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Vamos às notícias. Jornal das 7 com Carla Jorge de Carvalho. Carla, começamos com a crise no INEM. Os responsáveis políticos podem vir a ter de responder na Justiça pelas falhas que, alegadamente, levaram à morte de 11 pessoas. É o que explicam os advogados que foram ouvidos pelo Observador.

Isto numa altura em que a Ministra da Saúde assume responsabilidades e anuncia que o INEM passa a estar sob a dependência direta. As consequências legais da alegada relação entre as mortes e as falhas e atrasos no socorro foram o tema do programa Justiça Cega. O advogado Paulo Saragoça da Mata sublinha que é preciso apurar os nexos de causalidade, mas explica que a maior responsabilidade, neste caso, é do governo.

Quando um líder sindical, ou um conjunto de líderes sindicais, ou um dirigente da administração pública decreta uma greve ou não decreta os serviços mínimos, que eu acho que deviam ter sido decretados, estamos numa circunstância em que não podem deixar de admitir como provável a verificação do resultado de morte. A partir daí, os homicídios passam a ser dolosos e temos homicídios de 8 a 16 anos.

Muito bem, e o núcleo de eventuais responsáveis restringe-se ao INEM ou podemos falar de uma eventual responsabilidade de titulares de cargos políticos do Ministério da Saúde?

Eu li hoje várias vezes, em vários locais, que os responsáveis do INEM deveriam ter decretado serviços mínimos. Quem decreta serviços mínimos não são os serviços do INEM. Quem decreta serviços mínimos, que eu me recorde, é o governo. E, portanto, a partir do momento em que é o governo, a responsabilidade passa para um patamar mais alto.

O advogado Paulo Saragoça da Mata destaca ainda que, além da responsabilidade criminal, há a responsabilidade civil, neste caso. Já a advogada Jane Kirkby considera que, perante os dados conhecidos, o foco deve estar no INEM.

A responsabilidade do Estado, a responsabilidade do ministério, não é evidente. Ou seja, aqui, e o INEM é um instituto público com autonomia, portanto, a responsabilidade por receber os pré-avisos e por agir perante um pré-aviso é em primeira linha do INEM. Só haverá responsabilidade do ministério e, eventualmente, da senhora ministra, se se provar que houve algum ato ou omissão ilícita, por exemplo, não deram os meios adequados à assistência emergente, cortaram o número de postos de trabalho no INEM. Alguma coisa que seja diretamente imputada ao ministério.

Pois, a Ministra da Saúde responsabilizou o anterior governo por isso tudo que acabou de dizer.

Pronto, lá está. Aí, eventualmente, poderia haver responsabilidade direta ao ministério, mas, de outra forma, o INEM em primeira linha, na minha opinião, é quem tem a responsabilidade.

Análise no programa Justiça Cega, da Rádio Observador. Os advogados explicam que os sindicatos também podem ser responsáveis ao causar ou contribuir para um dano e tendo em conta que não foram cumpridos os serviços mínimos obrigatórios. O próprio INEM assume que foi impossível cumprir serviços mínimos durante a greve. Ontem, no Parlamento, a Ministra da Saúde assumiu responsabilidades, garante que não tem medo de dar a cara. Ana Paula Martins lamentou as mortes e admite que as falhas são gravíssimas.

Entretanto, Pedro Nuno Santos volta a responsabilizar o governo pelos efeitos da greve no INEM.

Em particular, Luís Montenegro e Ana Paula Martins. O secretário-geral do PS considera que só o governo pode e devia ter evitado a greve a tempo. Numa publicação nas redes sociais, o líder socialista acusa ainda o executivo de continuar a confundir governação com encenação mediática. Já André Ventura vai apresentar no Parlamento uma recomendação ao governo que censura a Ministra da Saúde e pede a substituição de Ana Paula Martins.

E já notamos que as temperaturas baixaram na última noite, mas a descida vai ser maior ao longo desta semana, para níveis abaixo da média para esta altura do ano. Em Espanha, teme-se a repetição do fenômeno que atingiu a região de Valência há duas semanas.

As autoridades espanholas aumentaram o nível de alerta para vermelho nas comunidades de Valência, o sul de Tarragona e Málaga, por causa da chuva e ventos fortes. O governo regional da Andaluzia ativou a primeira fase de emergência do plano de inundações, evacuou já zonas ribeirinhas. As aulas estão suspensas em muitos municípios da região. Os responsáveis espanhóis alertam para o maior risco de colapso das sarjetas e dos sistemas de saneamento por causa das inundações de 29 de outubro, que no balanço mais recente, conhecido na última noite, fizeram 223 vítimas mortais e há ainda sete desaparecidos.

Para Portugal também se espera frio, chuva e até neve.

Nas terras altas, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera fala de um regime anticiclónico de bloqueio. O climatologista Mário Marques está agora em direto neste jornal. Muito bom dia, Mário Marques. Que fenômeno é este e o que é que pode trazer para Portugal nas próximas horas, nos próximos dias?

Bom dia, Carla. Ora bem, esta situação é uma depressão em altitude ou uma depressão despegada da corrente de jato, que está com focos meridionais, isto é, de leste para oeste, irá atravessar o centro de Espanha, irá afetar hoje, como disseram na vossa peça, sobretudo a região da Catalunha, de Valência, portanto, as comunidades de Valência, e mesmo também um pouco da Extremadura, e irá avançar para Portugal no dia de amanhã. Irá trazer frio em altitude e poderemos ter uma situação com aguaceiros, que poderão ser de neve acima dos 1400 metros, nos pontos mais altos da Serra da Estrela e também da Serra de Larouco. E, neste caso, nós teremos depois esta depressão posicionada entre a Madeira e, digamos, Sagres e os Açores, ali naquele triângulo, e irá depois produzir aguaceiros durante o dia 14, 15, 16. Sobretudo no dia 14 para 15, poderemos ter uma maior intensidade Uma vez também as águas nesta área do Portugal marítimo, em termos de temperatura, estará acima da média, cerca de 22,5° sensivelmente, o que poderá potenciar um pouco o desenvolvimento das células convectivas de ambiente vertical, portanto, aguaceiros com trovoadas. E penso que as áreas mais afetadas em Portugal, no regime de aguaceiros, poderá ser a região do Algarve, o litoral alentejano, e um pouco também a região de Lisboa, mas nada de muito excepcional. Será esta situação. A partir de sexta, melhoramente sexta passada, as temperaturas tendem a aumentar ligeiramente, mas também será por poucos dias, mas depois poderemos ter outra vez uma nova descida de temperatura com um fluxo de norte. Nós temos aqui uma grande variabilidade em termos atmosféricos e de fluxos, por exemplo, fluxo de leste, com o movimento desta depressão e com o frio associado. Frio que será também por dois dias, portanto, aguaceiros, e depois teremos uns dias de sol, de intercalar e com algum frio de norte.

Portanto, nada de muito anormal para esta altura do ano.

Não, de facto. Nós estamos na altura do ano, historicamente, em termos climatológicos, outono é sempre a altura do ano onde existe maior precipitação, maior instabilidade, e normalmente até entre meados de novembro e até o período de Natal. Os nossos antepassados diziam: "O ano vai mal se não existirem três chuvas até o Natal". Identifica mesmo um período de muita precipitação, tal como ocorreu o ano passado e há dois anos, só que este ano com menos intensidade. O mês de setembro, que é um mês climatológico, foi um mês extremamente seco, portanto, tivemos os incêndios. Outubro foi um mês normal ou que era normal ocorrer. E novembro, neste momento, até está abaixo da média em termos de número de dias de precipitação, mas será um período perfeitamente normal. Aliás, nós nesta altura do ano, até a primeira década do ano 2000, sensivelmente até 2005, 2006, nós tínhamos, neste caso, um regime já com alguma precipitação em forma menor para as terras altas do norte e centro.

Portanto, tudo normal. A tempestade de Valência, dos últimos 15 dias, chamou-nos mais a atenção para este risco de fenômenos extremos, muito rápidos e muito intensos. Estamos a aprender alguma coisa com isso, até na capacidade de comunicar com a população e o envio de alertas. Evoluímos nas formas de criar mecanismos que antecipem estas situações e que as evitem? Ou que nos preparemos para elas, não evitá-las, obviamente.

Sim, depende da forma como aprendemos com os erros. Também não podemos cair na demagogia de, para qualquer situação, lançar alertas constantes, porque depois a população também não acredita.

E banaliza.

Cria em descrédito, exatamente, fica banalizado. Além disso, já existem sistemas, a Europa está um pouco atrasada nesse sentido, relativamente aos Estados Unidos, Austrália e outros países, em termos de sistemas de alertas precoces. Já existem, há mais de uma década, sistemas que permitem monitorizar as condições atmosféricas, nomeadamente as taxas de precipitação/hora, que facilmente comunicam através de mensagens de cartões M2M, dados por GSM ou por telemetria ou outro sistema, ou por satélite, o que quer que seja, mas que permitem ter a indicação, de forma antecipada, de potenciais eventos, de precipitações intensas ou até de eventos, o que quer que seja. Mas, neste caso, precipitações intensas. E permitia, inclusive, ter essa informação de uma forma antecipada quando ocorrem, sobretudo, a montante ou em áreas montanhosas, porque este tipo de situações é normalmente vertical, formações como limbos e que são persistentes na sua progressão e na sua desenvolvimento constante e na sua maturação, permitiriam, eventualmente, ter uma informação, no caso de Valença, com cerca de uma hora de antecedência relativamente aos caudais ou aos fluxos de caudal que se estavam a registar em termos de acumulações de precipitações e que poderiam ter, obviamente, um desfecho diferente, embora, como também mencionaram na peça, neste momento, qualquer situação de precipitação mais intensa que ocorra nessa região, poderá causar mais alguma situação em termos de constrangimentos e de ocorrências, uma vez que todo o sistema de drenagem de águas residuais e pluviais da maior parte da comunidade está completamente entupida por detritos, outros materiais, o que dificulta, de facto, também o escoamento.

Já está muito saturada.

Esperemos que a Europa aprenda, porque nós já tivemos várias situações em Itália, tivemos situações na Alemanha, na República Checa nos últimos anos, e que, de facto, não existe um sistema precoce, em conjunto, que funcione. Não é lançar um alerta genérico, que as populações muitas vezes não ligam esses avisos genéricos, mas as comunidades devem ter a

Tecnologia que já está disponível há muitos anos e uma plataforma de monitorização constante com esse tipo de informação.

É preciso aprender com o que aconteceu nos últimos tempos. Mário Marques, muito obrigada por ter estado conosco em direto. É climatologista. A avisar: vem aí o outono e é normal. Pode até nevar nas terras altas, incluindo na Serra da Estrela. Os distritos de Faro e Beja vão estar sob aviso amarelo amanhã e sexta-feira, devido à previsão de aguaceiros, que podem ser acompanhados de trovoada e de granizo.

Ao longo da manhã ainda vamos estar em Alcântara para perceber como é que a Grande Lisboa se está a preparar para esse risco de inundações. Nos Estados Unidos, Donald Trump nomeou Elon Musk, o homem mais rico do mundo, vai liderar o novo departamento de eficiência governamental.

Trata-se de um futuro órgão externo do governo federal norte-americano e que vai servir para aconselhar e orientar a Casa Branca no que toca a políticas públicas. Elon Musk junta-se também Vivek Ramaswamy, o candidato que concorreu contra Donald Trump nas últimas primárias do Partido Republicano. Em comunicado, o presidente eleito promete abanar o sistema com a escolha dos dois nomes para este novo departamento, que, Miguel Gato, tem objetivos muito claros.

Reduzir custos e redesenhar o governo federal. Trump compara o mesmo a um novo projeto Manhattan, que visa construir um governo mais pequeno, mais eficiente e também menos burocrático. Oficialmente, Elon Musk e Vivek Ramaswamy não serão membros do governo, visto que vão liderar um departamento federal externo, pelo que não necessitam de confirmação do Senado, nem estão sujeitos à verificação de conflitos de interesse para desempenharem funções neste futuro órgão.

E Miguel, são públicas as visões dos dois novos responsáveis por este departamento.

Segundo aponta o New York Times, Elon Musk, um dos maiores financiadores da campanha de Donald Trump, defende uma redução na despesa pública federal na ordem dos US$ 2 bilhões. E faço aqui uma ressalva de que não estamos a falar de 2000 milhões, mas mesmo US$ 2 bilhões com 12 zeros. Já Vivek Ramaswamy sugere o fim do Departamento de Educação, do FBI, dos Serviços de Finanças norte-americano, bem como a redução em 75% dos funcionários públicos e ainda mudanças na política externa dos Estados Unidos, como a redução da ajuda financeira à Ucrânia, a Israel e também a Taiwan. No entanto, não é esperado que todas estas medidas sejam adotadas pela administração Trump, visto que algumas chocariam com o historial do Partido Republicano nos últimos anos.

A ver vamos. Miguel Gato e as escolhas de Donald Trump para este novo departamento de eficiência governamental. Vai ser liderado pelo dono da Tesla e também da rede social X, Elon Musk.

E o presidente eleito dos Estados Unidos já fez também outras escolhas para o governo, que inicia funções no início do próximo ano.

Pete Hegseth, apresentador da Fox News, é o novo secretário da Defesa. Trump anunciou ainda John Ratcliffe, chefe dos Serviços Secretos durante o primeiro mandato do antigo presidente, que vai para a chefia da CIA. A imprensa norte-americana noticia que o senador da Flórida, Marco Rubio, deverá ser o escolhido para o chefe da diplomacia norte-americana.

Com isto, Donald Trump tem praticamente a equipe governamental fechada. Hoje vai encontrar-se com Joe Biden na Casa Branca.

O presidente cessante e o recém-eleito vão reunir-se para a transição de poder. Um encontro que acontece uma semana depois do republicano ter vencido as eleições. Entretanto, o ainda chefe da diplomacia, Antony Blinken, vai hoje a Bruxelas, vai reunir-se com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, e também com os aliados no Conselho do Atlântico Norte.

No desporto, semana em que Rúben Amorim é o português mais famoso em Manchester, a Rádio Observador encontrou outro que pode rivalizar. Falamos com o Silvino, antigo treinador de guarda-redes das equipas de José Mourinho.

Uma relação de quase 20 anos, que terminou em 2018. O ex-jogador do Benfica e do Porto falou com o jornalista André Maia, enviado especial a Manchester, e contou o que viu nos tempos do United, a vontade de continuar a carreira e também o que espera de Rúben Amorim.

Bem ao estilo do Rúben Amorim, Silvino quis logo tirar o elefante da sala. Afinal de contas, o que é que faz o treinador de guarda-redes em Manchester numa semana destas?

Vim a Manchester porque vi que já é uma coisa que está marcada há mais de um mês, porque a filha da minha esposa tem um noivo que é inglês e vive aqui perto de Manchester. Ainda bem que faz-me essa pergunta, não vá alguém se calhar querer se aperceber que vim aqui. Não.

Não procura, mas também não desiste. Silvino está sem clube desde 2021, mas não pendura já as luvas.

Espero que ainda não acabe a minha carreira de treinador de guarda-redes, mas se isso acontecer, também algum dia tem que ser, mas espero que ainda não seja.

Enquanto não aparecem projetos, vai acompanhando os dos outros. Separou-se de Mourinho em 2018, mas garante que não há mágoa, só amizade.

Tenho uma relação com ele como irmãos. E é lógico que eu tenho que acompanhar uma pessoa, sempre, pessoa que me deu a ganhar o que ganhei e eu nunca poderei esquecer isso.

E por coincidência, o último desafio onde estiveram juntos foi no Manchester United. Ora, fala quem sabe, fica o aviso para Rúben Amorim.

A equipa que é o nome da equipa, Manchester United, em termos mundial, ter as condições de trabalho que tinha não era muito bom, sinceramente.

Era um clube preso no tempo, parado no tempo?

Pararam no tempo.

Amorim tem agora a missão de mudar a pilha ao relógio do United e disso o Silvino não tem dúvidas.

Só precisa é ter sorte e, se Deus quiser, o Rúben vai ter essa sorte, porque pelo trabalho que fez no Braga e pelo trabalho que fez no Sporting, está ali um expert.

André Maia, o enviado especial do Observador a Manchester com os desejos, as expectativas e previsões de Silvino, ele que também já passou pelo Manchester United.

É uma entrevista que pode ler na íntegra em observador.pt. Olhamos agora para outras notícias, também em destaque a esta hora.

Jack Teixeira foi condenado a 15 anos de prisão por fuga de informação do Pentágono. O luso-descendente de 22 anos era membro da Guarda Nacional Aérea e admitiu ter recolhido, de forma ilegal, segredos militares norte-americanos, que partilhou na plataforma Discord. Jack Teixeira está preso desde abril do ano passado. Os procuradores apontavam inicialmente para uma sentença de 17 anos. Em Moçambique, deve começar hoje um novo período de manifestações nacionais por três dias. O apelo foi feito pelo candidato da oposição, Venâncio Mondlane, que contesta o processo eleitoral. A seleção nacional de futebol continua a preparar o jogo de sexta-feira com a Polónia, um jogo que pode confirmar o apuramento de Portugal para os quartos de final da Liga das Nações. A equipa portuguesa faz esta tarde um novo treino. O jogo com a Polónia, no Estádio do Dragão, está marcado para às 19h45 de sexta-feira, com relato e comentários aqui na Rádio Observador. E agora, para todos que são aqui, neste estúdio, bom garfo e pessoas muito interessadas na cultura gastronómica, trago-vos a lista dos pratos portugueses mais amados, mas também os mais odiados.

O mais amado é o pastel de nata. Quase sempre.

Muito bem. O Nelson acorda para descobrir estas coisas. Acorda sempre para isto. Está no primeiro lugar.

O universo está a mostrar.

Também não sei. Isto é um site especializado em gastronomia que coloca aqui o pastel de nata em primeiro lugar entre os melhores, com uma nota de 4,6 em 5. Mas há aqui um empate. O pastel de nata está ao lado das amêijoas à Bulhão Pato.

Até eu fico dividido. Se o pastel como com a colherzinha, as amêijoas é com o pão.

E o pastel de nata com sabor a amêijoas.

Bruno, estava a correr tão bem.

Tu não dês ideias, isso vai acontecer.

São bons, os dois. Se juntarmos, é perfeito.

Tu és do pastel.

Não temos que optar por um e por outro. Podemos ter um e o outro.

Querem mais elementos da lista dos mais amados? Espetada da Madeira.

Também é bom.

Carne de porco à alentejana.

Pão de loiro também.

Troco por rojões.

Bolo do caco. O que é que vos parece?

Sim, como sim.

E o pior? O que vocês diriam que é o pior?

Vístoras.

Fígado. Fígado ou brócolos.

O pior foi considerado aqui neste site o maranho da Sertã, que é precisamente isso, é o estômago da ovelha e da cabra.

Não, obrigado.

Entre os menos populares, está um que eu acho chocante. Como é que o bacalhau com todos pode estar entre os piores?

Concordo contigo.

Isto não foram portugueses que escolheram.

Não foram.

Há aqui estrangeiros.

É turista, isto é turista.

Vamos fazer uma petição contra isto.

E também o polémico bolo rei está nesta lista.

Frutas cristalizadas. Alguém entende isto em 2024? Ninguém.

Não, nós não vamos mudar uma coisa como esta.

Foi isto o Jornal das 7 com a Carla Jorge Carvalho. Atualizamos notícias às 19h30.