendeu, porque normalmente a maior parte das pessoas dariam, o que é normal, a França, e aparece como candidato, tem que fazer mais. Tem que fazer muito mais. Ainda é cedo. Sabemos que Portugal foi campeão europeu e fez uma fase de grupos como todos nós vimos.
Sim.
Foi mais ou menos arrastado, mas ainda é cedo para isso, mas fica a ideia que há outras seleções que têm mais futebol e que são mais candidatas neste momento que a Inglaterra. Luís Pinto Coelho, também esperavas mais dessa Inglaterra? Sim, esperava mais. Rapidamente alguns pontos: eu diria que a Inglaterra foi Bellingham e mais 10. Carregou a equipe às costas. A Sérvia tem sempre muito talento, mas é sempre uma seleção imprevisível. Por muito do que já se disse aqui, o lado temperamental dos jogadores, é sempre uma seleção que é uma incógnita, tem talento, é uma seleção que se estiver focada é perigosíssima, mas é muito incerta e muito inconstante. Depois dar uma palavra também para os Países Baixos, que eu acho que se não tivessem tido o azar com as lesões, perderam três jogadores do meio-campo por lesão, poderia ser uma seleção a ter em conta. Gostei ontem de muitos dos apontamentos. Conseguiu dar a volta contra uma seleção polaca que é sempre difícil de bater e acho que fizeram um bom jogo para começar o Euro. E o destaque para a Eslovênia e para aquela dupla de avançados. O Gabriel já frisou um deles e eu vou frisar também o Sporar, que passou pelo Sporting, que faz um belo jogo ontem. É uma dupla de pontas de lança que pode dar muito trabalho às restantes seleções e um bom jogo da Eslovênia também.
Vamos aos jogos de hoje. Muito rápido, Gabriel.
Atenção aos lances de bola parada, os gols. A Espanha marca, Polônia marca, Itália marca, Eslovênia marca. Tudo em lance de bola parada a partir de pontapé de canto. Muito bem executados.
Jogos de hoje: Romênia-Ucrânia, já daqui a pouco. Há também um Bélgica-Eslováquia e um Áustria-França. Vamos aos palpites. Pedro Henriques aponta para um 2-1 para a Ucrânia, um 3-1 no Bélgica-Eslováquia para a Bélgica e Áustria 1, França 3. João Castro, Romênia 1, Ucrânia 2, Bélgica 3, Eslováquia 0, Áustria 0, França 3. O Gabriel Alves aponta para um Romênia 3, Ucrânia 1, Bélgica 2, Eslováquia 1, Áustria 1, França 3. O João Pinto para um Romênia 1, Ucrânia 2, Bélgica 2, Eslováquia 0, Áustria 1, França 2. O Augusto Inácio, Romênia 2 x 2 frente à Ucrânia, Bélgica 4, Eslováquia 1, Áustria 0, França 3. E para fechar, o Luís Pinto Coelho, Romênia 0, Ucrânia 1, Bélgica 3, Eslováquia 0, Áustria 1, França 2. Vamos ter a entrada da França em campo hoje. Gabriel Alves, esperamos que os franceses entrem a todo gás neste Europeu?
Olha, eu acho que a França hoje entra muito mais a falar de política do que de futebol. E se atentarmos àquilo que, de facto, está a correr na imprensa internacional, vamos ter uns oitavos de final passando a França sem futebol em França, porque as eleições são nesse dia e, portanto, a atenção vai ser dada a isso. É outro jogo e o futebol vai a segundo plano. Normal, a vida de um país está para além daquilo que é o futebol. De um país e aqui, até do continente, da Europa, que naturalmente, colateralmente, é importante. Portanto, tudo se fala hoje muito mais nas declarações de Mbappé, que veio a terreiro pedir aos jovens para votar. A verdade é que o futebol e a política andam interligados. Já Zidane havia feito este mesmo apelo em 22. Portanto, eu não sei com que espírito é que esta França está, mas é um problema para Didier Deschamps, que tem que ser, hoje sim, um grande líder. Naturalmente, conversando com os jogadores e o diálogo aqui, acima de tudo, frente a uma Áustria, que à partida não incomoda, mas que pode vir a incomodar face a estados de espírito.
Vamos às nossas notas de campeão. Já não temos mais tempo. Pedro Henriques, começo por ti, campeão do dia.
Olha, vou começar exatamente por Fernando Pimenta. Já não há muitas palavras para descrever o Fernando Pimenta. Os feitos são, eu por acaso não tenho aqui o dado, mas são mais de 100 medalhas de ouro que o Fernando Pimenta tem, portanto, acho fantástico. Realmente, estamos em contexto de futebol, mas pronto, o Fernando Pimenta continua a nos, já não digo a surpreender, mas ao mesmo tempo a fazer realmente o que faz por Portugal, é extraordinário. Isso também são boas notícias para aquilo que vai ser os Jogos Olímpicos. Portanto, nota 20 para ele. E a minha segunda nota 20, já foi aqui tocado pelo Gabriel Alves, mas temos que, pelo menos para mim, é importante referir, porque há coisas que às vezes até transcendem o futebol, que tem a ver exatamente com o Eriksen, que 1100 dias depois de ter caído no Real Vale, o Eriksen volta para marcar no Euro. Portanto, como alguém disse, esta frase não é minha, mas gostei, copiei e vou aqui replicar: "Foi para isto que o céu o devolveu ao futebol." Se calhar foi mesmo.
Luís Pinto Coelho.
Olha, vou ter aqui três notas. 17 para a equipa de hóquei em patins do Porto, que ontem ganhou o primeiro jogo da final contra o Benfica. Depois um 19 para o João Almeida, que ontem venceu o contrarrelógio final da Volta à Suíça e conseguiu o segundo lugar da geral e vai chegar em grande forma à Volta à França. Atenção ao João Almeida na Volta à França. E depois um 19 também para o Arthur Soares Dias, que ontem fez uma bela exibição e uma excelente estreia neste Europeu e é bom para Portugal e para a arbitragem portuguesa.
Para fechar, temos música. Gabriel Alves, música para fechar o nosso programa?
20. Hey Jude. Jude Bellingham. O tal que é 10, faz-te quatro, faz-te seis, faz-te oito, faz-te nove. Morde! Um grande jogador. Vinte anos, com uma maturidade fantástica, uma enorme simplicidade e não é por acaso que quem o patrocina também faz anúncios deliciosos. Hey Jude.
Esse anúncio da Adidas, que patrocina Jude Bellingham e que aproveita também a canção Hey Jude para viralizar este Europeu 2024.
Os Beatles quando criaram uma canção, não sonhavam que ia ser assim, cantada pelo povo a um futebolista. Merece-o.
Figura e muito escutamos esta canção ontem durante o jogo da Inglaterra, os adeptos a gritarem por Jude Bellingham, a figura do jogo de ontem nesse Inglaterra-Sérvia. Hoje vamos ter mais jogos do Europeu. Começam já às 14h, esse Roménia-Ucrânia. Todos os jogos do Euro são para acompanhar na Rádio Observador, em todos os passes noticiosos. Fazemos o acompanhamento de todos os jogos. Hoje temos esses três encontros: Roménia-Ucrânia, às 14h, Bélgica-Eslováquia, às 17h e ainda um Áustria-França, às 20h. Não esquecer também que ao final da noite temos sempre um Sem Falta dedicado à análise da arbitragem deste Europeu para escutar com o Pedro Henriques. Com música, despedimo-nos desta edição de "E o Campeão É". Estamos de regresso amanhã, depois do 12h30, com mais palpites para o Europeu e com mais notas à atualidade desportiva. É sempre a ouvir aqui na Rádio Observador e também sempre em podcast. Fechamos com Hey Jude. Hey Jude, a música dos Beatles a fechar a edição de hoje de "E o Campeão É".