Duas já estavam garantidas, faltava a terceira. O FC Porto chegava à final da Taça Hugo dos Santos com o objetivo claro de alcançar a terceira competição do basquetebol nacional na atual temporada, depois da Supertaça e da Taça de Portugal, e continuar a hegemonia na modalidade. Pela frente, porém, estava uma Oliveirense com vontade de voltar aos seus melhores dias.
Do lado do FC Porto, os dragões chegaram à final da Taça Hugo dos Santos depois de eliminarem o Benfica na meia-final, num jogo que obrigou a prolongamento mas onde a equipa de Fernando Sá só esteve em desvantagem numa ocasião. O FC Porto procurava assim chegar à nona vitória na competição, sendo que não disputava a final desde 2021.
Do lado da Oliveirense, a equipa de Oliveira de Azeméis chegou à final da Taça Hugo dos Santos depois de afastar a Ovarense na meia-final, disputando o jogo decisivo pela primeira vez desde 2020 e procurando conquistar o troféu pela quinta ocasião. Certo é que, no Pavilhão Multiusos de Gondomar, FC Porto e Oliveirense discutiam uma final absolutamente inédita da competição.
Assim, Fernando Sá lançava Wes Washpun, Toney Douglas, Max Landis, Xeyrius Williams e Phil Fayne no cinco inicial, enquanto que João Figueiredo apostava em André Bessa, João Fernandes, Deontae Hawkins, Malik Morgan e Danjel Purifoy. O jogo arrancou com lançamentos falhados por parte das duas equipas, com Max Landis a inaugurar o marcador para o FC Porto e a acrescentar um triplo pouco depois, sendo que João Figueiredo ia sendo o responsável pela reação da Oliveirense.
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A final continuou equilibrada, com a equipa de Oliveira de Azeméis a manter-se muito próxima do FC Porto no marcador e a acabar por conseguir a reviravolta por intermédio de dois lances livres concretizados por Onno Steger. Ainda assim, os dragões terminaram o primeiro quarto a vencer graças a um triplo de Devyn Marble (22-23) — anulado por cinco pontos consecutivos de Onno Steger assim que o jogo recomeçou, com o norte-americano a assinar uma exibição superlativa em Gondomar.
Fernando Sá pediu um time out nesta fase, mas a Oliveirense não tirou o pé do acelerador e foi alargando a vantagem: ao intervalo, a equipa de Oliveira de Azeméis estava a vencer o FC Porto por 12 pontos (50-38) e ia deixando uma autêntica demonstração de força na final da Taça Hugo dos Santos, com os dragões a precisarem de muito mais para lutar pelo troféu.
⏱ Intervalo
????UD Oliveirense 50-38 FC Porto
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Purifoy a levar a @UDObasket para o intervalo a vencer por 12 pontos ????????
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A Oliveirense manteve a superioridade no início do terceiro período, alavancando na eficácia defensiva a capacidade de controlar o FC Porto e segurar a vantagem no ataque. A equipa de João Figueiredo foi conseguindo manter os confortáveis dez pontos de diferença, mas começou a acusar algum desgaste físico e psicológico que abriu a porta a demasiados erros. Os dragões aproveitaram, subiram a intensidade e os níveis exibicionais e encurtaram para dois pontos a desvantagem à entrada para o último e decisivo período (61-59) — com muita ajuda de Toney Douglas, que ia vincando a já conhecida qualidade individual.
A equipa de Oliveira de Azeméis conseguiu travar o ímpeto do FC Porto e voltou ao jogo, mais psicologicamente do que fisicamente, mantendo vantagens que permitiam ter alguma tranquilidade, ainda que os dragões nunca tivessem dado a partida como perdida. No fim, a Oliveirense venceu mesmo o FC Porto em Gondomar e conquistou a Taça Hugo dos Santos pela quinta vez (83-78), a primeira desde 2020, deixando os dragões sem o terceiro troféu da atual temporada.
???????????? ????????????????????! A @UDObasket vence o @FCPorto e a #TaçaHugoDosSantos vai para Oliveira de Azeméis! ????#SomosBasquetebol pic.twitter.com/BWm6OHYp6d
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