Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Como é que reages ao fim de carreira de um dos monstros, se assim se pode dizer, do ténis mundial? Depois de Federer, agora é Nadal.
Sim, é algo que já era esperado. Inclusive o próprio Rafa já estava um pouco incomodado com a situação, até porque queria ser ele a decidir e não que, de certa forma, as pessoas o pressionassem a retirar. Mas na verdade é um dos melhores de sempre da história. Para mim, pessoalmente, como treinei em Espanha durante oito anos, entre os meus 15 e os 22, 23 anos, sempre foi uma referência. Conheci-o pessoalmente, sou muito amigo de amigos muito próximos, conheço toda a estrutura que trabalha com ele, por isso sempre foi uma referência muito mais perto do que propriamente Roger Federer ou Novak Djokovic. Por isso, acho que ele sai bem, sai realizado, como é óbvio, e resta esperar que continue ligado ao ténis, porque é um grande exemplo.
Preparou junto do Nuno Borges a vitória frente ao espanhol. Como é que foi feita essa preparação para uma vitória que foi histórica e o que é que recorda da antecâmara desse duelo?
Na verdade, jogar contra um dos grandes do ténis é sempre uma grande oportunidade e um marco. Ganhar numa final e em terra batida, que é algo que poucos conseguiram, muito mais. Foi feita alguma preparação específica taticamente, que era aquilo que era necessário para fazer frente a um adversário deste calibre e depois, de certa forma, aproveitar o momento.