Saúde

Equipamentos de saúde em Lisboa e investigação recebem 60 milhões até 2020

O presidente da CCDR-LVT anunciou que a área da Saúde vai receber, em Lisboa, um investimento de 60 milhões de euros em investigação, equipamentos e educação, segundo um programa conjunto já aprovado.

PAULO NOVAIS/LUSA

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  • Agência Lusa
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O presidente da CCDR-LVT anunciou esta segunda-feira que a área da Saúde vai receber, em Lisboa, um investimento de 60 milhões de euros em investigação, equipamentos e educação, segundo um programa conjunto já aprovado, a realizar até 2020.

“Construímos um programa conjunto e espero que seja defendido por todos. Este programa são 60 milhões de euros de investimento até 2020 em Lisboa na área da Saúde dividido em três componentes”: investigação, equipamentos e simuladores de intervenções cirúrgicas, disse João Manuel Pereira Teixeira.

O plano foi delineado juntando à mesma mesa os reitores das duas universidades de Lisboa, os presidentes das duas faculdades de medicina, os responsáveis da Administração Regional de Saúde (ARS), os presidentes dos principais hospitais e também das principais unidades de investigação nesta área.

De acordo com o responsável, recebeu “há quatro ou cinco semanas” uma resposta dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Saúde a este plano de investimentos, com o realce de que o Governo “tem a contrapartida nacional necessária para os investimentos”.

“Estão em curso de publicação e espero ter os anúncios publicados esta semana ou na próxima”, adiantou.

Segundo o plano de investimentos, a área da investigação receberá 10 milhões de euros e serão investidos 6 milhões de euros em simuladores de intervenções cirúrgicas para as universidades.

No entanto, o grosso do investimento, no valor de 45 milhões de euros, referem-se à aquisição de novos equipamentos, “essencialmente vocacionados para a área do cancro e para a área da degenerescência dos tecidos”, explicou o responsável, salientando que muitos destes equipamentos “não existem na Área Metropolitana de Lisboa (AML), nem no resto da região e alguns dos quais não existem no país”.

João Manuel Pereira Teixeira falava esta segunda-feira na Conferência “Da mobilidade à acessibilidade — Os transportes nas cidades portuguesas em 2030”, que se realiza no Instituto Superior Técnico (IST).

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