1230,7kWh poupados 1230,7 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Interdição de banhos na praia da Mareta em Sagres foi retirada, segundo a Câmara

Este artigo tem mais de 1 ano

A interdição a banhos, decretada na passada quarta-feira, foi motivada por uma entupimento no coletor de saneamento básico, que originou um derrame de águas residuais para a água do mar.

O município algarvio advertiu para as consequências negativas para o ambiente e para a comunidade
i

▲O município algarvio advertiu para as consequências negativas para o ambiente e para a comunidade

ANDRÉ MARQUES / OBSERVADOR

▲O município algarvio advertiu para as consequências negativas para o ambiente e para a comunidade

ANDRÉ MARQUES / OBSERVADOR

A prática balnear já se encontra normalizada na praia da Mareta, em Sagres, no concelho de Vila do Bispo, depois ter sido interditada a banhos devido a uma contaminação da água, informou o município.

A interdição a banhos foi motivada por uma obstrução de um coletor de saneamento básico, que originou um derrame de águas residuais para a água do mar, mas a autarquia garantiu nas redes sociais que a “qualidade da água balnear da praia da Mareta foi considerada compatível com a prática balnear, não existindo risco acrescido para a saúde pública”.

“Deste modo, e uma vez regularizada a situação que havia motivado a interdição, foi determinada pelas entidades competentes a revogação da interdição de prática balnear na água balnear ‘Mareta'”, anunciou o município.

A autarquia recordou que na origem do incidente esteve a “obstrução do coletor de esgoto por um objeto estranho (uma toalha de rosto)”, que impediu o seu normal funcionamento e o derrame de águas residuais para a zona costeira da praia da Marte, localizada em Sagres, concelho de Vila do Bispo, distrito de Faro.

“A Câmara Municipal alerta para a importância de um uso responsável do sistema de saneamento, apelando a todos os cidadãos para que não depositem toalhas, fraldas, toalhitas, tijolos ou outros resíduos inadequados na rede”, apelou a autarquia.

O município algarvio advertiu que estes objetivos estranhos ao sistema causam “obstruções graves” como a que se registou na Mareta e têm “impactos significativos no funcionamento dos coletores”, acarretando “consequências negativas para o ambiente e para a comunidade”.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.