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As notícias com Carla Jorge Carvalho. A advogada que está a tratar da queixa-crime de João Cotrim Figueiredo contra Inês Bichão terá pesquisado outras denúncias feitas pela ex-assessora da Iniciativa Liberal acerca de outros homens. Isto numa altura em que Mariana Leitão sai em defesa do candidato.
João Cotrim Figueiredo já tinha sugerido que Inês Bichão fez mais alegações deste gênero e acusou jornalistas de estarem a fazer um mau trabalho ao não fazerem esta investigação. O Observador sabe também que foi identificado o total de seguidores de Inês Bichão no Instagram, a rede social onde a ex-assessora do grupo parlamentar da Iniciativa Liberal fez a denúncia numa story para amigos chegados, sendo que a queixa deverá dar entrada no Ministério Público, mas a candidatura não confirma se foi de fato entregue ontem, como prometido por João Cotrim Figueiredo. O candidato continua a negar a acusação e garante que vai ter tudo esclarecido na Justiça.
E como dissemos, a presidente da Iniciativa Liberal defende João Cotrim Figueiredo. Mariana Leitão esteve ao lado do candidato ontem à noite, num jantar com apoiantes no Porto.
Onde desmentiu Inês Bichão sobre esta alegada queixa interna na Iniciativa Liberal.
Quero deixar aqui bem claro para todo o país ouvir. Não há, nem nunca houve, qualquer queixa, relato ou denúncia sobre João Cotrim Figueiredo.
Mariana Leitão acompanhou também João Cotrim Figueiredo nas críticas aos jornalistas. Denuncia aquilo que descreve como manobras baixas e movimentações nas sombras, que procuram manter Portugal refém dos interesses instalados. Também nesse jantar, o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal repetiu que este caso não o vai afastar do objetivo de chegar a Belém.
E este é o artigo que faz manchete a esta hora no site do Observador e já a seguir, no direto à campanha, vamos também dar destaque à caravana de Cotrim Figueiredo. Destaque também para André Ventura, que acusa Marques Mendes e Cotrim Figueiredo de pedincharem o apoio de Luís Montenegro.
André Ventura desafiou na semana passada Montenegro a dizer quem apoiaria numa segunda volta entre ele, Ventura, e António José Seguro. Agora deixa uma nova mensagem aos adversários e ao primeiro-ministro.
Eu convidava os meus dois adversários, quer o João Cotrim de Figueiredo, quer o Luís Marques Mendes, a fazer isto. Isto que eu estou a fazer aqui. Eu quero que se lixe o Montenegro. Eu quero o povo, o povo português.
Palavras de André Ventura, vestido com a farda militar que lhe foi oferecida por um apoiante como presente de aniversário. Ele estava num discurso em Montemor-o-Velho.
Henrique Gouveia e Melo respondeu a André Ventura. Diz que não gostou de ver o candidato apoiado pelo Chega com a farda militar e fala numa situação indigna e que ultrapassa os limites.
Gouveia e Melo diz que esta imagem de André Ventura fardado à militar o deixou mal-disposto.
Um candidato que nunca foi militar, não fez o serviço militar obrigatório, não se ofereceu para as Forças Armadas como voluntário, a usar uma peça de uniforme. É indigno. Não vale tudo, senhor candidato.
Gouveia e Melo, num discurso, num jantar no Porto, no penúltimo dia de campanha, em que voltou a contar com o apoio e com a presença de Rui Rio e Manuel Pizarro.
Também nesta reta final, António José Seguro aposta em tentar captar o voto dos jovens. O candidato apoiado pelo PS trocou os comícios por um bar e esteve a fazer de DJ.
António José Seguro esteve a passar música num bar em Braga com jovens.
Então é assim, escolhi quatro músicas do meu tempo pra fazermos um teste. Eu vou pôr as músicas e vou ver se vos consigo pôr a dançar. Ok? Até já. Vou pôr um homem a dançar. Depois já digo duas coisas.
E assim foi a noite de António José Seguro. Diz que quer ser o presidente dos novos tempos, ontem à noite, num bar em Braga. Já ao final da tarde, Marques Mendes dramatizou o apelo ao voto e alerta para aquilo que descreve como lutaria na segunda volta para tentar concentrar os votos já este domingo. Vamos ao contacto nesta altura com o João Gama. Creio que temos essa indicação. João Gama, estás a acompanhar a campanha de António José Seguro. A noite foi dura. Já está acordado o candidato?
Não é por a noite ter sido longa, que o dia de campanha não começa cedo. Aliás, é o último dia de campanha eleitoral para esta primeira volta das presidenciais e, por isso, António José Seguro começou mais cedo do que nos restantes dias. Ontem, terá saído do bar da Universidade do Minho um pouco antes da meia-noite, por volta das 23h30. Hoje, 08h30 da manhã, perto das 09h, estava já a entrar aqui na feira de Vila do Conde. Ontem fez esse apelo aos jovens, hoje à procura do eleitorado mais tradicional. Está rodeado por algumas dezenas de apoiantes. A coletiva jovem que se faz mais ouvir com um tambor e muitas bandeiras de Portugal elevadas bem alto. António José Seguro vai dedicar esta manhã, não só à feira de Vila do Conde, mas também ao Mercado do Bolhão, para onde vamos daqui a perto de uma hora. É um dia completamente em contrarrelógio. Se ontem já foi, hoje será ainda mais. Um dia um bocadinho mais tradicional, mais feiras e mais este tipo de eleitorado, com mais idade do que o eleitorado que encontrou ontem à noite em Braga. Mas será uma manhã rápida, muito, muito em contrarrelógio desta candidatura, que só irá acabar o dia, Carla, estamos em Vila do Conde, vamos acabar em Lisboa só às 21h, mas antes há três ações ainda esta manhã, uma em Vila do Conde, uma no Porto e outra em Gaia. Tudo antes da hora de almoço.
João Gama, nesta maratona, o último dia de António José Seguro a pensar nas eleições do próximo domingo. Vamos olhar para a agenda dos outros candidatos, para perceber por onde vão andar as caravanas. Rui Casa Nova, comecemos por Henrique Gouveia e Melo.
O almirante também vai começar este último dia de campanha em Lisboa, vai visitar mercados e associações e termina a campanha com um comício de encerramento no Pátio da Galé. Destaque também para Luís Marques Mendes, que começa o dia em Sintra, depois segue também para Lisboa, termina com encontro com jovens em Algés. André Ventura também tem todo o dia concentrado na capital. Vai descer o Chiado logo à tarde, às 14h30, e tem depois um comício de encerramento de campanha também em Lisboa. António Filipe vai fazer um desfile à tarde no Largo do Carmo, em Lisboa, mas antes, ainda esta manhã, vai estar na Baixa da Banheira, na Margem Sul. Jorge Pinto está no Porto, mas vem para Lisboa de comboio. Catarina Martins, em sentido contrário, vai ficar pelo Norte, vai fazer campanha em Guimarães, Matosinhos e Porto. Também em Guimarães vai estar nas próximas horas João Cotrim Figueiredo, o candidato apoiado pela Iniciativa Liberal. Segue depois para Braga, onde encerra a campanha com um jantar-comício.
Rui Casa Nova, com a agenda dos candidatos para este último dia de campanha rumo às eleições de domingo.
Importa, por isso, olharmos para o estado do tempo nesse dia. No domingo vai estar muito frio, Carla, mas a chuva dá algumas tréguas, até o sol vai voltar.
É o que explica a meteorologista do IPMA, Paula Leitão.
Uma madrugada de domingo fria, em alguns locais com nevoeiro, com possibilidade de formação de gelo ou geada e depois um dia de sol com o vento a soprar de norte, sendo um pouco mais intenso na faixa costeira.
A meteorologista do IPMA, Paula Leitão, a dar-nos conta das previsões do tempo para o dia das eleições presidenciais. É um registo da Agência Lusa. Hoje, sete distritos do norte do continente estão a esta hora sob aviso amarelo, por causa das previsões de queda de neve e de agitação marítima. Indicações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, que prevê também um dia de chuva em todo o território continental.
São 09h09. Já a seguir vamos ao direto à campanha. Antes, Carla, que outras notícias estão em destaque nesta sexta-feira?
A atualidade internacional para o encontro entre Donald Trump e Maria Corina Machado na Casa Branca. Tal como estava previsto, a opositora de Nicolás Maduro ofereceu a medalha do Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos. Donald Trump partilhou uma fotografia a exibir a medalha ao lado de Corina Machado. No entanto, a Casa Branca reforça a ideia de que a opositora do regime não é a pessoa indicada para liderar a Venezuela. A Casa Branca garante ainda que prefere uma solução diplomática a uma intervenção militar no Irão. O enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, defende que a diplomacia é sempre a melhor saída. No entanto, a Casa Branca garante que uma possível intervenção militar continua em cima da mesa, isto perante os protestos populares que começaram no final de dezembro.