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Começamos, Miguel, com o Serviço Secreto dos Estados Unidos, que nega que tenham sido pedidos mais recursos para garantir a segurança de Donald Trump.
É isso que esclarece o porta-voz do Serviço Secreto, responsável por garantir a segurança dos candidatos à presidência norte-americana. Surge este esclarecimento depois de um membro da equipe de segurança de Donald Trump ter posto a circular a informação de que tinham sido pedidos meios adicionais, um pedido que havia sido recusado.
Sendo que algumas vozes questionam o trabalho do Serviço Secreto responsável por garantir a segurança dos candidatos à Casa Branca.
O caso de um ex-comandante da SWAT, Steve Nottingham, e Jim Cavanaugh, um agente especial reformado, em declarações à NBC News, falam em erros de segurança. Não percebem como foi possível que o atirador que alvejou Donald Trump tenha conseguido levar uma arma semiautomática até o telhado de um edifício próximo, tendo em conta precisamente a proximidade do local onde decorreu o comício. O Congresso dos Estados Unidos já iniciou, entretanto, uma investigação. A diretora do Serviço Secreto vai ser ouvida no próximo dia 22 de julho.
E o ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa, Jorge Silva Carvalho, afirma que é complicado antecipar esse tipo de ataques.
Face à imprevisibilidade dos eventos durante o período de campanha eleitoral, com constantes alterações e que podem pôr em causa os procedimentos que decorrem da vistoria que é feita de forma antecipada.
Tem que fazer um conjunto de procedimentos em relação ao local e, de alguma forma, selar o local até o momento do evento. O que acontece neste tipo de eventos também, e isso não é tentar desculpabilizar o esforço de segurança, é que há sempre muitas alterações de última hora por interesse da campanha e por interesse, às vezes, do próprio candidato, tanto na direção do cancelamento dos eventos, como na alteração dos horários dos eventos. Isso acontece em Portugal, como acontece nos Estados Unidos, certamente. Poderá ter acontecido uma coisa desse tipo. O evento não era completamente previsto. Claramente que não houve tempo para fazer todas as medidas de proteção do local.
Análise do ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa, Jorge Silva Carvalho.
Donald Trump, que agradeceu, entretanto, as mensagens de solidariedade que tem recebido nas últimas horas e garante: não tem medo.
Numa mensagem publicada nas redes sociais, o ex-presidente dos Estados Unidos e candidato republicano à Casa Branca sublinha que vai ser resiliente. Antes, numa mensagem enviada aos apoiantes, Trump escreveu: "Nunca me renderei". Donald Trump foi vítima de um atentado esta madrugada durante um comício na Pensilvânia. Alvejado na orelha direita, o antigo presidente foi assistido numa unidade de saúde local e está bem. Na sequência do atentado, uma pessoa que assistia ao comício morreu, tal como o autor do ataque. Há ainda a registar dois feridos, dois homens em estado grave.
O atacante é um jovem de 20 anos que usou uma arma semiautomática.
Uma AR-15, muito usada nos Estados Unidos em tiroteios em massa. O jovem, de nome Thomas Crook, estava no telhado de um edifício a 150 metros do palanque onde discursava Trump. Disparou várias munições. De acordo com a imprensa dos Estados Unidos, Crook estava registrado como eleitor do Partido Republicano. Não se conhecem as motivações para este ataque a Donald Trump. O jovem foi abatido no local pelos serviços de segurança.
Este domingo está a ser marcado também por uma notícia de um ataque na Alemanha com três mortes confirmadas.
O ataque aconteceu em Lautlingen, uma localidade a oeste de Munique. Um homem, caçador, alvejou membros da família e suicidou-se de seguida. A polícia alemã confirma três mortos. Havia informações contraditórias sobre o número total de vítimas, com o "Bild" a dar conta de três mortos. Outras publicações falavam em quatro vítimas. A polícia vem agora esclarecer que o número total de mortos é três. Há ainda a registrar dois feridos. Não se sabe o que esteve na origem deste ataque.
As Forças Armadas israelitas confirmaram a morte de um comandante do Hamas.
O comandante da brigada de Khan Yunis do Hamas, Rafa Salameh, foi morto durante um ataque seletivo contra este líder do Hamas. Uma informação avançada pelas Forças Armadas de Israel na rede social X. Salameh estava ao lado de Mohammed Deif, o alvo do ataque de ontem e, de acordo com as fontes citadas, o corpo foi recuperado e enterrado de imediato. Recorde-se que o ataque deste sábado, em que morreu Rafa Salameh, fez no total 90 vítimas mortais.
Luís Montenegro pede que se acredite na capacidade de Portugal e fala na importância do investimento em infraestruturas.
Foi durante a inauguração da segunda fase da variante à Estrada Nacional 14. O primeiro-ministro afirma que esta empreitada já tem barbas, há tanto tempo que era aguardada. Luís Montenegro diz também que este tipo de investimentos gera retorno e deixa uma garantia.
Vale a pena continuar a acreditar em Portugal. Vale a pena continuar a acreditar que com mais e melhores empresas, com mais e melhores vias de comunicação, com mais e melhor articulação entre o transporte rodoviário, ferroviário, marítimo, aéreo, entre todo este cruzamento de oportunidades, nós temos todas as razões para pôr estas nossas empresas a investir mais e para poder atrair investimentos vindos de fora.
O primeiro-ministro na inauguração da segunda fase da variante à Estrada Nacional 14, era aguardada há várias décadas. Tem um investimento de €32 milhões. Esta variante, hoje inaugurada, permite a ligação entre os concelhos da Trofa e da Maia.
Vamos ao desporto. Está a decorrer a final de Wimbledon em ténis, com o espanhol Carlos Alcaraz a seguir na frente nesta final que opõe o espanhol a Novak Djokovic.
O sérvio Novak Djokovic que está a ter dificuldades. Carlos Alcaraz já ganhou os dois primeiros sets. Joga-se nesta altura o terceiro set e o resultado é de 3x3. Novak Djokovic teve há instantes a oportunidade de fazer um break, ganhar um jogo de serviço de Carlos Alcaraz, acabou por não concretizar e portanto, nesta altura, 3x3. Olho aqui para a televisão, parece-me que terminou mais um jogo e haverá uma alteração no resultado. Precisamente, 4x3, Novak Djokovic venceu o jogo de serviço. Lidera agora por 4x3, sendo que perdeu os dois primeiros sets por 6x2, Carlos Alcaraz na frente.
Na Volta à França em bicicleta, os principais candidatos já iniciaram a subida final desta 15ª etapa.
Sempre a subir até à meta situada no planalto de Bayeux, a 1780 metros de altitude, com uma inclinação média de 7,9%. São quase 16 km sempre a trepar. Nesta altura, Tadej Pogačar, camisola amarela desta Volta à França e que seguia na frente com Jonas Vingegaard, disparou, deu-lhe uma sapatada e foi-se embora quando faltam 5 km mais 200 m para a linha de meta. Tadej Pogačar, que venceu a tirada de ontem, também uma etapa de montanha, arrancou e Jonas Vingegaard, que seguia na roda, está a ter muitas dificuldades para acompanhar a pedalada do esloveno Tadej Pogačar. Depois, mais atrás, vem outro dos candidatos à vitória final, Remco Evenepoel, a um minuto e 10s de Tadej Pogačar, sendo que há pouco João Almeida vinha com todos estes candidatos, seguia na roda destes candidatos. Não consigo perceber onde segue nesta altura João Almeida, que à partida para esta tirada era quarto da geral, com uma vantagem de oito segundos para o ciclista espanhol Carlos Rodríguez.
No fecho deste jornal, dar conta da morte de Shannen Doherty.
A Brenda de "Beverly Hills 90210", a atriz norte-americana celebrizou-se pela participação nesta série juvenil da década de 90. Participou também na série "Uma Casa na Pradaria". A informação está a ser avançada pela revista People. Em 2015, foi diagnosticado um cancro na mama. Fez vários tratamentos, mas o tumor acabou por se alastrar. O ano passado atingiu o cérebro. Shannen Doherty morreu este sábado. Tinha 53 anos.
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