Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Vamos a mais um E o Campeão É. Todos os dias escolhemos os protagonistas do mundo do desporto e damos notas de 0 a 20. Para isso, convocados de hoje: João Castro, João Pinto, Luís Pinto Coelho e Pedro Henriques. Bom dia a todos, bem-vindos, mais uma vez.
Bom dia.
Bom dia.
Começamos pelo Benfica. A estreia de Bruno Lage não podia ter corrido melhor. O Benfica venceu o Santa Clara por 4 x 1 e consegue a primeira goleada da época. João Pinto, naturalmente, começamos contigo. Conta-nos, já não dormias assim tão descansado por causa do Benfica há quanto tempo? Confessa.
Acho que ainda não está nem na altura de dormir descansado.
Não vamos ser os guardiões da festa, é isso?
Não, exatamente. Acho que foi um bom jogo, o Benfica cumpriu praticamente todos os objetivos que tinha para o jogo, menos não sofrer gols, e esse cumpriu logo à entrada, portanto esse foi logo para mandar fora. Mas tirando esse pequeno gesto de caratê do Otamendi, que correu mal, o Benfica tem uma boa partida, mostrou muitas coisas boas. O Arthur Koglo foi uma excelente confirmação, porque já desconfiavamos que ele era bom.
Sim.
E depois aquele posicionamento novo do Kokchu no meio-campo era realmente aquilo que se pedia. Termos os jogadores a jogar nas suas posições naturais e sem um overload de instruções tão grande quanto tinha no tempo de Roger Schmidt, também foi uma belíssima novidade. Por exemplo, o Bah faz um jogo extraordinário como lateral-direito, em que não tinha que fintar, não tinha que criar jogo na frente. Não, pura e simplesmente o que ele tinha que fazer era defender bem e ajudar o Di María. E foi isso que ele fez, e fez muito bem, depois foi crescendo no jogo com muita confiança. Portanto, acho que o Benfica moralizou uma série de jogadores, o António Silva, o Otamendi, o Tino, o Kokchu, o Rolizer. O Benfica faz uma boa partida, consegue uma série de objetivos, consegue três pontos, marca quatro gols, a malta saiu em festa e foi uma boa jornada.
Ontem estávamos a perguntar-te se esperavas o Bruno Lage do Benfica-Santa Clara do dia de campeão ou do dia em que perdeu, e a verdade é que o resultado foi exatamente o mesmo do dia em que o Benfica venceu o Santa Clara e foi campeão, 4 x 1. Foi esse o resultado em 2018, 2019.
Ainda falta muito para ser campeão, mas já não falta tudo.
Muitas jornadas. João, ontem tivemos também muitas caras novas, Akturkoglu, e vamos ter todos agora de fazer este trava-línguas. Parece-me que é um nome que vamos dizer várias vezes ao longo da época.
Não custa nada.
Amdouni também fez a estreia. Tivemos Rolizer ao meio, algo que já tínhamos visto na pré-época, mas agora de forma mais consistente no campeonato. O que destacas também destas novidades um pouco mais estratégicas? Já disseste também Kokcu, mas destas novidades, destes novos jogadores, o que destacas?
Tivemos Scholdroup também.
Exatamente. Voltou de lesão.
Mais um trava-línguas, do lado esquerdo. Mas destaco o Akturkoglu, acho que esse foi o grande destaque do jogo, um homem que chegou há dois dias, não sabe o nome de ninguém, só deve conseguir falar com o Kokcu, provavelmente. E agora chega no primeiro jogo, marca o gol que empata a partida num gesto técnico muito bom e convenceu completamente o Estádio da Luz e, para nós, já é o novo ídolo. Tivemos o Rolizer ao meio, é verdade, mas também tivemos o Rolizer ao meio porque o Benfica, que tinha oito opções para o centro do terreno quando começou a época, de repente perdeu João Neves, João Mário, Ognjes por lesão, Martinet por transferência, o Renato porque está magoado e Leandro Barrér Florentino não se pode, e ainda bem. Portanto, o Benfica tinha que arranjar um trio de meio-campo e acabou por adaptar o Rolizer, que acabou por ser a maior ironia do jogo, que é tanto que dissemos mal do Roger Schmidt por adaptar, quando o Bruno Lage começa a adaptar também, mas aí já foi por escassez de recursos. E quando assim é, até acho que correu bem.
João Castro, tu que és líder do campeonato, assusta-te a possibilidade de o Benfica agora encarrilhar e somar não sei quantas vitórias?
Bom dia. Não me assusta. Eu acho que o Sporting deve se preocupar só com os seus jogos e não com o Benfica. O Benfica começou bem. Obviamente, o Lage teve aqui um cenário perfeito para a sua estreia. Até estar a perder, acho que foi bom para o Benfica, porque ganhar de reviravolta dá outro ânimo. Tem outro gosto, eu acho que até isso. São momentos importantes destes inícios de jogos para os grandes. Costumam acontecer faltas de desconcentração. Ontem foi o Otamendi, na sexta-feira o Matheus Reis também com os apoios trocados, quase permitia ao Euro começar a ganhar, e isso pode mudar os jogos. Ontem não calhou, o Benfica depois encarreirou. O Lage com pouco tempo de treino, fez aquilo que um treinador deve fazer, que foi pôr as peças no sítio, pôr os extremos de raiz, ao contrário do que o Benfica vinha jogando com o Schmidt, e as coisas começaram a carrilar, o Rolizer atrás do avançado, sempre ali em espaços entre linhas, depois o Kokcu, obviamente, também na sua posição natural, acho que o Benfica acabou por jogar bem. Há aqui um pormenor, os laterais do Benfica jogarem muito por dentro. É evoluído nesse sentido e depois criam ali mais equilíbrios. Para os defensivos do Benfica tem que haver mais coberturas. Quando perdeu a bola, o Santa Clara explorou bem esses momentos, mas são coisas que o Lage vai ter que preparar. Não teve treinos para isso. Praticamente o Lage chegou, pôs as peças no sítio e se calhar preocupasse mais com a organização ofensiva neste momento Porque depois vai ter que ter treinos para tentar assimilar as suas ideias. Para já, com este calendário, André e aqui para o João Pinto, ele só vai ter treinos de preparação para os jogos e treinos de recuperação. Portanto, para o resto, vai ter que preparar muitos vídeos, os jogadores vão ter que ver muitos vídeos. Nem sempre é agradável para os jogadores, mas nesta altura vai ter que ser.
Luís Pinto Coelho, olhando para aquilo que também ontem dizias, que o Bruno Lage tinha de se soltar um bocadinho da parte da emoção e da paixão no discurso, focar-se mais no lado futebolístico, no lado tático, técnico. Ainda ontem tivemos um grande aumento na Luz, também com muitos agradecimentos de Bruno Lage em relação a isso, ou seja, ainda esse discurso muito apaixonado. Achas que por enquanto a estratégia está a resultar, nesse sentido, de união?
Sim, ontem também eu penso que não era muito difícil de resultar. Eu acho que era colocar os jogadores nas suas posições, acrescentar criatividade e depois falar um bocadinho nessa vertente emocional, com o público a ajudar, acho que sim. Como eu referi ontem, acho que agora tem que dar um outro passo, que as coisas quando não correrem bem, não vale a pena falar da paixão. Não é isso que vai resolver, é a qualidade do treino, a qualidade dos jogadores e as questões táticas. Mas ontem correu bem, acho que fez o que tinha a fazer. O Bruno Lage colocou os jogadores nas posições certas. Montou uma equipa mais ofensiva para jogar em casa, isso era preponderante. Largou ali o duplo pivô muito defensivo, acho que era o que se pedia. Agora vamos ver na Liga dos Campeões, como é que vai correr, vai ser um ambiente difícil, mas também acredito que o Benfica pode conseguir trazer pontos da Sérvia e era importante para Portugal.
Muito bem, Pedro Henriques.
Bom dia.
Bom dia. Tal como no jogo do Sporting, tivemos ontem também um lance polémico num dos golos. No golo do empate do Benfica, o Santa Clara reclama falta na jogada, Safira fica a sangrar. Achas que o golo deveria ter sido anulado?
Ora bem, bom dia uma vez mais. Em primeiro lugar, vocês, por conta do programa ser às 11h30, obrigaram-me a bater o recorde da Corrida do Tejo, o meu recorde pessoal, porque eu deixei o carro nos Jardins de Oeiras, a meta na Praia da Torre, quer dizer, depois de fazer 10 quilômetros, eu tive que fazer mais mil e tal metros para vir aqui chegar à hora, mas tudo ok.
Mas a banda sonora é boa. Vimos as gaivotas.
Pelo menos tínhamos companhia.
É verdade, espetacular. Ora bem, posto isto, duas coisas em relação ao jogo de ontem. A parte da arbitragem, no "Sem Falta" já tive também essa oportunidade, mas agora volto a falar aqui. Há falta claramente do Otamendi sobre o Safira, uma entrada dura, que não só era ali direto com cartão amarelo, isto foi aos 26:30, aos 26:54, 24 segundos depois, dá-se o golo.
A posse não muda, Pedro, porque era uma das questões que estava a falar.
Exatamente. E essa é a questão. Portanto, o que acontece é que há duas situações. Isto é, há falta, e se houvesse a falta ou se a falta tivesse sido marcada, provavelmente o Benfica empataria noutro lance qualquer que não aquele, porque o jogo seria outro. Não obstante isso, por que o VAR não pode intervir? Esta é que é a questão. É porque desde que o Otamendi recuperou a bola em falta, não se manteve a chamada mesma fase de ataque. E há dois fatores que podem alterar a fase de ataque. Se a equipa que ataca, neste caso o Benfica, que estava a atacar, viesse de novo com a bola na direção do seu próprio meio-campo, imagina que ia até ao corredor direito e depois fazia três ou quatro passes para o meio-campo e depois voltava pra frente. Isto é, a bola nunca tinha saído do Benfica, mas o simples fato do Benfica voltar, em termos de passes, para o seu próprio meio-campo, já mudava a fase de ataque, portanto, já teríamos perante outra situação. Não foi o caso. Aqui o que foi o caso é que há três jogadores do Santa Clara que vão intervir na jogada, isto é, há um cruzamento do corredor direito, há um primeiro jogador que alivia a bola. Aliviar a bola não é posse de bola e, portanto, se fosse só isso, ainda estávamos na mesma fase de ataque, mas há um segundo jogador do Santa Clara que, ao receber esse alívio, tem todas as condições para ou seguir com a bola ou fazer uma coisa que ele optou fazer, que foi um passe deliberado, intencional, direcionado para o seu colega. Isto já é posse de bola. E depois ainda há um terceiro, que recebe este passe, e este jogador não estava apertado, estava sozinho, isto é muito importante, sem pressão de ninguém, portanto, não é um alívio. É um jogador que tem hipótese de dominar, controlar, fazer o que quer à bola, e ele quis fazer um passe. E depois há um terceiro jogador ainda do Santa Clara, que recebe este passe, aí sim já apertado, e manda a bola pra frente. E aqui o Benfica recupera de novo a bola e é a partir desta nova recuperação que se dá a nova fase de ataque. Portanto, em termos de VAR, ficou aqui impossibilitado, de acordo com o protocolo, de fazer a intervenção. Ponto. Agora, há a falta, existe a falta, claro. E só para terminar, em relação ao jogo, só acrescentar, que eu da arbitragem falo nos diretos e falo também no "Sem Falta", só acrescentar que o Benfica, para fazer melhor do que o que tinha feito até agora, só precisava de duas coisas: a segunda e a primeira. A segunda fez o Bruno Lage, que foi efetivamente pôr os jogadores a jogar no sítio certo. A primeira fez o Rui Costa, ainda bem, despediu Roger Schmidt.
Ora bem, o Benfica com esta vitória chega aos 10 pontos, sobe ao terceiro lugar do campeonato. Claro que hoje ainda jogam Futebol Clube do Porto e também Vitória Sport Clube, que ainda têm a possibilidade de ultrapassar o Benfica, o Sporting de Braga também, aliás, e mais logo temos esse derby do Minho. Portanto, para estar também atentos mais logo esse grande jogo do futebol português. Vamos olhar para o Futebol Clube do Porto, joga esta tarde e é mesmo tarde, porque acho que podemos dizer assim, porque vai ser um jogo às 15h30, não é muito comum. Luís Pinto Coelho, 15h30 com até alguns alertas de calor para este fim de semana. Tu já tens aqui pronto o leque, a ventoinha, não sei, o que vais levar hoje para o Estádio do Dragão. Esperas também um jogo quentinho, nesse sentido.
É verdade, os jogadores hoje vão sentir um bocadinho, 15h30.
15h30 é a inglesa.
Só que o nosso clima não é o inglês. Vai lhes custar mais um bocadinho, mas não vai ser esse o problema, certamente. Eu diria já 3x0 para o Porto e fechamos aqui.
A conversa. Mas o fato do referente estar mal, achas que vai ser aqui um ponto a favor do Futebol Clube do Porto? Essas estatísticas pouco interessam.
Eu acho que o Farense não está num bom momento e parece-me até que a equipe é um pouco mais débil do que na época passada. Tem um treinador muito experiente, o Vítor Bruno referiu isso na conferência de imprensa. É um treinador que já sabe tudo, sabe as manhas todas, diria assim, e vai tentar complicar ao máximo, mas acredito que o Porto conseguindo marcar relativamente cedo, acho que depois até pode partir para um resultado de alguma maneira volumoso. Eu vi o Farense contra o Sporting e pareceu-me uma equipa que defensivamente até comete muitos erros, por isso acredito que o Porto, com maior ou menor dificuldade, vai ganhar este jogo. Estou curioso para ver o 11 hoje do Vítor Bruno. Acredito que não vão existir muitas mexidas. Da maneira que ele falou, acho que vai dar prioridade aos jogadores que ficaram cá em Portugal a trabalhar e não foram para as seleções. Por isso, se calhar, a estreia será só do Francisco Moura. Tenho a dúvida do Neón Pérez, mas não sei se ele quer mexer ali no centro da defesa. Depois de haver alguns problemas em Alvalade, retirar já um jogador também animicamente pode ser complicado, mas acho que Francisco Moura, pelo menos, vai fazer a sua estreia.
Muito bem, João Pinto. O Farense está a fazer o pior arranque da sua história. São quatro jogos, quatro derrotas. Esperas um jogo tranquilo?
Sim, para o Porto espero. Acho que vai ser realmente um adversário acessível. Agora, o futebol tem estas coisas, de que algum dia o Farense vai quebrar esse ciclo. Se foi o pior arranque, é porque estatisticamente não passam cinco jogos sem perder.
O José Mota até diz que é a melhor oportunidade para quebrar o ciclo.
Exatamente. Cautela e caldas de galinha, porque realmente é aquilo que qualquer clube grande quer, é que os jogos em casa sejam três pontos, para manter o público alegre e depois se acontece uma daquelas coisas que ninguém quer, uma expulsão cedo, apanhar-se a perder, a equipa enervar-se, esse tipo de jogos que também acontece um ou dois por campeonato, pode complicar. Mas acho que não, acho que tudo vai correr o seu curso normal e os três pontos vão desaguar ao Douro.
João Castro, tu que andas sempre de olho nestes jovens talentos, Samu Omorodion já se estreou pelo Futebol Clube do Porto frente ao Sporting, mas hoje esperas já a presença do antigo avançado do Alavés e do Atlético de Madrid no 11 inicial do Porto ou ainda é um bocadinho cedo?
Olha, eu acho que ainda é um bocadinho cedo, até porque ele esteve na seleção. E portanto, acho que conforme o Vítor Bruno disse na conferência de imprensa e conforme agora o Luís disse, e bem, eu acho que se calhar só o Francisco Moura que vai ter mesmo essa oportunidade de estrear, passando o Galeno para a sua posição natural, que eu acho que também é importante, porque fica mais próximo da baliza, tem muito gol e pode se valorizar novamente para depois para uma possível transferência. E portanto, acho que o Porto não vai fazer grandes alterações. Vai ter depois alterações no futuro, com o Samu ou o Pérez a ser titular. Na defesa, eu acho que até quem vai sair vai ser o Otávio, acho que vamos ter isso. O Diogo Jalo ainda está a recuperar, o Fábio Vieira está lesionado, portanto vamos ter que aguardar mais um bocadinho para ver o Fábio Vieira com a camisola do Porto, mas eu acho que não vai fazer muitas alterações. Temos que lembrar que o Farense teve mais 15 dias para preparar o jogo. O José Mota teve essa vantagem, não tem muitos jogadores na seleção, portanto tem esse tempo todo para recuperar a equipe e tentar transformar os erros que a equipe vinha a cometer. Claro que eu acho que vai jogar fechado, acho que vai ser difícil para o Porto marcar o primeiro gol, depois a partir daí acho que o jogo fica decidido. Mas lá está, os grandes às vezes entram mal na partida e se deixam o Farense marcar um gol, as coisas podem complicar. Mas teoricamente o Porto é favorito e poderá ganhar facilmente o jogo de hoje, num horário espetacular. Acho que vai ser a minha nota de campeão também. É o horário espetacular do jogo do Porto, acho que é fantástico para as famílias, o Dragão vai estar completamente cheio e acho que nós precisávamos de mais jogos neste horário.
Voltamos aqui ao Pedro Henriques. Pedro, esperas estreias no 11 inicial do Porto?
Eu não espero estreias, eu vou dizer o 11. São coisas diferentes.
Desculpa, tens razão.
Para dizer duas coisas. Em primeiro lugar, do 11 do Sporting acertei em 10, do 11 do Benfica acertei em 11.
Então hoje acertas em 12.
Se não forem os 11, são 10.
Exatamente. Hoje, se não for 11 é 10, porque estou só com uma dúvida lá à frente.
Eu vou ter que levantar a mão nisto. Tu não podes dar três opções para um 11 e depois dizeres que acertaste o 11. Não pode ser.
Desculpa lá, eu ontem dei o 11.
Polícia.
Eu ontem dei o 11.
Tu deste hipóteses. Disseste: "Não, eu só tenho duas dúvidas. Se não jogar este, joga aquele. Se não jogar aquele, joga o outro." É como se eu no teste disser: "Para mim é A, se não for esta, é a B e a C." Não está certo.
Eu vou dar o 11 e depois dou uma segunda hipótese, que é o meu segundo 11, com uma alteração só, mas aquilo que fica é o primeiro 11 que eu dou.
Mas eu acho que isto dava um cartão amarelo, pelo menos.
É como eu, eu também faço nudismo, mas calça.
A malta incomoda muito. Isto é complicado, porque a malta estuda, é que eu estudo. Eu ando aqui a chutar e incomoda muito.
Vamos lá.
Vamos lá. Portanto, Diogo Costa, como é óbvio, Francisco Moura à esquerda. Otávio com o Zé Pedro, embora aqui no central eu não vou pôr, mas podia haver aqui uma segunda estreia, mas não vou pôr. Martim Fernandes à direita. Alan Varela com Vasco Sousa, depois da esquerda para direita, Galeno e Nico González. E é aqui que eu tenho uma dúvida, eu vou pôr Yvonn Mbeuck, mas se aparecer o Pepê não me admire, e lá à frente Samu. Mas para mim o 11 Para mim o 11 é com o Ivan Raim, não é com o Pepê, não. Samue e Zé Tirica.
Ok, muito bem.
Não mexe. E o Galeno sobe, como já foi dito aqui.
Vais falhar três.
Não.
Nós temos que começar a fazer um campeonato também como fazíamos em tempos com os palpites.
Pois era.
Meus caros, neste ponto é que não há qualquer tipo de discussão, é para ouvir na Rádio Observador o relato mais logo. Jogo às 15h30, não é erro, é mesmo 15h30, a partir do Estádio do Dragão, com relato do Pedro Fernandes, a coordenação da emissão do Nuno Santos e os comentários do Filipe Coelho, do Luís Pinto Coelho e do Pedro Henriques, que aqui também se devia chamar Coelho, porque era giro termos três comentadores Coelho no jogo. Vamos às notas de campeão. Já agora, antes disso, relembrar também, não vamos fazer relato em direto. É uma pena, mas há um Sporting Braga, Vitória Sport Club, há o Dérbi do Minho, a partir das 20h30. E portanto, também é um jogo grande, sempre incrível de se ver. E o ano passado teve muita emoção até o final, o Braga Vitória Sport Club. Agora sim, notas de campeão. Começamos por ti, João Pinto. Quem é o teu campeão e que nota dás?
Nota 15 para este novo Benfica de Bruno Lage, com as peças todas no sítio. Nota 15 também para esse Dérbi entre Braga e Vitória. E nota 18 para Martín Prieto, a espanhola que agora joga no Benfica feminino e que está em grande e tem feito gols atrás de gols.
Muito bem, João Castro, nota e campeão.
Para o jogo do Porto neste horário fantástico, nota 18 para estes horários. Depois para o cartaz que nós temos hoje. Começa já ao meio-dia com a Fórmula 1, depois passamos para o jogo do Dragão e depois acabamos logo em grande também com o Dérbi do Minho, que vai ser escaldante. Portanto, hoje temos aqui um menu muito bom em termos de desporto para quem quiser ver ou ouvir na Rádio Observador.
Sobre a hora, eu quero deixar aqui uma nota, livre de interesses, mas acho que é justar esse mérito e eu sou grande fã. O jornal zerozero.pt tem uma análise a todos os jogos que acontecem à hora da tarde e não tínhamos um jogo no Estádio do Dragão às 15h30 desde 2018. Portanto, vários anos em que os grandes não têm tido essa possibilidade de jogar a esta hora. E está aí um belo artigo com essa retrospetiva, porque é realmente muito raro, infelizmente, termos jogos a estas horas por cá em Portugal. Vamos ao Luís Pinto Coelho. Qual é a tua nota, Luís, e quem é o teu campeão?
Vou dar um 18 à Guillermo Ochoa, que ontem fez a estreia pelo Aves, pelo Aves, e uma grande estreia. Eu diria que é uma lenda do futebol mundial, principalmente de quatro em quatro anos nos Mundiais, mas provou ontem e tem provado ao longo da carreira que é um tremendo guarda-redes e acho que vai ser um grande reforço e que vai dar muitos pontos ao Aves.
Foi capitão e já deu pontos ontem com uma grande defesa aos 88 minutos. Grande defesa.
Sem dúvida, grande exibição.
Muito bem, terminamos com o Pedro Henriques. Nota e campeão, Pedro.
Duas notas, um 15 e um 20. Nota 15 para este novo Benfica, sem Roger Smith, e nota 20 para a Corrida do Tejo. Aos nossos observadores, o seguinte: oiçam a Rádio Observador, porque ouvem e estão sempre em boa companhia a ouvir desporto. Mas, por favor, façam também desporto por nós, por vocês, pelo nosso país, pela vossa saúde.
Muito bem. Eu fui jogar à bola duas vezes esta semana e as minhas coxas estão a gritar. Eu pareço um idoso quando me sento e quando me levanto, mas soube muito bem.
É isso, André. Tem de ser por uma boa causa.
Quantas vezes foste jogar à bola esta semana, Filipe?
Fui jogar à bola. Não fui nenhuma, desculpa.
Não vais a ver? Então pronto.
É mais ver, é mais ver do que estar a jogar.
Meus caros, amanhã estamos de volta, sempre no horário habitual, 12h30 durante a semana e 11h30 ao fim de semana. Obrigado e até amanhã.
Obrigada. Até lá.