Web Summit

Banqueiro Horta Osório entre os primeiros 200 nomes confirmados para a Web Summit

António Horta Osório, presidente do Lloyds Bank, e os responsáveis máximos da Intel e Expedia são alguns dos 200 primeiros nomes anunciados para a segunda edição da Web Summit, em Lisboa.

Antigo presidente executivo do Santander, o banqueiro português que dirige o Lloyds Bank vai discursar na conferência de tecnologia e inovação sobre a mudança do setor financeiro e como este tem modernizado a indústria

ANDY RAIN/EPA

Autores
  • Agência Lusa
  • Cristiana Faria Moreira

António Horta Osório, presidente do Lloyds Bank, a comissária europeia para a Concorrência, Margrethe Vestager, e os responsáveis máximos da Intel e Expedia são alguns dos 200 primeiros nomes anunciados esta segunda-feira para a 2.ª edição da Web Summit, em Lisboa.

Antigo presidente executivo do Santander em Portugal, o banqueiro que dirige o Lloyds Bank vai discursar na conferência de tecnologia e inovação sobre a mudança do setor financeiro e como este tem modernizado a indústria. Para o evento que decorrerá entre 6 e 9 de novembro, a organização anunciou também a presença da comissária Vestager para analisar, nomeadamente, as políticas públicas que afetam o setor tecnológico.

Confirmados estão os nomes de Brian Krzanich, presidente executivo da Intel, a maior tecnológica a nível mundial desde 2013, e de Dara Khosrowshahi, líder da empresa Expedia, que opera em 70 países no setor do turismo com marcas como a Expedia, Hotels.com e Trivago.

Outras presenças confirmadas são de Jean-Bernard Lévy, da EDF Energy, e Gillian Tans, presidente da Booking.com. Citado em comunicado, Paddy Cosgrave, principal responsável da Web Summit, manifestou a sua satisfação pelo anúncio dos primeiros 200 oradores.

Mais nomes serão anunciados nos próximos meses, sendo que alguns dos grandes presidentes da tecnologia e titãs do mundo empresarial irão estar nos nossos palcos”, garantiu.

Para a edição deste ano, são esperados mais de mil oradores e a organização pretende aumentar a participação das mulheres, adiantou Eleanor McGrath, responsável pela comunicação do evento.

Este ano, a Web Summit terá 18 palcos na FIL e no Meo Arena, no Parque das Nações. Um deles – o PlanetTech – será dedicado ao debate das alterações climáticas, sustentabilidade, tecnologia verde e eficiência energética.

Fundada em 2010 por Paddy Cosgrave, juntamente com Daire Hickey e David Kelly, a Web Summit é um dos maiores eventos de tecnologia, inovação e empreendedorismo do mundo e evoluiu em menos de seis anos de uma equipa de apenas três pessoas para uma empresa com mais de 150 colaboradores.

No final do mês de abril, a Web Summit inaugurou o primeiro escritório (temporário) em Lisboa, no “Edifício Enter”, da Portugal Telecom (PT), até se mudar definitivamente para o Hub Criativo do Beato, e anunciou que quer contratar 20 pessoas nas áreas de vendas e desenvolvimento de software para a equipa portuguesa.

Nessa altura, Paddy Cosgrave disse ao Observador que a Web Summit tinha a “responsabilidade de trazer diferentes vozes” para aquela que é a maior conferência europeia de empreendedorismo e tecnologia da Europa. Por isso, quer trazer os nomes mais sonantes das várias organizações políticas e sociais a Lisboa para “tomarem as decisões que vão mudar para sempre a forma como as empresas tecnológicas operam na Europa”.

Não podem ser sempre as mesmas. É importante que não sejam apenas as dos políticos e legisladores, mas também as dos cientistas, académicos e filósofos, que pensam e estudam o mundo. Que não estão apenas a tentar ganhar eleições”, notou Paddy Cosgrave.

No ano passado, a Web Summit contou com cerca de 53 mil participantes, de 166 países, incluindo 15 mil empresas, 7.000 presidentes executivos e 700 investidores. Este ano, são esperados mais de 60 mil participantes. A cimeira tecnológica, que nasceu em 2010 na Irlanda, vai manter-se em Lisboa até 2020 e poderá ficar por mais dois anos.

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