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As notícias com Laura Figueiredo. Na primeira semana em vigor, o passe gratuito para jovens até aos 23 anos alcançou mais de 30 mil novas adesões nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto. Os dados são avançados por um comunicado do Ministério das Infraestruturas e Habitação. Esta medida entrou em vigor no início do mês e abrange todos os jovens até 23 anos, quer sejam ou não estudantes. Na área metropolitana de Lisboa, registaram-se cerca de 26 mil novos utilizadores. Já na área metropolitana do Porto, há mais de cinco mil novas adesões. O alargamento do passe gratuito a todos os jovens até aos 23 anos pretende incentivar o uso dos transportes públicos. É uma medida que vai custar cerca de €40 milhões ao Estado e pode beneficiar até 240 mil cidadãos. Marcelo Rebelo de Sousa assegura que quando terminar o mandato, jamais falará de política. O chefe de Estado falava aos jornalistas no final da visita oficial aos Países Baixos, esta quarta-feira. Marcelo Rebelo de Sousa garante que não vai ter saudades de ser presidente da República. Explica que já está habituado à mudança.

Nenhuma, neste sentido. A minha vida foi sempre assim. Tenho uma vida enquanto tenho essa vida. Terminada essa fase, começa uma outra fase completamente diferente. Primeiro, não falar mais de política é logo uma coisa importante, é uma opção que um ex-presidente tem que fazer. Uns fazem de uma maneira, outros fazem de outra. Eu tenciono fazer da maneira que é não intervir, não falar, não me pronunciar.

Nem comentar?

Nem comentar, nem televisões, nem rádios, nem jornais, nada disso. Portanto, o que é que eu vou fazer? Vou dedicar-me às escolas, mas básico e secundário. Por exemplo, com o Plano Nacional de Leitura, que há imensa coisa a fazer em que eu posso ser útil.

As declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, que salienta o conhecimento que tem da rede de escolas e o tempo livre que vai ter para se dedicar a esse tema. Ainda sobre o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa diz que a organização do Mundial 2030 em três países é um esforço financeiro que vai valer a pena. São declarações do chefe de Estado no dia em que se tornou oficial a realização do evento em Portugal, Espanha e Marrocos. O presidente da República espera ainda que daqui a seis anos a economia esteja mais estável.

É um esforço financeiro que vale a pena, até pelas condições em que é realizado. É a três. Marrocos tem uma parte, que é a mais pequena, Espanha tem a parte maior e nós temos uma parte intermédia. Parece equilibrado aquilo que se vai fazer, porque em 2030, nós esperamos que nessa ocasião, com a economia portuguesa e a economia europeia em geral e a economia mundial numa situação melhor, se possa retirar vantagem grande, atendendo à evolução do turismo nos últimos anos.

Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações aos jornalistas em Amesterdão, no registo captado pela Agência Lusa. O presidente da República sublinhou ainda que não há exigências por parte da organização para serem construídos novos estádios. E Luís Montenegro diz que o Mundial 2030 vai ser um campeonato histórico e que vai marcar uma nova página para o desporto português. O primeiro-ministro esteve esta quarta-feira reunido com o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes. Em declarações aos jornalistas no final do encontro, Luís Montenegro saudou o empenho dos intervenientes da candidatura portuguesa para o Campeonato do Mundo de Futebol.

É, portanto, um mundial de inclusão e de encontro, um mundial que está à altura dos pergaminhos de Portugal como nação, convocação universalista. Doutor Fernando Gomes, aceite, em nome do Governo, o nosso reconhecimento, a nossa gratidão e também a nossa esperança de que hoje, formalmente, oficialmente, se abre uma página que será uma página dourada do desporto português, do futebol português e também da assunção dos nossos valores enquanto país.

As declarações de Luís Montenegro no final do encontro com Fernando Gomes. O presidente da Federação Portuguesa de Futebol agradeceu o apoio do governo e também do anterior executivo liderado por António Costa. E os técnicos do INEM vão ser aumentados €256 em janeiro. O sindicato e o Ministério da Saúde chegaram a acordo depois de uma greve parcial dos técnicos de emergência pré-hospitalar, greve que foi, entretanto, suspensa. O sindicato considera que o acordo ficou aquém das expectativas, mas acredita que estão reunidas as condições para atrair mais profissionais e combater a elevada taxa de abandono que improu no INEM até agora. O acordo foi alcançado esta quarta-feira à noite, numa reunião com o Ministério da Saúde. E a Aliança Democrática quer travar a utilização irregular do Serviço Nacional de Saúde por estrangeiros não residentes em Portugal. As bancadas do PSD e CDS vão propor que no acesso a cuidados de saúde por parte de cidadãos que não sejam beneficiários do SNS, seja sempre requisitada a apresentação de um documento comprovativo de cobertura de cuidados de saúde pelo sistema do respectivo país de nacionalidade ou residência. O objetivo desta proposta passa por uma alteração à atual Lei de Bases da Saúde, que permita travar o chamado turismo de saúde. Em declarações ao Observador, Miguel Guimarães, antigo bastonário da Ordem dos Médicos, explica que o objetivo desta proposta é parar com o acesso indevido ao SNS por pessoas que, não estando exatamente em situações de urgência, utilizam a rede pública de forma irregular e sem terem feito qualquer contribuição para esse efeito António Costa, presidente do Conselho Europeu, reúne-se hoje em Londres com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. Em cima da mesa está a discussão das atuais crises internacionais, nomeadamente na Ucrânia, no Meio Oriente e também as relações com os Estados Unidos. O encontro vai ser o primeiro entre os dois desde que o ex-primeiro-ministro português assumiu as atuais funções no início deste mês. Nesta reunião deve também ser abordada a realização, no primeiro semestre do próximo ano, de uma cimeira União Europeia-Reino Unido. Esta cimeira, a primeira desde o Brexit, pretende reaproximar Bruxelas e Londres depois de alguns anos de relações tensas, algo que o novo governo trabalhista tem vindo a procurar mudar. E a Polícia Judiciária contraria a PSP e conclui que o polícia que disparou contra Odair Moniz não foi o autor do relatório sobre os acontecimentos. A polémica em torno deste relatório é relevante devido às contradições existentes entre diferentes versões sobre o que se passou na noite de 21 de outubro. A primeira versão avançada pela PSP dava conta de que os polícias tinham sido ameaçados por Odair Moniz, que estaria com uma faca. Mais tarde foi noticiado que quando ouvido pela Judiciária, o agente da PSP que baleou Odair Moniz teria reconhecido que afinal não tinha sido ameaçado com uma faca. Confrontada com esta contradição, a PSP confirma que a versão tornada pública tinha por base o auto de notícia elaborado pelos próprios polícias intervenientes no caso, mas rapidamente surgiram dúvidas sobre a verdadeira autoria desse relatório. A PJ investigou a suspeita de uma possível falsificação naquele documento e agora, de acordo com a CNN Portugal, está concluído que o agente que baleou Odair Moniz não poderá ter estado envolvido na redação do documento. Na atualidade internacional, Donald Trump celebra a demissão do diretor do FBI como um grande dia para o país. Christopher Wray anunciou que pretende deixar a liderança da Polícia de Investigação norte-americana no final do mandato de Joe Biden. Depois deste anúncio e numa publicação feita na rede social própria, Donald Trump reiterou as críticas que tem feito ao FBI, desde que a agência federal realizou buscas à residência de Trump na Flórida, em 2022. Trump promete agora restaurar o Estado de Direito. No desporto, o Benfica empatou esta quarta-feira a zero com o Bolonha. O jogo a contar para a sexta jornada da Liga dos Campeões aconteceu no Estádio da Luz. No final da partida, o técnico dos encarnados, Bruno Lage, admitiu alguma frustração com o resultado.

Desta vez tivemos vários remates à baliza, não conseguimos marcar. O importante é isso, é a equipa sentir que temos de dar sempre uma boa resposta a cada momento, valorizar muito a exibição, como você disse, a crescer, o número de oportunidades que criámos. Acho que são três ou quatro oportunidades de golo. Se a primeira bola entra, o resultado claramente poderia ser diferente. Por isso, valorizar as coisas positivas, mas claro, frustrados por apenas termos um ponto. Queríamos ter 12, temos 10.

Bruno Lage no final do empate frente ao Bolonha, no Estádio da Luz. E hoje é a vez do Futebol Clube do Porto, que mede forças com o Midtjylland, a contar para a Liga Europa. Vítor Bruno fala num jogo de extrema importância. Os Dragões levam apenas uma vitória nos últimos seis jogos e na Liga Europa a situação é crítica, com apenas cinco pontos conquistados. Na antevisão do duelo com a equipa dinamarquesa, Vítor Bruno lamentou os pontos perdidos em jogos anteriores e pediu o esforço máximo aos jogadores para inverter a situação.

Não podemos ir com qualquer tipo de reserva, temos que ir a fundo, temos que esvaziar o tanque, vamos ter que meter tudo aquilo que temos a meter amanhã, porque é um jogo de muita importância para aquilo que são as contas do clube nesta competição e é uma oportunidade. Olhar para este jogo como a oportunidade de poder somar três pontos aos cinco que temos. Já podíamos ter mais, é verdade, e podíamos ter mais sem grande favor, mas não desviar daquilo que é a realidade. Temos cinco, temos que somar três amanhã e isso é imperioso.

Antevisão do técnico azul e branco antes do encontro desta quinta-feira. O Futebol Clube do Porto Midtjylland joga-se no Estádio do Dragão, arranca quando forem 20h e vai contar com relato e análise aqui na Rádio Observador. E é a notícia de fecho. A informação volta a ser atualizada às 18h30.