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Aqui é Porto. Aqui é Porto.

A chuva não deu tréguas, mas Francisco Rodrigues dos Santos não deixou de visitar a obra feita de Rui Moreira, candidato que o CDS continua a apoiar e que considera a opção óbvia para o partido.

Agora é fácil apoiar Rui Moreira depois do magnífico trabalho que desenvolveu. Mas quando tomou a decisão corajosa de ser candidato independente à Câmara Municipal do Porto, houve um partido que desde a primeira hora disse que estaria ao seu lado. Foi o CDS. E nós, perante os resultados desta magnífica governação, mantivemo-nos onde sempre estivemos: ao lado Rui Moreira, porque é sem dúvida o melhor presidente que o Porto poderia ter.

O líder do CDS juntou-se à campanha de Moreira e destacou o legado que o atual autarca e candidato independente tem deixado no Porto.

Transformou o Porto numa das principais cidades europeias do ponto de vista habitacional, de qualidade de vida, desenvolvimento económico e também cultural, sem nunca esquecer os mais carenciados. Esta é uma matriz de valores com que o meu partido se identifica e, por isso, continuo a subscrever um apoio a Rui Moreira, que remonta a oito anos desta parte.

Num dia em que Moreira dedicou à saúde, Francisco Rodrigues dos Santos visitou o Centro de Saúde de Ramalde, uma obra construída pelo executivo municipal.

Foi este presidente de câmara que substituiu o Estado, oferecendo aos portuenses um direito essencial, que é o acesso à saúde. Porque se os portuenses estivessem à espera que o Estado lhes facilitasse o acesso à saúde, ainda hoje não teriam uma unidade de saúde familiar em condições e muitos deles estariam vedados a ter acesso aos cuidados de saúde primários.

Já Rui Moreira diz estar grato pelo apoio dos centristas.

Quando, há oito anos, o CDS me apoiou numa altura em que ninguém acreditava que eu iria ganhar, numa altura em que o CDS tinha estado 12 anos coligado com o PSD. E quando o CDS me apoiou, eu apreciei muito isso. Há quatro anos continuamos neste princípio e agora também fico muito satisfeito.

A visita foi curta, mas ainda a tempo de marcar o penúltimo dia da campanha eleitoral.