Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

É meia-noite. As notícias com Laura Figueiredo. Boa noite. Começamos pelo desporto. O Benfica ganhou 4x1 ao Futebol Clube do Porto na 11ª jornada do campeonato. Há 60 anos que o Benfica não marcava quatro gols ao Futebol Clube do Porto. Carreras inaugurou o marcador na primeira parte. A segunda contou com dois gols de Di María e um autogolo do lado dos dragões. No Futebol Clube do Porto, foi o avançado espanhol Samu, que marcou o único gol do Porto na Luz. No final da partida, o técnico do Benfica, Bruno Lage, disse estar contente com o resultado, considera que o jogo foi característico do clube.

Aquilo que é importante realçar é a exibição à Benfica que tivemos hoje. Nós preparamos sempre o jogo com bola. Qual é a melhor forma de nós termos a bola, o nosso momento ofensivo é com bola. E a partir daí percebemos se esta é a melhor estratégia pra vencer o jogo, como é que vamos defender. Para nós é uma vitória importante, porque reforça ainda mais aquilo, e principalmente da parte dos jogadores acreditarem no trabalho que vamos fazendo, e da nossa parte aquilo que temos que fazer é sermos mais sólidos, consolidar processos e sermos mais consistentes nas exibições.

Do lado do Futebol Clube do Porto, Vítor Bruno considera que foi uma vitória justa para o Benfica e que a equipe portista não esteve à altura.

O Benfica ganha bem e isto nos coloca. Penso que falamos de duas partes completamente diferentes. Uma primeira parte que me pareceu equilibrada. Entramos relativamente bem no jogo, tivemos um ou dois lances do Galeno ali com remates perigosos à baliza. O Benfica faz um zero. É verdade, pode fazer dois zero numa bola ao poste, mas a equipa continua a agarrar-se ao jogo, faz um um. Primeira parte com números e dados estatísticos muito próximos uma equipa da outra. Na segunda parte, a partir do momento em que sofremos o segundo gol, penso que a equipa se organizou muito. No geral, na segunda parte, pouco intensa, pouco agressiva, pareceu-me o Benfica sempre mais fresco, mais rápido. Isto não representa em nada aquilo que é a marca forte que tem que ser deixada em campo por uma equipa como o Futebol Clube do Porto.

Com os dois jogos deste domingo, o Benfica chega aos 25 pontos na liga, está a dois do Futebol Clube do Porto, com um jogo a menos, e o Sporting está em primeiro lugar com 33 pontos. Também este domingo, o Sporting venceu o Braga por 4x2, num jogo que ficou marcado por uma reviravolta no marcador. O Braga saiu para o intervalo a ganhar, com dois gols de Ricardo Horta, mas os leões conseguiram dar a volta ao resultado. Na segunda parte, o primeiro gol foi de Morita, depois foi a vez de Aylward. Já em cima do final da partida, aos 90 minutos, Harder marcou por duas vezes. No final do jogo, Rúben Amorim diz que o Sporting mereceu esta vitória e que a equipe soube aproveitar o cansaço do Braga.

No fim do jogo, eu acho que merecemos a vitória. Fomos a equipe que quis sempre mais. Também ressalvar que eu acho que nos 20 minutos finais notou-se a maior frescura da nossa equipa e eu acho que aí também tem a ver com o facto do Braga ter jogado quinta-feira e, portanto, nós aproveitarmos isso que nós falámos na conferência, que haveria um certo momento no jogo que se nós aproveitássemos, poderíamos tirar vantagem. Foi isso que aconteceu.

Rúben Amorim falou ainda sobre a saída do Sporting.

Viví um contexto especial, muito difícil quando chegamos, mas um contexto especial. Eu sei o que tenho aqui é difícil reproduzir noutro sítio e faz parte também da nossa vida, porque há outros sítios com outra exposição, com outra pressão e eu entendo que não seja possível recriar aquilo que nós tivemos aqui. O que eu posso dizer aos sportinguistas é obrigado. Eu é que digo obrigado, foi uma aventura fantástica.

Do lado do Braga, Carlos Carvalhal fala numa segunda parte difícil e garante que havia vontade para mais.

Nós tínhamos vontade e queríamos muito chegar à baliza adversária, mas o Sporting está mais fresco. O Sporting estava no jogo, meteu defesas mais rápidos atrás porque sabia que nós podíamos explorar uma eventual transição, na qual esses jogadores rápidos não permitiram que a gente transitasse ofensivamente. Portanto, tivemos muitas dificuldades na segunda parte. O nosso plano surtiu efeito, que era conseguirmos vantagem e depois da vantagem, nós teríamos que, dentro da nossa energia, tentar ter a capacidade de aguentar o Sporting e numa ou noutra transição conseguir chegar à baliza.

As declarações de Carlos Carvalhal, o treinador do Braga, no final da partida. Rúben Amorim deixa o Sporting na liderança da Primeira Liga com 11 vitórias em 11 jogos no campeonato. Na atualidade nacional, Luís Marques Mendes considera que o que aconteceu com o INEM é inqualificável, mas afirma que o problema não se resolve com demissões. O antigo líder do PSD lembra que uma das tarefas fundamentais de um Estado é salvar pessoas. Este domingo, no habitual espaço de comentário na SIC, Marques Mendes criticou todos os intervenientes no caso, o sindicato, a direção do INEM e também o governo.

Primeiro o sindicato. Esta greve é legal, mas eu acho que esta greve é imoral, é desumana, não devia existir. Um presidente, uma direção do INEM, com o mínimo de experiência, com cautela, com atenção, obviamente que desencadeava os mecanismos todos para haver serviço mínimo. Esta reunião que a ministra fez já no decurso da greve, devia ter sido feita antes do início da greve. E se agora conseguiu desconvocar, teria sido evitada a greve e eventualmente, evitando-se uma greve, evitava-se toda esta suspeita relativamente a várias fatalidades e este alarme social. Foi uma pena. Tenho muita dificuldade em perceber isto. Ainda ninguém deu uma explicação sobre isto.

Luís Marques Mendes, na SIC, onde disse ainda que o problema não se resolve com demissões, mas sim com mais cuidado e evitando novos erros. O social-democrata anunciou ainda que o PS já decidiu indicar Manuel Pizarro para a Câmara do Porto. E o Sindicato dos Técnicos do Serviço de Emergência Médica sai em defesa da ministra da Saúde e diz que as mortes por atrasos no INEM acontecem já há vários anos. O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar afasta responsabilidades da ministra Ana Paula Martins nas mortes dos últimos dias. Rui Lázaro lembra que os desfechos trágicos por falta de assistência acontecem pelo menos desde 2021. No comunicado do sindicato, o presidente lembrou a última reunião com Ana Paula Martins e diz que, pela primeira vez em muito tempo, foi possível assistir a uma aparente vontade política na resolução estrutural e definitiva dos constrangimentos há muito existentes. Entretanto, a Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica solicitou também uma reunião de emergência à ministra da Saúde. Em comunicado, a ANTEM reitera que os serviços médicos de emergência em Portugal se encontram amarrados ao passado e a uma doutrina que atenta claramente à qualidade dos cuidados de saúde prestados à população. E o líder parlamentar do PSD critica a posição de Pedro Nuno Santos sobre a polêmica do INEM. Hugo Soares considera que o líder socialista não foi sensato ao relacionar os atrasos no socorro do INEM com as mortes registadas. Em declarações aos jornalistas esta tarde, em Viseu, o líder parlamentar do PSD afirma que a oposição apressou-se.

Peço muitas desculpas. Correlacionar isso, sem que haja uma investigação, com qualquer atraso na resposta, que tenha a ver com greves ou com falta de ação de outras medidas, não parece, nesta fase, o mais sensato, nem o mais correto. A oposição apressou-se, designadamente o doutor Pedro Nuno Santos, a querer fazer essa correlação. Vou ser muito franco: eu não era capaz e não sou capaz.

As declarações de Hugo Soares esta tarde, em Viseu, num registo captado pela RTP. Ontem, Pedro Nuno Santos acusou o Executivo de negligência por saber previamente da greve dos técnicos de emergência hospitalar e por nada ter feito para a evitar. E o Chega vai desencadear um novo processo de revisão constitucional. Num comunicado enviado às redações, o partido de André Ventura explica que a reabertura do processo tem como objetivo reduzir o número de deputados na Assembleia da República para 150. O partido acrescenta que o processo deve ter início logo que terminem os trabalhos no âmbito do Orçamento do Estado. O Chega vai reunir ainda esta semana o grupo parlamentar para definir as linhas da proposta. E Tiago Maia Gonçalves mantém-se como militante da Iniciativa Liberal, mas sem participação ativa no partido. Numa primeira reação à polêmica, o ex-opositor de Rui Rocha reconheceu a gravidade da situação depois de admitir que falsificou assinaturas de um documento, o que levou à admissão da presidência da União de Freguesias de Aldeuar, Foz do Douro e Nevogilde. Maia Gonçalves diz que foi um ato irrefletido e mostra-se arrependido. Garante ainda que não retirou benefícios pessoais e que nunca ficou com qualquer verba. Numa nota de imprensa, Maia Gonçalves garante que o objetivo da falsificação de assinaturas passou apenas por garantir que as associações não eram prejudicadas por falhas procedimentais. O liberal admite que se vai afastar nos próximos tempos da Iniciativa Liberal, mantém-se apenas como militante. E nos Estados Unidos, uma pessoa morreu e 16 ficaram feridas num tiroteio numa universidade no Alabama, na madrugada de sábado para domingo. A vítima mortal do tiroteio, um jovem de 18 anos, não era estudante universitário. Até o momento, ainda não foram anunciadas quaisquer detenções. Dos 16 feridos, 12 foram atingidos por tiros e, de acordo com os chefes das autoridades locais, o tiroteio aconteceu no momento em que estava a terminar a centésima semana do baile da universidade, uma semana historicamente negra. O gabinete de investigação do Estado do Alabama está já a investigar este caso. E Joe Biden vai entregar os quase seis mil milhões de dólares restantes do apoio militar à Ucrânia antes de Donald Trump tomar posse. Esta informação é confirmada pela Casa Branca, que garante que até janeiro o presidente cessante vai entregar o que resta de ajuda militar a Kiev. Na última reunião com o Zelensky, em setembro, Joe Biden tinha já deixado a garantia de que toda a ajuda aprovada pelo Congresso seria entregue à Ucrânia antes do final do mandato. De acordo com o conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, numa entrevista à CBS, Biden vai pedir ao novo Congresso e também à próxima administração Trump, nos próximos 70 dias, que mantenham o apoio a Kiev. E o ponto final neste noticiário. A informação volta a ser atualizada à 00h30.