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Segurança, habitação, emprego e até o novo túnel de drenagem de Lisboa. Carlos Moedas sacou dos principais trunfos do mandato para relembrar os lisboetas de que há trabalho feito nos últimos quatro anos. O atual presidente da Câmara de Lisboa juntou PSD, Iniciativa Liberal e CDS para a assinatura de um acordo de coligação para as próximas autárquicas. Dentro da Fábrica dos Unicórnios, uma obra que tanto acompanha o legado de Moedas, o candidato afirma que os eleitores têm uma decisão importante a fazer.
É por isso que estamos aqui para assinar um acordo, para formalmente assinar um acordo. No dia 12 de outubro, os lisboetas têm uma escolha a fazer, uma escolha muito importante. É uma escolha entre uma moderação assertiva que faz e um radicalismo do contra. É isso que os lisboetas têm à frente e essa escolha vai muito para lá dos partidos.
O candidato acusa Alexandra Leitão de não respeitar os polícias e afirma que quem governa deve respeitar a lei e a ordem.
Quando eu estava a tentar chegar a acordo com o atual secretário-geral do Partido Socialista, à época ministro da Administração Interna, sobre mais polícias em Lisboa, a atual candidata do Bloco da Esquerda estava nas manifestações contra os polícias.
Durante a sessão de assinatura do acordo, representantes de PSD, CDS e Iniciativa Liberal também elogiaram o trabalho de Carlos Moedas na última legislatura. O deputado liberal Mário Amorim Lopes diz que os próximos quatro anos devem primar pela exigência e afirma que a cultura não pode ser um território apenas da esquerda.
Exigência na gestão, nas contas, no espaço público, do lixo ao passeio, da calçada ao candelabro. Exigência na cultura, porque a cultura não é uma coutada da esquerda e porque uma cidade é para ser fruída.
Telmo Correia, do CDS, afirma que a candidatura de Alexandra Leitão é uma versão renovada da geringonça.
E atenção, porque o nosso adversário principal, o adversário principal daqueles que serão candidatos em Lisboa, não é sequer este PS de nova roupagem, aparentemente mais sensato e moderado. É o antigo, o anterior, o da geringonça na sua pior versão.
Por fim, Hugo Soares, do PSD, realça que Carlos Moedas tem obra para apresentar e acrescenta que o candidato social-democrata conseguiu baixar os impostos aos lisboetas.
É caso para dizer, minhas queridas e meus queridos amigos, que na comparação com o anterior executivo, o Carlos fez mais, o Carlos fez mais, o Carlos fez mais, o Carlos fez muito mais. A única coisa que o Carlos foi menos foi mesmo cobrar impostos, porque diminuiu os impostos que Lisboa hoje cobra sobre os lisboetas.
Carlos Moedas tenta assim ser reeleito para a Câmara Municipal de Lisboa. As eleições autárquicas estão marcadas para 12 de outubro