O presidente do conselho diretivo do Instituto do Cinema e do Audiovisual, Luís Chaby Vaz, foi eleito presidente da associação European Film Agency Directors (EFADs), anunciou esta segunda-feira o Ministério da Cultura.

De acordo com a tutela, num comunicado divulgado esta segunda-feira, “os membros do Conselho de Administração da associação representante das Agências Europeias de Cinema elegeram, este domingo, dia 16 de dezembro, em Sevilha, os seus novos Presidente e Vice-presidente para o biénio 2019/2020”.

O presidente do conselho diretivo do ICA, cargo para o qual foi designado oficialmente a 14 de novembro, “que já tinha sido eleito para integrar o Conselho de Administração da EFADs, passa, assim, a presidir a este organismo, que tem como principal função acompanhar o desenvolvimento de políticas de cinema e de audiovisual junto das instituições da União Europeia, nomeadamente sobre questões relacionadas com as mudanças do digital, os direitos de autor, a pirataria, a literacia mediática, entre outras”.

A EFADs é uma associação “sem fins lucrativos que representa os responsáveis de 31 Agências Europeias de Cinema (28 Estados-membros da União Europeia [UE] mais Noruega, Islândia e Suíça), congéneres do ICA”.

Luís Chaby Vaz foi designado oficialmente presidente do conselho diretivo do ICA, para os próximos cinco anos, depois de mais de um ano no cargo em regime de substituição.

Em maio de 2017, Luís Chaby Vaz tinha sido nomeado presidente do ICA, depois da saída de Filomena Serras Pereira .

A direção do ICA mudou em maio de 2017, no meio de uma polémica e muito criticada negociação sobre uma nova regulamentação da lei do cinema e audiovisual, entretanto aprovada.

Um mês depois de assumir o cargo, em junho de 2017, Luís Chaby Vaz disse em entrevista à agência Lusa que um dos objetivos do mandato seria ultrapassar “pequenas questões de beligerância” no setor, e reforçar o papel de liderança do organismo.

Na altura, traçou ainda duas prioridades: ter aprovada a alteração da regulamentação da lei do cinema, que entrou em vigor em abril deste ano, e definir um plano estratégico alargado pelo menos a oito anos, ainda por anunciar.