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Este é um podcast da Rádio Observador. Pode ouvir a rádio também em 98.7, na Grande Lisboa, e 98.4, no Grande Porto.
Muito boa tarde, Maria Ramos Silva. Nós hoje vamos, como é habitual, medir a temperatura às figuras públicas. Temos o quente, o assim assim, que é o morno, e também o gelado. Gelado, que por acaso até ia bem agora.
Não, mas nós vamos começar quentíssimo, com a Meghan e com o Harry.
Boa, novidade.
Os duques trocaram um bocadinho as voltas. Eles hoje divulgaram o seu postal de Natal e pela primeira vez mostraram ao mundo a pequena Lilibet Diana, que é um nome incrível. É um nome absolutamente incrível.
É uma boa mistura.
Acho que continua a soar um tanto estranho.
Ligeiramente, sim.
Mas pelo menos desfizeram o suspense, que nunca mais apresentavam a criancinha.
Acho que foi um presente de Natal para os fãs. É uma foto descontraída, em família, como costuma acontecer nesta ocasião. A Meghan e o Harry surgem vestidos de forma muito informal, com calças de ganga. O príncipe aparece acompanhado pelo pequeno e ruivo, ele é muito ruivo, o Archie, que já não está nada pequeno, é verdade, porque ele tem dois anos, e a duquesa a pegar na filha, Lilibet, que nasceu há seis meses. Aliás, na nota escrita, lê-se que o Archie fez do casal um papá e uma mamã e que a Lili os tornou numa família.
Boa. Mas, Maria, eles são sempre tão interventivos. Até estou a estranhar não terem tido uma colherada qualquer.
Eles mantêm-se fiéis a si próprios. Os duques escrevem neste postal que fizeram várias doações em nome dos seus seguidores para diferentes causas que apoiam, sobretudo dirigidas a famílias afegãs, que agora procuram uma nova vida em solo americano. E também voltam a tocar no tema da licença de paternidade nos Estados Unidos, que é um dos cavalos de batalha da Meghan neste ano de 2021.
É um bom tema.
É.
Desculpem, estava só a ouvir a música.
Pode ficar a ouvir, não há problema nenhum, Rita.
Nada disso.
Temos tempo.
Temos de ir para o morno, não é?
Para o morno. No morno temos a Britney Spears. Mudamos um bocadinho as canções. Eu sei que estamos em tempo de quadra feliz, em família, dentro do possível, claro.
Está-se a sentir bem a Britney?
Não é a Björk, é um grito de Britney.
Pronto, já lá vamos.
Mas era agonizante.
Nós, com a Britney, sabemos que há sempre alguns pequenos problemas domésticos e, portanto, apesar de ser quase consoada, ela voltou à carga e diz que não esquece o que a família lhe fez, nem esquecerá.
Bom, vamos lá ver. Foram 13 anos de tutela.
Pois é.
E ela mal acabou de se libertar do pai. Isto foi, já não sei, mas um mês.
Há um mês, sim, por aí. E parece que a cantora continua em modo de celebração. Desta vez partilhou um vídeo a cantar na casa de banho, revelando todos os seus dotes vocais. Nós, aliás, estamos a ouvir.
Estamos.
Isto é, estamos a ouvir?
É uma coisa glorosíssima. Agora foi um gato.
Não está o típico do cycle?
Está em loop isto agora.
Os fãs gabaram-lhe imenso os dotes vocais.
São fãs. Claro.
Está tudo bem. Mas ela deu a entender que é possível que venha aí um álbum novo ou quem sabe, pelo menos algumas canções. Vamos ver.
Eu confesso que não me lembro do último disco da Britney.
Já nos perdemos. Acho que já ninguém se lembra muito bem.
De uma forma normal, eu também não me iria lembrar.
Pronto. Mas dado o caso, isto já foi há mais de cinco anos.
Não acompanhas a discografia.
A Britney, no entanto, terá apagado alguns destes seus desabafos mais recentes, porque depois tu vais lá e aquilo já não está nada lá, mas ela não se ficava pelo ataque aos pais. Ela dizia, por exemplo, que se há coisa que percebeu é que tem que se tornar a cheerleader dela própria, ou seja, confiar mais, torcer mais por ela e ainda puxou dos galões ou do Google, eu acho que ela foi, mas é ao Google que é mais simples, e lembrou que já vendeu quase 100 milhões de álbuns em todo o mundo.
É de valor.
Sim, senhora. E passamos do morno para o frio.
Pronto, vamos para outro tópico viral, Mariah Carey.
Não posso. No frio, agora em pleno Natal?
É, mas só porque ela está na neve, portanto . Só por isso. Ela anda por paragens mais frescas. Não podíamos fechar este termómetro em vésperas de Natal sem saber o que é feito de uma das vozes mais populares nesta quadra, ou irritantes.
Populares.
O grau de tolerância.
Eu continuo a gostar desta música.
Também eu, não posso acreditar, eu adoro.
É espetacular.
Não sei se sabem, mas esta foi a música escolhida pelo Tiago no Só Natal.
Pois foi.
Exatamente, lá está, e estamos a escutá-la.
É tudo vírus sem vacina. A Mariah foi fotografada com o seu namorado, o Bryan Tanaka, em Aspen, no Colorado, uma conhecida estância de esqui nos Estados Unidos, e portanto, vemo-la bem mais encacada, para começar, do que ela costuma andar nos seus concertos.
É bom, senão fica constipada. Bom, ela é sempre muito vistosa, ainda assim, mesmo fora do palco. Conseguiu descontrair com o look de neve, mais para o desportivo.
Mais ou menos. Eu diria que ela está dentro do espírito, é verdade, mas ela não dispensou os brilhos.
Claro.
Vou te dizer, ela combinou umas leggings com um blusão de penas metalizado, depois ainda lhe juntou um chapéu com mais um bocado de brilho, uma máscara também com brilhantes.
Brilha.
E se por acaso houver uma avalanche, é mais difícil saber onde é que ela está.
Mas sim, da Prada, com aqueles cristais no chapéuzinho a custar mais de 1000 €, portanto, brilho.
Brilha lá na neve.
Mas portanto, fizeste-nos ouvir esta canção, e muito obrigado, por causa de brilhantes no chapéu, é isso?
Não, isso eu ia estar a fazer de Grinch de Natal, Tiago. Também não tanto, é que foi precisamente com esta roupa que a Mariah Carey anunciou no seu Instagram para 10 milhões de seguidores que esta sua famosa canção acaba de alcançar um bilhão de streams no Spotify só nesta quadra festiva.
Só nesta?
Só nesta.
Não pode ser. Isso é espetacular.
Desculpa lá, mas eu acho que ela tem direito a muitas leggings e chapéus brilhantes.
Claro. Espero que ela não vá esquiar com o chapéu.
Pronto, vamos esperar que não.
É capaz de dar.
Vou causar um bocadinho mais de insegurança.
Com capacete é melhor, se calhar.
É talvez seja melhor, sim.
Sim, claro. Sempre é importante. Querem só ouvir mais um bocadinho?
Queremos.
Eu quero, eu estou a sentir que vocês querem.
Já ontem fiz esta advertência: a Rita canta.
Eu não consigo, é mais forte do que eu.
Eu sei. Mas as pessoas têm que saber que és tu, não sou eu.
Não.
Ou eu, também podia ser eu, com as minhas segundas vozes.
Também podias ser tu com o teu falsete.
Exato.
Um dia fazemos uma música nós todos de Natal no Observador. Estávamos há bocado a pensar nisso. Seria muito engraçado.
Um coro.
O termómetro, espera lá, agora que está mesmo no fim.
Fugiu um bocadinho.
Fugiu, eu não consigo.
Não, esta parte não dá para tentar.
Não.
É isso. É só o corozinho.
É que faltam 25 segundos também. Já agora.
Mas não precisas de tentar nesses 25 segundos.
Não, tenho que tentar. Olha, é em "fade out".
É em "fade out".
Muito bem, foi então o termómetro de hoje. Regressa segunda-feira. Obrigada, Maria Ramos Silva. Se perdeu este, pode sempre voltar a ouvir no nosso site do Observador e também em podcast. Feliz Natal, Maria.
Obrigada e boas festas para todos.
Boas festas.
Muito obrigado. Boa Natal.
Boas festas.