Jean-Claude Juncker

Juncker insurge-se contra “disparates mesquinhos” sobre o seu andar na cimeira da NATO

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Na primeira reação pública após a divulgação de um vídeo no qual aparece a ser amparado por diversos chefes de Estado e de Governo, Jean-Claude Juncker voltou a negar que estivesse embriagado.

NG HAN GUAN / POOL/EPA

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse esta quarta-feira não ter tempo para “disparates mesquinhos”, quando questionado sobre o episódio por si protagonizado na cimeira da NATO na quarta-feira passada, e exigiu respeito.

“É impressionante como as pessoas são especialistas na minha saúde. Li o que foi escrito. Tive uma cãibra na perna. Estive na cimeira da NATO, que teve temas muito mais interessantes para se concentrarem do que o meu estado de saúde. Francamente, não tenho tempo para esses disparates mesquinhos”, insurgiu-se o presidente do executivo comunitário.

[Reveja no vídeo os andares e cumprimentos erráticos de Juncker]

Na primeira reação pública após a divulgação de um vídeo no qual aparece a ser amparado por diversos chefes de Estado e de Governo, entre os quais o primeiro-ministro português, António Costa, numa cerimónia incluída no programa oficial da cimeira da Aliança Atlântica de quarta-feira passada, Jean-Claude Juncker voltou a negar que estivesse embriagado. “[Essa afirmação] é correta em relação a esse dia, a hoje de manhã e a logo à noite. Estou verdadeiramente surpreso com o nível de interesse de algumas pessoas nestes assuntos marginais, e exijo respeito”, vincou.

Em 12 de julho, o porta-voz da Comissão Europeia esclareceu que o episódio se deveu a “uma crise particularmente dolorosa de ciática”. “Na noite de quarta-feira, o presidente [Juncker] sofreu uma crise particularmente dolorosa de ciática, acompanhada de cãibras. O presidente já disse publicamente que a ciática condiciona a sua a capacidade de andar, o que infelizmente foi o caso na noite de quarta-feira”, explicou então Margaritis Schinas.

Na quinta-feira, o primeiro-ministro português, António Costa, já tinha justificado o comportamento do presidente da Comissão Europeia com uma crise de ciática, em resposta à pergunta de um jornalista da agência Associated Press.

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