Curiosidades Auto

Volantes são quatro vezes mais sujos do que sanitas

156

Prepare-se para uma surpresa e das más. Estudo revela que volantes estão entre os objectos com mais bactérias, pior mesmo do que tampas de sanitas. Botões de elevadores e telemóveis também assustam.

Tentamos manter os automóveis limpos e lavadinhos por fora, pagamos um valor extra para que a pintura fique a brilhar e revestida com cera para maior protecção. Vamos mesmo ao ponto de lavar os pneus, para que mantenham a cor original, o preto, para depois os fazer brilhar como se fossem gigantescos donuts.

Porém, nem sempre o habitáculo recebe o devido tratamento. Quando chega a altura de limpá-lo, por vezes, limitamo-nos a esvaziar o cinzeiro e a limpar o pó e a cinza que teima em cair e enfiar-se nos mais pequenos interstícios. Sucede que estamos a descurar um aspecto importante, o volante (e, muito provavelmente, a alavanca da caixa de velocidades), onde repousamos sistematicamente as mãos, por vezes transpiradas ou sujas.

Segundo o Centro Nacional de Informação Biotecnológica (CMIB) americano, os habitáculos dos nossos carros figuram entre os ambientes mais sujos com que contactamos diariamente. No interior, é o volante que lidera na porcaria, sendo mesmo mais sujo do que uma tampa de sanita.

De acordo com os resultados das análises recolhidas pelo CMIB, que determinam o número de bactérias ou fungos por centímetro quadrado, ou como se diz em microbiologia, Unidades de Formação de Colónias (UFC), os volantes revelam uma média de 629 UFC. Um valor assustador, sobretudo se comparado com as tampas de sanita, que se ficam pelos 172 UFC. Mas há mais surpresas desagradáveis. Por exemplo, os telemóveis, a que passamos a vida agarrados, acusam 100 UFC e os botões dos elevadores disparam para 313 UFC, quase o dobro das sanitas.

O CMIB nota ainda que no habitáculo de um veículo é possível encontrar cerca de 700 bactérias. As mais populares são as staphylococcus, que causam doenças como envenenamento alimentar e irritação cutânea, e as propionibacterium, que provocam infecções e inflamações. E sabe o que justifica esta presença avultada de bactérias? O facto de muitos condutores comerem (e beberem) a bordo, de batatas fritas a chocolates, passando pelos hamburgers dos drive-in.

Participe nos Prémios Auto Observador e habilite-se a ganhar um carro

Vote na segunda edição do concurso dedicado ao automóvel cuja votação é exclusivamente online. Aqui quem decide são os leitores e não um júri de “especialistas” e convidados.

Participe nos Prémios Auto ObservadorVote agora

    Se tiver uma história que queira partilhar ou informações que considere importantes sobre abusos sexuais na Igreja em Portugal, pode contactar o Observador de várias formas — com a certeza de que garantiremos o seu anonimato, se assim o pretender:

  1. Pode preencher este formulário;
  2. Pode enviar-nos um email para abusos@observador.pt ou, pessoalmente, para Sónia Simões (ssimoes@observador.pt) ou para João Francisco Gomes (jfgomes@observador.pt);
  3. Pode contactar-nos através do WhatsApp para o número 913 513 883;
  4. Ou pode ligar-nos pelo mesmo número: 913 513 883.
Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: alavrador@observador.pt

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)