A Infraestruturas de Portugal teve prejuízos de 12,3 milhões de euros no primeiro semestre, o que compara com os resultados negativos de 52,9 milhões de euros registados em período homólogo pelo conjunto da Refer e Estradas de Portugal.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa que resultou da fusão da Estradas de Portugal e da REFER dá ainda conta de um aumento de 22% das receitas operacionais em termos homólogos para 693 milhões de euros.

Para este aumento das receitas destaca-se o aumento da Contribuição do Setor Rodoviário, de 28% para 325,4 milhões de euros, ou seja, mais 71,5 milhões de euros. Também as receitas das portagens aumentaram, neste caso 8,2 milhões de euros (7%) para 127,2 milhões de euros.

Quanto a despesas, os custos operacionais subiram 17% (53 milhões) para 373,3 milhões de euros, em comparação com o primeiro semestre de 2014.

A empresa justifica o aumento nesta rubrica “principalmente pelos gastos com a construção rodoviária — Túnel do Marão”, de 49,4 milhões de euros.