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As seis equipas inglesas que apoiaram a Superliga Europeia aceitaram pagar uma multa à Premier League e, como parte de um acordo de paz, desembolsaram 20 milhões de libras (cerca de 23 milhões de euros), cerca de 3,5 milhões por cada clube, para travar a inclusão ou criação de projetos futuros do mesmo género.

Segundo a Sky News, Arsenal, Chelsea, Liverpool, Tottenham, Manchester City e Manchester United foram mais longe e, além de um acordo monetário, também se comprometeram a não criar qualquer organismo idêntico que vá contra as bases do futebol europeu. Caso contrário, cada clube perde 30 pontos na liga.

Sabe-se ainda que cada clube que quebre as regras está sujeito a uma multa de mais 20 milhões de libras e menos 30 pontos num campeonato.

Quem ganhou, quem perdeu e quem acha que ganhou ao fim de 48 horas de Superliga Europeia

A ideia de Superliga Europeia foi anunciada como um circuito fechado por 12 clubes rebeldes que acabou por abrir uma guerra no futebol europeu. Os clubes ricos queriam a Superliga, a UEFA ameaça com sanções duras e, um por um, acabaram por cair em pouco mais de 48 horas. Real Madrid e Barcelona ainda tentaram desistir, mas acabaram da mesma forma.

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O monopólio da UEFA, a sobrevivência do movimento associativo e os tetos salariais. As seis lições da Superliga Europeia