Táxis

Ministro do Ambiente defende alteração de contingentes dos táxis nas Áreas Metropolitanas

203

De acordo com o ministro do Ambiente e da Transição Energética, nos municípios contíguos deveria ser possível um taxista regressar com passageiros e não vazio, como acontece atualmente.

Matos Fernandes sublinhou ainda que o Governo "tudo fez durante esta legislatura" no sentido da modernização do setor do táxi

Jose Sena Goulao/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, defendeu esta quarta-feira uma alteração dos contingentes de táxis nas Áreas Metropolitanas, como forma de modernização do setor, em vez do fim da contingentação em geral.

“Num contexto de descarbonização, o pior que pode acontecer é haver um veículo a deslocar-se e limitar-se a libertar emissões pelo tubo de escape”, disse Matos Fernandes, durante uma audição na comissão parlamentar de Economia, Inovação e Obras Públicas.

De acordo com o ministro, nos municípios contíguos deveria ser possível um taxista regressar com passageiros e não vazio, como acontece atualmente. “Era mesmo importante que o tempo da próxima legislatura tentasse, tanto quanto possível, pôr um fim aos contingentes municipais nas Áreas Metropolitanas”, frisou o governante.

Matos Fernandes sublinhou ainda que o Governo “tudo fez durante esta legislatura” no sentido da modernização do setor do táxi, argumentando que as margens de acordo com as associações do setor do táxi “não foram muito latas, mas tudo aquilo que gerou consenso foi considerado”.

“O diálogo mantém-se. Neste momento, o triângulo entre nós e as associações é mais agudo, mas o que houver para fazer estamos prontos para ir fazendo”, disse, adiantando, no entanto, que “está na mão dos municípios, à semelhança do que fizeram com os transportes coletivos, a redefinição dos limites geográficos, já que é uma competência municipal”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
10 de junho

A função social da esquerda /premium

Rui Ramos

Talvez a direita, noutros tempos, tenha tido o papel de nos lembrar que não somos todos iguais. As reacções ao discurso de João Miguel Tavares sugerem que essa função social é hoje da esquerda.

10 de junho

A função social da esquerda /premium

Rui Ramos

Talvez a direita, noutros tempos, tenha tido o papel de nos lembrar que não somos todos iguais. As reacções ao discurso de João Miguel Tavares sugerem que essa função social é hoje da esquerda.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)