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Está a pensar viajar depois da pandemia? Se for até ao final do ano, o governo da Sicília reembolsa uma parte das despesas

Este artigo tem mais de 2 anos

Na tentativa de voltar a atrair turistas, a Sicília anunciou que, até ao final do ano, vai pagar metade dos voos e parte das estadias na ilha. Medida pode custar mais de 45 milhões de euros.

Taormina fica na costa leste da Sicília, perto do Monte Etna, e é um dos principais pontos turísticos da ilha italiana
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Taormina fica na costa leste da Sicília, perto do Monte Etna, e é um dos principais pontos turísticos da ilha italiana

Taormina fica na costa leste da Sicília, perto do Monte Etna, e é um dos principais pontos turísticos da ilha italiana

A notícia foi divulgada há dias na imprensa internacional e o site oficial de turismo da Sicília já está inoperacional: é lá que os futuros viajantes podem (ou podiam, é impossível precisar) requerer os vouchers para visitarem a ilha italiana a custos reduzidos quando a pandemia de covid-19 estiver controlada.

De acordo com a informação partilhada, todos os turistas que voassem até ao final do ano teriam direito ao reembolso de metade do valor dos bilhetes de avião, a uma noite gratuita em cada três marcadas em hotéis locais, e a entradas a custo zero em museus e outros pontos de interesse histórico e arqueológico.

Os monumentos históricos, as vilas pitorescas e as águas cristalinas são algumas das atrações da Sicília

A medida, parte de um esforço do governo local para voltar a atrair turistas, após a pandemia, poderá representar um custo de mais de 45 milhões de euros, avaliou entretanto a revista Forbes, que também estimou em 918 milhões de euros as perdas do território em receitas com o turismo desde o início do surto.

A Itália, com 28.710 mortos, segundo os últimos dados, e mais de 209.000 casos, entra na segunda-feira numa nova fase, com o levantamento gradual das restrições ao movimento das pessoas e a retoma da atividade económica.

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