Depois de se estrear em 2024 no Teatro Aberto, em Lisboa, com todas as sessões esgotadas, a peça O Céu da língua, do humorista brasileiro Gregório Duvivier regressa a Portugal com uma digressão nacional de norte a sul do país, de 17 de junho a 1 de julho.

A peça, que presta homenagem à língua portuguesa num espetáculo que esbate as fronteiras entre o monólogo teatral e o espetáculo de stand-up, arranca a nova série de apresentações no Teatro das Figuras, em Faro, a 17 de junho, e segue por cidades como a Coimbra (18), Caldas da Rainha (19), Beja (20), Braga (21), Porto (22), Lisboa (24 e 25); Águeda (26), Vila Real (27), Paredes (28), Setúbal (29), terminando a 1 de Julho em Leiria. Só Lisboa tem direito a duas récitas, no Centro Cultural de Belém.

Considerada pelo Observador como uma das peças do ano em 2024, o espetáculo é definido por Gregório Duvivier como “um filho do stand up comedy com circo pobre”. Numa altura em que o esbatimento de fronteiras entre disciplinas artísticas é cada vez mais o prato do dia, Duvivier serve-nos um repasto cheio de linguagens num monólogo que fala, precisamente, de linguagem. É uma comédia que celebra a língua portuguesa, em que jogos de palavras se misturam com versos de Camões e Eugénio de Andrade ou canções de Caetano Veloso, com muitas gargalhadas pelo meio.

O Céu da Língua, que tem encenação da atriz brasileira Luciana Paes, estreou-se em Lisboa em 2024 com uma temporada de três semanas no Teatro Aberto que se esgotaram, obrigando à abertura de sessões extra. A peça viajou depois pelo Brasil.

[Já saiu o segundo episódio de “O Misterioso Engenheiro Jardim”, o novo Podcast Plus do Observador que conta a história de Jorge Jardim, o empresário que, na verdade, era um agente secreto que liderou missões perigosas em todo o mundo, tentou criar um país e deu início a um clã de mulheres aventureiras. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E pode ouvir aqui o primeiro episódio]