São Tomé e Príncipe

Presidente são-tomense garante “maior número de observadores externos” nas eleições

O Presidente são-tomense, Evaristo Carvalho prometeu "fazer tudo" para que as próximas eleições marcadas para 7 de outubro sejam supervisionadas por um "maior número de observadores externos".

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

O Presidente são-tomense, Evaristo Carvalho prometeu esta quinta-feira “fazer tudo” para que as próximas eleições marcadas para 07 de outubro sejam supervisionadas por um “maior número de observadores externos”.

No discurso por ocasião da celebração do 43.º aniversário da independência do país, o chefe de estado são-tomense disse ser esta a forma de se evitar que “a credibilidade” do ato “seja posta em causa”.

Tudo farei para que o maior número de observadores externos dos mais diversos quadrantes políticos e geográficos estejam presentes no nosso país, de modo a que a tradicional credibilidade e realidade das nossas eleições não sejam distorcidas ou, de alguma forma, postas em causa”, disse Evaristo Carvalho.

O Presidente da República sublinhou que apesar de a auditoria independente à base de dados da Comissão Eleitoral Nacional (CEN), reclamada pela oposição, confirmar “a qualidade e a exatidão dos dados recolhidos”, é preciso dar aos são-tomenses a garantia de que “a tradição eleitoral não será quebrada e que a sua vontade soberana e escolha serão respeitadas”.

Evaristo Carvalho elogiou a CEN pela qualidade de trabalho na preparação das eleições, particularmente na realização do recenseamento eleitoral de raiz, “com habitual assistência dos parceiros internacionais”.

São Tomé e Príncipe realiza a 07 de outubro eleições legislativas, regional e autárquicas.

O governante aproveitou a celebração do dia nacional de São Tomé e Príncipe para lançar mais um apelo de unidade e coesão entre os cidadãos do seu país, defendendo que “o sonho de uma nação coesa, pacífica, progressista e próspera, vivendo numa sociedade saudável e aberta ao mundo, onde há espaço e oportunidades para todos, é absolutamente possível”.

Temos de fortalecer a unidade e a coesão do nosso povo, para que sejamos todos cada dia mais iguais, para que sejamos capazes de alargar os espaços de liberdade, fazer com que a voz dos mais vulneráveis seja ouvida, para que o nosso país seja cada vez menos dependente dos outros e mais influente nos seus espaços regionais e internacionais de intervenção”, acrescentou.

Evaristo Carvalho lembrou que o país precisa “criar emprego necessário para absorver o exponencial crescimento demográfico” da população.

O chefe de Estado referiu-se à necessidade de “garantir a boa gestão dos recursos públicos para melhorar a qualidade das despesas, aumentar a capacidade de financiar a economia, satisfazer as necessidades sociais da população e oferecer à juventude melhores perspetivas de formação e de emprego”.

É fundamental a necessária política de boa governação e de luta contra a corrupção a todos os níveis da Administração Central do Estado e Regional”, defendeu.

A cerimónia oficial da celebração do dia da independência do país decorreu na cidade de Guadalupe, 12 quilómetros a norte de São Tomé, capital do Distrito de Lobata.

Além dos representantes dos órgãos de soberania, participou no ato o ministro do Interior gabonês, Paul Biyoghe Mba, em representação do chefe de Estado do Gabão e Presidente da Comunidade Económica dos Estados da Africa Central (CEEAC).

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: [email protected]
União Europeia

A crítica da razão europeia (II) /premium

António Covas

A “dinâmica convencional” da Federação Europeia de Estados-Nação será ascendente e descendente, de acordo com o princípio de subsidiariedade, assim se distinguindo de uns Estados Unidos da Europa.

França

Merci, Mr. Macron /premium

André Abrantes Amaral

É o desempregrado que tem pensar em primeiro lugar o que pretende fazer da sua vida. Vivê-la por si ou à conta de outrem? O que Macron disse não é simpático, pode não garantir votos, mas é sério. 

União Europeia

A crítica da razão europeia (II) /premium

António Covas

A “dinâmica convencional” da Federação Europeia de Estados-Nação será ascendente e descendente, de acordo com o princípio de subsidiariedade, assim se distinguindo de uns Estados Unidos da Europa.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)