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Passagem de meteoro volta a iluminar os céus de Portugal

Este artigo tem mais de 1 ano

O corpo celeste foi captado pelo Observatório de Braga pouco antes das 23h00 de quinta-feira. Voltou a ser registado às 01h38, quando já passava a sul do Cabo de São Vicente.

A força da entrada na atmosfera fez o bólide fragmentar-se em várias peças
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▲A força da entrada na atmosfera fez o bólide fragmentar-se em várias peças

Planetário - Casa da Ciência Viva de Braga / Facebook

▲A força da entrada na atmosfera fez o bólide fragmentar-se em várias peças

Planetário - Casa da Ciência Viva de Braga / Facebook

Um meteoro voltou a cruzar os céus de Portugal na noite de quinta-feira, tendo sido captado às 22h54 pela Estação AMS211 da Rede Internacional AllSky7, instalada no Observatório Astronómico de Braga. Numa publicação na página de Facebook do Planetário — Casa da Ciência de Braga, a organização relata que o bólide “foi visto por vários observadores”.

Mais tarde, a passagem do meteoro também foi registada pela Red Investigación Bólidos y Meteoritos de Espanha (SPMN, sigla inglesa), quando passava acima do Cabo de São Vicente, no Algarve, pelas 01h38. O corpo, segundo a publicação da SPMN na rede social X, “fragmentou-se em várias peças, sendo captado em Sanlúcar de Barrameda, em Cádiz”.

Meteoro registado pelo Planetário — Casa da Ciência de Braga Planetário - Casa da Ciência Viva de Braga / Facebook

Meteoro registado pelo Planetário — Casa da Ciência de Braga

O Planetário de Braga explica, na sua publicação, que “a maioria dos meteoros são pequenos e passam despercebidos”, mas que os bólides “podem durar vários segundos e marcar intensamente o céu”, como se verificou na noite de quinta. Também são chamados de estrelas cadentes, elucida.

Por outro lado é considerado um meteoroide um objeto, rochoso ou metálico, que viaja pelo espaço e é mais pequeno do que um asteroide. A partir do momento em que entra na atmosfera, torna-se num meteoro, podendo os objetos particularmente grandes e brilhantes ser também chamados de bólides. Só se sobreviverem à entrada na atmosfera até atingirem o solo é que passam a ser considerados meteoritos.

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