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Jornal das 9 com António José Soares. António, apesar de não existir ainda uma confirmação oficial, são cada vez maiores as fontes que avançam com a morte do líder supremo iraniano.
E um dos primeiros, Nelson, foi Benjamin Netanyahu, o presidente israelita, que disse que há sinais de que o Aiatola Ali Khamenei morreu. Já uma fonte israelita citada pela Reuters diz mesmo que o corpo do líder supremo iraniano já foi encontrado. Também a CNN Internacional cita fontes israelitas que dizem que Tel Aviv teve acesso a uma fotografia do cadáver do Aiatola.
E não foi o único, porque entretanto Donald Trump afirmou, numa entrevista à ABC, que muitas figuras de topo do regime iraniano terão morrido.
Exatamente. E noutras declarações, agora à NBC, o presidente norte-americano parece mesmo confirmar as notícias de que Ali Khamenei estará morto, dizendo, e citamos: "Sentimos que é uma história verdadeira". Outras fontes norte-americanas também avançaram à Fox News a morte de Khamenei. O canal de televisão cita os serviços de informação dos Estados Unidos, que garantem que o líder supremo foi morto, assim como vários dirigentes do regime.
Quanto ao Irão, nega a morte de Ali Khamenei.
Perante os rumores de que o líder supremo terá sido uma vítima mortal do ataque deste sábado, uma fonte próxima do gabinete do Aiatola garante aos média estatais iranianos que Ali Khamenei está vivo e a comandar no terreno.
Kamala Harris condena o ataque ao Irão e lembra mentiras de Donald Trump.
Foi numa publicação na rede social X. A antiga vice-presidente dos Estados Unidos, que concorreu à Casa Branca, diz que está contra uma guerra por uma mudança de regime de Teerão e acrescenta, Kamala Harris, que foi mentira a garantia dada no ano passado por Donald Trump de que tinha destruído a capacidade nuclear do regime.
Por cá, Pedro Passos Coelho diz que caso seja necessário o seu regresso à política, é sinal que o governo do PSD fez um mau trabalho.
Uma posição assumida numa conferência no Museu do Oriente, em Lisboa, onde o antigo primeiro-ministro deixou ainda críticas à estratégia do Executivo para reformar o Estado. Passos Coelho recorda que nunca disse que se tinha retirado da vida política ativa para sempre, após a saída da liderança do PSD. Reforça que os sociais-democratas estão no poder e, por isso, acredita que apenas vai ser necessário ao país caso a governação corra mal.
Não há de ser seguramente pelas melhores das razões, porque se tudo correr bem e as coisas correrem de modo a que o país esteja satisfeito e o PSD, que está no Governo, está satisfeito com o seu desempenho, por que razão é que agora hão de ir ao baú da história apanhar um tipo? Não percebo porquê. Não sei se algum dia voltarei a ser preciso ou não.
O antigo chefe do Governo apontou ainda o dedo à estratégia do Governo para a reforma do Estado. Passos Coelho acredita que não se resolvem problemas atuais com soluções do passado.
Uma coisa que me impressionou foi que se tivesse iniciado a conversa da reforma do Estado com a criação de um novo ministério. Acho sinceramente que é uma maneira antiga de fazer as coisas. Claro, o ministro da Reforma do Estado, que é uma pessoa por quem eu tenho, de resto, muito apreço, precisa de apoio, de serviços, tem que ter estruturas, tem que ter tudo isso, evidentemente. Mas reparem que até do ponto de vista simbólico, começar tudo isso, a criar uma coisa nova, não é a melhor maneira de convencer os outros que há uma data de coisas que têm deixado de acontecer.
Nesta palestra no Museu do Oriente, em Lisboa, Pedro Passos Coelho deixou ainda alertas sobre a sustentabilidade do sistema da Segurança Social.
José Luís Carneiro acredita que conseguiu unir o PS ao fim de oito meses e deixa críticas ao Governo.
O secretário-geral socialista oficializou a recandidatura à liderança do partido. Foi na sede do PS, no Largo do Rato, em Lisboa. O discurso do secretário-geral tocou em vários temas, como a economia, a legislação laboral e a saúde. Carneiro acusa o Governo de ignorar as propostas socialistas por razões táticas e partidárias.
Infelizmente, o Governo, sempre tático e partidário, foi insensível à proposta política do PS, que dou-se pela lógica do passado, de se limitar à elaboração de uma lista de compras de material militar, mantendo o país na dependência tecnológica em setores vitais da economia nacional.
José Luís Carneiro pediu ainda que Portugal alcance até 2035 um salário médio igual ao valor europeu. O secretário-geral socialista é de novo candidato à liderança do partido. O Congresso do PS vai realizar-se no final de março, em Viseu.
Milhares de pessoas saíram hoje à rua em Lisboa para contestar o pacote laboral do Governo.
A manifestação organizada pela CGTP decorreu entre o Cais do Sodré e o Rossio. Os manifestantes exigiram a retirada da proposta e melhores condições de trabalho. O secretário-geral da CGTP diz que o pacote laboral é negativo para o mundo do trabalho e para os trabalhadores. Tiago Oliveira acusa o Governo de ter no Chega e na Iniciativa Liberal um braço armado para manter esta política. Recordamos que na próxima terça-feira a concertação social vai voltar a reunir em plenário para continuar a negociar a proposta do Governo, o Trabalho 21.
O líder do Bloco de Esquerda considera que Luís Montenegro não vai deixar cair a ministra dos patrões porque este é um governo dos patrões.
São palavras de José Manuel Pureza durante um almoço que assinalou o 27º aniversário do Bloco de Esquerda. Os bloquistas estão contra a proposta de projeto laboral apresentado pelo Executivo Social Democrata e, nesse sentido, o líder do Bloco deixou críticas.
A unidade de todos os trabalhadores e de todos os sindicatos está a mostrar uma força como há muito que não víamos. Essa unidade e essa força são imprescindíveis para derrotar o extremismo e o autoritarismo da ministra do Trabalho. Mas não nos enganemos. Isolar a ministra não é suficiente. Sabemos que Montenegro não deixará cair a ministra dos patrões, nem a reforma dos patrões, pela simples razão de que este é um governo dos patrões.
As críticas de José Manuel Pureza, líder do Bloco de Esquerda, à proposta do projeto laboral apresentada pelo governo.
Vamos às notícias de âmbito local.
E começamos por Vila do Conde. A Unidade de Saúde das Caxinas foi inaugurada para servir mais de 15 mil utentes. Falamos de um investimento superior a € 3 milhões, cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência. O presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde, Vítor Costa, sublinhou as melhores condições de acesso a cuidados de saúde para a população vilacondense. O Seixal vai dedicar o mês de março ao Dia Internacional da Mulher. A data, que se assinala a 8 de março, vai ter um conjunto alargado de iniciativas culturais durante todo o mês, tal como teatro, cinema, dança e performance em diferentes espaços. Toda a programação vai estar disponível no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal. Aveiro recebe até amanhã o Encontro Nacional de Oficinas Comunitárias. O evento junta ciclooficinas, ativistas e ciclistas para impulsionar a mobilidade sustentável. A Rádio Terra Nova explica que as atividades decorrem no Auditório Mestre Hélder Castanheira, na Universidade de Aveiro. Já por Lisboa, a exposição Belas Artes abriu hoje no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian. O projeto de Bruno Zhu enquadra-se na Licença para Viver, uma iniciativa apresentada pela primeira vez em Londres há dois anos. A exposição tem entrada gratuita e pode ser visitada até ao final de julho. A criminalidade geral diminuiu na Amadora em 2025. A conclusão saiu de uma reunião do Conselho Municipal de Segurança, no Salão Nobre dos Recreios do Conselho, relativamente à estatística criminal apresentada pelo comandante da divisão policial da PSP, o subintendente Adriano Ferreira Magalhães. Os dados de 2025 indicam que a criminalidade geral no município da Amadora diminuiu 7% em comparação com o período homólogo.
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