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E o "Campeão É Esta!" está de volta. Todos os dias pontuamos os protagonistas do mundo desportivo, não só em Portugal, mas também lá fora. Hoje no nosso plantel temos Gabriel Alves, Mariana Fernandes, Luís Pinto Coelho e também Pedro Henriques. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma edição. E hoje vamos dar destaque principal e começamos por dar destaque a essa notícia de última hora. João Sousa anunciou a retirada ao ténis. É um adeus já esperado, acho que podemos dizer. A conferência de imprensa também já estava prevista. Tendo em conta as várias lesões que o João Sousa tem tido nos últimos anos, era algo que não surge como uma surpresa. O melhor tenista português de sempre, quatro títulos ATP. Mariana Fernandes, começo por ti. Bem-vinda, bom dia. Não é propriamente uma surpresa, mas acaba por doer sempre ver o melhor tenista de sempre dizer adeus.

Sim, acaba sempre por ser, não necessariamente uma má notícia, mas uma notícia que nos deixa com alguma nostalgia. Porque a verdade é que é isso mesmo que disseste. Eu acho que é fácil dizê-lo e é fácil termos essa noção. João Sousa foi o primeiro a fazer muita coisa em Portugal e foi o primeiro a abrir caminho para uma nova geração que se assume e que está cada vez mais assente também nas costas de Nuno Borges. E eu acho que felizmente, e eu acho que o João Sousa também acha isso, vivemos na era em que vamos ver Nuno Borges tornar-se o melhor tenista português de sempre.

Temos a certeza?

Eu acho que sim, acho que o Sousa está bastante escolhido, mas João Sousa ainda tem essa coroa, ainda tem esse estatuto. Temos de recordar que, e eu acho que numa altura em que vivemos uma renovação e uma nova geração do ténis, o fim dos Big Three, a entrada aqui em força do Alcaraz, do Sinner, etc. João Sousa, no seu tempo, digamos assim, foi top 30 do ranking ATP. E ser top 30 do ranking ATP, como acho que todos temos noção, não é um feito pequenino, não é um feito qualquer. João Sousa não foi só o melhor tenista português de sempre, foi um dos 30 melhores tenistas do mundo no seu tempo. E eu acho que isso, vindo de um país onde existe alguma tradição de ténis, mas onde competitivamente a tradição de ténis ainda está quase a crescer, ainda está quase a formar-se, é um feito extraordinário. Ele tem esses quatro títulos ATP, esteve numa final de um Masters 1000 que perdeu com o Carriño Busta em 2018 no Open de Roma, mas esteve nessa final. Tem, diria eu, como o grande dia da sua carreira ou melhor dia da sua carreira, aquela vitória no Estoril Open. Não só por ser o Estoril Open, por ser em casa, por ser também numa altura em que ainda não se percebia muito bem se o João Sousa estava a conseguir voltar ou não, também depois de um período complicado de lesões, e ele ganha aquela final do Estoril Open em total apoteose. No torneio em casa, com bancadas a torcer por ele. Eu acho que é o dia mais bonito da carreira do João Sousa, pelo menos assim de forma geral. Tem em 2022 aquela vitória também em Pune, na Índia, que acaba por ser o seu grande último dia, digamos assim, acaba por conquistar esse quarto título ATP. Acho que foi uma carreira bonita do João Sousa, muito traída e muito amaldiçoada pelas lesões, principalmente nesta reta final, mas que não deixa de deixar uma página muito bonita sobre uma modalidade que cresceu com ele, que continua a crescer com ele e que eu acho que terá sempre no João Sousa um verdadeiro embaixador de Portugal no resto do mundo.

Luís Pinto Coelho, sabemos que o João Sousa vai dizer adeus aqui nesta competição, como dizia a Mariana, é tão especial para ele e também para os portugueses que gostam de ténis. Vai despedir-se na próxima edição do Estoril Open. O que é que esperas também dessa despedida? E aqui já nem estamos a falar propriamente de vitória, estamos a falar de simbolismo. O que é que devemos dar ao João Sousa neste momento de dizer adeus?

Boa tarde. Em primeiro lugar, vai me obrigar a ir fazer uma viagem. Como amante do ténis e grande fã do João Sousa, espero conseguir marcar presença no Estoril Open. Mas é uma baixa grande, porque é muito difícil algum tenista, e mesmo o Nuno Borges, podendo até superar o ranking de João Sousa, conquistar os títulos que ele conquistou a ATP é extremamente difícil, muito complicado. E ele levou o ténis português para um outro patamar, para outra exigência. Também relembrar que ele teve que ir para a Espanha muito jovem para treinar. O Nuno Borges também foi para os Estados Unidos e até tirou o seu curso numa universidade. E isso também deve ser relembrado, que é para que as nossas condições aqui oferecidas aos atletas de topo possam melhorar. Mas João Sousa é um atleta extraordinário. Pena as lesões, porque se não fossem as lesões, eu penso que ele ainda conseguia mais uns anos ao mais alto nível, mas espero que consiga terminar em beleza com o Estoril Open, um bom Estoril Open e com muita gente a aplaudi-lo, que ele merece, porque levou o ténis português para outro patamar.

Gabriel Alves, pegando aqui nisto que estava a dizer o Luís Pinto Coelho, o João Sousa é um bom exemplo para o investimento que deve ser feito. Obviamente que todas as federações certamente quereriam ter o investimento desejado, mas é também aqui um bom exemplo para que sejam aumentadas as condições, tendo em conta que, como percebemos aqui e como já sabíamos, o João teve de ir para Espanha, o Nuno Borges, Estados Unidos da América. É aqui a prova de que Portugal tem de fazer mais também nesse campo?

Boa tarde. Eu acho que Portugal tem que começar por ter uma política de esporte, que é algo que é ausente. Não há política. A política de futebol, o mercantilismo do futebol, aliás, parece que está muito em voga na Europa, porque o senhor Macron também janta com o Mbappé, etc. Tendo convidados políticos, naturalmente. Portanto, acho que isso é o que interessa à Europa, naturalmente. Agora, uma política desportiva, porque nos outros países há política desportiva, em grande parte deles, era necessária não só para o ténis, para a natação, já temos naturalmente também um campeão, para o atletismo, para a canoagem, enfim, para tudo aquilo que é desporto e prática de alta competição. E a verdade é que nós não temos, a começar que não temos um ministro do desporto. Normalmente, estamos tendo um secretário de Estado, um indivíduo que é naturalmente informado e que é chamado, mas não temos um ministro, de facto, com peso no governo, nem nos governos, portanto De resto, eu acho que foi tudo dito, quer pela Mariana, quer pelo Luís. Só dizer que o João Sousa passa a ser um símbolo do ténis português e não esquecer, isso é importante, que pertence agora o Borges, que está a surgir, a uma nova vaga de tenistas. Repare-se, quando se vê que Nadal, infelizmente por lesões e obviamente está de saída e já não consegue. Mas também vimos, naturalmente, na Austrália termos tido um novo campeão, o Jannik Sinner, e haverá outros, que bateu o próprio Djokovic. A verdade é que há sempre uma mudança, as coisas estão a rodar, há sempre novos horizontes e espera-se que Portugal, para além do Borges, este simbolismo forte e fantástico de João Sousa, possa trazer mais miúdos, mais atletas ao ténis, à alta competição e que prolifere no país.

Apegando nisso, já agora e para os nossos ouvintes também ficarem a par, estamos aqui a falar muito de Nuno Borges, que há pouco, infelizmente, foi eliminado na primeira ronda em Acapulco. Perdeu por 2-1 com o Yoshihito Nishioka, mas mesmo assim vai continuar a competição de pares ao lado do Francisco Cabral. Pedro Henriques, termino contigo e fechamos este separador, este dossiê do João Sousa. Muito aqui falamos normalmente no campeão dos símbolos portugueses e na forma como os portugueses têm contribuído para levar o nome do país lá fora. Aqui o João Sousa teve a grande conquista cá em Portugal, o Estoril Open, mas venceu quatro títulos ATP. E por exemplo, não falámos há pouco, conseguiu dois tetos de final, US Open e também Wimbledon. Achas que vai ficar também para sempre na história como um símbolo não só do ténis, mas do desporto nacional?

Bom dia. E mais do que isso, e simboliza aquilo que normalmente o Cristiano Ronaldo é a pessoa que mais encarna isso. O Cristiano Ronaldo vem muito novinho para o continente. O João Sousa e outros fizeram exatamente um percurso idêntico na perspetiva de ir à procura de melhor qualidade ao nível dos treinos, treinadores, se calhar com outras capacidades e outras condições, sobretudo. E por isso é que ele penso que aos 15 anos, muito novo, foi para Barcelona para tentar exatamente ser esse profissional do ténis.

Eram grandes demais para estar num país tão pequeno.

Não, e repara uma coisa, são modalidades que tinham tecnicamente ainda algum atraso em relação àquilo que se fazia noutros países e Espanha, sabemos que a partir dos Jogos Olímpicos que organizaram em Barcelona, Espanha deu um pulo enorme no desporto de uma maneira geral, isso foi uma realidade.

Ficamos aqui sem o contacto do Pedro Henriques. Voltaremos mais à frente ao nosso habitual mental de O Árbitro, hoje aqui na pele de comentador. Ora diria para irmos já ao próximo tema, até porque o tempo não para. E Mariana Fernandes, vamos falar das eleições do Futebol Clube do Porto. A seguir, obviamente, quero ouvir o Luís Pinto Coelho. Mariana, 27 de abril e sabemos que vai calhar em fim de semana de Futebol Clube do Porto e Sporting, sendo que ontem a Pinto da Costa também deixou as propostas de governança para aquilo que quer do próximo mandato. Estas eleições a 27 de abril, achas que calham numa altura desportivamente pode beneficiar o Futebol Clube do Porto? Obviamente, estamos aqui a falar de futurologia. Mas calhar num fim de semana de clássico pode ser bom também para galvanizar as hostes?

Pode ser para galvanizar ou pode ser para esvaziar alguma coisa que possa acontecer. Pode dar para os dois lados. Acho que teremos de descobrir aquilo que vai acontecer nas eleições e acho que acima de tudo temos de descobrir o ritmo ou o tom em que esta campanha vai ser disputada nos próximos dois meses certinhos, porque hoje é dia 27 de fevereiro. Acho que essa é a grande dúvida neste momento. Acho que já tivemos períodos piores, ainda sem campanha eleitoral, portanto alturas muito complicadas deste início de embate. Estamos a viver uma altura um bocadinho mais soft, mais flat, ainda que Fernando Madureira continue detido e eu acho que isso continua a ser um tema também no universo do Futebol Clube do Porto. Mas acho que à medida que estes dois meses forem andando e à medida que nos formos aproximando também da data das eleições, com mais ações de campanha, com a saída dos próprios programas propriamente dito, dos três candidatos, neste caso, acho que vamos reiniciar aqui um processo um bocadinho mais aceso e um processo mais intenso de campanha eleitoral, principalmente porque nós nunca vimos Jorge Nuno Pinto da Costa numa verdadeira campanha eleitoral. Ele gosta muito sempre de dizer que não faz campanha eleitoral, desta vez vai ter de fazer ou pelo menos vai ter de se esforçar um bocadinho mais e de perceber que tem de ou conquistar ou reconquistar algum do seu eleitorado para não arriscar uma derrota em vida.

Luís Pinto Coelho, aqui olhando para além, estávamos a ouvir ali o Pedro Henriques, já vamos tentar novamente voltar ao nosso Áudio Árbitro, mas gostava de perguntar aqui ao Luís Pinto Coelho. Luís, gostava de te perguntar se olhando para esta data e para além desta data, 27 de abril, eleições do Futebol Clube do Porto, Pinto da Costa apresenta aqui também medidas não só para a transparência, também a equipa de gestão. Diz, por exemplo, que vai fazer uma renovação da equipa de gestão, que vai também pegar aqui a algumas pessoas que são quadros de gestão privada, que estão habituados a gerir também ambientes complicados. O que esperas desta nova equipa de gestão do Pinto da Costa?

Eu penso que foi para mim, não foi, André? Houve aqui uma pergunta específica.

Sim, para ti. Tu é que és o nosso especialista em Porto.

Parece-me que Pinto da Costa está a fazer uma oposição à sua própria direção. Porque da forma que ele fala, parece que é um candidato e não o atual presidente. Porque é estranho, parece que não esteve 40 anos ou principalmente eu diria a última década com estas pessoas, que são quase sempre as mesmas. Vítor Baía entrou um bocadinho a meio desta última década, mas já estão lá há muito tempo. E acho estranha esta postura de Pinto da Costa, porque parece que está a criticar os próprios colegas de direção muitas vezes e parece que ele não teve responsabilidade de nada das coisas que se foram fazendo e não fazendo, que não se fez muitas das promessas que ele tinha nas últimas eleições. E acho que ser as eleições a 27 de abril é bom. 25 de abril antes a festejar os 50 anos do 25 de abril e logo a seguir também se festeja aqui uma nova era, se calhar, no Futebol Clube do Porto. Eu não gostava, preferia que Pinto da Costa não se tivesse recandidatado, porque acho que vai ter uma derrota pesada, parece-me isso pelo que vou vendo e vou falando com as pessoas aqui na cidade. Vai ter uma derrota pesada e sair assim será sempre triste para os portistas, mas parece-me que é uma evidência, porque até a forma como ataca André Villas-Boas penso que é pouco elegante, não tem muito sentido e acho que as pessoas estão um bocadinho cansadas desta postura e até os próprios resultados desportivos também não o estão a ajudar. Por isso acredito que a 27 de abril vai haver uma mudança grande no Porto.

Gabriel Alves, pegando aqui no que disse o Luís Pinto-Coelho, podemos esperar umas eleições do Futebol Clube do Porto em clima de liberdade, pegando aqui nos 50 anos do 25 de abril, ou achas que isto, como dizia a Mariana, estes dois meses ainda vão dar pano para mangas, em termos de oposição de lado a lado?

A questão da liberdade acho que nem se deve pôr em causa, porque mal de nós. Em relação à agressividade, vai haver a mesma agressividade que se está a ver na política, é igual. É verdade aí com o Porto, cada uma com a sua peculiaridade. É evidente que estamos numas eleições de um clube desportivo, de uma empresa cotada em bolsa, que é a empresa chamada Futebol Clube do Porto. Muitas vezes esquecemos que estas empresas existem cotadas em bolsa, portanto, que são fiscalizadas em bolsa. Tudo isto é importante. Agora, aquilo que me parece, e pegando nas palavras do Luís Pinto-Coelho, mas noutra direção, é que estas eleições vão trazer mudança ao Futebol Clube do Porto. A mudança do Luís Villas-Boas, só por si, que é um candidato com outras ideias, outra dimensão das coisas, outra geração, e o próprio Jorge Nuno Pinto da Costa, que também resolveu mudar. Por aquilo que está vindo a dizer, se cumprir, também muda a gestão, muda a parte financeira, muda as pessoas, certamente com uma equipa diferente e mais jovem, mais enquadrada naquilo que é a contemporaneidade. Portanto, vamos ter um Porto diferente, quer com um, quer com o outro. Um assim e o outro assado, mas todos cozidos.

Pedro Henriques, vamos fechar contigo e sugiro já também que nos possas dar o teu campeão e a tua nota, mas gostava de perguntar também sobre esta questão do Futebol Clube do Porto. Tiveste há pouco ali uns problemas técnicos, não tivemos muito tempo para te ouvir.

O apito engasgou.

Foi para dentro. Pedro, 27 de abril, achas que é um fim de semana em cheio aqui para o Futebol Clube do Porto com clássico e depois com as eleições e quem é o teu campeão e que nota dás?

Olha, em relação à data, vai aparecer aí um fim de semana, se calhar, grande. Pode haver pessoas a fazer aí uma ponte, porque 25 de abril e depois 1 de maio são feriados, eventualmente pessoas a poderem aproveitar isso e não estarem presentes. Não sei se isso vai afetar ou não em termos de presença no ato eleitoral. Portanto, a data é o que é. Eu acho que isso também devia ser mudado a nível do Porto. Não faz sentido nenhum, sabendo que o futebol é aquilo que move naturalmente um clube, fazer eleições a meio de um campeonato, ou mesmo que se esteja numa ponta final. Não faz sentido nenhum e acho que não beneficia em nada, porque pode inclusivamente fazer aquilo que é o adepto ir votar muito em função daquilo que está a acontecer na época e do resultado desportivo. E muito mais disso, porque sabemos como é que é a pouca racionalidade muitas vezes do adepto e a emocionalidade que é muito grande, muito mais isso do que olhar para o projeto e perceber para presente e para futuro, quais são as propostas reais que existem e aquilo que está bem e está mal. Portanto, podem ser muito levados pela euforia do momento, se estiver tudo bem ou pelo contrário. E neste caso, se calhar vai ser pelo contrário. E daí eu penso que o André Villas-Boas, até nisso, pode estar a tirar alguma vantagem. Relativamente à minha nota, era mesmo a questão do João Sousa, acabei por não poder concluir porque entretanto tive aqui um problema técnico, mas de qualquer maneira vou dar a minha nota. Para já, da expectativa de 15 de João Sousa, expectativa no sentido de ainda falta um torneio, ainda não se foi embora, mas também naquela perspectiva de que tudo o que ele fez de muito bom pelo ténis, o tal 28º lugar, que eu acho que é fantástico e difícil de bater em termos lusos, em termos portugueses, e na perspectiva daquilo que ele possa fazer no Estoril Open, também vou lá estar para assistir e para ver, e sobretudo naquilo que possa vir a ser a continuidade de uma pessoa tão relevante e importante na Federação Portuguesa de Ténis, no mundo do ténis, porque é muito importante que este tipo de pessoas não caiam, no sentido de se lhe dê continuidade e à modalidade, porque vão dar uma visibilidade e uma projeção internacional, porque eles são reconhecidos internacionalmente.

Não acaba aqui.

Mas quando ele sair, será muito maior a nota, claro que será.

Mariana Fernandes, quem é o teu campeão e que nota dás? E vou vos pedir aqui 20 segundinhos a cada um, mesmo duas frases, ver se conseguem. Vamos lá, quem é o teu campeão e que nota dás?

Muito rapidamente, é o João Sousa. Tem de ser um 18 para o João Sousa hoje. É tudo aquilo que dissemos desde o início, é o melhor tenista português de todos os tempos. Acho que vai ser um exemplo para todas as gerações que aí vêm, vai continuar a ser um embaixador da modalidade e será sempre alguém, como o Pedro dizia, que acho que devemos sempre trazer para perto de nós sempre que for para explicar o que é que tem de se fazer quando achamos que não é possível lá chegar.

Pedro Henriques, já deste a nota. Luís Pinto-Coelho, quem é o teu campeão e que nota dás?

Não podia fugir. João Sousa, obviamente, um 20 para ele e um agradecimento. Muito obrigado pelos grandes momentos de ténis que nos proporcionou.

Esperamos que ainda proporcione mais um. Vamos terminar com o Gabriel Alves, quem é o teu campeão e que nota dás, Gabriel?

É João de Sousa, 20, esperando depois a continuidade daquilo que ele virá a fazer pelo ténis no pós-alta competição, esperar dar-lhes o 21. Só deixo uma nota de atenção para o Real Madrid, que falarei no próximo programa. Contratações, estádio, Superliga. E Ceferin ter desistido de continuar à frente da UEFA. Está tudo interligado.

Ora é o "E o Campeão É?" de hoje. Amanhã estamos de volta à mesma hora, a partir do meio-dia e bem. Obrigado e um abraço a todos.