UEFA

Oui, oui et oui. Platini eleito presidente da UEFA pela terceira vez

Michael Platini foi de novo reeleito presidente da UEFA, cargo que ocupa desde 2007. A também coloca o francês na vice-presidência da FIFA e, por isso, poderá vir a trabalhar com Luís Figo.

Michael Platini conquistou três Bolas de Ouro consecutivas (1983, 1984 e 1985) quando jogava na Juventus

GEORG HOCHMUTH/EPA

Autores
  • Diogo Pombo
  • Agência Lusa

Vinte e seis de janeiro de 2007. Desde este dia que pelo menos uma coisa não tem mudado na UEFA: o presidente. E esta terça-feira a entidade que rege o futebol europeu continuou a garantir isso mesmo — o francês Michel Platini pela terceira vez seguida eleito como presidente da UEFA. O sufrágio realizou-se em Viena, capital da Áustria, durante a 39.º congresso do organismo.

A reeleição do antigo internacional gaulês, de 59 anos, não é inesperada, já que concorreu sem oposição à liderança da UEFA. Em 2007, Platini venceu numas eleições muito equilibradas ao anterior presidente da entidade, o sueco Lennart Johansson. Depois, em 2011, foi reconduzido no cargo em Paris, capital francesa. “Estou orgulhoso por ser vosso companheiro de equipa, orgulhoso desta equipa vencedor e orgulhoso com os nossos feitos. E estou entusiasmado com os desafios que nos esperam nos próximos quatro anos”, referiu Platini, agradecendo os votos dos líderes das associações nacionais de futebol.

Com esta vitória, e além do mandato que cumprirá na UEFA, o francês também assumirá o cargo do vice-presidente da FIFA durante mais quatro anos. Logo, caso Luís Figo seja eleito a 29 de maio para líder da organização que tutela o futebol internacional, o português terá Michel Platini como o número dois no comando da FIFA.

O gaulês não mencionou a eventual hipótese de vir a trabalhar com o antigo internacional português — ou com qualquer um dos restantes três candidatos à presidência da FIFA. “Nós, os europeus, queremos uma FIFA forte, uma FIFA que seja respeitável e respeitada, já que a FIFA é e sempre será a autoridade suprema do futebol”, sublinhou, apenas.

O antigo futebolista internacional francês, vencedor da Bola de Ouro em 1983, 1984 e 1985, vai manter-se no comando do organismo continental por mais quatro anos, uma vez que o mandato que agora assume se prolonga até 2019. “Enquanto fui jogador tentei sempre defender o jogo, defender que podemos jogar futebol, que podemos apreciá-lo ou que podemos amá-lo. Sempre segui esta filosofia quando jogava e agora quando estou na administração do futebol. Proteger o jogo é a coisa mais importante para mim”, disse o francês, antes da cerimónia.

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