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Sem falta na Rádio Observador, hoje para olhar para o trabalho da equipe de arbitragem que liderou uma final com vencedor inédito. O Vitória bateu por duas bolas uma equipe do Braga e tornou-se pela primeira vez campeão da Taça da Liga, campeão de inverno, campeão da Allianz Cup. Pedro Henriques, tivemos panos para mangas no jogo de hoje.

Sim, tivemos, mas eu posso fazer aqui um preâmbulo que é para dizer que tivemos hoje aqui até dois adeptos, um do Braga e um do Vitória Sport Club. Fico um bocadinho espantado.

Relativamente aos pênaltis.

Sim, exatamente. Há muito desconhecimento das regras, das leis, ainda por cima de antigos jogadores. Mesmo em relação a estas questões das mãos, a questão de abrir os braços e acertar na cabeça ou na cara dos adversários, está tudo definido. A lei 12 está certinha. Há aqui qualquer coisa que não está a passar em termos de mensagem e tem que ser feito algo diferente, porque fico muito admirado quando, até mesmo aqui nos nossos grupos do WhatsApp, entre nós, que temos vários comentadores, ficam com dúvidas em relação a lances que são clarinhos. Eu não consigo perceber. Se não percebem, ok, podem dar opinião.

Hoje estão sem falta.

Não, mas pelo menos tentem perceber o motivo e a razão, porque depois passa uma mensagem que no meu ponto de vista é errada, passando aquela ideia de que o árbitro é que errou ou que não está bem ou que a culpa é dele. Um árbitro decide pênalti, está errado, o árbitro não decide pênalti, também está errado e isso não pode acontecer. E eu acho que todos nós que passamos por este palco, jogadores, treinadores, árbitros, temos que também ajudar o futebol neste aspecto. Não pode um árbitro tomando uma decisão, se marca, não tem a certeza, se não marca, também não tem a certeza. Não. Há uma realidade, há um lado da história e acho que era importante também, por isso faço esse apelo, porque sinceramente até fiquei um pouco incomodado com a forma como as pessoas às vezes reagem em relação a situações em que o árbitro esteve bem e o vídeo árbitro também.

Pedro, sem mais demoras, com a precisão e rigor necessários para olhar para o trabalho da equipe de Hélder Malheiro, vamos ao minuto 15. O primeiro amarelo para João Mendes.

Sim, e o amarelo e a falta, porque este lance é importante, daqui vai nascer o gol. O João Mendes, sem a bola estar no local, acaba por agarrar e puxar mão e braço do Rodrigo Zalazar, derrubando, e é deste pontapé livre que vai sair o primeiro gol, neste caso, do Braga. E por isso este lance era muito importante que a decisão tivesse sido correta. E foi.

Pedro Henriques, perdemos um bocadinho a ligação contigo no momento exato em que ias dizer que foi bem dado o amarelo, neste caso.

Foi bem dado o amarelo, porque acaba por, sem bola, ter um comportamento desportivo que é puxar e agarrar um adversário que poderia ir à frente receber um cruzamento. Portanto, livre direto e cartão amarelo. Muito bem.

Temos depois, ao minuto 27, um alegado pênalti, creio que de Beni, do Vitória Sport Clube, na sua própria área.

Mas sem pênalti.

Sem pênalti.

Exatamente. É um lance em que a bola ressalta no joelho direito do Paul Victor e sobe, sobe na vertical. Só há uma imagem de frente, fico com a quase certeza absoluta que a bola não tocou na mão esquerda de Beni, porque como a bola passa pela frente da mão, nós só tínhamos que ver de lado para perceber se havia contato ou não. Fico com a ideia que não. Foi isso que o VAR teve também a rever. O VAR tem outras imagens que naturalmente quem realizou na regie não nos mostrou, mas pela repetição que tive, tudo certo, e mesmo que eventualmente a bola até fosse tocar na mão, estaríamos perante uma situação de ressalto, de perda, etc. De qualquer maneira, para mim, boa decisão, não tocou na mão.

Pedro, minuto 35 desta feita amarelo para um homem do Braga, foi o centrocampista Grlić.

Certo, o Florin Grlić com o pé direito de sola e com os pitões acaba por pisar o pé, tornozelo direito do Gonçalo Nogueira, uma entrada durinha, negligente e foi bem mostrado este cartão amarelo.

Temos depois, ao minuto 41, uma ação de Vítor Carvalho na área do Braga, sobre a qual se marcou pênalti, pelo menos do lado do Vitória.

Sim, é um remate do Gonçalo Nogueira com o pé direito e a bola ao passar pelo Vítor Carvalho, o Vítor Carvalho tem o cuidado de puxar o braço esquerdo todo para dentro e para trás das costas e logo aí reduziu aquilo que é a questão da volumetria, e a bola passa mesmo de raspão na zona do cotovelo, mas nem sequer altera a sua trajetória. Nem sequer há aquela situação que mesmo batendo de raspão pudesse alterar a trajetória. Mas mesmo que alterasse, o fato do braço estar todo encostado, puxado para trás e o jogador retirar claramente, eram os atenuantes para que não fosse assinalado qualquer pontapé de pênalti. Muito baseado neste movimento deliberado de tirar o braço e, sobretudo, na não volumetria. Por isso, correta a decisão do árbitro, que deixou seguir a jogada e, portanto, não assinalou o pênalti.

Temos depois, já na segunda parte, ao minuto 56, o pênalti de Vítor Carvalho feito na área e aqui houve aquele tal lance que estivesse a advertir para quem não tenha compreendido, mas vamos ao lance. Há motivos para pênalti, claramente.

Aqui a questão é que nós focamos inicialmente no peito do João Moutinho, quando a bola é cruzada, e de resto o João Moutinho quando dá aquela paragem, está a explicar ao árbitro que tocou a bola no peito, e só depois nos apercebemos mais à frente que na sequência desse cruzamento que bate no peito, há uma discussão de bola, entre aspas, entre o Nelson Oliveira e o Vítor Carvalho. E o que acontece é que a bola quando chega ao Nelson Oliveira, ele faz uma receção primeiro do pé esquerdo à coxa direita e a bola sobe na vertical E a bola sobe na vertical e nas suas costas, o Vítor Carvalho tinha o braço completamente aberto, esticado. A ver se eu consigo passar a imagem. Tem o braço aberto e esticado para a frente, ou seja, no sentido de atravessar ao lado do corpo do próprio Nelson e ir tocar na bola à frente. Portanto, é um braço que não está em posição normal, nem em posição natural, que está com grande volumetria e que intercepta claramente aquela bola. Portanto, é um lance de televisão, como eu costumo dizer, mas depois de analisar, é um lance claro e óbvio. E é por ser claro e óbvio, embora de televisão, porque é muito difícil de ver para o árbitro, e mesmo nós no direto temos dificuldades, há uma mão, e uma mão irregular. E é por isso que o vídeo árbitro intervém, e intervém de forma correta, e não como foi dito aqui na transmissão, que o VAR veio para prejudicar. É mentira. São mais de 100 decisões por época que o VAR intervém e repõe verdade, evita gols de alguém fora de jogo, valida gols que inicialmente eram dados em fora de jogo. Só pensar no Sport, nas competições internacionais, tinha três pontos, e neste momento está com 10. Exatamente porque o vídeo árbitro tem intervido e tem feito boas decisões. É só pensar no jogo do Vitória Sport Clube, em que o segundo gol do Vitória, e que dá o apuramento para esta final, que o Vitória acaba por ganhar. Imaginem que não havia VAR. Tinha sido para penaltis e não sabia o que podia acontecer. Portanto, o VAR não vem nada para prejudicar, não resolve tudo, é um facto, não acerta em todas as decisões, mas acerta na sua maior parte e na sua maioria. E hoje, já o tinha feito na meia-final, tinha sido decisivo, nesse caso do jogo do Vitória Sport Clube, e aqui neste lance, que é um lance muito importante, e pênalti bem assinalado e foi o VAR que o deu.

Fica a nota para este momento, talvez um dos mais capitais deste encontro. Depois, ao minuto 67, pedia-se também pênalti na área, neste caso, do Vitória, sobre o Abascal do Paulo Vitor.

Exatamente. O Abascal com o Paulo Vitor, mas é o Paulo Vitor que está a receber a bola e, portanto, a falta a ser era sobre ele. Inclina-se também para a direita para suster e amortecer o contato, que era inevitável, porque o Paulo Vitor vai para a direita e o Abascal, embora um pouquinho mais afastado, vai para a sua esquerda. E é normal aquilo que aconteceu, que é um contato lateral a nível das pernas e obviamente do corpo, mas não há carga incorreta, não há empurrão, não há rasteira. É lógico, nessas circunstâncias, eu digo sempre isto, quem está a atacar tem sempre tendência, não é por ter sido o jogo o Braga ou quando é o Benfica, é tudo igual. O jogador que está a atacar, normalmente nestes contatos, atacando na área adversária, tem mais tendência para cair do que obviamente quem está a defender. É normal, é humano. Não é que às vezes não possa sofrer falta, é a tentativa de muitas vezes potenciar aquilo que possa ser um contato legal ou ilegal para, de alguma maneira, induzir naquilo que eles pretendem sempre, que haja a tal infração. No meu ponto de vista, correta a decisão do árbitro, há um contato lateral ligeiro, insuficiente para ser falta e, portanto, muito bem sem ir para o pontapé de pênalti.

Temos depois, ao minuto 88, amarelo para um homem de Guimarães, para um homem do Vitória, deste caso Mitrovic.

Sim, é o take deslizar sobre o Gabri Martini, que acaba por ser uma entrada negligente e ainda por cima perto da área, zona lateral, cortou simultaneamente. Ou seja, é a entrada que em si que é dura, que é um take deslizante, e ao mesmo tempo corta o ataque promissor e, portanto, cartão livre direto e cartão amarelo bem mostrado ao Mitrovic.

E Pedro, temos depois ao minuto 98, o pênalti para o Braga. Também levantou algumas ondas, mas para ti a decisão é certa e vai explicar porquê.

Repara uma coisa, um jogador quando salta, mesmo na vertical, é normal levantar os braços, mas levantar os braços também de baixo para cima. E se repararem todo o movimento, que neste caso é feito do João Mendes, estava a faltar aqui o nome, é que ele ao levantar, projeta claramente o seu braço esquerdo para trás. Isso não é um movimento normal. E no fundo, o que ele faz é um movimento deliberado do braço esquerdo para trás e com a mão, que ainda por cima vai fechada. E por que eu digo o pronome da mão fechada? Porque um jogador, normalmente, quando faz um tal contato normal e natural, vai sempre de mão aberta. Quando tu tentas potenciar o teu contato de braço ou de cotovelo, tens tendência para fechar, porque sabes que vais ser mais duro e incisivo nesse contato. E portanto, o João Mendes, quando salta ao esférico, projeta o seu braço esquerdo para trás. No fundo, faz um movimento deliberado do braço esquerdo para trás e quer com a mão fechada, quer depois à posterior com o braço, digamos que faz ali um primeiro contato no peito e depois na cara, quer da mão, quer depois do próprio braço, em cheio no rosto do Vítor Gomes. E portanto, o árbitro, bem, porque neste caso até é um lance também difícil às vezes de se perceber para o árbitro, mas ele tinha campo aberto, assinalou o pontapé de pênalti, considerou negligente, isto é, não tem em conta opriga as consequências do seu ato do jogador que salta e aborda desta maneira com os braços e as mãos, e sabemos que ao nível da cabeça, do pescoço, da nuca, são as chamadas zonas de proteção e que a FIFA, o International Board, quer sempre falta quando há essa abordagem de mão, braço ou cotovelo, e depois nada, amarelo ou vermelho, conforme naturalmente a intensidade e a gravidade. Neste caso, é uma abordagem negligente. Cartão amarelo, como o João Mendes já tinha visto um cartão amarelo, foi expulso por acumulação. Portanto, corretíssimo o pênalti e corretíssima a parte disciplinar, que neste caso originou a expulsão do João Mendes, por acumulação de amarelos.

E temos aqui, ao minuto 101, Pedro, a defesa do pênalti de Charles, e eu pergunto por que este lance está aqui para ser analisado.

Eu coloquei aqui porque sempre que um guarda-redes defende um pontapé de pênalti, o vídeo árbitro tem que parar o momento do remate em que a bola está a partir e tem que verificar os pés ou outra infração por parte do guarda-redes. Porque se o guarda-redes estiver, já não é como os tempos antigos, em que tínhamos muitas vezes guarda-redes a saírem-se para lá da linha de baliza. E a regra é muito simples, o guarda-redes pode movimentar uma perna para frente, desde que a outra perna, e naturalmente o seu pé, esteja ou a pisar a linha, ou no ar, no enfcimento da linha, ou eventualmente até resvale para dentro da baliza. E isto é importante porque se porventura tiver, por exemplo, os dois pés para frente da linha, por pouco que seja, aqui não há muito, nem há pouco, há parar a imagem, o pênalti era repetido. Neste caso, tudo certo relativamente à defesa, porque o Charles avança, faz o movimento para frente do seu pé direito e o pé esquerdo está a pisar a linha no momento em que a bola parte. E, portanto, tudo certo e o VAR confirmou. É obrigatório mesmo confirmar. E, portanto, defesa legal.

Temos ao minuto 113, vermelho para Nelson Oliveira no banco. Isto aqui já é mais do domínio da paixão do que propriamente da técnica.

Sim, claro. Obviamente que tentamos sempre perceber o comportamento dos jogadores. Era uma final, rivalidade, tudo e mais alguma coisa. Obviamente que os jogadores muitas vezes são insultados por parte dos adeptos, mas quem está lá dentro não pode ter o mesmo comportamento que têm os adeptos, porque senão imaginemos que os árbitros faziam o mesmo, sempre que são insultados os jogadores. Quem está lá dentro é profissional e tem que ter uma atitude, mesmo que a gente diga: "Ah, mas é os nervos, é as emoções, etc."

Muito menos um capitão, neste caso, que era o capitão do Vitória.

Exatamente. E neste caso concreto, o que se viu foi ele Primeiro a fazer gestos provocatórios para o banco do Braga e depois virou-se mesmo para trás do banco do Vitória, com as mãos nas orelhas, para os adeptos do Braga. Chama-se a isto um comportamento irresponsável, que é sempre punido com expulsão direta e vai ficar de fora do próximo jogo. Cartão vermelho bem mostrado aqui, embora tenha sido ao banco e o Vitória, que já tinha 10, continua com os 10.

Temos depois, Pedro Henriques, ao minuto 114, um amarelo desta feita para Victor Gomes, da equipa do Braga.

Sim, aqui a repetição também não é muito forte, mas eu acho que o amarelo aqui foi um pouquinho exagerado. O Rodrigo Abascal pontapeia a bola pra frente e o Victor Gomes, que estava em salto a passar por ele, promove-lhe ali um contacto. Não pareceu entrada suficiente para ser considerada negligente. Acho que foi um pouquinho exagerado, mas também só deu uma repetição. Portanto, pela repetição eu não daria amarelo, mas dou também o benefício da dúvida, porque as imagens não foram as melhores para perceber algo mais que possa ter acontecido.

E para fechar a análise a este encontro histórico que resultou na vitória do Vitória frente ao Braga, conquistando assim a primeira Taça da Liga, a Allianz Cup, foi um amarelo para Abascal, da equipa do Vitória, precisamente.

Sim, repare, foram dados nove minutos, depois todas estas incidências levou o jogo a ter mais seis, sete minutos em cima dos nove. E o cartão amarelo é porque o Rodrigo Abascal, ainda por cima com menos um, retardou a repor a bola em jogo num pontapé livre que era a seu favor e o árbitro mostrou o cartão amarelo.

Temos, para fechar, a necessidade imperiosa, Pedro Henriques, de saber qual é a nota que merece Hélder Malheiro neste jogo que foi histórico, não propriamente muito aceso no início, mas sempre difícil por causa também de toda a emoção em torno dele.

Sim, o jogo até teve poucas faltas, 24. Até é um número bastante baixo para aquilo que são os jogos em Portugal e para a intensidade. Teve seis amarelos e dois vermelhos. Mas eu vou dar uma nota muito elevada. Vou dar nota oito, independentemente de um ou outro pormenor, porque aquilo que é o essencial neste jogo, tudo é essencial, tudo é importante, mas aquilo que é essencial, que ressalta logo aqui, foi a primeira intervenção do VAR num penalti que é claro e óbvio. Depois o outro penalti que podia dar um empate e podia resultar no achar o vencedor por penalti, podia ter mudado também a história, que é outro momento importante e decisivo. E já nos descontos, muito para além, como se costuma dizer, da hora, e aí o árbitro esteve bem. Eu acho que estes dois momentos são importantes, são impactantes. E aqui houve um complemento da equipa entre árbitro e VAR e por isso eu considero que foi uma arbitragem globalmente positiva. O árbitro esteve bem, os assistentes estevem bem, o vídeo-árbitro esteve bem no momento em que foi chamado, e por ser uma final, por ser um jogo de altíssima intensidade, porque também arbitrei Bragas com o Vitória Sport Club, não em finais, que torna isto mais difícil, obviamente, e mais empolgante, mas em jogos de campeonato, sei realmente o grau de dificuldade que se apresenta e eu acho que o Hélder Malheiro, quando eu digo Hélder Malheiro, extensivo a toda a equipa, sai mesmo por cima, porque até pelas declarações que foram feitas, ou melhor, que não foram feitas por ninguém, percebe-se. Só o treinador do Braga deu ali o toque no sentido que tinha querido ver melhor o penalti, mas percebe-se que ele sai por cima num jogo que era importante para a carreira dele também, decisiva. Está com 45 anos, não sei se vai terminar esta época ou não, se ainda vai dar continuidade, mas por isso é uma arbitragem globalmente positiva numa final e por ser uma final, eu valorizo isso e dou nota oito.

Pedro, acredito que queiras também deixar alguma sugestão de leitura, mais não seja aqui um livro que encontraste no WhatsApp chamado "Leis do Jogo 25/26", não é verdade?

Exatamente. O nosso grupo, houve lá quem fosse dizer umas coisitas, eu espetei logo uma fotografia das leis do jogo. Não, porque eu acho que é importante, porque é aquilo, acertas ou erras, o árbitro parece estar sempre mal. Não, ao menos tomem partido no sentido de: "Olha, acertou, concordo. Se não acertasse..." Esta coisa do aceita-se ou de não se aceita nenhuma decisão, não é correta.

Se é pra não concordar, que não seja com o árbitro, é pra ir ver a norma direta e não concordar com a norma, talvez.

Exatamente. Até porque as pessoas muitas vezes podem discordar, quer em relação àquilo que eu digo, quer em relação àquilo que é a decisão do árbitro, mas ao menos façam com base na lei. Pronto, é só isso. "Olha, não concordo, porque..." E expliquem. E neste caso concreto das dúvidas que houve para os dois penaltis, aconselho a ler Lei 12, Faltas e Incorreções, página 110. Está lá tudo explicadinho.

Pedro, muito obrigado. Está feito sem falta deste dia especial, noite especial em Leiria. Vitória do Vitória Sport Clube frente ao Braga por duas bolas a um, para se sagrar assim, pela primeira vez, campeã de inverno a equipa minhota, a equipa vimaranense.