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Isto vai ficar muito bonito.
A fé de Marcelo vem ao de cima no sítio onde vai ser montado o altar da Jornada Mundial da Juventude. À volta, só há terra e poucas máquinas que vão dando forma ao terreno onde milhares de jovens vão ouvir o Papa.
Não há cadeiras. A partir daí, as centenas de milhares de jovens ficam em regime tudo ao monte e fé em Deus.
O bispo auxiliar de Lisboa mostra as imagens onde é possível perceber a forma que estes terrenos à beira-Tejo vão ganhar, mas ninguém sabe quem, nem quanto se vai pagar pela festa.
Temos tudo coordenado com o governo. Tivemos hoje aqui o presidente da República. Está tudo coordenado. Aquele que está coordenado é que cada um de nós sabe exatamente aquilo que tem que fazer.
O presidente da Câmara de Lisboa fala aos jornalistas de fugida. Não diz quanto é que a Câmara vai gastar. Não diz Moedas, nem diz Ana Catarina Mendes. A ministra dos Assuntos Parlamentares também vestiu o colete refletor da obra, mas não sabe o valor global do investimento. Só Ricardo Leão, presidente da Câmara de Loures, avança que a autarquia que preside vai ter uma despesa de 14 ou 15 milhões de euros, mas aponta detalhes para breve.
Essa questão do investimento, quer da Câmara de Loures, quer da Câmara de Lisboa, quer do governo, todos os parceiros, como o senhor presidente da Câmara de Lisboa disse, o próprio presidente da República também se referenciou nisso. Há um memorando de entendimento em que a Câmara de Lisboa, Loures, o próprio governo, assumiram cada um a sua quota parte. Ele está fechado. Vamos ter agora, muito brevemente, a assinatura do mesmo.
A visita a estes terrenos acontece um dia depois de a Câmara de Lisboa e o governo se terem entendido sobre o financiamento do projeto, Marcelo jura que não teve nem tem nada a ver com isso.
Pura coincidência, já estava em marcha e, portanto, o mérito é todo dos intervenientes. É o mérito do governo, é o mérito do senhor presidente da Câmara de Lisboa, é o mérito do senhor presidente da Câmara de Loures, é o mérito do bispo auxiliar de Lisboa, que representa aqui toda a igreja e também a Santa Sé. Cada um deles deu o seu contributo.
A um ano da vinda do Papa a Lisboa, ainda faltam muitos números, mas já há agradecimentos de sobra.
Agora, esta palavra eu queria aqui dizer, porque de facto o governo cumpriu, porque a resolução que o Conselho de Ministros fez está a cumprir e é um investimento, ajuda-me lá.
Isto é que é um autarca bem-educado.
Quanto é que foi? Foi 100 mil?
Muito bem. É bonito, já não há destas coisas.
Portanto, senhora ministra, agradecimento feito.
Muito obrigada.
Cumprimento, esse eu cumprimento. Cumprimento muito doloroso e socialista. Vamos embora.