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Sabemos que estamos a chegar ao fim de uma campanha eleitoral, quando o pragmatismo entra em força.
Agora não é sorte, agora é votos.
Exato, eu sei.
É, agora é cada um votar. Está bem? Vá, força. Obrigado.
Fernando Medina está a reforçar esse apelo ao voto. A mensagem é praticamente sempre a mesma pelas ruas que vai percorrendo em Lisboa e onde tem que responder àquilo que fez nos últimos anos.
Se calhar para andar de bicicleta, para andar de carro é bom. Como peão, não é.
Não a acompanho nisso.
Experimente fazer um transbordo de dois autocarros no Saldanha.
Não lhe consigo dar razão nisso.
Discordâncias firmadas, o contato com a população continua com a repetição daquele mantra.
Agora não é sorte, agora é voto. Sorte é aquelas coisas do acaso. Agora depende de vocês irem votar. Está bem? Muito obrigado.
Fernando Medina não fala em maiorias absolutas, mas não se tem cansado de cantar em busca de votos.
Ai, cantar, sim senhora. E cantar, tenho andado eu a cantar. Agora não. Depois de domingo é para descansar um bocado.
À passagem da Tasca do Chico, a garantia de voltar para um fado e uns metros à frente, sobre outro almoço entre Carlos Moedas e Assunção Cristas, Medina não sabe o que pode o candidato do PSD aprender com a vereadora que agora está de saída.
Na minha opinião, não serei eu a dar lições a Carlos Moedas e muito menos a aproveitar qualquer lição de Assunção Cristas. Ou melhor, tenho uma a aproveitar. É mesmo lamentável que depois destes anos todos, ainda venha defender a lei de Assunção Cristas.
A crítica à lei das rendas, num setor que tem sido dos mais falados nesta campanha, o acesso à habitação acessível.