Tedros Adhanom Ghebreyesus termina o mandato como diretor-geral da Organização Mundial de Saúde em 2022, mas o microbiólogo e político etíope foi o único nome indicado pelos Estados-membros para continuar à frente da instituição por mais cinco anos.

A nomeação vai ter lugar em maior de 2022, durante a 75.ª Assembleia Mundial de Saúde, e o voto será secreto. Mas os preparativos para a eleição começaram já em abril deste ano.

Os Estados-membros tiveram de abril a 23 de setembro de 2021 para apresentar os candidatos para o lugar de diretor-geral da OMS. Os candidatos poderiam, então, ser anunciados depois do final da última reunião de um Comité Regional da OMS — que aconteceu esta sexta-feira.

Assim, a OMS revela que 28 Estados-membros, de todas as regiões da organização, apresentaram uma única proposta de candidato: Tedros Adhanom Ghebreyesus, o atual diretor-geral. Portugal, Espanha, Suécia, Alemanha e Hungria foram alguns dos Estados-membros que votaram nesse sentido — mais de metade dos Estados que nomearam um candidato pertencem à Europa.

Seguindo a formalidade, durante a 150.ª da Comissão Executiva, em janeiro de 2022, será analisado se o candidato cumpre os critérios. A votação acontecerá em maio e a tomada de posse será a 16 de agosto de 2022. O atual diretor-geral da OMS poderá cumprir um segundo mandato de cinco anos.

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