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As notícias com Teresa Freire.

Boa noite. A esta hora, cinco incêndios considerados mais significativos pela Proteção Civil. Destaque para Lijó, onde o incêndio já provocou cinco feridos ligeiros. O fogo começou às 17h e tem, por esta hora, uma frente ativa. De resto, ficaram cinco feridos, que são bombeiros. O segundo comandante dos bombeiros de Senfins do Douro, João Rocha, espera que a noite ajude a combater o incêndio.

Estamos a iniciar a continuidade aos trabalhos previstos, de forma que consigamos, no decorrer da noite, com meios técnicos, nomeadamente o empunhamento de máquinas de rasto, debelar este foco de incêndio ativo. Temos aqui outra objetividade e uma visão muito animadora para as próximas horas.

O segundo comandante dos bombeiros de Senfins do Douro, João Rocha, em declarações à RTP Notícias, adianta ainda que há uma estrada municipal cortada e que não há populações em risco. No terreno estão mais de 100 operacionais e 30 meios terrestres. Seguimos com o incêndio da Arouca, onde as chamas não dão tréguas. Por esta hora, há três frentes ativas. Disso mesmo dá conta o segundo comandante sub-regional do Cávado, Bruno Silva.

A parte leste do incêndio tem duas frentes, uma mais a norte, em Telhe, e outra mais a sul, perto de Candal, e depois temos a localidade de Covelo/Pavião, que faz a separação. Mas neste momento, estas localidades estão livres de perigo. Depois uma frente mais a sul, de Candal a Tibilhão. Esta frente já diminuiu bastante de intensidade, também temos alguma humidade, mas de qualquer das formas, as três frentes têm alguma dimensão considerável ainda. Ainda vamos ter algum trabalho durante a noite.

O segundo comandante sub-regional do Cávado, Bruno Silva, em declarações à RTP Notícias, explica ainda que a maior dificuldade, neste momento, são os acessos, devido ao tipo do terreno. Por esta hora, estão no teatro de operações quase 600 operacionais e perto de 200 meios terrestres. E o incêndio em Boticas está agora com quatro frentes ativas. Informação avançada pelo comandante sub-regional de Emergência do Alto Tâmega e Barroso, Artur Mota, à Agência Lusa. O incêndio que deflagrou ontem no concelho teve, durante a tarde desta quarta-feira, uma reativação. Empenhados no combate às chamas, estão agora mais de 300 operacionais e mais de uma centena de veículos. Dar ainda conta que os fogos de Santo Tirso e de Torre de Moncorvo foram dados como dominados durante as últimas horas. Mudamos de tema. André Ventura acusou o governo de estar a abrir caminho para cortar pensões com o novo estudo sobre a Segurança Social. No discurso da rentrée política do partido, o líder André Ventura aponta baterias ao governo, afirma que o novo estudo não engana e que foi divulgado por motivos políticos.

É isso que o governo quer? É essa a grande reforma que tinha para trazer? Era cortar pensões? É que este estudo não engana e não tenham ilusões sobre isto. Isto é divulgado, neste momento, com um objetivo político: é de impedir a descida da idade da reforma e abrir o caminho para cortar pensões em Portugal. E isto, meus caros, não é aceitável, desde logo, por uma razão: porque se nós queremos combater a pobreza a sério, se queremos ser um país que olha aos outros de cabeça erguida e com olhos postos nos seus olhos, nós não podemos deixar os nossos reformados, pensionistas, idosos, abandonados à sua sorte e à miséria.

André Ventura assegura ainda que o Chega vai bloquear na Assembleia da República todas as propostas para cortar pensões. Recuperou ainda a proposta para a descida da idade da reforma, tema trazido na discussão da reforma laboral, para dizer que vai apresentá-la para o Orçamento de Estado.

É isso que o governo quer? É essa a grande reforma que

Não é este o som, vamos ouvir o correto.

Nós vamos colocar no Orçamento de Estado para 2027 a descida da idade da reforma. Não podemos ter os portugueses a trabalhar até aos 90 anos a sustentar o Estado. Não podemos e não devemos.

André Ventura, em Santarém, na rentrée do partido. O líder do Chega deixa também outras críticas ao executivo de Luís Montenegro, nomeadamente ao ministro da Administração Interna, Luís Neves. Debruçou-se ainda sobre o tema da imigração ilegal e sublinha que o Chega vai insistir na expulsão de imigrantes que cometeram crimes. E o PS ameaça não viabilizar o próximo Orçamento de Estado, caso não haja uma garantia da segurança das pensões dos portugueses. O secretário-geral socialista acusa o governo de querer espalhar o medo com o novo estudo sobre a Segurança Social. Em entrevista à Sic Notícias, José Luís Carneiro diz que o déficit na Caixa Geral de Aposentações tem que ser corrigido através do Orçamento de Estado e não através do dinheiro dos contribuintes.

Fique claro, o estudo mistura alhos com bugalhos e não se pode misturar alhos com bugalhos numa matéria tão sensível e é inaceitável que se permita que se instale o medo sobre a segurança das pensões. O saldo da Segurança Social é um saldo positivo e em momento algum o Estado pode pegar nas contribuições dos trabalhadores ou das empresas para pagar o déficit da Caixa Geral de Aposentações, porque esse é um dever do Orçamento do Estado.

E por isso, José Luís Carneiro deixa uma ameaça a Luís Montenegro.

Se não tivermos a garantia, por exemplo, do primeiro-ministro, porque tem que ser uma garantia do primeiro-ministro, com palavra pública, de que garante a segurança das pensões presentes e futuras, nós não temos condições para contribuir para a estabilidade orçamental e para a viabilidade do Orçamento do Estado.

José Luís Carneiro, em entrevista à Sic Notícias, sobre a participação do Estado na REN, anunciada pelo primeiro-ministro na semana passada. O secretário-geral do PS pede mais esclarecimentos ao governo. O presidente da Câmara do Porto quer polícias nas ruas da cidade durante a noite toda. Pedro Duarte diz que o Estado tem falhado e, por isso, em entrevista à Sic Notícias, avança que assinou esta quarta-feira um requerimento para que a PSP possa estar em permanência em algumas zonas do Porto durante a noite. Pedro Duarte explica de que forma quer implementar esta medida.

O que eu quero fazer é poder pagar a polícias atualmente para poderem estar alocados a uma determinada tarefa. Vou lhe dar um exemplo, isso acontece hoje em dia com determinado tipo de entidades privadas. Nós vemos que há polícias que são gratificados, são remunerados para estarem numa determinada função, num determinado local. A Câmara Municipal é uma entidade pública, mas poder também fazer o mesmo que fazem entidades privadas. Nós definimos que durante um determinado horário, nesse caso será essencialmente no horário noturno, numa determinada zona da cidade, pelas suas próprias características, nós precisamos ter polícia em permanência. Eu assinei um requerimento, basicamente, que fica à disponibilidade do diretor nacional da PSP, que espero eu não impeça que se possa avançar com uma medida em que a Câmara está a assumir. Nós queremos que o Estado cumpra a sua função.

Pedro Duarte, o presidente da Câmara do Porto, em entrevista à Sic Notícias. Na atualidade internacional, Donald Trump desvaloriza o aumento dos preços do petróleo, numa altura em que o preço do barril ronda os US$90. O presidente norte-americano desvaloriza tanto estes números como o próprio estreito de Ormuz. Donald Trump continua confiante face ao bloqueio naval do governo norte-americano ao Irão.

Antes falavam de US$350 por barril e hoje está entre US$84, US$85 e nós estamos a receber bastante petróleo. Mas outra coisa que aconteceu é que as pessoas encontraram outras alternativas, que elas nunca pensaram. Além disso, muitos canais de petróleo, números recordes de canais de petróleo estão a ser construídos. Então eu acho que o estreito de Ormuz não vai ser tão importante como foi no passado.

Declarações de Donald Trump aos jornalistas na Casa Branca. Notícia de fecho deste jornal das 02h. Informação está de regresso às 14h30.