Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

O Conselho Nacional deu um sinal a Rui Rio de que quer conhecer rapidamente o calendário eleitoral.

Mas isso depende da Comissão Política Nacional e, desde logo, em primeiro lugar, do próprio presidente, porque, como disse, o processo eleitoral só pode ser aberto por iniciativa do presidente do partido. Ele anunciou no próprio dia das eleições que o irá abrir a seu tempo, com calma e tranquilidade.

Paúl Mota Pinto, presidente do Conselho Nacional, explica que o prazo de 20 dias só conta a partir da abertura formal de um novo processo eleitoral no PSD, algo que só Rui Rio tem o poder para desencadear. E na intervenção de abertura, Rio avisou que não quer exageros nem pressas.

Se for feito com serenidade e se for feito com tranquilidade, o partido dá uma imagem bastante diferente daquela que tem dado nos últimos quatro anos. Eu estou 100% disponível para colaborar nisso, para colaborar numa solução assim. "Estarei disponível um bocadinho, até um tempinho, para uma coisa que não seja assim, mas não se exagere muito." Se exagerarem muito, acabou.

Rui Rio quer uma transição tranquila e serena e mantém o prazo de julho como indicador.

Para mim, o já não é para a semana, para mim, o já é, como eu disse, agora não sei o dia, depois da reunião da Comissão Política Nacional, ter isto resolvido até o verão, ou seja, ter isto resolvido até ao término desta sessão legislativa.

O presidente do PSD ainda viu o Conselho Nacional reprovar a proposta para um congresso pré-eleitoral, uma proposta de Miguel Pinto Luz, que manteve o tabu sobre a candidatura, a par de Ribau Esteves. Para já, a única garantia é de que as eleições internas vão realizar-se. Falta saber quando.

Também podem pedir que haja Natal ou que haja Páscoa. É evidente que todos os anos há Natal, é evidente que todos os anos há Páscoa e é evidente que vai haver um congresso indireta.